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Médico ignora sintomas comuns e descobre câncer de intestino; entenda

Por Lucas
28/01/2026
Em Saúde
Médico ignora sintomas comuns e descobre câncer de intestino; entenda

Créditos: depositphotos.com / pressmaster

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O câncer colorretal tem ganhado destaque nas discussões sobre saúde pública, especialmente por ser uma doença comum e, ao mesmo tempo, silenciosa em muitos casos. Em boa parte dos diagnósticos, os primeiros sinais se confundem com problemas intestinais passageiros, o que faz com que a procura por ajuda especializada aconteça apenas quando os sintomas se tornam persistentes. Portanto, essa demora influencia diretamente o estágio em que o tumor é identificado e, consequentemente, o tipo de tratamento indicado e o prognóstico do paciente.

Nos últimos anos, médicos e instituições de referência têm reforçado a importância de observar mudanças no funcionamento do intestino e de manter uma rotina de exames preventivos. Mesmo entre profissionais de saúde, a percepção de risco nem sempre é imediata, sobretudo em pessoas mais jovens e com rotina intensa de trabalho. Entretanto, esse cenário reforça o papel da informação clara e acessível para que sinais precoces não sejam ignorados por longos períodos. Em suma, quanto mais se fala sobre o tema, maior a chance de diagnóstico precoce e de cura.

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O que é câncer colorretal e por que ele preocupa tanto?

O câncer colorretal é um tumor que se desenvolve no cólon ou no reto, partes finais do sistema digestivo. Em boa parte dos casos, ele se origina a partir de pólipos, pequenas lesões que surgem na parede interna do intestino e que, com o tempo, podem sofrer transformações malignas. Então, quando descobertos precocemente, esses pólipos podem ser removidos durante exames de rotina, o que reduz significativamente a chance de evolução para um câncer.

A preocupação em torno do câncer colorretal se deve ao fato de ser um dos tipos mais diagnosticados no mundo, afetando homens e mulheres, geralmente a partir dos 50 anos, mas com crescimento de casos em faixas etárias mais jovens. Entre os fatores associados ao risco estão idade, histórico familiar, doenças inflamatórias intestinais, alimentação pobre em fibras, consumo frequente de carnes processadas, tabagismo e sedentarismo. Nem sempre, porém, há um fator único evidente, o que torna a vigilância ainda mais necessária. Portanto, a combinação de fatores de risco e estilo de vida merece atenção constante, inclusive em pessoas sem histórico familiar aparente.

Quais são os principais sintomas do câncer colorretal?

Os sinais do câncer colorretal variam conforme o local e o tamanho do tumor, mas alguns sintomas são considerados de atenção. Entre eles, um dos mais comentados por especialistas é a presença de sangue nas fezes, que pode aparecer em pequenas quantidades, misturado ao bolo fecal ou apenas ao final da evacuação. Outro sinal frequente é a alteração persistente do hábito intestinal, com episódios prolongados de diarreia, constipação ou sensação de evacuação incompleta. Em suma, o que mais preocupa é a persistência dos sintomas, e não um episódio isolado.

Também podem surgir dores abdominais recorrentes, cólicas, desconforto na região do abdômen e perda de peso sem causa aparente. Em fases mais avançadas, alguns pacientes relatam cansaço intenso, anemia e mudança no formato das fezes. A orientação é considerar como alerta qualquer sintoma que se mantenha por semanas, em especial quando associado a sangramento ou dor, e buscar avaliação com um clínico ou gastroenterologista. Portanto, não se deve adiar a consulta esperando que tudo “se resolva sozinho”, principalmente após os 40–45 anos.

  • Sangue nas fezes de forma repetida;
  • Alterações intestinais que duram mais de algumas semanas;
  • Dores ou cólicas abdominais frequentes;
  • Perda de peso sem explicação clara;
  • Cansaço e anemia identificados em exames de sangue.

Como é feito o diagnóstico e o tratamento do câncer colorretal?

O diagnóstico do câncer colorretal costuma envolver uma combinação de exames clínicos, laboratoriais e de imagem. Em geral, o primeiro passo é uma consulta detalhada, na qual o profissional de saúde avalia histórico familiar, duração dos sintomas e possíveis fatores de risco. Exames de sangue podem apontar anemia ou alterações em marcadores específicos, mas não confirmam a doença sozinhos, servindo apenas como parte da investigação. Então, a partir desses dados iniciais, o médico decide os próximos passos.

