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Fuja desses alimentos se você possui diabetes

Por Lucas
21/01/2026
Em Saúde
Fuja desses alimentos se você possui diabetes

Créditos: depositphotos.com / VadimVasenin

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A presença do diabetes na população brasileira cresce a cada ano e já faz parte da rotina de milhões de famílias. Segundo entidades médicas e levantamentos recentes, o país está entre os que concentram mais casos da condição no mundo, o que coloca a alimentação no centro das discussões sobre saúde. Em meio a tantas opções disponíveis nas prateleiras, entender como certos produtos afetam a taxa de açúcar no sangue se tornou uma necessidade diária e estratégica para o bem-estar. Portanto, conhecer melhor o impacto dos alimentos ajuda não apenas no controle da glicemia, mas também na prevenção de complicações a longo prazo, como doenças cardiovasculares, problemas renais e alterações de visão.

Especialistas em nutrição clínica e endocrinologia apontam que, mais do que “comer doce”, o principal desafio de quem convive com diabetes é evitar variações bruscas da glicemia. Quando a taxa de glicose sobe muito rápido, o organismo precisa trabalhar em ritmo acelerado para tentar compensar, o que, ao longo do tempo, pode desorganizar o controle da doença. Em suma, a estabilidade glicêmica protege o corpo contra inflamações crônicas e contra o desgaste de órgãos importantes, como pâncreas, fígado e rins. Nesse cenário, algumas categorias de alimentos chamam a atenção por exigirem cuidado redobrado, pois funcionam como “gatilhos” para picos de glicose em pouco tempo.

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Alimentação e diabetes: por que a escolha dos alimentos é tão importante?

A palavra-chave nesse contexto é diabetes, uma condição em que o corpo tem dificuldade para produzir ou utilizar a insulina, hormônio que ajuda a glicose a entrar nas células. Quando a alimentação é rica em itens que elevam rapidamente o açúcar no sangue, o organismo precisa liberar mais insulina em pouco tempo, o que favorece picos glicêmicos. Isso vale tanto para o diabetes tipo 1 quanto para o tipo 2, ainda que os mecanismos sejam diferentes. Entretanto, quando a pessoa opta por alimentos com mais fibras, gorduras boas e proteínas de qualidade, a resposta glicêmica tende a ficar mais suave e previsível.

Manter uma rotina alimentar organizada ajuda a suavizar essas oscilações. Ao priorizar alimentos que liberam energia de forma mais lenta, a glicemia tende a ficar mais estável durante o dia. Então, o corpo não precisa responder de forma tão brusca, o que reduz o risco de hiperglicemias seguidas de quedas acentuadas. Por outro lado, bebidas açucaradas, doces concentrados e carboidratos refinados costumam agir como um “atalho” para o aumento rápido da glicose, exigindo mais do pâncreas ou de medicamentos que fazem o papel da insulina. Portanto, a construção de um cardápio equilibrado, associado à prática de atividade física regular e ao sono adequado, compõe o tripé fundamental do bom controle do diabetes.

Quais alimentos mais atrapalham o controle do diabetes?

Entre os itens que merecem maior atenção no dia a dia de quem tem diabetes, alguns grupos se destacam. Não se trata apenas de proibição, e sim de entender o impacto de cada escolha. Em suma, o conhecimento sobre o que vai ao prato traz autonomia, ajuda na tomada de decisão no mercado, em restaurantes e em festas, e permite adaptações inteligentes sem que a pessoa se sinta totalmente privada de prazer à mesa.

1. Açúcares e bebidas adoçadas
Refrigerantes, sucos industrializados, chás prontos, energéticos, balas, chocolates e sobremesas concentradas entram nessa lista. Esses produtos costumam ter grande quantidade de açúcar simples, de rápida absorção, que chega quase “pronto” à corrente sanguínea. Um único copo de refrigerante ou suco adoçado, por exemplo, pode gerar um pico glicêmico em poucos minutos. Além disso, muitos desses itens têm baixo poder de saciedade, o que leva a pessoa a consumir mais calorias ao longo do dia sem perceber. Portanto, o ideal envolve substituir essas bebidas por água, chás sem açúcar ou versões com adoçantes adequados, sempre com orientação profissional, e reservar doces para ocasiões pontuais, de forma planejada.

