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Profissões em alta: conheça os cargos que devem crescer em 2026

Por Larissa
12/01/2026
Em Tecnologia
Emprego em alta: conheça os cargos que devem crescer em 2026

Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

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O mercado de trabalho brasileiro passa por uma mudança visível na segunda metade da década, com destaque para profissões ligadas à tecnologia, segurança, saúde e eficiência operacional. Relatórios recentes de plataformas de carreira indicam que funções como Engenheiro de Inteligência Artificial, Técnico de Enfermagem e Planejador Financeiro ganham espaço em diferentes regiões do País, acompanhando tendências globais de digitalização e envelhecimento da população. Portanto, à medida que empresas aceleram a automação e a transformação digital, cresce também a demanda por profissionais capazes de integrar dados, processos e pessoas em ambientes complexos. Ao mesmo tempo, a busca por produtividade e redução de custos faz crescer cargos especializados em processos industriais, energia e cadeia de suprimentos. Esses postos, entretanto, precisam se alinhar a metas de sustentabilidade, eficiência energética e inovação contínua, além de seguir normas regulatórias cada vez mais rígidas.

Essas profissões em alta no Brasil não se limitam às grandes capitais tradicionais, como São Paulo e Rio de Janeiro. Cidades como Campinas, Curitiba, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Recife e Brasília aparecem com frequência entre os principais polos de contratação. Portanto, quem deseja aproveitar essas oportunidades precisa olhar além dos grandes centros clássicos e considerar polos emergentes de tecnologia, saúde e serviços especializados. O cenário aponta para uma distribuição um pouco mais ampla das oportunidades, ainda que as regiões Sudeste e Sul sigam concentrando a maior parte das vagas.

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Profissões em alta no Brasil: quais setores lideram o crescimento?

Setor de tecnologia e dados

Ao analisar as profissões em alta no Brasil, três grandes blocos se destacam: tecnologia e dados, saúde e cuidados, além de gestão financeira e estratégica. Na área tecnológica, funções como Engenheiro de Inteligência Artificial, Assistente de Dados e Engenheiro de Confiabilidade crescem impulsionadas pela automação, pelo uso intensivo de algoritmos e pela necessidade de monitorar riscos em plantas industriais. Surgem também posições em cibersegurança, computação em nuvem, desenvolvimento de softwares e análise de dados para negócios, que se conectam diretamente às estratégias digitais das empresas. Esses profissionais costumam atuar em empresas de grande porte, startups e indústrias que buscam modernização de processos. Entretanto, também aparecem em organizações públicas e do terceiro setor que investem em transformação digital e serviços mais eficientes ao cidadão. Além disso, cresce o espaço para especialistas em experiência do usuário (UX), cientistas de dados e profissionais de privacidade de dados, que garantem conformidade com legislações como a LGPD.

Saúde, biotecnologia e cuidados

No campo da saúde, o Técnico de Enfermagem e o Técnico em Microbiologia aparecem entre as funções de maior expansão. A demanda está ligada ao aumento de serviços de atenção primária, à ampliação de clínicas e hospitais e à necessidade de controle de qualidade em alimentos, medicamentos e pesquisas laboratoriais. Portanto, cresce o espaço para profissionais que dominam equipamentos modernos, prontuários eletrônicos e procedimentos padronizados de segurança do paciente. Ao lado dessas atividades, surgem também cargos de apoio à pesquisa clínica, que auxiliam no acompanhamento de estudos com pacientes e no registro de dados.

Finanças, planejamento e estratégia

Já na frente financeira e de planejamento, o Planejador Financeiro, o Consultor de Investimentos e o Analista de Orçamento ganham relevância em um contexto de juros voláteis, busca por educação financeira e pressão por uso mais eficiente de recursos dentro das organizações. Portanto, empresas valorizam profissionais que sabem ler cenários, simular riscos e construir planos de longo prazo com base em indicadores sólidos. Cargos como Gerente de Planejamento Estratégico e Analista de Auditoria reforçam essa tendência, uma vez que combinam análise de dados, visão de negócios e controle de riscos. Entretanto, também entram em pauta funções voltadas à governança corporativa, ESG (ambiental, social e governança) e conformidade regulatória, que então ajudam a alinhar resultados financeiros com responsabilidade social e ambiental. Nesse contexto, cresce também a procura por especialistas em controladoria, compliance, finanças sustentáveis e avaliação de investimentos de impacto.

