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Secadora de roupas: quais tecidos podem ir sem risco de encolher

Por Lara
21/01/2026
Em Curiosidades
Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko

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Entre os eletrodomésticos que mais ganharam espaço nos apartamentos brasileiros, a secadora de roupas está no topo da lista. Em imóveis pequenos, com pouco ou nenhum varal, ou em regiões de chuvas frequentes, o aparelho encurta o tempo de secagem e ajuda na organização da rotina. Ainda assim, o uso sem critério pode danificar roupas de forma definitiva, o que torna fundamental entender quais tecidos suportam o equipamento e quais devem seguir apenas para o varal.

O ponto central não é só o calor, mas a combinação de temperatura, tempo e movimento do tambor. Cada tecido reage de um jeito a esses fatores: alguns encolhem, outros deformam, e há aqueles que permanecem praticamente intactos. Por isso, quem utiliza secadora com frequência precisa considerar composição das peças, orientações de lavagem e até a idade das roupas, já que itens mais antigos podem estar mais frágeis.

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Quais tecidos podem ir na secadora de roupas com mais segurança?

Entre as dúvidas mais comuns está justamente a seleção de tecidos que podem ir na secadora de roupas. De forma geral, materiais mais firmes, com fibras estáveis e previsão de uso intenso, costumam reagir melhor ao calor moderado. Nesses casos, a escolha correta de programa e carga contribui diretamente para reduzir riscos.

  • Algodão de uso diário: camisetas básicas, pijamas simples, panos, toalhas comuns e lençóis de algodão tendem a se adaptar bem à secadora em ciclos próprios para esse tipo de peça. É comum haver uma pequena redução de tamanho nas primeiras secagens, já considerada por muitos fabricantes.
  • Poliéster e microfibra estáveis: roupas de cama de microfibra, mantas leves e cortinas de poliéster, quando indicadas em etiqueta, costumam secar bem em baixa ou média temperatura, evitando brilho excessivo ou marcas rígidas.
  • Composições mistas com predominância de algodão: tecidos que combinam algodão com uma parcela menor de fibras sintéticas, presentes em camisas e calças casuais, geralmente suportam programas intermediários, sem necessidade de calor máximo.
  • Jeans e tecidos encorpados semelhantes: calças jeans, macacões e jaquetas de sarja grossa toleram a ação contínua do tambor. Alternar entre secadora e secagem natural, porém, ajuda a manter a cor e o aspecto original por mais tempo.
  • Artigos de cama e banho robustos: toalhas felpudas, cobertores adequados a máquina e edredons projetados para secadora costumam responder bem a ciclos específicos para peças volumosas, desde que a capacidade do tambor seja respeitada.

Mesmo entre esses tecidos considerados mais “resistentes”, a recomendação é ajustar temperatura e tempo conforme o manual do aparelho e a indicação presente na etiqueta da peça. Isso reduz encolhimento, desgaste de fibras e desbotamento precoce.

Quais tecidos não podem ir na secadora?

Se, por um lado, há materiais que lidam bem com o calor, por outro existe um grupo de tecidos que não combina com a secadora de roupas em hipótese alguma. Nesses casos, a soma de temperatura e agitação pode provocar danos difíceis ou impossíveis de reverter, como perda de elasticidade, rachaduras e alteração total do caimento.

  • Peças com alto teor de elastano: roupas esportivas de compressão, leggings muito ajustadas, bodies, maiôs e biquínis formados por grande quantidade de fibra elástica tendem a perder formato e firmeza quando expostos ao calor do tambor.
  • Seda, cetim fino, renda e tule delicado: tecidos sofisticados e frágeis podem enrugar de forma permanente, puxar fios ou perder o caimento fluido em poucos ciclos.
  • Lã sensível e tricôs macios: suéteres, cardigãs, mantas e gorros costumam encolher de maneira acentuada e mudar de textura sob calor e rotação. Em geral, esses itens são pensados para secar em superfície plana.
  • Couro, camurça e similares sintéticos: jaquetas, saias e calçados com esse tipo de acabamento podem ressecar, quebrar, envergar ou esfarelar, já que o material não foi projetado para esse tipo de exposição.
  • Itens com espuma, borracha ou cola: tapetes com base antiderrapante, almofadas com enchimento de espuma, sutiãs estruturados e roupas com aplicações emborrachadas podem deformar, derreter ou descolar partes inteiras.
  • Roupas muito enfeitadas: peças com pedrarias, lantejoulas, bordados volumosos e metais decorativos costumam prender em outras roupas e no próprio tambor, provocando danos tanto aos enfeites quanto ao tecido de base.

