Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Tecnologia

Celulares à prova d’água: saiba como escolher

Por Larissa
05/01/2026
Em Tecnologia
Celulares à prova d’água: saiba como escolher

Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy

EnviarCompartilharCompartilharEnviar

Celulares resistentes à água ganharam espaço entre quem pretende passar o verão perto de piscina, mar ou cachoeira. A combinação entre temperaturas altas e uso intenso do smartphone aumenta o risco de quedas na água, respingos e contato com areia ou poeira. Por isso, muitos consumidores têm buscado aparelhos com proteção específica contra líquidos, sem abrir mão de bom desempenho, câmeras competentes e bateria duradoura. Além disso, cada vez mais usuários desejam usar o celular para registrar momentos na praia ou na piscina, então a proteção contra água e poeira se torna um diferencial na hora da compra.

Esse tipo de smartphone não é voltado apenas para férias. Modelos com resistência à água também são úteis no dia a dia, para quem enfrenta chuva com frequência, trabalha em ambientes externos ou tem crianças pequenas em casa. O recurso aumenta a margem de segurança em situações comuns, como responder mensagens na rua durante um temporal ou usar o celular na cozinha perto da pia. Mesmo assim, a certificação de proteção costuma gerar dúvidas, principalmente sobre o que é, de fato, um “celular à prova d’água” e até onde essa expressão é válida na prática.

Leia Também

Seca e tempestade: saiba como será o clima no Brasil no mês de janeiro

Seca e chuva: saiba como será o clima no Brasil no mês de janeiro

06/01/2026

O segredo para refrescar a casa sem ventilador ou ar-condicionado

05/01/2026
Libido: estudos apontam que desejo sexual aumenta no verão

Libido: estudos apontam que desejo sexual aumenta no verão

02/01/2026

Proteção máxima no verão: o que não pode faltar para evitar danos do sol

30/12/2025

O celular é totalmente à prova d’água?

O celular resistente à água e não totalmente imune a qualquer contato com líquido. Portanto, a ideia não é que o aparelho suporte qualquer situação extrema, mas sim que aguente acidentes moderados com maior segurança. Então, quando o consumidor vê esse tipo de descrição em anúncios ou fichas técnicas, deve entender que se trata de um nível de proteção limitado, embora bastante útil na rotina.

Na maioria dos casos, essa proteção é medida por um padrão internacional conhecido como certificação IP, que costuma aparecer na ficha técnica dos modelos mais recentes. Entretanto, algumas marcas destacam o termo “water resistant” em materiais de marketing e acabam gerando interpretações exageradas sobre o que o aparelho realmente suporta. Portanto, entender o que significa cada número do selo IP se torna fundamental para usar o celular com mais consciência e evitar prejuízos.

Quando se fala em smartphones impermeáveis ou com proteção contra água, geralmente surgem dois códigos: IP67 e IP68. Ambos indicam que o aparelho foi testado em laboratório para suportar contato com poeira e imersão em água doce por determinado período e profundidade. Em suma, esses números funcionam como um “manual rápido” de resistência: quanto maior o segundo dígito, maior a tolerância à água. A grande diferença está justamente no limite dessa exposição, que varia conforme a combinação entre números e as definições de cada fabricante.

Celular à prova d’água: como funcionam as certificações IP67 e IP68?

O selo IP, sigla para Ingress Protection, é acompanhado normalmente por dois dígitos. O primeiro se refere à proteção contra poeira e sólidos; o segundo indica a resistência à água. Em celulares à prova d’água, o número inicial costuma ser 6, que representa o nível máximo de barreira contra partículas sólidas, como areia e poeira fina, algo relevante para quem pretende usar o aparelho em praias ou ambientes externos. Portanto, um celular com IP67 ou IP68 tende a lidar melhor com ambientes arenosos, desde que o usuário faça a limpeza correta depois do uso.

