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Os principais sintomas de câncer de pulmão, segundo oncologistas

Por Lucas
12/02/2026
Em Saúde
Os principais sintomas de câncer de pulmão, segundo oncologistas

Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy

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O câncer de pulmão é um dos tipos de tumor mais comuns no planeta e está entre as principais causas de morte relacionadas ao câncer em diversos países. A doença afeta principalmente os pulmões, órgãos responsáveis pelas trocas gasosas fundamentais para a respiração. Embora seja frequentemente associada ao cigarro, esse tipo de câncer também pode surgir em pessoas que nunca fumaram, o que torna o tema ainda mais relevante para a saúde pública e para estratégias de prevenção mais amplas. Portanto, compreender sintomas, fatores de risco, formas de diagnóstico e possibilidades de tratamento ajuda tanto pacientes quanto familiares a tomarem decisões mais informadas.

Na maioria das vezes, o câncer de pulmão se desenvolve de forma lenta e discreta, o que dificulta a detecção nas fases iniciais. Em muitos casos, os primeiros sinais se confundem com problemas respiratórios comuns, como gripes, bronquite ou crises de alergia. Entretanto, quando o diagnóstico ocorre precocemente, as possibilidades de tratamento adequado e controle da doença tendem a ser maiores. Em suma, isso reforça a importância de atenção contínua aos sintomas, aos fatores de risco e à realização regular de consultas médicas, especialmente em pessoas pertencentes a grupos de maior vulnerabilidade.

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O que é câncer de pulmão e como ele se desenvolve?

O câncer de pulmão é caracterizado pelo crescimento desordenado de células dentro do tecido pulmonar. Essas células sofrem alterações em seu material genético e passam a se multiplicar sem controle. Com o tempo, formam nódulos ou massas que ocupam o espaço dos pulmões e prejudicam o funcionamento normal da respiração. Em estágios mais avançados, essas células podem se espalhar para outras partes do corpo, em um processo conhecido como metástase. Portanto, quanto mais cedo se interrompe essa proliferação, maiores costumam ser as chances de resposta positiva ao tratamento.

Existem dois grandes grupos de câncer de pulmão: o carcinoma de células não pequenas, que responde pela maior parte dos casos, e o carcinoma de pequenas células, geralmente mais agressivo. Cada tipo apresenta comportamento, opções terapêuticas e prognósticos diferentes. A escolha do tratamento depende do estágio em que a doença é identificada, das características do tumor e das condições gerais de saúde da pessoa afetada. Além disso, atualmente muitos especialistas analisam alterações moleculares e genéticas específicas do tumor para indicar terapias-alvo e imunoterapias mais personalizadas. Em suma, a oncologia respiratória avança no sentido de tratamentos cada vez mais individualizados.

Quais são os principais sintomas do câncer de pulmão?

Os sintomas do câncer de pulmão podem variar bastante, mas alguns sinais chamam a atenção pela frequência. Entre eles, destacam-se:

  • Tosse persistente ou mudança no padrão de uma tosse antiga;
  • Escarro com sangue ou coloração avermelhada;
  • Rouquidão sem motivo aparente e que permanece por semanas;
  • Dor no peito, que pode piorar ao tossir ou respirar fundo;
  • Falta de ar mesmo em esforços leves do dia a dia;
  • Perda de apetite e emagrecimento sem explicação clara;
  • Cansaço intenso e redução do condicionamento físico.

Em muitos pacientes, infecções respiratórias repetidas, como pneumonias em curto intervalo de tempo, podem indicar comprometimento pulmonar mais sério. Em estágios avançados, o câncer de pulmão também pode gerar sintomas em outras áreas do corpo, como dor óssea, dor de cabeça persistente, tontura, fraqueza em um lado do corpo e inchaço em face ou pescoço. Então, qualquer combinação de sintomas respiratórios persistentes com manifestações sistêmicas merece investigação cuidadosa.

Em alguns casos, surgem alterações hormonais e laboratoriais ligadas às chamadas síndromes paraneoplásicas, que podem aparecer antes mesmo de grandes queixas respiratórias. Portanto, um conjunto de sintomas aparentemente “desconectados” entre si, quando aparece de forma súbita ou progressiva, deve motivar consulta médica. Em suma, escutar o próprio corpo e não normalizar sinais que fogem ao padrão habitual funciona como uma medida simples, porém poderosa, na detecção mais precoce da doença.

Quais são os fatores de risco do câncer de pulmão?

O tabagismo é considerado o principal fator de risco para o câncer de pulmão. O consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros derivados do tabaco se associa diretamente a grande parte dos casos. A exposição prolongada à fumaça do cigarro provoca inflamação crônica nas vias respiratórias e favorece o surgimento de alterações nas células pulmonares. O risco aumenta de acordo com o tempo de uso e a quantidade fumada. Portanto, parar de fumar em qualquer fase da vida reduz esse risco de maneira progressiva e representa uma das atitudes mais efetivas de prevenção.

Não apenas quem fuma corre risco. A chamada fumaça passiva, inalada por pessoas que convivem com fumantes em ambientes fechados ou por longos períodos, também se relaciona ao desenvolvimento da doença. Além disso, o uso de cigarros eletrônicos vem sendo estudado, e a exposição a substâncias químicas presentes nos vapores surge como potencial fator de dano aos pulmões, especialmente com utilização frequente. Entretanto, muitos usuários encaram o cigarro eletrônico como alternativa totalmente segura, o que não corresponde às evidências atuais.

