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Dicas de verão para proteger tatuagens e piercings do calor excessivo

Por Lara
20/01/2026
Em Curiosidades
Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

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Nos dias mais quentes do ano, cresce a procura por estúdios de tatuagens e body piercing, ao mesmo tempo em que aumentam as dúvidas sobre segurança e cuidados. Muitas pessoas se perguntam se é possível fazer tatuagem no verão, colocar piercing e, ainda assim, aproveitar praia, piscina e demais programas típicos da estação. A resposta passa menos pela época do ano e mais pelos hábitos de higiene, proteção solar e paciência com o tempo de cicatrização.

Dermatologistas destacam que o calor intenso, o suor e a maior exposição ao sol criam um cenário que exige atenção redobrada. Tatuagens recentes e piercings novos funcionam como pequenas portas de entrada para microrganismos, o que torna fundamental adotar rotinas de limpeza adequadas, evitar excessos e respeitar o período de recuperação da pele. Com planejamento, é possível conciliar os procedimentos estéticos com o verão, reduzindo riscos de infecção e alterações na pele.

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Posso fazer tatuagens no verão sem prejudicar a cicatrização?

A realização de uma tatuagem no verão é considerada possível, desde que a pessoa esteja disposta a seguir orientações específicas. A pele recém-tatuada passa por uma fase de cicatrização em que fica mais sensível, descamando e formando uma barreira de proteção. Nesse momento, a principal recomendação é evitar exposição solar direta, entrada em mar, piscina e contato com areia, que podem aumentar o risco de irritação e infecção.

Especialistas costumam orientar que, nos primeiros dias, o local permaneça limpo, seco e protegido com curativo indicado pelo profissional que realizou a tatuagem. A higienização costuma incluir lavagem suave com água e sabonete neutro, seguida de secagem cuidadosa, sem esfregar. Tomar sol com tatuagem nova tende a favorecer manchas, desbotamento do pigmento e até queimaduras, já que a região fica mais vulnerável à radiação ultravioleta.

Depois do primeiro mês, muitas pessoas são liberadas para voltar gradualmente à rotina de praia e piscina, sempre com proteção física — como roupas leves que cubram a área — e uso de protetor solar de alto fator (FPS 30 ou mais) nas regiões já fechadas. Em caso de histórico de cicatrizes difíceis ou queloides, a avaliação médica prévia pode ajudar a definir se o procedimento é adequado para aquela pele.

Cuidados com piercings no verão: o que muda com o calor?

O cuidado com piercing no verão merece atenção extra. O furo permanece em processo de cicatrização por um período mais longo do que uma tatuagem, que varia conforme a região do corpo: orelha, nariz, umbigo e cartilagem, por exemplo, podem levar meses para estabilizar totalmente. Nesse intervalo, calor excessivo e suor criam um ambiente úmido que favorece a proliferação de bactérias e fungos ao redor do piercing.

Para reduzir problemas, é indicado manter uma rotina de limpeza com água e sabonete neutro, secando a área com delicadeza, de preferência com toalha ou gaze limpa. Evitar manipular a joia com as mãos sujas diminui a chance de contaminação. Também é importante fugir de roupas apertadas ou acessórios que provoquem atrito constante, como biquínis muito justos em piercings de umbigo, mochilas em piercings de orelha ou fones de ouvido que pressionem a região.

A combinação de água do mar, cloro de piscina e microfissuras na pele pode gerar ardência, ressecamento e irritações locais. Por isso, diversos profissionais orientam que a ida à praia ou piscina seja adiada nas primeiras semanas após a colocação do piercing. Quando não for possível evitar o contato com a água, uma alternativa é enxaguar bem a área depois e reforçar a secagem, observando qualquer sinal de vermelhidão, dor intensa ou secreção.

Como proteger tatuagens e piercings já cicatrizados no verão?