Já o segundo dígito é o que mais interessa a quem busca um smartphone resistente à água. No caso de aparelhos IP67, a recomendação geral aponta para imersão de até 1 metro por cerca de 30 minutos, em água doce e limpa. Em suma, esse padrão protege bem contra quedas acidentais em pias, baldes ou até na piscina, desde que a profundidade não seja grande. Nos modelos IP68, a proteção é mais ampla: a profundidade e o tempo podem ser maiores, mas são definidos pelo fabricante, que informa esses limites no material oficial do produto. Então, antes de se arriscar em mergulhos mais profundos, vale conferir o manual ou o site da marca para entender até onde o aparelho pode ir.

Em ambos os casos, trata-se de testes feitos em condições controladas, com água parada e temperatura estável. Entretanto, a realidade de uso envolve ondas, jatos fortes, mudanças bruscas de temperatura e produtos químicos, fatores que podem reduzir a efetividade da vedação com o tempo. Portanto, o consumidor deve enxergar a certificação IP como um aliado importante, mas não como um “escudo absoluto” contra qualquer contato com água.

Em aparelhos mais avançados, é comum que a certificação IP68 venha acompanhada de outros recursos de durabilidade, como vidro reforçado na tela e estrutura preparada para quedas. Então, quem busca um celular para atividades ao ar livre, trilhas ou esportes de aventura tende a se beneficiar desse conjunto de proteções. Esses elementos não transformam o telefone em um equipamento indestrutível, mas indicam um cuidado maior com o uso próximo à água, poeira e mudanças bruscas de temperatura. Em suma, trata-se de um pacote voltado para quem deseja um dispositivo robusto sem abrir mão de desempenho e qualidade de câmera.

É seguro mergulhar um celular resistente à água na piscina ou no mar?

A presença de certificação IP67 ou IP68 não significa liberdade total para usar o smartphone embaixo d’água. Esses aparelhos são projetados principalmente para acidentes ocasionais, como queda na piscina, respingos durante uma chuva forte ou contato rápido com água doce. Portanto, usar o celular para mergulhos longos, filmagens prolongadas no fundo da piscina ou brincadeiras frequentes em mar aberto aumenta o risco de danos. O uso prolongado sob a superfície, principalmente com movimentos bruscos, pode aumentar a pressão sobre as vedações e comprometer a barreira contra líquidos.

Outro ponto importante envolve o tipo de água. A maioria dos testes de certificação é feita em água doce e limpa, enquanto ambientes reais apresentam cloro, sal, areia e outros elementos químicos que aceleram o desgaste de borrachas e selos internos. Portanto, após qualquer contato com água de piscina ou mar, o ideal é enxaguar o aparelho em água doce corrente, quando a marca recomendar, e secar bem com um pano macio. Com o tempo, pequenas deformações podem surgir devido a quedas, mudanças de temperatura ou até abertura de gavetas de chip, diminuindo a proteção original.

  • Água doce parada: cenário mais próximo dos testes de laboratório.
  • Água com cloro (piscina): maior risco de corrosão a longo prazo.
  • Água salgada (mar): mais agressiva para conectores e componentes metálicos.
  • Jatos fortes ou mergulhos profundos: aumentam a pressão sobre a vedação.

Por esses motivos, fabricantes costumam reforçar nas instruções que a certificação IP não cobre danos causados por líquidos na garantia. Então, mesmo que o aparelho passe por um teste de imersão na loja ou em vídeos na internet, o consumidor continua responsável por qualquer dano ocasionado. Em resumo, um celular à prova d’água é pensado para reduzir prejuízos em situações inesperadas, e não para uso recreativo constante debaixo d’água. Em suma, ele funciona como um “cinto de segurança” contra acidentes, mas não autoriza descuidos.

Como escolher um celular à prova d’água para o verão?

Na hora de comprar um smartphone para usar na praia, na piscina ou em viagens de verão, a certificação IP não é o único ponto relevante. É interessante observar também bateria, desempenho, câmeras e recursos extras que façam sentido para o perfil de uso. Modelos intermediários, por exemplo, costumam trazer bom equilíbrio entre preço, armazenamento e resistência à água, enquanto aparelhos topo de linha reúnem o pacote mais completo, com processamento avançado e câmeras de alta resolução. Portanto, definir o orçamento e o tipo de uso esperado ajuda bastante a filtrar as opções.