2. Sucos de fruta em excesso
Os sucos de frutas, mesmo naturais, funcionam de maneira diferente das frutas inteiras. Ao espremer ou bater, a maior parte das fibras se perde, e a bebida passa a concentrar o açúcar da fruta em menor volume. Laranja, uva, manga e outras frutas mais doces, quando consumidas em forma de suco, tendem a elevar o índice glicêmico com rapidez. Em muitos casos, a fruta in natura, mastigada, apresenta resposta glicêmica mais suave. Então, quando a pessoa deseja consumir a fruta, vale priorizar a versão inteira, associando-a a uma fonte de proteína ou gordura boa (como iogurte natural ou castanhas) para retardar ainda mais a absorção da glicose. Em suma, o suco pode aparecer de forma eventual e em pequenas quantidades, sempre dentro do planejamento nutricional.

3. Carboidratos refinados
Pães brancos, bolachas, biscoitos comuns, bolo simples, arroz branco e macarrão tradicional entram no grupo dos carboidratos refinados. Esses alimentos são produzidos com farinhas que passaram por processos de refinamento, perdendo grande parte das fibras. Como resultado, a digestão é rápida e a transformação em glicose no sangue ocorre em curto espaço de tempo, comportamento semelhante ao do açúcar de mesa em alguns casos. Portanto, trocar o pão branco pelo integral, o arroz branco pelo integral ou por grãos como quinoa e cevadinha, e incluir leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico) nas refeições representa uma estratégia prática para reduzir picos de glicemia. Entretanto, mesmo os integrais precisam de quantidades ajustadas, pois continuam sendo fontes de carboidratos.

4. Ultraprocessados em geral
Produtos prontos ou semiprontos, como salgadinhos de pacote, macarrão instantâneo, embutidos (salsicha, presunto, mortadela), comidas congeladas e nuggets fazem parte da categoria de ultraprocessados. Além de muitas vezes concentrarem carboidratos de alto índice glicêmico, costumam conter gorduras de baixa qualidade, sódio elevado e aditivos. Essa combinação está associada a pior controle glicêmico e a um quadro metabólico menos favorável para quem vive com diabetes. Em suma, o consumo frequente desses produtos favorece ganho de peso, aumento da pressão arterial e alterações de colesterol, que se somam ao risco já elevado de complicações cardiovasculares em pessoas com diabetes. Então, cozinhar mais em casa, organizar marmitas e recorrer a preparações simples (como legumes salteados, carnes grelhadas e saladas variadas) torna-se uma alternativa mais segura.

5. Bebidas alcoólicas
O álcool é apontado com frequência como um fator que complica o controle do diabetes. Cerveja, drinques adoçados e consumo exagerado de vinho podem interferir na glicemia de forma imprevisível. Em um primeiro momento, algumas bebidas podem até baixar o açúcar no sangue, mas, em seguida, favorecer aumentos ou descompensações, especialmente quando ingeridas em grandes quantidades ou sem acompanhamento adequado de alimentos. Portanto, a recomendação envolve moderação rigorosa e, em muitos casos, a necessidade de discutir com o médico se o consumo faz sentido diante do quadro clínico, dos medicamentos utilizados e do histórico de controle glicêmico. Entretanto, quando a pessoa opta por beber, torna-se essencial nunca fazê-lo em jejum e monitorar a glicemia com mais atenção.

6. Produtos “diet”, “zero açúcar” ou “sem adição de açúcar”
Itens com rótulos que destacam ausência de açúcar geram a impressão de que estariam liberados para quem tem diabetes. No entanto, muitos deles contêm farinha branca, amidos modificados ou gorduras em excesso. Mesmo sem sacarose, podem elevar a glicemia ou contribuir para ganho de peso e resistência à insulina, dependendo da composição total. A leitura cuidadosa dos ingredientes e da tabela nutricional é fundamental. Em suma, o fato de um produto ser “diet” ou “zero” não significa que ele possa ser consumido à vontade. Portanto, a pessoa com diabetes precisa observar a quantidade de carboidratos totais, o tipo de gordura, o teor de sódio e o tamanho da porção indicada no rótulo. Então, quando possível, vale priorizar preparações caseiras com adoçantes seguros e naturais, sempre com orientação de um nutricionista.

Como organizar a rotina alimentar de quem tem diabetes no dia a dia?

A convivência com o diabetes não se resume à retirada de alimentos. Profissionais de saúde ressaltam que o ponto central é o planejamento das refeições e o entendimento do efeito de cada escolha. Em vez de focar apenas nos alimentos que precisam de moderação, a orientação costuma envolver o fortalecimento de hábitos favoráveis. Em suma, o foco vai para aquilo que a pessoa pode incluir: mais cores no prato, mais alimentos in natura, mais combinação inteligente entre carboidratos, proteínas e gorduras boas.

