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O que a psicologia diz sobre pessoas que não suportam o verão

Por Lara
08/01/2026
Em Curiosidades
Créditos: depositphotos.com / Amaviael

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Detestar o verão é algo mais comum do que aparenta e, em muitos casos, está diretamente ligado à maneira como o corpo e a mente reagem às altas temperaturas e às mudanças de rotina. Em vez de ser apenas uma questão de preferência, o incômodo com o calor pode envolver fatores emocionais, físicos e sociais. Para muitas pessoas, essa época do ano vem acompanhada de desgaste, cansaço e sensação de excesso em praticamente todos os aspectos do dia a dia.

Algumas pessoas associam essa estação a noites mal dormidas, suor constante, ambientes cheios e obrigações sociais que parecem inevitáveis. Ao mesmo tempo, existe uma expectativa cultural de que todos devam aproveitar o verão com entusiasmo, o que pode gerar uma sensação de inadequação em quem não se identifica com esse padrão.

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O que significa realmente não gostar do verão?

Quando alguém afirma que não gosta do verão, na maioria das vezes não se trata apenas de uma preferência por temperaturas mais baixas. Há relatos frequentes de irritação, queda na disposição, menor tolerância ao barulho e até sensação de esgotamento mental. A combinação de calor intenso, mudanças no sono e maior exposição social pode funcionar como um gatilho para desconfortos emocionais.

Em termos psicológicos, fala-se em respostas ao clima que vão além do mero incômodo físico. Altas temperaturas podem afetar o humor, tornar a pessoa mais impaciente e reduzir a capacidade de concentração. Em cenários extremos, surgem quadros como o transtorno afetivo sazonal de verão, em que o indivíduo apresenta sintomas como ansiedade, insônia e perda de apetite justamente nos meses mais quentes.

Como o clima quente interfere no bem-estar emocional?

O impacto do calor no equilíbrio emocional é um dos pontos centrais para entender por que tantas pessoas não gostam do verão. O corpo precisa de mais energia para manter a temperatura interna estável, o que pode gerar fadiga persistente e sensação de cansaço mesmo após períodos de descanso. Além disso, noites abafadas costumam prejudicar a qualidade do sono, favorecendo sonolência diurna e queda de produtividade.

Alguns efeitos comuns associados ao verão incluem:

  • Irritabilidade e impaciência em ambientes cheios ou pouco ventilados;
  • Dificuldade para dormir devido ao calor ou à maior claridade ao amanhecer;
  • Mal-estar físico, como inchaço, dores de cabeça e queda de pressão;
  • Redução da concentração em tarefas que exigem foco prolongado.

Esses fatores podem se somar ao ruído típico da estação: festas, música alta, trânsito mais intenso e espaços públicos lotados. Para quem tem maior sensibilidade sensorial ou emocional, o resultado é um desgaste progressivo ao longo dos dias mais quentes.

Por que algumas pessoas sentem pressão para gostar do verão?

Outro aspecto que ajuda a explicar a rejeição ao verão é a dimensão social dessa estação. Em muitos contextos, o calor está associado à ideia de diversão obrigatória: praias cheias, viagens, encontros constantes e exposição em redes sociais. Quem prefere ambientes calmos, rotinas estruturadas ou programas caseiros pode se sentir deslocado diante dessa expectativa coletiva.

As mensagens recorrentes de “aproveitar cada dia de sol” podem ser interpretadas como cobranças indiretas. Isso é ainda mais evidente entre pessoas introvertidas, que tendem a valorizar silêncio, previsibilidade e espaços menos movimentados. Ao notar que seu estilo de vida não se encaixa no padrão “verão o tempo todo”, esses indivíduos podem experimentar sensação de isolamento, mesmo estando cercados de gente.

Além disso, muitas atividades típicas do verão envolvem exposição do corpo, roupas mais leves e convívio em locais abertos, o que pode gerar desconforto em quem lida com inseguranças corporais ou prefere ambientes fechados. Nesses casos, não gostar do verão também se relaciona à dificuldade de se sentir à vontade em determinadas situações sociais.

Quais estratégias podem amenizar o desconforto com o calor?

Para quem não gosta do verão, pequenas adaptações no cotidiano podem contribuir para reduzir o impacto dessa estação na saúde emocional. A ideia não é mudar a forma de sentir, mas criar condições para que o período de calor seja menos desgastante. Algumas medidas simples costumam ajudar na organização da rotina.

  1. Ajustar o ambiente doméstico: priorizar ventilação, uso de ventiladores ou ar-condicionado quando possível e escolher roupas leves para ficar em casa.
  2. Cuidar do sono: tentar manter horários regulares para dormir e acordar, reduzir o uso de telas à noite e, se necessário, usar cortinas que bloqueiem a luz excessiva.
  3. Reduzir a exposição a multidões: optar por horários alternativos para sair, como início da manhã ou fim da tarde, quando a temperatura e o movimento tendem a ser menores.
  4. Respeitar o próprio ritmo: planejar atividades compatíveis com o próprio perfil, sem se sentir obrigado a seguir o padrão de lazer predominante no verão.
  5. Observar sinais emocionais: em caso de tristeza persistente, ansiedade intensa ou alteração marcante no comportamento, buscar apoio profissional pode ser útil.

Reconhecer que não gostar do verão é uma experiência legítima ajuda a diminuir a cobrança interna e externa. Cada pessoa reage de forma diferente às estações do ano, e entender essas reações contribui para organizar melhor o cotidiano. Ao respeitar limites físicos e emocionais, é possível atravessar o período de calor com mais equilíbrio, mesmo quando a preferência clara é por dias frios e ambientes tranquilos.