Uma forma simples de organizar a escolha é separar os critérios por prioridade:

  1. Nível de proteção: dar preferência a celulares com IP67 ou IP68.
  2. Bateria: capacidade em torno de 5.000 mAh costuma atender bem dias longos fora de casa.
  3. Câmeras: sensores de 48 MP, 50 MP ou mais, aliados a boa estabilização, ajudam em fotos de viagem.
  4. Desempenho: processadores atuais e pelo menos 8 GB de RAM garantem fluidez em jogos, fotos e vídeos.
  5. Armazenamento: 256 GB evita falta de espaço para registros em alta resolução durante as férias.

Ao mesmo tempo, vale conferir com atenção as orientações da marca sobre profundidade máxima, tipo de água recomendado e cuidados após contato com líquidos. Então, antes de comprar, é útil acessar o site oficial do fabricante e ler a seção de perguntas frequentes sobre resistência à água, já que ali aparecem detalhes que nem sempre surgem nos anúncios. Enxaguar o aparelho em água doce, quando indicado, e secá-lo bem antes de usar portas ou conectores são atitudes que ajudam a preservar o celular à prova d’água por mais tempo. Em suma, quem segue essas recomendações tende a prolongar a vida útil do dispositivo e evitar problemas de oxidação e falhas em conectores.

FAQ – Dúvidas comuns sobre celulares à prova d’água

Posso lavar meu celular à prova d’água embaixo da torneira?
Em geral, sim, desde que o aparelho tenha certificação IP67 ou IP68 e a torneira não produza jato muito forte. Entretanto, é importante manter gavetas de chip bem fechadas e evitar água muito quente. Depois, seque o dispositivo com pano macio antes de usar botões e conectores.

Posso usar o celular resistente à água no banho ou no chuveiro?
Não é recomendado. O vapor quente e constante pode afetar as vedações e a condensação interna prejudica componentes ao longo do tempo. Portanto, mesmo que o aparelho tenha boa certificação IP, o ideal é deixá-lo fora do box.

É seguro carregar o celular logo após cair na água?
Não. Então, antes de conectar o cabo, verifique se portas e conectores estão totalmente secos. Se houver umidade, aguarde várias horas em ambiente ventilado. Muitos modelos exibem alerta de umidade na porta USB ou Lightning; respeite esse aviso para evitar curto-circuito.

Capinhas e películas atrapalham a resistência à água?
Normalmente não, desde que sejam acessórios de boa qualidade e bem encaixados. Em suma, capinhas podem até proteger contra impactos que afetariam a vedação interna. Entretanto, capinhas mal ajustadas podem reter água e areia em alguns pontos, então é importante removê-las periodicamente para limpeza.

O que fazer se o celular resistente à água cair no mar e parar de funcionar?
Primeiro, enxágue imediatamente em água doce, se ainda estiver ligado, e desligue o aparelho em seguida. Portanto, não tente carregar nem forçar o funcionamento. Seque o máximo possível por fora e procure assistência técnica autorizada. Quanto mais rápido ocorrer a avaliação profissional, maiores as chances de recuperação dos componentes internos.

Tags: ÁguaCelularverão
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Por que alguns vivem mais de 110 anos? Genética brasileira pode explicar

Por que alguns vivem mais de 110 anos? Genética brasileira pode explicar

06/01/2026
Coloque estes alimentos em sua dieta e potencialize seus exercícios com mais energia

Coloque estes alimentos em sua dieta e potencialize seus exercícios com mais energia

06/01/2026

Cominho preto: tempero queridinho dos chefs pode proteger o coração

06/01/2026
7 alimentos que você deve evitar para fugir da diabetes e pressão alta

7 alimentos que você deve evitar para fugir da diabetes e pressão alta

06/01/2026
Coloque esses sucos desintoxicantes em sua dieta e veja sua vida mudar

Coloque esses sucos desintoxicantes em sua dieta e veja sua vida mudar

06/01/2026
Dicas para desinflamar e desinchar o corpo de forma simples

Dicas para desinflamar e desinchar o corpo de forma simples

06/01/2026
  • Sample Page
Sem resultado
Veja todos os resultados