Existem ainda outros fatores que podem aumentar a vulnerabilidade ao câncer de pulmão:

  • Exposição ocupacional a amianto, sílica e produtos químicos industriais;
  • Contato frequente com fumaça de fogão a lenha em ambientes pouco ventilados;
  • Histórico familiar de câncer de pulmão;
  • Presença de doenças pulmonares crônicas, como enfisema e bronquite crônica;
  • Poluição atmosférica em grandes centros urbanos.

Portanto, estratégias de prevenção não se limitam à cessação do tabagismo. Envolvem também melhorias nas condições de trabalho, ventilação adequada em casas que usam fogão a lenha, políticas públicas contra a poluição e acompanhamento regular de pessoas com doenças pulmonares prévias. Em suma, a combinação de mudanças individuais e ações coletivas tende a reduzir de maneira significativa o impacto da doença ao longo dos anos.

Como identificar sinais de alerta e buscar ajuda?

Alguns comportamentos podem auxiliar na detecção mais rápida do câncer de pulmão. Atenção prolongada a sintomas respiratórios que não melhoram com o tempo é um dos pontos centrais. Em especial, é recomendável que pessoas com histórico de tabagismo, exposição ocupacional ou doenças pulmonares prévias observem com cuidado qualquer mudança no padrão habitual de tosse, respiração ou cansaço. Então, anotar a frequência dos sintomas e há quanto tempo eles se mantêm ajuda o médico na avaliação clínica.

  1. Observar a duração da tosse e se há presença de sangue no escarro.
  2. Notar se a falta de ar surge em atividades que antes eram bem toleradas.
  3. Perceber perda de peso ou apetite sem explicação clínica identificada.
  4. Registrar episódios repetidos de infecções respiratórias em curto período.
  5. Procurar avaliação médica ao notar sintomas que persistem por semanas.

Em consultas médicas, podem ser solicitados exames como radiografia de tórax, tomografia computadorizada, broncoscopia e biópsias para confirmar ou descartar a suspeita de câncer de pulmão. A partir dos resultados, equipes especializadas definem o tratamento mais adequado, que pode envolver cirurgia, radioterapia, quimioterapia, terapias-alvo ou imunoterapia, isoladas ou combinadas. Portanto, o acompanhamento por uma equipe multidisciplinar — que inclui pneumologistas, oncologistas, cirurgiões torácicos, nutricionistas, fisioterapeutas respiratórios e psicólogos — contribui para um cuidado mais completo.

A ampliação das políticas de controle do tabaco, a redução da exposição a agentes tóxicos e o incentivo a exames em grupos de risco são estratégias apontadas por especialistas para diminuir o impacto do câncer de pulmão na população. O reconhecimento dos sintomas e dos fatores de risco, aliado ao acesso a serviços de saúde qualificados, contribui para diagnósticos mais precoces e para melhores possibilidades de manejo da doença. Em suma, informação de qualidade, vigilância aos sinais do corpo e apoio profissional adequado formam a base para enfrentar o câncer de pulmão com mais chances de sucesso.

FAQ – Perguntas frequentes sobre câncer de pulmão

1. Quem nunca fumou também deve fazer algum tipo de rastreamento?
Embora o risco principal se concentre em fumantes e ex-fumantes, pessoas que nunca fumaram mas apresentam forte histórico familiar, exposição ocupacional intensa ou doenças pulmonares crônicas devem conversar com o médico sobre a necessidade de rastreamento individualizado, especialmente com tomografia de baixa dose em alguns casos específicos.

2. O câncer de pulmão tem cura?
Quando o diagnóstico ocorre em estágios iniciais, as chances de cura aumentam bastante, sobretudo em tumores localizados que permitem cirurgia. Entretanto, mesmo em fases avançadas, tratamentos modernos com terapias-alvo e imunoterapia podem controlar a doença por longos períodos e melhorar a qualidade de vida.

3. Parar de fumar depois de muitos anos ainda faz diferença?
Sim. Então, mesmo quem fumou por décadas se beneficia da interrupção do hábito. O risco de câncer de pulmão começa a cair alguns anos após parar e continua diminuindo gradualmente, além de reduzir também o risco de doenças cardiovasculares e outras complicações respiratórias.

4. Exercícios físicos ajudam na prevenção do câncer de pulmão?
A prática regular de atividade física não elimina o risco, porém contribui para melhorar a função pulmonar, controlar o peso, fortalecer o sistema imunológico e reduzir inflamação crônica. Portanto, quando associada à alimentação equilibrada e à ausência de tabagismo, a atividade física integra um estilo de vida protetor.

5. Quem teve câncer de pulmão uma vez pode desenvolver outro tumor no futuro?
Existe risco aumentado de um segundo tumor, especialmente em pessoas que continuam a fumar ou mantêm exposição a fatores de risco. Em suma, o seguimento após o tratamento, com consultas periódicas e exames conforme orientação médica, torna possível tanto o monitoramento de recidivas quanto a detecção de novos tumores em fases mais precoces.

Tags: câncerprimeiros sinaispulmãosinaissintomas
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