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Colchão tem prazo de validade? Veja como identificar

Por Lara
03/02/2026
Em Curiosidades
Créditos: depositphotos.com / zeroteam13@gmail.com

Créditos: depositphotos.com / zeroteam13@gmail.com

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Ao longo dos anos, o colchão passa por um processo de desgaste que nem sempre é percebido de imediato. O corpo se acostuma a pequenas mudanças na superfície, e sinais como cansaço ao despertar ou dores discretas podem ser atribuídos apenas à rotina. No entanto, a forma como a coluna é apoiada durante a noite, somada às condições de higiene do colchão, influencia diretamente na qualidade do sono e na saúde geral.

Entender quando trocar o colchão envolve observar tanto a estrutura física do produto quanto o impacto que ele causa no descanso diário. Pequenas irregularidades, ruídos, sensação de instabilidade e até crises de alergia podem apontar que aquele colchão já não oferece as condições mínimas de conforto e suporte esperadas.

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Quando trocar o colchão: quais são os sinais mais claros?

Não existe uma única regra que determine o momento exato da troca. Em vez disso, é a combinação de sinais que ajuda a identificar que o colchão está no fim da vida útil. Um dos mais evidentes é a presença de desníveis: regiões afundadas, bordas mais altas que o centro ou a sensação de que o corpo “escorrega” para um lado. Essas alterações indicam que a estrutura interna não está distribuindo o peso de maneira equilibrada.

Outro alerta importante é o desconforto ao acordar. Quando a pessoa levanta com sensação de rigidez nas costas, pescoço “travado” ou peso nos ombros com frequência, o problema pode estar no apoio inadequado da coluna durante o sono. Acordar várias vezes durante a noite sem motivo aparente, mudar de posição a todo momento ou sentir que a cama está “incomodando” também são indícios relevantes.

Ruídos crescentes merecem atenção especial. Em colchões com molas, estalos e rangidos a cada movimento mostram que as peças internas já não trabalham de forma estável. Mesmo modelos de espuma podem emitir sons estranhos quando há quebra ou deslocamento de partes internas, o que mostra que a estrutura já perdeu parte da resistência.

Com que frequência é recomendável trocar o colchão?

Muitas fabricantes sugerem que a substituição ocorra, em média, entre sete e dez anos de uso. Porém, ao avaliar quando trocar o colchão, esse intervalo funciona apenas como referência. Fatores como peso das pessoas que utilizam a cama, número de horas de uso diário, ventilação do ambiente e tipo de material influenciam bastante na durabilidade real.

De forma prática, alguns critérios ajudam a avaliar a necessidade de troca, mesmo antes de atingir esse período estimado:

  • Percepção de que o colchão está menos confortável do que era nos primeiros anos.
  • Presença de manchas profundas, cheiro de umidade ou dificuldade para eliminar odores.
  • Aumento de crises de rinite, tosse ou coceira na pele associadas ao horário de dormir.
  • Impressão visual de deformações, enrugamentos ou tecido “sobrando” em determinadas áreas.

Quando mais de um desses sinais aparece ao mesmo tempo, costuma ser um indicativo firme de que a troca não deve ser adiada. Mesmo que o colchão ainda pareça “aproveitável”, o suporte para o corpo já pode estar comprometido.

Quais consequências um colchão desgastado pode trazer para a saúde?

Dormir continuamente em uma superfície que não apoia de forma adequada a coluna favorece desequilíbrios posturais. A musculatura passa a trabalhar mais para compensar o desalinhamento durante a noite, o que pode resultar em dores lombares, tensão na região cervical e sensação de corpo “pesado” ao levantar. Em pessoas que já apresentam alguma alteração na coluna, como hérnias ou escoliose, esse cenário tende a ser ainda mais delicado.

Além da questão postural, a higiene do colchão é um ponto central. Com o tempo, partículas de pele, poeira e umidade favorecem o acúmulo de ácaros e fungos. Esse ambiente pode desencadear ou agravar problemas respiratórios, principalmente em quem tem histórico de alergias. Espirros frequentes ao deitar, congestão nasal à noite ou irritações na pele podem estar relacionados à condição interna do colchão, mesmo que o quarto pareça limpo.

