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Relacionamentos abertos: hábito comum entre famosos gera curiosidade

Por Larissa
12/02/2026
Em Sociedade
Relacionamentos abertos: hábito comum entre famosos gera curiosidade

Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko

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Relacionamentos abertos e outras formas de não monogamia consensual ganham cada vez mais espaço nas conversas do dia a dia, especialmente quando celebridades passam a falar do tema com mais transparência. Em vez de seguir apenas o modelo tradicional de casal exclusivo, algumas figuras públicas relatam acordos afetivos que permitem envolvimentos com outras pessoas, sem esconder nada do parceiro ou da parceira. Casais como Will Smith e Jada Pinkett Smith, por exemplo, já comentaram publicamente sobre a abertura de seu casamento em determinados períodos, o que ajuda a popularizar o assunto além de círculos especializados. Esse movimento amplia o debate sobre o que significa compromisso, lealdade e fidelidade em 2025 e incentiva cada indivíduo a refletir sobre o tipo de relação que realmente deseja construir.

Quando pessoas conhecidas falam abertamente sobre amor livre, muitos tabus entram em discussão. A ideia de que só existe uma forma “correta” de se relacionar passa a ser questionada e, então, o foco se desloca para elementos como sinceridade, respeito e negociação entre adultos. Ao mesmo tempo, especialistas em comportamento reforçam que a não monogamia consensual não funciona como obrigação nem como tendência que todos precisam seguir, mas surge apenas como uma possibilidade entre tantas formas de viver a vida amorosa. Em suma, o ponto central consiste em ter liberdade de escolha, com responsabilidade emocional e ética.

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O que é relacionamento aberto e qual a palavra-chave deste debate?

A expressão relacionamento aberto costuma descrever acordos em que um casal permite envolvimentos afetivos ou sexuais fora da relação principal, de maneira combinada e consciente. A palavra-chave nesse debate é justamente consenso: todas as pessoas envolvidas concordam com as regras estabelecidas. Diferentemente de uma traição, ninguém esconde nada, nem rompe um pacto silencioso de exclusividade e, portanto, a confiança se apoia na transparência.

Dentro do universo da não monogamia consensual, existem diferentes formatos. Alguns casais optam por encontros eventuais com terceiros, mantendo o vínculo principal como prioridade. Outros preferem relações poliamorosas, nas quais mais de duas pessoas formam um núcleo afetivo estável. Há ainda quem adote uma dinâmica mais fluida, sem tantos rótulos, mas com princípios claros de honestidade e cuidado mútuo. Em todos os casos, a comunicação aparece como o principal alicerce e, então, conversas frequentes sobre limites, desejos e inseguranças ajudam a prevenir conflitos desnecessários.

Além disso, portanto, muitas pessoas recorrem à terapia individual ou de casal para estruturar melhor esses acordos. Profissionais de saúde mental auxiliam na identificação de padrões de ciúmes, na construção de autoestima e na formulação de estratégias de negociação. Em suma, abrir a relação não resolve problemas preexistentes; pelo contrário, tende a ampliá-los se o casal não se dispõe a encará-los com maturidade.

Como celebridades ajudam a normalizar o relacionamento aberto?

Quando artistas, influenciadores e figuras públicas revelam que vivem um relacionamento aberto ou um arranjo afetivo não monogâmico, o tema deixa de circular apenas em nichos acadêmicos ou grupos específicos. Entrevistas, redes sociais e programas de TV passam a trazer essas histórias, o que tira o assunto da esfera do segredo. A partir daí, muita gente passa a pesquisar termos como “amor livre”, “não monogamia” e “relacionamento fluido” para entender melhor esse universo e, então, questionar crenças antigas sobre posse e exclusividade.

Esse processo de visibilidade não ocorre sem controvérsia. Parte do público ainda associa fidelidade exclusivamente à exclusividade sexual, enquanto outra parcela começa a compreender que lealdade pode se ligar mais à transparência e ao cumprimento de acordos combinados. Ao expor seus próprios arranjos, celebridades mostram que um casamento aberto também pode envolver rotina, contas para pagar, projetos em comum e apoio mútuo, assim como qualquer outro tipo de união. Entretanto, a exposição pública intensifica julgamentos e, portanto, muitos casais famosos escolhem revelar apenas o que consideram saudável para sua intimidade.

  • Normalização do tema: entrevistas e posts trazem a não monogamia para o centro da discussão pública;
  • Quebra de estereótipos: casais famosos mostram que não se trata apenas de aventura ou descompromisso;
  • Debate sobre gênero: muitas celebridades destacam como a cobrança sobre mulheres costuma ser maior;
  • Reforço da autonomia: o foco recai na possibilidade de cada casal construir seus próprios acordos.

Portanto, a presença dessas narrativas na mídia contribui para que mais pessoas identifiquem nuances: nem todo relacionamento aberto é igual, nem toda não monogamia envolve a mesma dinâmica, e nem todos se adaptam a esse formato. Em suma, a visibilidade funciona como convite à reflexão, não como imposição de modelo.

Relacionamento aberto é o mesmo que amor livre?