Tatuagens antigas e piercings já cicatrizados também exigem cuidados na temporada de calor. A recomendação mais frequente para quem tem tatuagem é o uso regular de protetor solar com FPS 30 ou superior, reaplicado ao longo do dia, especialmente em praias, piscinas e atividades ao ar livre. A radiação ultravioleta é apontada como um dos principais fatores para o desbotamento das cores e perda de definição do desenho.

Além do filtro solar, a proteção física continua sendo aliada importante. Camisetas com proteção UV, bonés, chapéus e roupas que cubram a arte ajudam a manter o pigmento mais estável. Em locais que recebem sol direto com frequência, como braços, ombros, pernas e costas, esse cuidado tende a ser ainda mais relevante ao longo dos anos.

No caso dos piercings já cicatrizados, o local permanece como uma área de relativa fragilidade. Calor, suor, atrito de roupas e acessórios podem desencadear episódios de vermelhidão, descamação ou pequenos processos inflamatórios. Manter a região limpa, seca e observar mudanças na cor da pele ou no formato do furo contribui para identificar problemas de forma precoce.

Quais sinais pedem atenção e quando procurar ajuda médica?

Em tatuagens e piercings, alguns sinais funcionam como alerta para possíveis infecções locais. Entre eles, destacam-se:

  • Vermelhidão intensa ou que se espalha ao redor da área;
  • Aumento da temperatura no local, deixando a pele mais quente que o restante do corpo;
  • Inchaço persistente, acompanhado ou não de dor;
  • Saída de secreção amarelada, esverdeada ou com odor forte;
  • Dor que piora com o passar dos dias, em vez de melhorar.

Diante desses sinais, a orientação é buscar avaliação médica, preferencialmente com dermatologista ou profissional habituado a tratar infecções de pele. Em alguns casos, pode ser necessário uso de medicamentos específicos, curativos diferenciados ou até retirada temporária da joia, sempre com supervisão profissional.

Cuidados práticos para aproveitar o verão com tatuagens e piercings

Para facilitar a rotina de quem pretende cuidar bem de tatuagens e piercings no verão, alguns passos simples podem ser adotados no dia a dia:

  1. Respeitar o tempo mínimo indicado para cicatrização antes de expor ao sol, mar e piscina.
  2. Manter a higienização regular com água e sabonete neutro, evitando produtos sem orientação profissional.
  3. Proteger tatuagens com filtro solar FPS 30 ou superior e, quando possível, com roupas e acessórios.
  4. Evitar atrito constante de roupas apertadas, biquínis, mochilas e fones sobre a região do piercing.
  5. Observar diariamente o local, identificando rapidamente qualquer alteração de cor, dor ou secreção.

Com esses cuidados básicos, tatuagens e piercings tendem a atravessar o verão com menos intercorrências. Informação adequada, atenção à higiene e respeito ao tempo de recuperação da pele são fatores decisivos para preservar a saúde e a aparência dos procedimentos, mesmo em períodos de calor intenso e alta exposição ao sol.

FAQ sobre piercings no verão

1. Quais tipos de joia são mais indicados para colocar o primeiro piercing no verão?
Joias de materiais hipoalergênicos, como titânio, aço cirúrgico de boa qualidade e, em alguns casos, ouro maciço 14k ou 18k, costumam ser as mais recomendadas para o primeiro furo. Esses materiais tendem a oxidar menos em contato com suor, calor e água, reduzindo irritações. Entretanto, ligas metálicas baratas, bijuterias e peças com níquel podem aumentar o risco de alergias e inflamações, principalmente na estação quente. Portanto, vale sempre confirmar com o profissional qual o material exato da joia e, se possível, evitar trocas nos primeiros meses. Então, priorizar qualidade desde o início é um investimento direto na boa cicatrização.

2. É normal sentir coceira ao redor do piercing durante o verão?
Uma leve coceira pode aparecer em algumas fases da cicatrização, principalmente em dias muito quentes, quando aumenta o suor e a pele tende a ficar mais ressecada ou irritada. Entretanto, coceira intensa, associada a vermelhidão forte, inchaço e secreção, foge do padrão esperado e pode sinalizar alergia ao material da joia ou início de infecção. Portanto, se a coceira estiver incomodando muito, não é indicado coçar ou girar a peça; o ideal é manter a higienização correta e observar a evolução. Então, diante de qualquer piora, busque avaliação profissional para ajustar o cuidado ou trocar a joia, se necessário.