Para todos esses casos, a secagem ao ar, em varal ou superfície plana, em local bem arejado, tende a ser a alternativa mais segura. Em tecidos mais complexos, como couro ou camurça, serviços de lavagem especializados costumam indicar o melhor procedimento.

Como saber se a roupa pode ir na secadora de roupas?

Uma forma prática de verificar a compatibilidade da peça com a secadora de roupas está na etiqueta interna, geralmente localizada na lateral ou na parte de dentro da gola ou cintura. Ali aparecem símbolos padronizados que informam, de forma visual, se a secagem em tambor é permitida e sob quais condições.

  • Quadrado com círculo no centro: indica que a roupa pode ser levada à secadora. Quando o símbolo aparece com um “X” por cima, significa que o uso do aparelho não é indicado.
  • Pontos dentro do círculo: um ponto costuma representar temperatura baixa; dois pontos, temperatura média; três pontos, calor mais alto, previsto para tecidos robustos.
  • Traços sob o quadrado: linhas horizontais sob o símbolo indicam a necessidade de um programa mais suave, com menos agitação ou menor tempo de secagem.
  • Quadrados sem círculo, com linhas ou semicírculos: remetem a tipos de secagem natural, como pendurada, deitada ou à sombra, e geralmente excluem o uso da secadora.

Quando a etiqueta está gasta, cortada ou ilegível, a conduta mais cautelosa é tratar a peça como delicada. Nesses casos, a secagem ao ar, em ambiente ventilado e protegido de sol intenso, reduz o risco de perda de tamanho, forma e cor.

Como usá-la melhor no dia a dia?

Depois de entender quais tecidos podem ir na secadora de roupas e quais devem ficar de fora, o passo seguinte é ajustar alguns hábitos de uso para tirar mais proveito do aparelho. Esses cuidados influenciam na durabilidade das peças e também no consumo de energia.

  1. Organizar as roupas por tipo de tecido e peso: separar cargas leves de cargas pesadas, como jeans e toalhas, favorece uma secagem mais uniforme e evita que algumas peças sequem demais enquanto outras permanecem úmidas.
  2. Caprichar na centrifugação da lavadora: quanto menos água permanecer na roupa antes de entrar no tambor, menor será o tempo necessário de secagem e a exposição ao calor.
  3. Respeitar a capacidade do equipamento: ultrapassar o limite indicado no manual prejudica a circulação de ar, aumenta o tempo de funcionamento e pode provocar marcas acentuadas e mais amassados.
  4. Selecionar o programa adequado: funções específicas para “delicados”, “sintéticos” ou “cama e banho” já trazem configurações pensadas para determinados grupos de tecidos.
  5. Retirar as roupas assim que o ciclo terminar: esse hábito reduz vincos profundos e diminui a chance de odores indesejados associados à roupa que permanece quente e parada no tambor.
  6. Limpar o filtro de fiapos regularmente: essa manutenção simples melhora o fluxo de ar, contribui para o desempenho da secadora e está ligada à segurança do uso contínuo.

Com a combinação de informação sobre tecidos, leitura de etiquetas e uso moderado dos programas de calor, a secadora de roupas pode ser integrada à rotina doméstica de forma mais cuidadosa. Assim, o equipamento ajuda na organização sem encurtar de maneira desnecessária a vida útil das peças do guarda-roupa.