Quais habilidades são mais valorizadas nesses empregos?

Competências em tecnologia, dados e colaboração

As profissões crescentes no Brasil mostram um padrão comum: a combinação de habilidades técnicas com competências comportamentais. Em tecnologia e dados, por exemplo, há preferência por profissionais capazes de lidar com linguagens de programação, ferramentas de análise, segurança de processos e métodos de automação. Portanto, quem domina bases de dados, lógica de programação, dashboards de indicadores e princípios de segurança da informação tende a se destacar. Ao mesmo tempo, espera-se capacidade de comunicação clara, trabalho em equipe e adaptação a mudanças constantes de ferramentas e prioridades. Projetos se atualizam em ciclos curtos e exigem colaboração entre áreas técnicas, negócios e atendimento ao cliente. Cada vez mais, competências como pensamento crítico, resolução estruturada de problemas e capacidade de aprender novas ferramentas rapidamente tornam-se decisivas para o desempenho diário.

Rigor técnico em saúde e pesquisa

Na saúde e na pesquisa científica, o foco recai sobre conhecimentos sólidos de protocolos, atenção a detalhes e responsabilidade com normas éticas e sanitárias. Técnicos de Enfermagem, Técnicos em Microbiologia e Assistentes de Pesquisa Clínica lidam diretamente com vidas humanas, qualidade de produtos e integridade de estudos. Isso torna o rigor nos procedimentos um diferencial estrutural nessas carreiras. Portanto, a atualização em boas práticas clínicas, biossegurança, controle de infecções e documentação padronizada tem peso decisivo na contratação e na progressão profissional.

  • Habilidades técnicas: domínio de ferramentas digitais, noções de estatística, conhecimentos regulatórios, práticas de segurança e normas de qualidade. Portanto, saber interpretar relatórios, operar sistemas integrados, utilizar planilhas avançadas e aplicar checklists de conformidade ajuda a elevar a produtividade e a reduzir erros operacionais.
  • Habilidades comportamentais: organização, pensamento analítico, comunicação clara, colaboração entre áreas e disposição para aprendizado contínuo. Em suma, empresas valorizam profissionais que resolvem problemas com autonomia, escutam diferentes pontos de vista e transformam dados em decisões práticas.
  • Atualização constante: cursos de curta duração, certificações, participação em projetos práticos e acompanhamento de mudanças regulatórias. Portanto, quem se mantém conectado a eventos, comunidades profissionais e conteúdos especializados amplia as chances de acompanhar tendências e, então, se posicionar melhor em processos seletivos.

Gestão de processos, negociação e uso de dados

Em cargos de gestão de contas, marketing, logística e cadeia de suprimentos, cresce a importância de competências de negociação, visão de processos e uso de dados para tomada de decisão. Gerentes de Novos Negócios, Consultores de Logística e Chefes de Gestão da Cadeia de Suprimento, por exemplo, precisam interpretar indicadores, mapear gargalos e propor melhorias alinhadas às metas da empresa. Portanto, a capacidade de integrar áreas como vendas, operações, finanças e atendimento se torna crucial para evitar desperdícios, atrasos e retrabalhos. Entretanto, habilidades digitais em CRM, sistemas de gestão de estoque, roteirização de entregas e análise preditiva também entram em cena, conectando a rotina operacional a estratégias mais amplas de crescimento. Em muitos casos, habilidades de gestão de projetos, metodologias ágeis e pensamento orientado a resultados passam a ser tão importantes quanto o conhecimento técnico específico da área.

Como se preparar e se especializar nessas profissões?