3. Quando posso trocar a joia do piercing pela primeira vez?
Em suma, o momento seguro para a primeira troca varia de acordo com a região perfurada e a resposta individual de cicatrização, mas raramente ocorre antes de algumas semanas e, em muitos casos, só após alguns meses. Entretanto, no verão, essa recomendação costuma ser ainda mais conservadora, já que o calor e o suor aumentam o risco de irritações quando o furo ainda não está estabilizado. Portanto, é aconselhável que a primeira troca seja feita pelo próprio body piercer ou por profissional habilitado, que avaliará se o canal já está firme e sem secreções. Então, não antecipe esse passo apenas por estética, pois uma troca precoce pode reabrir o furo e atrasar a cura.

4. Posso usar pomadas, cremes ou óleos no piercing para “ajudar” a cicatrizar mais rápido?
O uso de pomadas e produtos adicionais deve ser feito apenas sob orientação de um profissional de saúde ou do body piercer, pois muitos cosméticos podem obstruir o furo e irritar a pele. Entretanto, é comum que, no verão, as pessoas sintam a região mais ressecada ou incomodada e tenham a tendência de aplicar cremes por conta própria, o que nem sempre é adequado. Portanto, a limpeza simples com água e sabonete neutro, seguida de boa secagem, continua sendo a base do cuidado para a maioria dos casos. Então, se houver necessidade de qualquer produto extra, o caminho mais seguro é consultar um especialista antes.

5. Uso de fone de ouvido, capacete ou boné pode prejudicar o piercing na orelha no calor?
Qualquer acessório que cause pressão constante, atrito ou abafamento sobre o piercing na orelha pode atrapalhar a cicatrização, especialmente com o calor do verão. Fones grandes, capacetes fechados e bonés apertados aumentam o suor local e a fricção, o que pode gerar inchaço, dor e até pequenas feridas ao redor da joia. Entretanto, isso não significa que seja proibido usar esses itens, mas, sim, que é preciso ajustar o tempo e a forma de uso, priorizando modelos mais confortáveis e arejados sempre que possível. Portanto, se perceber que a região fica muito dolorida ou irritada após o uso, reduza o contato e busque alternativas mais leves. Então, observe atentamente a resposta da sua orelha para adaptar a rotina.

6. Piercing pode causar queloide com mais facilidade no verão?
A formação de queloide está muito mais ligada à predisposição genética da pessoa do que propriamente à estação do ano. Entretanto, o verão, com calor, suor e exposição solar intensa, pode agravar inflamações já existentes, o que, em quem é predisposto, pode influenciar no aspecto final da cicatrização. Portanto, quem sabe que tem tendência a formar queloide em outros ferimentos deve conversar previamente com o dermatologista ou piercer antes de furar, avaliando riscos e locais mais seguros. Então, se notar surgimento de nódulo endurecido, crescimento exagerado ao redor do furo ou coceira intensa, procure ajuda médica o quanto antes para orientar o tratamento.

7. O que considerar ao escolher um estúdio de piercing para colocar joia no verão?
Em suma, a escolha do estúdio é um dos fatores mais importantes para evitar problemas, independentemente da estação. Entretanto, no verão, o fluxo maior de clientes pode levar a ambientes mais cheios e, se o lugar não tiver boas práticas de higiene, o risco de contaminação aumenta. Portanto, observe se o profissional usa luvas descartáveis, materiais esterilizados, agulhas de uso único e se o local parece limpo e bem ventilado. Verificar certificações, portfólio de trabalhos e indicações de outras pessoas também é uma medida prudente. Então, não baseie a escolha apenas no preço ou rapidez do atendimento; segurança deve vir em primeiro lugar.

Tags: body piercingcalor extremoCuidadosCuriosidadespiercingstatuagensverão
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