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7 alimentos que você deve evitar para fugir da diabetes e pressão alta

Por Lucas
06/01/2026
Em Saúde
7 alimentos que você deve evitar para fugir da diabetes e pressão alta

Créditos: depositphotos.com / ajafoto

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Comer fora de casa faz parte da rotina de muitas pessoas, e o fast food costuma ser a opção mais prática em meio à correria. Lanches prontos, refrigerantes e batatas fritas aparecem com frequência nos pedidos, especialmente em grandes centros urbanos. A questão que mais chama atenção de profissionais de saúde é a frequência e a quantidade em que esse tipo de refeição é consumida. Em suma, não é o ato isolado de comer um hambúrguer que preocupa, mas o padrão alimentar que se estabelece ao longo dos dias.

O impacto do fast food na saúde não está apenas em um único ingrediente, mas no conjunto: muito sal, açúcar, gorduras e calorias em porções pequenas, fáceis de repetir. Além disso, essas refeições, em geral, chegam à mesa com baixa quantidade de fibras, vitaminas e minerais. Portanto, quando isso se torna hábito, o organismo passa a lidar diariamente com excesso energético e poucos nutrientes de qualidade. Em longo prazo, esse padrão alimentar pode favorecer o surgimento de doenças crônicas, prejudicar o equilíbrio metabólico e reduzir a qualidade de vida, afetando até disposição física e performance no trabalho e nos estudos.

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O que caracteriza o fast food e por que ele é tão consumido?

O termo fast food engloba alimentos preparados e servidos rapidamente, muitas vezes padronizados em grandes redes. Hambúrgueres, pizzas, batatas fritas, salgados industrializados, refrigerantes e milk-shakes são alguns exemplos. Para garantir sabor intenso e maior durabilidade, esses produtos costumam conter altas quantidades de sódio, açúcar, gorduras saturadas e aditivos como corantes e conservantes. Então, o resultado é um alimento extremamente palatável, barato de produzir e com longa validade, o que favorece a ampla oferta.

O consumo frequente está ligado a fatores como praticidade, preço acessível em combos e forte apelo publicitário. Além disso, muitos estabelecimentos estão posicionados em locais estratégicos, como shoppings, vias movimentadas e áreas próximas a escolas e escritórios, o que incentiva paradas rápidas durante o dia. Em vários casos, o fast food também representa um momento social, associado a encontros de família, lazer e comemorações. Esse contexto facilita o hábito de exagerar nas porções, o que aumenta o aporte calorífico em uma única refeição e, consequentemente, o risco de ganho de peso quando isso acontece com regularidade.

Fast food faz mal para a saúde?

Especialistas em nutrição apontam que o problema central não é uma refeição isolada, mas a repetição. Quando a pessoa consome fast food várias vezes por semana, o corpo passa a receber, de forma constante, grandes quantidades de calorias, sal, açúcar e gorduras, sem o devido equilíbrio com alimentos in natura. Uma dieta baseada em lanches ultraprocessados, frituras e bebidas açucaradas está associada a maior risco de diversas condições de saúde. Entre elas, destacam-se:

  • Ganho de peso e obesidade, devido à combinação de muitas calorias e baixa saciedade; além disso, o excesso de gordura abdominal aumenta o risco de problemas cardiovasculares;
  • Alterações na glicemia, favorecendo resistência à insulina e desenvolvimento de diabetes tipo 2; portanto, quem já tem predisposição familiar deve redobrar a atenção;
  • Aumento da pressão arterial, pela ingestão elevada de sódio em embutidos, molhos prontos e temperos industriais, o que sobrecarrega coração e rins;
  • Elevação do colesterol LDL e dos triglicerídeos, associada a gorduras saturadas e gorduras trans; então, o risco de formação de placas de gordura nas artérias cresce de forma significativa;
  • Maior risco cardiovascular, como infarto e derrame, quando esse padrão alimentar se mantém por muitos anos, principalmente se combinado ao sedentarismo e ao tabagismo.

Além dos efeitos metabólicos, o fast food em excesso costuma substituir alimentos frescos, como frutas, legumes, verduras e grãos integrais. Com isso, há redução na ingestão de fibras, vitaminas e minerais, o que interfere no funcionamento intestinal, no sistema imunológico e até na qualidade do sono. Entretanto, quando a pessoa equilibra esses momentos com um dia a dia rico em alimentos naturais, o corpo lida melhor com eventuais exageros. Portanto, o contexto global da alimentação pesa mais do que um lanche isolado de fim de semana.

Quais são os itens de fast food mais problemáticos?

Alguns produtos chamam atenção por combinarem alto teor calórico com grande quantidade de gorduras, açúcares e sal. Entre os mais citados por nutricionistas estão:

  1. Refrigerantes e bebidas açucaradas: fornecem muitas calorias em forma de açúcar, sem fibras ou nutrientes relevantes. Então, o consumo frequente altera a resposta da insulina, favorece o acúmulo de gordura abdominal e pode aumentar o risco de esteatose hepática (gordura no fígado).
  2. Batatas fritas e salgados empanados: concentram gorduras de fritura, muitas vezes reutilizada, o que aumenta a formação de compostos prejudiciais. Além disso, são alimentos que estimulam o comer automático, pois costumam ser consumidos enquanto se conversa, se trabalha ou se assiste a telas, levando ao exagero sem perceber.
  3. Hambúrgueres com múltiplos queijos, bacon e molhos cremosos: somam gordura saturada, sódio e calorias em um único sanduíche. Portanto, um único combo pode ultrapassar as necessidades energéticas de uma refeição completa e equilibrada.
  4. Embutidos presentes em lanches e pizzas, como salsicha, linguiça e presunto, ricos em sódio e aditivos. Estudos associam o consumo frequente de carnes processadas ao aumento do risco de alguns tipos de câncer, especialmente o colorretal, então a moderação se torna essencial.
  5. Sobremesas com muito açúcar, como milk-shakes, sorvetes cobertos e tortas, que reforçam o excesso calórico após a refeição. Em suma, quando o lanche já é pesado e ainda se inclui sobremesa açucarada e bebida doce, a sobrecarga energética fica muito maior do que o corpo consegue gastar no dia.