FAQ – Perguntas frequentes sobre o calor e o verão

1. O calor pode afetar minha alimentação e meu apetite?
O calor pode diminuir o apetite em algumas pessoas, que passam a preferir alimentos mais leves e frescos. Em suma, o organismo tende a evitar refeições muito pesadas porque já está gastando energia para regular a temperatura corporal. Entretanto, é importante manter uma alimentação equilibrada, com frutas, vegetais e boa ingestão de água, para evitar fraqueza e mal-estar. Portanto, adaptar o cardápio, sem deixar de lado os nutrientes essenciais, é uma maneira saudável de lidar com o verão.

2. Ficar muito tempo em ambientes com ar-condicionado faz mal?
Passar longos períodos em ambientes muito frios e secos por causa do ar-condicionado pode causar desconfortos como ressecamento da pele, irritação nos olhos e nas vias respiratórias. O problema não é o uso do aparelho, mas o excesso e a falta de manutenção adequada. Então, ajustar a temperatura para algo moderado, evitar choques térmicos bruscos e limpar filtros regularmente ajuda a aproveitar o recurso sem tantos prejuízos. Portanto, o ideal é buscar equilíbrio entre conforto térmico e saúde.

3. O que diferencia cansaço comum de exaustão por calor?
O cansaço comum costuma melhorar com descanso e hidratação, enquanto a exaustão por calor envolve sintomas mais intensos, como tontura, náusea, confusão mental e batimentos cardíacos acelerados. Se o desconforto não passa com medidas simples e vem acompanhado de mal-estar geral, é um sinal de alerta. Então, é fundamental procurar um local fresco, beber água e, se os sintomas persistirem, buscar atendimento médico. Portanto, observar o próprio corpo é essencial para evitar complicações mais graves.

4. O calor pode piorar problemas de pele?
Sim, o calor pode agravar quadros de alergias, dermatites, acne e micoses, já que o suor e a umidade favorecem a proliferação de fungos e bactérias. Roupas muito justas e tecidos que não permitem ventilação também aumentam o atrito e a irritação na pele. Entretanto, medidas simples como tomar banho após suar muito, usar roupas leves de algodão e aplicar protetor solar ajudam bastante. Portanto, quem já tem histórico de problemas de pele deve ter atenção redobrada durante o verão.

5. Por que me sinto mais sonolento durante o dia quando está muito quente?
O corpo trabalha mais para manter a temperatura interna estável, o que pode gerar sensação de fadiga e sonolência diurna. Noites mal dormidas por causa do calor e da claridade excessiva também contribuem para esse quadro. Então, criar um ambiente mais escuro e arejado para dormir e, se possível, fazer pausas curtas de descanso ao longo do dia pode ajudar. Portanto, a sonolência ligada ao calor é comum, mas ajustar a rotina costuma amenizar o problema.

6. Crianças e idosos sofrem mais com o calor?
Crianças e idosos geralmente têm mais dificuldade para regular a temperatura corporal, o que os torna mais vulneráveis aos efeitos do calor intenso. Em suma, a desidratação pode acontecer mais rápido nesses grupos, exigindo cuidado redobrado com água, alimentação leve e proteção solar. Então, evitar exposição em horários de pico de calor e observar sinais de mal-estar é fundamental. Portanto, a atenção preventiva é a melhor forma de protegê-los durante o verão.

7. O calor pode interferir na produtividade no trabalho ou nos estudos?
Sim, altas temperaturas podem reduzir a capacidade de foco, tornar o raciocínio mais lento e aumentar a sensação de cansaço. Ambientes abafados e sem ventilação favorecem distrações e irritabilidade, o que impacta diretamente a produtividade. Entretanto, pequenas adaptações, como pausas curtas, hidratação frequente e ventilação adequada, já fazem diferença. Portanto, organizar o espaço de trabalho ou estudo com atenção ao conforto térmico é uma estratégia importante.

8. Há algum horário do dia melhor para praticar atividade física no calor?
Em dias quentes, o ideal é praticar exercícios no início da manhã ou no fim da tarde, quando a temperatura costuma ser mais amena. Em suma, evitar o período entre o fim da manhã e o meio da tarde ajuda a reduzir o risco de desidratação e exaustão térmica. Então, usar roupas leves, beber água antes, durante e depois da atividade e respeitar os limites do corpo são atitudes essenciais. Portanto, adaptar o horário e a intensidade do treino é fundamental no verão.

9. Beber só quando sinto sede é suficiente para me manter hidratado no calor?
Nem sempre. A sensação de sede pode aparecer quando o corpo já está começando a ficar desidratado, especialmente em dias muito quentes ou ao praticar exercícios. Então, é recomendado beber água ao longo do dia de forma regular, mesmo sem sede intensa, e observar sinais como urina muito escura ou dor de cabeça. Portanto, manter uma garrafa por perto e criar o hábito de pequenos goles frequentes é uma boa estratégia.

10. É normal o humor oscilar mais no verão?
Oscilações de humor podem acontecer em qualquer época, mas o calor, o sono prejudicado e a sobrecarga sensorial típica do verão podem intensificar essas variações. Ficar mais impaciente ou desanimado em períodos de muito calor não é incomum. Entretanto, se as mudanças de humor forem intensas, persistentes ou vierem acompanhadas de grande sofrimento, vale considerar apoio profissional. Portanto, observar a frequência e o impacto dessas oscilações é importante para cuidar melhor da saúde emocional.

Tags: calorCuriosidadespesquisaverão
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