FAQ sobre eletrodomésticos

1. Como escolher o eletrodoméstico ideal para apartamentos pequenos?
Em suma, o primeiro passo é medir o espaço disponível e comparar com as dimensões do aparelho, considerando também áreas de circulação e abertura de portas. Dê preferência a modelos compactos, multifunção (como lava e seca ou micro-ondas com grill) e com boa eficiência energética. Entretanto, não foque apenas no tamanho: verifique o consumo de energia, a capacidade interna e se as funções realmente atendem à sua rotina. Portanto, antes da compra, avalie hábitos da casa (quantidade de moradores, frequência de uso e tipo de roupa ou alimento preparado) para evitar um equipamento subutilizado ou sobrecarregado.

2. O que é o selo Procel e por que ele é importante?
O selo Procel é uma indicação oficial de eficiência energética presente em diversos eletrodomésticos no Brasil. Ele classifica o consumo de energia, geralmente de A (mais eficiente) até letras inferiores. Isso ajuda a comparar modelos que, à primeira vista, parecem semelhantes, mas podem ter grande diferença na conta de luz ao longo dos anos. Portanto, sempre que possível, priorize aparelhos com selo A, pois tendem a consumir menos energia e gerar economia no longo prazo. Entretanto, avalie também recursos extras e durabilidade, já que um aparelho muito barato, porém pouco eficiente, pode sair mais caro com o tempo.

3. Com que frequência devo fazer a manutenção preventiva dos eletrodomésticos?
A frequência varia de acordo com o tipo de aparelho e com a intensidade de uso. Refrigeradores e aparelhos de ar-condicionado costumam precisar de verificação anual, principalmente da parte de limpeza de filtros e checagem de gás, quando aplicável. Já lavadoras, secadoras, fornos e micro-ondas se beneficiam de inspeções periódicas para limpeza de componentes, remoção de resíduos e testes básicos de segurança. Então, consultar o manual e seguir o intervalo indicado pelo fabricante é a forma mais segura de definir essa rotina. Entretanto, sinais como ruídos diferentes, queda de desempenho ou cheiro de queimado indicam necessidade de atendimento imediato, independentemente do prazo.

4. Como posso reduzir o consumo de energia dos principais eletrodomésticos da casa?
O uso consciente é o fator mais importante: ajustar a temperatura da geladeira adequadamente, evitar abrir a porta com frequência, usar a lavadora e a secadora com carga adequada e aproveitar ciclos econômicos sempre que possível. Portanto, planeje o uso em horários de menor tarifa (quando houver tarifa diferenciada), agrupe tarefas e evite deixar equipamentos em modo stand-by por longos períodos. Entretanto, a escolha inicial também pesa: aparelhos antigos tendem a consumir mais; então, na hora de trocar, considere modelos mais novos e eficientes, pois o investimento pode se pagar na redução da conta de luz.

5. É seguro ligar vários eletrodomésticos na mesma tomada ou extensão?
O ideal é que cada aparelho de maior potência (como micro-ondas, geladeira, máquina de lavar e secadora) tenha um ponto de tomada dedicado, de acordo com a recomendação elétrica do fabricante. Extensões e “benjamins” podem sobrecarregar a fiação, aumentando o risco de aquecimento e curto-circuito. Portanto, use réguas filtradas e dispositivos certificados apenas para eletrônicos de menor consumo, como carregadores, roteadores e luminárias leves. Entretanto, se você notar aquecimento no plugue, cheiro estranho ou desarme frequente do disjuntor, é sinal de que a instalação precisa ser revista por um eletricista qualificado.

6. Quando vale a pena optar por um eletrodoméstico “2 em 1” (como lava e seca)?
Em suma, esses aparelhos costumam ser muito vantajosos em espaços reduzidos, pois concentram duas funções em um único equipamento, liberando área útil no ambiente. Para quem mora em apartamento pequeno, sem área de serviço ampla, pode ser uma solução prática. Contudo, a capacidade de secagem geralmente é menor que a de lavagem, o que exige planejamento de ciclos. Portanto, vale a pena para quem prioriza compactação e praticidade e não tem volume muito grande de roupas diariamente. Entretanto, para famílias numerosas, com muitas lavagens por semana, pode ser mais eficiente manter equipamentos separados, com maior capacidade individual.

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