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Uva pode ser mortal se ingerida por cães; saiba motivo

Por Lucas
29/01/2026
Em Animais
Créditos: depositphotos.com / yurkovska

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Em muitas casas, a cena é comum: crianças fazem um lanche com frutas enquanto o cachorro circula por perto em busca de qualquer pedaço que caia no chão. Entre essas frutas, a uva merece atenção especial. Pesquisas recentes indicam que a ingestão de uvas por cães pode trazer riscos sérios à saúde, mesmo em pequenas quantidades, o que coloca tutores e famílias em estado de alerta em 2025. Portanto, a atenção a esse detalhe simples do dia a dia se torna essencial para quem deseja manter o pet seguro.

A preocupação com a uva para cães não é um tema novo, mas as evidências científicas vêm se fortalecendo. Hospitais veterinários e centros de pesquisa apontam que a fruta está ligada a casos de intoxicação e falência renal em animais de companhia. Então, entender por que a uva é perigosa, quais sinais exigem atendimento imediato e como prevenir acidentes se tornou uma orientação básica para quem convive com pets. Em suma, informação de qualidade faz toda a diferença quando o assunto é saúde animal.

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Uva para cães: por que a fruta é considerada perigosa?

Estudos com amostras de uvas e seus derivados identificaram substâncias como o ácido tartárico e o bitartarato de potássio, apontadas como possíveis responsáveis pela toxicidade em cães. Esses compostos parecem desencadear uma reação específica no organismo dos animais, atingindo principalmente os rins. Ainda não há consenso absoluto sobre o mecanismo exato, entretanto o padrão observado em casos clínicos reforça a recomendação de não oferecer a fruta em nenhuma circunstância.

Um ponto que chama atenção é que não existe uma dose considerada segura. Alguns cães apresentam sintomas graves após ingerir poucas unidades, enquanto outros parecem resistir a quantidades maiores. Essa variabilidade dificulta qualquer tentativa de estabelecer um limite tolerável. Portanto, especialistas em saúde animal orientam que a uva e a uva-passa sejam tratadas como alimentos totalmente proibidos para cães, inclusive em preparações culinárias, bolos, pães e misturas prontas. Em suma, é mais seguro adotar a regra do “nunca oferecer” do que arriscar.

Além disso, vale destacar que tanto uvas verdes quanto uvas roxas, com ou sem sementes, frescas ou secas (como a uva-passa), oferecem potencial risco. Então, não importa o tipo de uva ou a forma de preparo: o perigo para o cão permanece. Tutores às vezes acreditam que remover a casca ou as sementes torna a fruta mais segura; entretanto, os estudos não confirmam essa ideia, e qualquer forma de consumo continua sendo desaconselhada.

Quais problemas a uva pode causar nos rins dos cães?

O principal risco associado à uva para cachorros é a insuficiência renal aguda. Nesse quadro, os rins reduzem ou interrompem de forma súbita a capacidade de filtrar o sangue, o que provoca acúmulo de toxinas no organismo. Dependendo da rapidez do atendimento e da quantidade ingerida, o quadro pode evoluir de forma silenciosa nas primeiras horas e se tornar crítico em pouco tempo. Portanto, agir rapidamente faz toda a diferença no prognóstico.

Entre os sinais mais relatados em casos suspeitos de intoxicação por uva estão:

  • Vômitos repetidos, geralmente nas primeiras horas após a ingestão da fruta;
  • Diarreia, às vezes acompanhada de restos de uva nas fezes;
  • Letargia, com o animal mais quieto, apático ou desinteressado em interações;
  • Diminuição ou ausência de urina, indicando possível comprometimento renal;
  • Perda de apetite e sinais de desconforto abdominal.

Em situações de suspeita, a recomendação mais citada por profissionais é buscar atendimento veterinário rápido, mesmo que o cachorro ainda pareça bem. Exames de sangue e urina ajudam a avaliar o estado dos rins e a necessidade de internação, hidratação venosa e outros cuidados intensivos. Então, não espere os sintomas piorarem para procurar ajuda. Em suma, quanto antes o suporte for iniciado, maiores são as chances de recuperação.

Além dos sinais mais comuns, alguns cães podem apresentar tremores, fraqueza intensa e até convulsões em casos mais graves. Entretanto, a ausência de sintomas imediatos não significa que o cão está livre de risco. Portanto, sempre que houver ingestão de uvas ou uvas-passas, o contato com o veterinário deve ocorrer o mais rápido possível, mesmo que o animal pareça normal nas primeiras horas.

Como evitar que o cachorro coma uva em casa?

A prevenção passa, principalmente, pela organização do ambiente e pela orientação da família. Em lares com crianças pequenas, a atenção precisa ser redobrada, já que é comum que pedaços de frutas caiam no chão durante lanches e brincadeiras. Manter a uva fora do alcance dos animais e explicar de forma simples por que a fruta não deve ser compartilhada com o cachorro são atitudes que reduzem bastante os riscos. Portanto, todos na casa precisam estar alinhados com as mesmas regras.