Há ainda o impacto na qualidade do sono profundo. Superfícies irregulares tendem a provocar microdespertares, isto é, pequenas interrupções do sono que muitas vezes não são lembradas pela manhã, mas reduzem a sensação de descanso pleno. A pessoa passa a dormir o mesmo número de horas, porém com menor eficiência, o que afeta atenção, disposição e rendimento durante o dia.

Como escolher o substituto ideal depois de decidir pela troca?

Identificado o momento de trocar, a escolha do novo colchão exige atenção a alguns critérios básicos. O primeiro é o nível de firmeza. Modelos muito moles permitem que o corpo afunde em excesso; muito rígidos concentram pressão em pontos como quadris e ombros. A recomendação mais comum é buscar um meio-termo que mantenha a coluna alinhada, permitindo que a curvatura natural seja respeitada.

O tipo de tecnologia também influencia a experiência de uso. Entre as opções mais presentes no mercado estão:

  • Espuma com densidade adequada ao peso corporal, que oferece apoio uniforme quando escolhida de acordo com a tabela do fabricante.
  • Molas ensacadas individualmente, em que cada mola reage de forma independente ao peso, reduzindo a transferência de movimentos entre lados da cama.
  • Modelos híbridos, que unem molas e camadas de espumas especiais para aumentar o conforto sem perder sustentação.

O tamanho também é relevante: colchões mais largos permitem que a pessoa se movimente sem esbarrar com frequência no parceiro ou nas bordas, o que ajuda a manter o sono contínuo. Testar o colchão, quando possível, deitando alguns minutos na posição em que se costuma dormir, auxilia a avaliar se o conjunto de firmeza, material e tamanho atende às necessidades cotidianas.

Quais cuidados ajudam a adiar o momento de trocar o colchão?

Algumas atitudes diárias prolongam a vida útil do colchão e preservam suas características originais por mais tempo. Entre elas, destacam-se:

  1. Usar capa ou protetor impermeável respirável, que reduz o contato direto com suor e sujeira.
  2. Girar o colchão de cabeça aos pés a cada poucos meses e, se o modelo permitir, alternar também o lado de uso.
  3. Arejar o quarto regularmente, abrindo janelas e evitando que o colchão fique encostado em paredes úmidas.
  4. Evitar sentar repetidamente nas bordas ou pular sobre a cama, prática comum entre crianças.
  5. Aspirar a superfície em intervalos regulares para retirar poeira e minimizar a presença de ácaros.

Esses cuidados não eliminam a necessidade futura de troca, mas ajudam a manter o colchão em melhores condições até que chegue o momento adequado de substituição. A observação constante do conforto, do aspecto físico e das reações do corpo permanece sendo o caminho mais seguro para identificar quando trocar o colchão e garantir noites de sono mais estáveis e restauradoras.

FAQ sobre rotina noturna e qualidade do sono

1. Ter uma rotina noturna realmente influencia na qualidade do sono?
Em suma, sim. Uma rotina noturna consistente ajuda o cérebro a reconhecer que está chegando a hora de desacelerar, regulando a produção de hormônios ligados ao sono, como a melatonina. Entretanto, não se trata apenas do horário de deitar, mas também dos hábitos que antecedem esse momento, como reduzir estímulos visuais, evitar refeições pesadas e criar um ambiente mais calmo. Portanto, quanto mais previsível e relaxante for sua rotina, maior a chance de adormecer rápido e manter um sono mais profundo.

2. Quanto tempo antes de dormir devo começar a “desacelerar”?
Recomenda-se iniciar o processo de desaceleração entre 30 e 60 minutos antes de deitar. Nesse intervalo, é interessante diminuir o uso de telas brilhantes, baixar a intensidade das luzes do ambiente e trocar atividades agitadas por ações mais tranquilas, como leitura leve ou alongamentos. Entretanto, cada pessoa responde de forma diferente aos estímulos, então é importante observar na prática quanto tempo seu corpo leva para entrar em um estado de relaxamento adequado. Portanto, testar diferentes durações por alguns dias pode ajudar a ajustar essa janela com mais precisão.