Outro ponto relevante é o tamanho das porções. Promoções que estimulam “tamanho grande” ou acompanhamento extra levam a uma ingestão maior do que o corpo necessita em uma única refeição, o que favorece o acúmulo de gordura corporal ao longo do tempo. Portanto, prestar atenção à fome real, comer com mais consciência e evitar o impulso de “aproveitar o máximo do combo” ajuda a reduzir danos. Entretanto, é importante destacar que pequenas trocas, repetidas com constância, fazem muito mais diferença do que grandes mudanças temporárias e difíceis de manter.

Como reduzir os riscos do fast food no dia a dia?

Para quem recorre a esse tipo de refeição, algumas estratégias simples podem diminuir o impacto do fast food na saúde. A principal delas é transformar esse consumo em exceção, não em hábito diário. Também é possível fazer escolhas mais equilibradas dentro do próprio cardápio das redes. Assim, a pessoa adapta a refeição ao seu objetivo de saúde, sem precisar abolir totalmente o fast food da vida social.

  • Dar preferência a porções menores de sanduíches e evitar combos com frituras e refrigerante; se possível, compartilhar acompanhamentos com outra pessoa.
  • Trocar o refrigerante por água ou bebida sem adição de açúcar; portanto, ao retirar o açúcar líquido, o impacto glicêmico da refeição diminui consideravelmente.
  • Substituir batata frita por saladas simples, quando disponíveis; então, a refeição ganha fibras, aumenta a saciedade e reduz o teor de gordura total.
  • Reduzir o consumo de molhos cremosos e extras de bacon, queijo e embutidos; em suma, esses adicionais concentram grande parte das calorias e do sódio escondidos.
  • Planejar refeições caseiras ao longo da semana, deixando o fast food para ocasiões esporádicas; portanto, organizar marmitas, lanches naturais e frutas para levar na bolsa ajuda a evitar decisões impulsivas na rua.

Outra medida importante é manter uma alimentação mais variada ao longo do dia, priorizando alimentos in natura ou minimamente processados, como frutas, hortaliças, leguminosas e cereais integrais. Então, mesmo que uma ou outra refeição saia do ideal, o restante do dia pode compensar parte desse desequilíbrio. Quando o cardápio diário é equilibrado, o organismo lida melhor com eventuais exageros, reduzindo os impactos de escolhas pontuais.

O debate sobre fast food e saúde tende a se manter atual, principalmente em grandes cidades e entre pessoas com rotina intensa de trabalho e estudo. Portanto, informação clara e acessível sobre os efeitos desse padrão alimentar ajuda na tomada de decisão e favorece escolhas mais conscientes, sem proibições radicais, mas com atenção aos limites que o corpo consegue suportar ao longo dos anos. Em suma, o objetivo não é demonizar o fast food, e sim aprender a usá-lo com moderação, dentro de um estilo de vida que valorize mais comida de verdade, movimento e autocuidado diário.

FAQ – Dúvidas frequentes sobre fast food e alimentação

1. Quantas vezes por mês posso comer fast food sem prejudicar tanto a saúde?
Não existe um número rígido que sirva para todos, porém, em geral, recomenda-se que o fast food apareça como exceção, e não como rotina. Então, para a maioria das pessoas saudáveis, algo em torno de uma a quatro vezes no mês, inserido em um contexto de alimentação equilibrada e prática regular de atividade física, tende a ter impacto bem menor do que o consumo semanal ou diário.

2. Crianças podem consumir fast food? Em que frequência?
Crianças podem consumir fast food ocasionalmente, porém, quanto menor a frequência, melhor para o desenvolvimento e a formação de hábitos saudáveis. Portanto, o ideal é reservar esse tipo de refeição para situações especiais, como festas ou passeios pontuais, evitando transformar o fast food em recompensa constante ou em solução rápida para todos os dias da semana.

3. Existem opções de fast food consideradas mais “saudáveis”?
Algumas redes oferecem sanduíches com mais vegetais, grelhados em vez de fritos, saladas com molhos à parte e opções de água ou suco sem açúcar. Entretanto, mesmo essas escolhas precisam de atenção, porque muitos molhos, pães e acompanhamentos continuam sendo ultraprocessados. Em suma, são alternativas “menos pior”, não necessariamente saudáveis como uma refeição caseira bem planejada.

4. É melhor pular o fast food ou encaixá-lo dentro da contagem calórica do dia?
Quando a pessoa já decidiu que vai comer fast food, encaixar essa refeição dentro de um planejamento calórico e nutricional costuma ser mais realista do que tentar compensar depois de forma radical. Portanto, vale ajustar as outras refeições do dia para que sejam mais leves e ricas em alimentos naturais, aumentando a ingestão de água e evitando repetir doces e frituras.

5. O que fazer no dia seguinte a um exagero no fast food?
No dia seguinte, foque em hidratação adequada, consumo elevado de frutas, verduras, legumes e grãos integrais, além de alguma atividade física, de acordo com sua condição de saúde. Então, não é necessário jejum extremo nem dietas milagrosas; o mais importante é retomar o padrão equilibrado o quanto antes, sem culpa excessiva, mas com responsabilidade nas escolhas.

Tags: alimentoscomidadiabetesFast foodsaúde
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