Embora muita gente utilize as expressões como sinônimos, amor livre e relacionamento aberto podem carregar nuances diferentes. Em alguns contextos, amor livre se associa a uma visão mais ampla, que questiona normas sociais rígidas sobre gênero, casamento e posse afetiva. Já o relacionamento aberto costuma aparecer como um modelo mais específico dentro da não monogamia consensual, com regras bem definidas sobre o que é permitido ou não. Então, quem busca referências na internet precisa observar em que contexto cada termo aparece.

Na prática, os casais costumam adaptar esses conceitos ao próprio cotidiano. Alguns priorizam a liberdade sexual, permitindo encontros casuais com terceiros. Outros falam em liberdade afetiva, aceitando a possibilidade de se envolver emocionalmente com mais de uma pessoa. Em todas as variações, a construção de limites claros surge como estratégia para reduzir conflitos e mal-entendidos, principalmente quando a exposição pública é grande, como ocorre com artistas e influenciadores. Portanto, conversar sobre sentimentos, expectativas de tempo, privacidade e formas de demonstrar afeto torna-se essencial para preservar o bem-estar de todos.

  1. Definição de objetivos: entender o que cada pessoa busca com a abertura da relação;
  2. Estabelecimento de limites: combinar o que é aceitável e o que não faz sentido para o casal;
  3. Comunicação constante: revisar acordos, falar sobre sentimentos e ajustar rotas quando necessário;
  4. Respeito às individualidades: reconhecer ritmos, desejos e fronteiras de cada envolvido.

Em suma, não existe uma receita única: o que funciona para um casal talvez não funcione para outro. Entretanto, quando todos compreendem a diferença entre amor livre, relacionamento aberto e poliamor, as escolhas se tornam mais conscientes e responsáveis.

Quais cuidados são apontados por quem vive relações não monogâmicas?

Pessoas que falam publicamente sobre relacionamentos abertos ressaltam frequentemente alguns cuidados básicos. A proteção sexual e a realização regular de exames aparecem como pontos centrais, já que o número de parceiras e parceiros tende a ser maior. O diálogo honesto sobre ciúmes, inseguranças e expectativas também integra o processo, e não funciona como sinal de fracasso do modelo. Portanto, sentir desconforto em determinados momentos não significa que a relação deu errado, mas que ajustes de comunicação talvez sejam necessários.

Outro aspecto recorrente envolve o impacto social. A exposição à curiosidade do público, a julgamentos e a estereótipos pode gerar pressão adicional, sobretudo para quem já lida com a visibilidade da fama. Nesses casos, o apoio emocional dentro do próprio relacionamento, assim como a busca por informação qualificada, torna a experiência mais estável. Com isso, celebridades que relatam suas experiências contribuem para que o debate sobre não monogamia consensual se baseie menos em boatos e mais em informações claras. Então, pouco a pouco, o tema deixa de ocupar apenas o lugar de polêmica e passa a ser entendido como uma possibilidade legítima de organização afetiva.

Em suma, quem escolhe uma relação aberta precisa cuidar de três frentes principais: saúde sexual, saúde emocional e contexto social. Entretanto, cada pessoa decide até onde quer se expor, que tipo de vínculo deseja construir e como pretende equilibrar liberdade com responsabilidade.


FAQ – Perguntas frequentes sobre relacionamentos abertos

1. Como saber se estou pronto ou pronta para um relacionamento aberto?
Em geral, um bom sinal envolve se sentir seguro na relação atual, ter espaço para conversar sobre ciúmes sem agressividade e conseguir assumir responsabilidade pelas próprias emoções. Portanto, se a abertura surge apenas como tentativa de “salvar” um relacionamento em crise profunda, talvez seja mais saudável buscar diálogo ou terapia antes.

2. Relacionamento aberto sempre significa ter vários parceiros ao mesmo tempo?
Não necessariamente. Alguns casais optam por experiências ocasionais, outros permitem apenas flertes ou conversas mais íntimas, e há quem prefira manter a maior parte das interações no campo sexual, sem envolvimento afetivo. Em suma, o número de parceiros importa menos do que a clareza e o respeito aos acordos.

3. E se apenas uma pessoa do casal quiser abrir a relação?
Então, o tema precisa ser discutido com muito cuidado. Ninguém deve se sentir pressionado a aceitar algo com o qual não se sente confortável. Se um dos parceiros se sente forçado, a relação corre risco de gerar ressentimentos. Portanto, caso não exista consenso genuíno, manter a monogamia ou até repensar o vínculo pode ser mais honesto.

4. É possível voltar a ser monogâmico depois de ter um relacionamento aberto?
Sim, muitos casais experimentam um período de abertura e, depois, decidem retomar a exclusividade. Entretanto, essa mudança exige nova conversa, revisão de acordos e, muitas vezes, acompanhamento terapêutico para lidar com expectativas e possíveis comparações. Em suma, a chave continua sendo a comunicação direta e respeitosa.

5. Como lidar com o medo de “perder” a pessoa amada em um relacionamento aberto?
O medo de perda aparece tanto em relações monogâmicas quanto em relações abertas. Então, trabalhar a autoconfiança, entender que ninguém consegue “blindar” a outra pessoa e falar abertamente sobre inseguranças ajuda bastante. Portanto, investir em intimidade emocional, em projetos em comum e em demonstrações de cuidado cotidiano tende a fortalecer o vínculo principal, independentemente do modelo escolhido

Tags: casamentoFamososrelacionamento aberto
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