3. O que posso incluir na rotina noturna para adormecer mais rápido?
Atividades que reduzem o nível de estresse e estimulam o relaxamento tendem a facilitar o início do sono. Ler um livro, tomar um banho morno, fazer exercícios de respiração profunda ou meditação guiada são boas opções. Entretanto, é fundamental evitar conteúdos muito estimulantes ou emocionantes, como notícias intensas ou séries muito agitadas. Portanto, escolha práticas que transmitam sensação de calma e que possam ser repetidas diariamente, ajudando o corpo a associá-las ao momento de descanso.

4. É melhor dormir e acordar sempre nos mesmos horários?
Manter horários regulares para dormir e acordar é um dos pilares de uma boa higiene do sono. Essa constância ajuda a sincronizar o relógio biológico, tornando mais fácil adormecer no mesmo horário e acordar com sensação de maior disposição. Entretanto, pequenas variações ocasionais podem acontecer sem grande prejuízo, desde que não se tornem regra. Portanto, o ideal é preservar uma faixa de horário semelhante todos os dias, inclusive nos finais de semana, para que o organismo não precise se readaptar constantemente.

5. Como a alimentação noturna pode afetar minha rotina de sono?
Refeições muito pesadas ou consumidas muito tarde podem dificultar o adormecer e provocar desconfortos, como azia ou sensação de estômago “cheio”. Alimentos muito gordurosos, cafeína e excesso de açúcar também podem deixar o organismo mais alerta. Entretanto, deitar com fome também não é recomendável, pois a sensação de vazio estomacal pode atrapalhar o relaxamento. Portanto, priorize lanches leves nas horas próximas ao sono, com boa digestão, como frutas, iogurtes leves ou pequenas porções de carboidratos complexos.

6. O uso de telas à noite prejudica a qualidade do sono?
Em suma, o uso prolongado de celulares, tablets e computadores antes de dormir tende a atrapalhar o sono, pois a luz azul emitida por esses dispositivos pode inibir a produção de melatonina. Além disso, o conteúdo consumido — redes sociais, mensagens e notícias — costuma ser mentalmente estimulante. Entretanto, algumas pessoas utilizam aplicativos de meditação ou sons relaxantes no próprio celular, o que pode ser útil se bem controlado. Portanto, o mais indicado é reduzir o tempo de tela ao se aproximar da hora de dormir e, se necessário, usar filtros de luz azul e conteúdos mais tranquilos.

7. Atividades físicas à noite atrapalham ou ajudam o sono?
A prática regular de atividade física tende a melhorar a qualidade do sono ao longo do tempo, pois ajuda a reduzir estresse e ansiedade. Entretanto, treinos muito intensos muito próximos do horário de deitar podem manter o corpo em estado de alerta, com frequência cardíaca e temperatura corporal elevadas, o que dificulta o adormecer. Portanto, se você só consegue se exercitar à noite, prefira atividades moderadas e tente finalizá-las algumas horas antes de ir para a cama.

8. Como posso adaptar minha rotina noturna se divido a cama com outra pessoa?
Em suma, quando se compartilha o quarto ou a cama, é importante alinhar horários e hábitos para reduzir conflitos e interrupções do sono. Combinar o momento de apagar as luzes, o volume de aparelhos eletrônicos e até a temperatura do ambiente pode fazer diferença. Entretanto, cada pessoa tem preferências próprias, como necessidade de leitura, uso de travesseiros extras ou cobertores diferentes. Portanto, o ideal é conversar abertamente sobre essas necessidades e buscar ajustes, como o uso de luminárias individuais, tampões de ouvido ou mantas separadas, para que ambos mantenham uma rotina noturna confortável.

9. Existe alguma técnica simples de relaxamento para incluir diariamente na rotina noturna?
Técnicas de respiração profunda são práticas, rápidas e podem ser feitas na própria cama. Um exemplo é inspirar pelo nariz contando até quatro, segurar o ar por quatro segundos e expirar lentamente pela boca contando até seis ou oito. Repetir esse ciclo algumas vezes ajuda a sinalizar ao corpo que é hora de desacelerar. Entretanto, algumas pessoas preferem alongamentos leves, automassagem em ombros e pescoço ou escutar sons calmos, como chuva ou música suave. Portanto, escolha uma técnica que seja agradável e fácil de manter todos os dias, tornando-a parte fixa da sua rotina noturna.

Tags: colchãoCuriosidadesprazo de validadequando trocarsinais de desgaste
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