Entre as estratégias mais citadas em consultórios estão:

  • Priorizar alimentos in natura ou minimamente processados, como legumes, verduras, frutas inteiras, grãos integrais e proteínas de boa qualidade. Portanto, montar pratos com metade do espaço ocupado por vegetais, um quarto por proteínas (como carnes magras, ovos, peixes ou leguminosas) e outro quarto por carboidratos integrais favorece o controle glicêmico.
  • Combinar carboidratos com fibras, proteínas e gorduras boas na mesma refeição, ajudando a reduzir a velocidade de absorção da glicose. Então, adicionar sementes (chia, linhaça), abacate, castanhas ou azeite às refeições, em quantidades adequadas, contribui para maior saciedade e curvas glicêmicas mais suaves.
  • Manter horários mais regulares para comer, evitando grandes períodos de jejum seguidos de refeições muito volumosas. Em suma, essa regularidade evita episódios de hipoglicemia e ajuda o organismo a lidar melhor com as doses de insulina ou medicamentos orais.
  • Acompanhar a glicemia conforme orientação médica, para perceber quais alimentos tendem a causar picos individuais. Portanto, o uso de glicosímetros ou sensores contínuos de glicose permite entender, na prática, como cada refeição se reflete nos níveis de açúcar no sangue.
  • Consultar profissionais especializados, como endocrinologista e nutricionista, para ajustes personalizados no plano alimentar. Então, a pessoa recebe orientações adaptadas ao seu estilo de vida, preferências, rotina de trabalho, prática de exercícios e uso de medicamentos, o que torna o plano mais realista e sustentável.

Na prática, o manejo do diabetes passa por escolhas diárias feitas no mercado, na cozinha e em restaurantes. Ao reconhecer quais grupos de alimentos têm maior potencial de desorganizar o controle glicêmico e ao aprender a montar pratos mais equilibrados, a pessoa com a condição tende a ter mais previsibilidade sobre a própria saúde, reduzindo riscos de complicações ao longo dos anos. Em suma, informação de qualidade, acompanhamento profissional e pequenos ajustes consistentes ao longo do tempo fazem mais diferença do que mudanças radicais e temporárias. Portanto, o objetivo não se limita a “controlar números”, mas também a garantir qualidade de vida, energia para as atividades diárias e prevenção de problemas futuros.

FAQ – Perguntas frequentes sobre alimentação e diabetes

1. Quem tem diabetes pode comer frutas todos os dias?
Sim, em geral pode, desde que respeite porções adequadas e a orientação individual do nutricionista ou médico. Frutas inteiras, consumidas com casca sempre que possível e combinadas com proteína ou gordura boa, costumam gerar respostas glicêmicas mais controladas. Entretanto, sucos de frutas merecem moderação maior, pois concentram açúcar e quase não oferecem fibras.

2. Existe um melhor horário para quem tem diabetes consumir carboidratos?
O ideal envolve distribuir os carboidratos ao longo do dia, evitando grandes quantidades em uma única refeição. Então, muitos profissionais sugerem concentrar porções ligeiramente maiores em horários de maior atividade física, quando o corpo utiliza melhor a glicose como fonte de energia. Contudo, o ajuste de horários deve ser personalizado de acordo com o tratamento, o uso de insulina e a rotina da pessoa.

3. Adoçantes são totalmente liberados para quem tem diabetes?
Não. Alguns adoçantes podem ser usados com segurança, mas sempre em quantidades moderadas e com avaliação profissional. Em suma, o consumo exagerado pode aumentar o desejo por alimentos muito doces e, em alguns casos, causar desconfortos gastrointestinais. Portanto, vale alternar entre adoçantes recomendados pelo médico e, sempre que possível, acostumar o paladar a alimentos menos doces.

4. Qual é o papel da atividade física no controle do diabetes?
A atividade física melhora a sensibilidade à insulina, auxilia no controle do peso e contribui diretamente para a redução da glicemia. Então, caminhadas, musculação, exercícios aeróbicos e mesmo atividades do dia a dia, como subir escadas, fazem diferença. Entretanto, pessoas que usam insulina ou certos medicamentos precisam de orientação para evitar hipoglicemias durante ou após o exercício.

5. É possível ter uma alimentação flexível mesmo com diabetes?
Sim, é possível. Em suma, o segredo está no planejamento, no conhecimento dos alimentos e no monitoramento frequente da glicemia. Portanto, a pessoa pode incluir pratos típicos de festas, refeições em restaurantes e momentos de lazer, desde que saiba ajustar porções, horários, combinações de alimentos e, quando necessário, doses de medicamentos. A orientação de um nutricionista torna essa flexibilidade mais segura e tranquila.

Tags: alimentosdiabetessaúde
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