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Qual seu peso ideal? Médicos ajudam a avaliar corretamente

Por Larissa
16/01/2026
Em Saúde
Qual seu peso ideal? Médicos ajudam a avaliar corretamente

Créditos: depositphotos.com / VikaOvcharenko

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Manter um peso adequado em relação à altura é um dos pontos mais discutidos quando se fala em saúde. A ideia de “peso ideal” costuma aparecer em consultas médicas, academias e até em conversas informais, mas nem sempre as pessoas sabem exatamente do que se trata. Em linhas gerais, esse conceito busca indicar uma faixa de peso associada a menor risco de doenças e melhor funcionamento do organismo.

Esse cálculo não é único nem definitivo. Ele leva em conta principalmente a altura, mas também pode considerar fatores como sexo biológico, idade, composição corporal, nível de atividade física, histórico de saúde e tipo de estrutura física. Por isso, especialistas tratam o peso ideal mais como uma referência aproximada do que como um número fixo e obrigatório, e reforçam que bem-estar, disposição no dia a dia e exames em boas faixas contam tanto quanto o valor mostrado na balança.

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Peso ideal segundo a altura: como funciona o cálculo?

O método mais conhecido para estimar o peso ideal segundo a altura é o Índice de Massa Corporal, o chamado IMC. Esse índice surge ao dividir o peso, em quilogramas, pela altura ao quadrado, em metros. Depois, o resultado entra em comparação com faixas pré-estabelecidas, usadas internacionalmente em diretrizes de saúde pública.

De forma simplificada, o IMC se aplica assim:

  • Abaixo de 18,5: indica baixo peso;
  • Entre 18,5 e 24,9: representa o intervalo de peso adequado para a altura;
  • Entre 25 e 29,9: corresponde ao sobrepeso;
  • 30 ou mais: engloba as faixas de obesidade, com diferentes graus.

Como saber qual é o peso ideal para a altura?

Para entender qual seria o peso adequado para a altura, o IMC serve como ponto de partida, mas não esgota a análise. Pessoas com grande quantidade de massa muscular, por exemplo, podem apresentar IMC elevado sem excesso de gordura. Já indivíduos com pouca musculatura, mesmo com IMC dentro da faixa considerada saudável, podem acumular gordura em regiões específicas.

Além disso, o cálculo tradicional não diferencia homens e mulheres, nem considera o avanço da idade. Em adultos mais velhos, uma leve variação para cima no peso pode, em alguns contextos, receber outra interpretação em relação a adultos jovens. Também é importante considerar aspectos como genética, hábitos alimentares, qualidade do sono, estresse e uso de medicamentos, que podem influenciar o peso sem representar, necessariamente, falta de cuidado pessoal.

Por esse motivo, profissionais de saúde costumam combinar o IMC com outras medições, em vez de se basear apenas em um número isolado. A avaliação clínica leva em conta o conjunto: como a pessoa se sente, seus exames laboratoriais, sua rotina de movimentos e o padrão de ganho ou perda de peso ao longo do tempo.

Quais outros métodos ajudam a definir o peso ideal?

Para tornar a avaliação mais completa, existem outros indicadores que complementam o IMC e ajudam a compreender se o peso está adequado à altura e à estrutura física de cada pessoa:

  • Tipo de contextura física: a largura dos ossos e o volume natural da estrutura corporal permitem a classificação em pequena, média ou grande. Uma pessoa de ossatura maior tende a registrar peso mais alto, mesmo dentro de um padrão saudável.
  • Percentual de gordura corporal: medido com aparelhos específicos, como bioimpedância ou dobras cutâneas, mostra quanto do peso corresponde a gordura, músculos, água e outros tecidos. Quando o profissional acompanha esse dado ao longo do tempo, ele identifica se a pessoa perde gordura, massa magra ou apenas líquidos.
  • Relação cintura-altura: compara a medida da cintura com a altura. Valores mais altos apontam maior acúmulo de gordura abdominal, associado a risco aumentado para doenças cardiovasculares e metabólicas. Em muitos casos, reduzir alguns centímetros de cintura traz mais benefício para a saúde do que focar apenas em alguns quilos a menos na balança.

Esses recursos permitem enxergar além do peso na balança e identificar se o corpo distribui gordura e massa magra de forma considerada mais favorável à saúde. Em alguns casos, profissionais também avaliam parâmetros como circunferência de quadril, razão cintura–quadril, exames de sangue (como glicemia, colesterol e triglicérides) e pressão arterial, o que ajuda a montar um quadro mais fiel sobre riscos e necessidades de mudança de hábitos.

Como usar essas informações no dia a dia?

Na prática, a combinação de IMC, medidas corporais e avaliação clínica ajuda a estabelecer metas realistas de peso. Em vez de perseguir um número exato, a orientação costuma focar uma faixa de peso saudável para a altura, ajustada ao estilo de vida, histórico familiar e possíveis condições de saúde já existentes. Essa abordagem também incentiva metas por comportamento — como aumentar o consumo de vegetais, caminhar mais ou dormir melhor — e não apenas metas numéricas.

Alguns cuidados básicos podem apoiar esse processo:

  1. Realizar medições em horários semelhantes, com roupas leves, para acompanhar a evolução de forma mais fiel.
  2. Registrar peso, medidas de cintura e resultados de exames periodicamente, observando tendências ao longo dos meses, em vez de se prender a variações diárias.
  3. Procurar orientação de profissionais habilitados, como médicos e nutricionistas, para interpretar os números de forma individualizada e traçar um plano que combine alimentação, movimento e cuidado com o sono e o estresse.

FAQ – Perguntas frequentes sobre peso ideal e altura

1. Peso ideal é o mesmo que peso estético?
Não. Peso ideal se relaciona principalmente a menor risco de doenças e melhor funcionamento do organismo. Peso estético envolve preferências pessoais e padrões culturais, que variam muito e nem sempre refletem saúde.

2. É possível estar acima do “peso ideal” e ainda assim estar saudável?
Sim. Pessoas com maior massa muscular ou com variações naturais de estrutura corporal podem ter peso acima do sugerido por tabelas e, ainda assim, apresentar exames e condicionamento físico adequados. Por isso, a avaliação deve ser sempre individual, e o profissional precisa olhar também para hábitos de vida, exames e histórico familiar.

3. De quanto em quanto tempo devo acompanhar meu peso?
Para a maioria dos adultos, medir o peso uma vez por semana, em condições semelhantes (mesmo horário, roupas leves), costuma ser suficiente. Em processos de emagrecimento ou ganho de massa sob acompanhamento profissional, a equipe de saúde pode ajustar essa frequência conforme o objetivo e o quadro clínico.

4. Crianças e adolescentes usam o mesmo cálculo de IMC dos adultos?
O cálculo matemático é o mesmo, mas a interpretação muda. Para menores de 20 anos, o IMC entra em comparação com curvas de crescimento e percentis específicos para idade e sexo, o que exige avaliação pediátrica ou de um profissional habilitado.

5. Em que momento devo procurar ajuda profissional para ajustar meu peso?
Vale buscar orientação quando você notar dificuldade persistente para perder ou ganhar peso, mudanças rápidas sem explicação, impacto na autoestima ou no dia a dia, presença de doenças associadas (como diabetes, hipertensão, alterações hormonais) ou dúvida sobre qual meta realmente se mostra segura e adequada ao seu caso. Mesmo sem qualquer queixa, uma avaliação periódica com um profissional de saúde ajuda a manter o peso dentro de uma faixa saudável ao longo dos anos.

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