Formação, experiência prática e certificações

Em tecnologia, engenharia e energia, é comum que as portas se abram por meio de cursos superiores. Porém, a participação em projetos, estágios e programas de trainee continua sendo decisiva para consolidar a trajetória. Portanto, desenvolver portfólios, trabalhos de conclusão aplicados à realidade empresarial e participação em hackathons ou desafios de inovação ajuda a demonstrar resultados concretos. Certificações em áreas como ciência de dados, segurança de processos industriais e gestão de projetos também ganham espaço nos processos seletivos, pois sinalizam compromisso com padrões reconhecidos de desempenho. Além disso, experiências em projetos voluntários, freelas ou iniciativas acadêmicas aplicadas podem complementar o currículo e evidenciar capacidade de execução.

Qualificação em saúde, finanças e setores regulados

Na área da saúde, cursos técnicos bem avaliados, registro profissional regularizado e atualização em protocolos clínicos aumentam as chances de contratação. Quem investe em especializações, treinamentos em novas tecnologias de diagnóstico e capacitações em atendimento humanizado tende a conquistar melhor empregabilidade. Já em finanças e planejamento estratégico, graduações em Administração, Economia, Contabilidade ou áreas correlatas costumam ser acompanhadas por especializações em finanças corporativas, gestão de riscos e investimentos.

  1. Identificar setores em crescimento, como tecnologia, saúde, energia e logística. Portanto, vale acompanhar relatórios de tendências, notícias econômicas e estudos de instituições de pesquisa para entender onde se concentram novas contratações.
  2. Mapear cargos em destaque, como Engenheiro de IA, Técnico de Enfermagem, Planejador Financeiro, Analista de Energia e Gerente de Projetos de Marketing. Em suma, essa etapa permite alinhar expectativas de carreira com a realidade do mercado.
  3. Buscar cursos e certificações alinhados às exigências dessas funções. Portanto, priorize formações atualizadas, com foco prático e conexão com profissionais atuantes no setor.
  4. Construir experiência prática em projetos, estágios ou posições de entrada. Então, use essas oportunidades para aprender processos, desenvolver soft skills e gerar resultados que possam ser apresentados em entrevistas.
  5. Manter o perfil profissional atualizado em plataformas de carreira, com descrição clara de competências e resultados. Portanto, inclua palavras-chave relevantes, indicadores de desempenho e projetos concluídos para facilitar a visibilidade junto a recrutadores.

Perguntas frequentes sobre profissões em alta no Brasil (FAQ)

1. Quanto tempo leva, em média, para se recolocar em um dessas profissões?
O tempo varia conforme o setor e o nível de experiência. Em tecnologia e dados, profissionais com portfólio e boas certificações conseguem, em suma, recolocação em poucos meses. Em saúde e finanças, o prazo costuma ser um pouco maior, porém candidatos com experiência prática e atualização constante reduzem bastante esse intervalo.

2. É possível migrar de uma área tradicional para tecnologia sem fazer outra graduação?
Sim. Portanto, muitos profissionais de áreas como Administração, Comunicação, Engenharia e até Humanas migram para dados e tecnologia com cursos livres, bootcamps e certificações. O ponto central está em construir base sólida em lógica, ferramentas digitais e projetos práticos que demonstrem sua capacidade de aplicar o conhecimento.

3. Vagas remotas nesses setores pagam menos do que as presenciais?
Não existe uma regra fixa. Em suma, algumas empresas mantêm faixas salariais semelhantes, independentemente do modelo de trabalho, enquanto outras ajustam valores com base em custo de vida e política interna. Entretanto, posições remotas ampliam o leque de oportunidades, permitindo concorrer a vagas em outras cidades e até em outros países.

4. Falar inglês é realmente obrigatório?
Não é obrigatório em todos os casos, porém amplia bastante as chances, principalmente em tecnologia, finanças e pesquisa. Portanto, mesmo um nível intermediário já oferece vantagem competitiva, pois facilita o acesso a conteúdos atualizados, ferramentas globais e vagas em empresas multinacionais.

5. Profissionais seniores também encontram espaço nesses setores em crescimento?
Sim. Em suma, empresas buscam perfis seniores para liderar equipes, estruturar processos e orientar estratégias em momentos de expansão. Portanto, quem tem experiência consolidada e, ao mesmo tempo, demonstra abertura para aprender novas tecnologias e metodologias se torna especialmente valioso nesse cenário de mudança constante.

Tags: BrasilEmpregomercado de trabalhoTecnologia
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