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Fevereiro Roxo alerta para sintomas iniciais do Alzheimer

Por Lucas
11/02/2026
Em Saúde
Fevereiro Roxo alerta para sintomas iniciais do Alzheimer

Créditos: depositphotos.com / AndrewLozovyi

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Em fevereiro, campanhas como o Fevereiro Roxo reforçam a atenção para as doenças neurológicas que afetam a população brasileira. Entre elas, a doença de Alzheimer aparece com frequência nas conversas entre profissionais de saúde, famílias e cuidadores. Trata-se de um tema cada vez mais presente na rotina de quem convive com idosos e também de pessoas na meia-idade, que buscam entender melhor os sinais precoces e as formas de prevenção. Portanto, falar sobre Alzheimer hoje significa cuidar tanto da saúde atual quanto do futuro.

Nos últimos anos, o envelhecimento da população e o acesso ampliado à informação fizeram com que o Alzheimer deixasse de ser visto apenas como “esquecimento da idade”. Hoje, especialistas explicam que se trata de uma condição neurológica complexa, que altera a memória, o comportamento e a autonomia. Em suma, o Alzheimer interfere em diferentes áreas da vida e exige um olhar atento de toda a rede de apoio. Por isso, compreender o que é a doença, como surge e quais são os recursos disponíveis para diagnóstico e tratamento ajuda famílias a se organizarem de forma mais estruturada e planejarem o cuidado a médio e longo prazo.

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O que é a doença de Alzheimer e por que ela preocupa tanto?

A doença de Alzheimer é considerada a forma mais comum de demência em todo o mundo. Ela é classificada como uma enfermidade neurodegenerativa, ou seja, ao longo do tempo ocorre perda progressiva de neurônios e de conexões no cérebro. Essa deterioração se relaciona a alterações típicas observadas em exames específicos, como o acúmulo de proteínas anormais (beta-amiloide e proteína tau) e a redução de determinadas áreas cerebrais ligadas à memória e ao raciocínio. Portanto, o cérebro perde gradualmente a capacidade de armazenar, organizar e recuperar informações.

O quadro costuma se desenvolver de maneira lenta, começando com esquecimentos discretos e evoluindo para dificuldades mais amplas na realização de tarefas cotidianas. Entretanto, essa evolução não acontece da mesma forma em todas as pessoas: alguns indivíduos progridem mais rapidamente, enquanto outros mantêm certa estabilidade por um período maior. Em estágios avançados, a pessoa pode perder a capacidade de reconhecer familiares, precisar de ajuda para atividades básicas e depender integralmente de um cuidador. Esse caráter progressivo explica por que o Alzheimer é visto como um dos principais desafios de saúde pública atualmente, com impacto clínico, social e econômico relevante. Então, quanto mais a sociedade entende a doença, mais preparada ela fica para acolher quem convive com esse diagnóstico.

Quais são os principais sintomas do Alzheimer?

Os primeiros sinais da demência de Alzheimer podem ser sutis e nem sempre chamam atenção de imediato. A perda de memória recente, sobretudo para fatos do dia a dia, é um dos sintomas mais conhecidos. Entretanto, mudanças de comportamento e dificuldades em tarefas simples também aparecem com frequência, muitas vezes confundidas com “distração” ou “cansaço”. Em suma, não é apenas “esquecer”; é começar a ter dificuldade em organizar a própria rotina.

  • Esquecimento de compromissos, conversas e recados recentes;
  • Repetição da mesma pergunta várias vezes;
  • Dificuldade para organizar contas, medicações ou rotinas domésticas;
  • Desorientação em locais conhecidos, como bairro ou vizinhança;
  • Alterações de humor, irritabilidade ou apatia sem causa clara.

Com a progressão da doença de Alzheimer, podem surgir problemas para se comunicar, reconhecer objetos ou pessoas, além de perda de iniciativa. Entretanto, nem toda mudança de memória em idosos significa Alzheimer, o que reforça a importância de avaliação profissional. Em muitos casos, parentes próximos são os primeiros a notar mudanças, o que reforça a importância de observar o comportamento diário e não atribuir todos os sinais apenas ao envelhecimento natural. Portanto, diante de qualquer dúvida, o caminho mais seguro envolve buscar orientação médica em vez de esperar que os sintomas “melhorem sozinhos”.

Como é feito o diagnóstico da doença de Alzheimer?

O diagnóstico do Alzheimer exige avaliação cuidadosa, já que outras condições também podem causar perda de memória ou alterações cognitivas. Geralmente, o processo começa com consulta a um médico, que analisa a história clínica, o uso de medicamentos, o funcionamento no dia a dia e o relato dos familiares. Então, a partir dessa primeira impressão, o profissional define quais exames complementares se mostram necessários. Em suma, o diagnóstico resulta de um conjunto de informações, e não de um único teste isolado.

  1. Entrevista clínica: levantamento de sintomas, histórico familiar e tempo de evolução;
  2. Exame físico e neurológico: verificação de sinais que possam indicar outras causas;
  3. Testes cognitivos: avaliações da memória, linguagem, atenção e funções executivas;
  4. Exames complementares: exames de sangue e, quando indicado, tomografia ou ressonância magnética.

O objetivo é identificar se há um quadro de comprometimento cognitivo leve ou de demência já instalada, além de excluir doenças que podem ser tratadas e que se manifestam de forma semelhante, como alterações de tireoide, deficiência de vitaminas ou depressão. Entretanto, novas ferramentas, como exames de líquor e, em alguns centros, exames específicos para placas de amiloide, começam a ganhar espaço em casos selecionados, principalmente em fases muito iniciais. Quanto mais cedo esse processo é iniciado, maiores são as chances de planejar intervenções e retardar a perda de autonomia. Portanto, não vale a pena adiar a consulta por medo do diagnóstico; o tempo conta a favor quando se fala em cérebro.