A ferramenta central na detecção do câncer colorretal é a colonoscopia, exame que permite visualizar todo o intestino grosso e o reto com o auxílio de uma câmera. Durante o procedimento, o médico pode retirar pólipos e coletar fragmentos de tecido para biópsia, o que confirma ou descarta a presença de células malignas. Em alguns casos, exames de imagem, como tomografia e ressonância magnética, ajudam a avaliar a extensão do tumor e se houve comprometimento de outros órgãos, como fígado ou linfonodos. Portanto, o estadiamento completo orienta de forma precisa o plano terapêutico.

O tratamento depende do estágio da doença no momento do diagnóstico. Em estágios iniciais, a cirurgia para retirada do tumor e de parte do intestino pode ser suficiente. Quando há envolvimento de linfonodos ou risco aumentado de retorno da doença, o oncologista pode indicar quimioterapia sistêmica, feita em ciclos, com combinações de medicamentos que atuam na destruição de células tumorais. Em alguns tumores localizados no reto, a radioterapia também pode integrar o plano terapêutico. Em suma, o tratamento se torna cada vez mais individualizado, considerando perfil do paciente, estágio do tumor e possíveis efeitos colaterais.

  1. Avaliação clínica detalhada e exames de sangue;
  2. Realização de colonoscopia e biópsia;
  3. Exames de imagem para estadiamento (tomografia, ressonância);
  4. Definição do estágio do câncer colorretal;
  5. Planejamento de cirurgia, quimioterapia e, quando indicado, radioterapia;
  6. Seguimento com consultas e exames periódicos após o tratamento.

Qual é o papel da prevenção e do acompanhamento contínuo?

A prevenção do câncer colorretal se apoia em dois pilares principais: mudanças no estilo de vida e rastreamento regular. Manter alimentação rica em fibras, frutas, legumes e grãos integrais, associada à redução de carnes processadas e gorduras saturadas, é uma das recomendações mais citadas em diretrizes internacionais. A prática de atividade física, o controle do peso corporal, a redução do consumo de álcool e o abandono do tabagismo também aparecem como medidas importantes. Portanto, pequenas mudanças cotidianas, mantidas de forma consistente, podem diminuir o risco ao longo dos anos.

O rastreamento por colonoscopia costuma ser indicado, de forma geral, a partir dos 45 ou 50 anos, mas pode começar mais cedo em pessoas com histórico familiar de câncer colorretal ou doenças intestinais crônicas. A ideia é identificar pólipos e lesões precoces, antes que causem sintomas. Após o tratamento de um câncer colorretal, o acompanhamento contínuo com exames periódicos se torna fundamental para monitorar sinais de recidiva ou surgimento de novos tumores, permitindo intervenções rápidas quando necessário. Então, em suma, prevenção e seguimento caminham juntos na proteção da saúde intestinal.

Esse conjunto de estratégias – atenção a sintomas persistentes, diagnóstico precoce, tratamento adequado e seguimento de longo prazo – vem sendo apontado por especialistas como o caminho mais consistente para reduzir o impacto do câncer colorretal na população. Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de controle e de retorno às atividades cotidianas, com boa qualidade de vida. Portanto, informação, vigilância e cuidado contínuo formam a base da luta contra o câncer colorretal.

FAQ – Perguntas adicionais sobre câncer colorretal

1. Câncer colorretal tem cura?
Em estágios iniciais, as chances de cura se tornam muito altas, especialmente quando o tumor é restrito ao intestino e removido completamente. Entretanto, mesmo em estágios mais avançados, o tratamento pode controlar a doença, aliviar sintomas e prolongar a vida com qualidade.

2. Quem tem hemorroida sempre deve se preocupar com câncer colorretal?
Hemorroida e câncer colorretal são doenças diferentes. Entretanto, como ambas podem causar sangramento nas fezes, qualquer alteração persistente deve ser avaliada pelo médico. Portanto, nunca se deve atribuir o sangramento apenas à hemorroida sem investigação adequada.

3. A colonoscopia dói e é perigosa?
A colonoscopia costuma ser feita com sedação, o que faz o paciente dormir e não sentir dor durante o exame. Em suma, trata-se de um procedimento seguro, com complicações raras, principalmente quando realizado por equipe experiente e em ambiente adequado.

4. Suplementos e “dietas detox” previnem câncer colorretal?
Até o momento, não há comprovação científica de que suplementos isolados ou dietas detox previnam câncer colorretal. Portanto, o que se mostra mais eficaz, segundo estudos, é a combinação de alimentação equilibrada, atividade física regular, peso saudável e rastreamento adequado.

5. Pessoas jovens também precisam se preocupar com câncer colorretal?
A maior parte dos casos ocorre após os 50 anos; entretanto, a incidência em adultos mais jovens vem aumentando. Então, pessoas com histórico familiar, doenças intestinais crônicas ou sintomas persistentes devem conversar com o médico sobre rastreamento antecipado e avaliação individualizada.

Tags: câncermedicosaúdesintomas
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