Algumas medidas práticas podem ser adotadas no dia a dia:

  1. Guardar uvas e uva-passas em recipientes fechados e em locais altos;
  2. Evitar oferecer ao cão qualquer resto de bolo, pão ou doce que possa conter uva;
  3. Reforçar com visitas, cuidadores e funcionários da casa que a fruta é proibida para o pet;
  4. Recolher rapidamente qualquer alimento que cair no chão durante refeições;
  5. Optar por frutas liberadas para cães, como maçã sem sementes, banana em pequenas porções e melancia sem sementes, sempre com orientação profissional.

Em suma, pequenas mudanças de rotina já reduzem muito a chance de acidentes. Entretanto, como ninguém controla todos os detalhes o tempo todo, é importante também conhecer os sinais de alerta para agir rápido em caso de ingestão acidental. Então, combinar prevenção com informação é a melhor estratégia.

Outro ponto importante envolve treinar o cão para não pegar alimentos do chão ou da mesa. Portanto, investir em adestramento básico, ensinar comandos como “não” e “larga” e recompensar o bom comportamento ajuda a evitar que o pet coma algo perigoso sem que o tutor perceba. Em ambientes com festas, encontros de família ou crianças brincando com comida, esse treinamento se torna ainda mais valioso.

Quais frutas são mais seguras e quando buscar ajuda?

A dúvida sobre o que pode ou não pode ir ao pote do cão é constante entre tutores. De forma geral, frutas como maçã sem sementes, pera sem sementes, banana em pedaços pequenos e melancia sem casca e sem sementes costumam ser citadas como opções mais seguras. Mesmo assim, a indicação é oferecer quantidades moderadas e, sempre que possível, confirmar com um médico-veterinário se aquele alimento é adequado para o perfil do animal, levando em conta idade, peso e eventuais doenças pré-existentes. Portanto, cada cão merece uma avaliação individualizada.

Quanto à uva, a recomendação se mantém clara: em caso de ingestão acidental, o atendimento veterinário emergencial é o caminho mais seguro. Levar informações como horário aproximado em que o cão comeu a fruta, quantidade estimada e peso do animal ajuda na definição do protocolo de tratamento. Quanto mais cedo o suporte for iniciado, maiores são as chances de preservar a função renal e evitar sequelas. Em suma, não tente “esperar para ver” em casa.

Com rotinas cada vez mais agitadas e casas cheias de alimentos variados, o cuidado com pequenos detalhes faz diferença. A atenção à uva para cães e a outros itens considerados tóxicos, como chocolate, alguns adoçantes artificiais e certos medicamentos de uso humano, já faz parte das orientações mais atuais em saúde pet. Informação clara, prevenção e resposta rápida em situações de risco são ferramentas importantes para garantir mais segurança no convívio diário entre pessoas e animais. Portanto, adotar hábitos seguros hoje significa mais qualidade de vida para o pet no futuro.

FAQ – Perguntas frequentes sobre uva para cães

1. Uva sem semente é menos perigosa para cães?
Não. A toxicidade da uva para cães não depende apenas da semente. Portanto, uvas com ou sem semente continuam oferecendo risco de insuficiência renal e não devem ser oferecidas em nenhuma forma.

2. Cachorro filhote pode ter reação mais grave à uva?
Sim. Filhotes, cães idosos e animais com doenças pré-existentes tendem a ser mais sensíveis. Então, mesmo pequenas quantidades podem causar quadros mais intensos, exigindo atendimento ainda mais rápido.

3. Posso induzir o vômito em casa se o cão comer uva?
Não é recomendado fazer isso por conta própria. Portanto, o ideal é ligar imediatamente para o veterinário ou para um serviço de emergência, pois apenas o profissional pode orientar se a indução de vômito é segura naquele caso específico.

4. Existe exame específico para confirmar intoxicação por uva?
Não há um exame único que “comprove” a intoxicação por uva. Entretanto, exames de sangue e urina mostram como estão os rins e ajudam o veterinário a confirmar o quadro de insuficiência renal aguda associada ao histórico de ingestão de uvas ou uvas-passas.

5. Uva passa em pequenas quantidades, dentro de pães e bolos, também é perigosa?
Sim. Uva passa é ainda mais concentrada do que a uva fresca. Portanto, mesmo pequenas quantidades em pães, bolos, biscoitos ou mix de castanhas podem representar risco para o cão e devem ser evitadas totalmente.

6. Depois de um episódio de intoxicação por uva, o cão fica com sequelas para sempre?
Depende da gravidade e da rapidez do atendimento. Em suma, alguns cães se recuperam totalmente, enquanto outros podem desenvolver doença renal crônica. Então, o acompanhamento com o veterinário e exames periódicos são essenciais após o evento.

Tags: cachorrocachorro pode comercãopetsaúdeuva
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