Existe tratamento para Alzheimer e o que mudou nos últimos anos?

Não há, até o momento, cura para a doença de Alzheimer, mas existem estratégias terapêuticas que visam desacelerar a progressão dos sintomas e melhorar a qualidade de vida. O tratamento costuma combinar medicações específicas, acompanhamento multiprofissional e ajustes no ambiente doméstico, sempre considerando o estágio da doença e as necessidades de cada família. Em suma, tratar o Alzheimer significa cuidar da pessoa como um todo, e não apenas da memória.

Em paralelo aos medicamentos já tradicionais, surgiram nos últimos anos fármacos voltados à redução de alterações cerebrais típicas do Alzheimer em fases iniciais, especialmente as placas de beta-amiloide. Essas terapias, quando indicadas, exigem critérios rigorosos de uso e monitoramento constante, além de acesso a serviços especializados. Entretanto, mesmo com avanços farmacológicos, o dia a dia dos pacientes melhora muito quando a família adapta a casa, organiza rotinas previsíveis e oferece suporte emocional. Além disso, intervenções não farmacológicas, como fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e estimulação cognitiva, têm papel relevante na manutenção das funções preservadas pelo maior tempo possível. Portanto, a combinação de remédios, reabilitação e apoio familiar constitui o pilar central do cuidado.

Como reduzir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer?

A prevenção da demência de Alzheimer passa pelo cuidado com a saúde ao longo da vida, não apenas na velhice. Estudos recentes apontam relação entre fatores de risco cardiovasculares — como hipertensão, diabetes, obesidade, tabagismo e sedentarismo — e maior probabilidade de desenvolvimento de demência. Portanto, cuidar do coração também significa proteger o cérebro. Por isso, o controle dessas condições é visto como uma das principais frentes de proteção cerebral.

  • Manter pressão arterial, glicemia e colesterol dentro das metas médicas;
  • Praticar atividade física regular, respeitando limites individuais;
  • Adotar alimentação equilibrada, com menor consumo de ultraprocessados;
  • Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool;
  • Estimular o cérebro com leitura, estudos, jogos e novas habilidades;
  • Preservar o convívio social e a participação em grupos ou atividades comunitárias.

Essa combinação de hábitos favorece o que especialistas chamam de reserva cognitiva, uma espécie de proteção adicional que ajuda o cérebro a lidar melhor com eventuais lesões. Em suma, quanto mais o cérebro é estimulado e quanto mais saudável o corpo se mantém, maior tende a ser essa reserva. Em um cenário de população mais envelhecida, ações preventivas adotadas desde a meia-idade tendem a influenciar de forma significativa a ocorrência de casos de Alzheimer nas próximas décadas. Então, pequenas escolhas diárias, como caminhar com frequência, dormir melhor e manter vínculos afetivos, ganham peso estratégico para o envelhecimento com autonomia.

Dessa forma, em campanhas como o Fevereiro Roxo ou em qualquer período do ano, a discussão sobre doença de Alzheimer envolve não apenas quem já tem o diagnóstico, mas também familiares, cuidadores e pessoas que desejam envelhecer com mais autonomia. Informação clara, acesso ao atendimento adequado e incentivo a um estilo de vida saudável formam um conjunto de medidas que pode fazer diferença no cotidiano de milhões de pessoas. Portanto, falar sobre Alzheimer hoje significa, ao mesmo tempo, acolher quem já enfrenta a doença e construir caminhos para um futuro com mais qualidade de vida para todas as gerações.

FAQ – Perguntas frequentes sobre Alzheimer

Alzheimer e esquecimento comum da idade são a mesma coisa?
Não. O esquecimento ligado ao envelhecimento costuma ser leve e não impede a pessoa de seguir a rotina, enquanto o Alzheimer afeta a capacidade de realizar tarefas diárias, manter compromissos e organizar atividades simples. Portanto, quando a falha de memória começa a atrapalhar o dia a dia, vale buscar avaliação.

A doença de Alzheimer é hereditária?
Na maioria dos casos, o Alzheimer tem caráter multifatorial, com influência de genética, estilo de vida e saúde geral. Existem formas raras, fortemente hereditárias, que surgem mais cedo. Entretanto, ter um parente com Alzheimer não significa que a pessoa necessariamente desenvolverá a doença, apenas indica um risco um pouco maior em alguns contextos.

Alimentação influencia o risco de Alzheimer?
Sim. Uma alimentação rica em frutas, verduras, grãos integrais, peixes e gorduras boas, como o padrão da dieta mediterrânea, se associa a melhor proteção cerebral. Em suma, reduzir ultraprocessados, açúcar em excesso e gorduras trans favorece coração e cérebro ao mesmo tempo.

Qual profissional devo procurar primeiro diante de suspeita de Alzheimer?
O ponto de partida geralmente envolve o clínico geral ou o geriatra, que podem avaliar o quadro inicial e encaminhar, se necessário, para neurologista ou psiquiatra. Então, a partir dessa rede de profissionais, cria-se um plano de cuidado personalizado.

Atividade física realmente ajuda quem já tem diagnóstico de Alzheimer?
Ajuda, sim. Exercícios adequados à condição física contribuem para manter a mobilidade, o equilíbrio, o humor e a qualidade do sono. Portanto, a prática regular, com orientação profissional, beneficia tanto a prevenção quanto o manejo da doença já instalada.

Tags: Alzheimerdiagnóstico precocefevereiro roxosinaissintomas
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