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Como evitar a ressaca no Carnaval: veja dicas de especialistas

Por Lucas
13/02/2026
Em Saúde
Como evitar a ressaca no Carnaval: veja dicas de especialistas

Créditos: depositphotos.com / VitalikRadko

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Após os dias de folia, muitos brasileiros convivem com dor de cabeça intensa, náusea, cansaço extremo e grande sede. Esses sinais costumam indicar a ressaca, quadro que surge quando o organismo precisa lidar com altas doses de álcool em pouco tempo. No Carnaval, quando a rotina de sono muda e as refeições ficam irregulares, o impacto sobre o corpo tende a ser ainda maior. Em suma, o corpo passa por um verdadeiro “maratona metabólica”, tentando se reorganizar depois de tantas horas de festa, calor e desidratação.

Especialistas explicam que o excesso de bebida alcoólica sobrecarrega principalmente o fígado, órgão responsável por metabolizar o álcool, além de interferir no funcionamento do sistema nervoso e na hidratação. Além disso, o álcool afeta a qualidade do sono, mesmo quando a pessoa acha que dormiu bem. Portanto, mesmo quem bebe apenas em ocasiões festivas pode sentir efeitos importantes no dia seguinte, especialmente se não se alimentou bem ou não ingeriu líquidos suficientes.

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O que é ressaca e por que ela acontece após o Carnaval?

A ressaca é um conjunto de sintomas físicos e mentais que aparecem horas depois da ingestão exagerada de álcool, geralmente quando a concentração da substância no sangue já está em queda. Entre os sinais mais comuns estão dor de cabeça, boca seca, mal-estar gástrico, diarreia, irritação, tontura e sensibilidade à luz e ao som. No contexto do Carnaval, esses sintomas podem ser intensificados por noites maldormidas, calor e longos períodos em pé. Então, não é apenas a bebida que pesa: o combo álcool + sol + sono ruim torna a ressaca de Carnaval ainda mais intensa.

Do ponto de vista biológico, o álcool é metabolizado principalmente no fígado, gerando substâncias tóxicas que irritam o estômago e o intestino, alteram o equilíbrio de líquidos e eletrólitos e podem reduzir a glicose disponível no sangue. Esse processo explica parte da sensação de fraqueza, tremores, sudorese e aceleração dos batimentos cardíacos que algumas pessoas relatam após a bebedeira. Ademais, o álcool interfere em hormônios que regulam o sono e a sede. Além disso, o álcool tem efeito diurético, aumentando a produção de urina e contribuindo para a desidratação. Portanto, quanto maior o consumo e menor a ingestão de água, maior tende a ser a ressaca de Carnaval.

Ressaca de Carnaval: quais cuidados realmente ajudam?

Embora não exista cura imediata para o problema, algumas estratégias podem reduzir o risco de mal-estar ou amenizar os efeitos no dia seguinte. A maioria delas está relacionada à hidratação, à alimentação adequada e ao respeito aos limites individuais de consumo. Entretanto, é importante lembrar que a única forma totalmente eficaz de evitar ressaca é não exagerar na bebida alcoólica.

Antes do início da folia, recomenda-se dar atenção especial ao preparo do corpo. Manter-se bem hidratado e com boas reservas energéticas tende a diminuir o impacto do álcool e do calor. Portanto, cuidar da rotina nos dias que antecedem o Carnaval é tão importante quanto o que se faz durante os blocos.

  • Hidratação prévia: aumentar o consumo de água e bebidas não alcoólicas nas 24 a 48 horas anteriores ao evento. Em suma, entrar no Carnaval já hidratado ajuda muito a reduzir a intensidade da ressaca.
  • Alimentação equilibrada: priorizar refeições com carboidratos complexos (arroz, pão integral, batata, mandioca) e proteínas magras. Assim, o organismo ganha energia de liberação gradual, o que sustenta melhor o corpo durante horas de folia.
  • Evitar jejum prolongado: sair de casa alimentado reduz a absorção rápida do álcool. Portanto, comer antes de beber não é mito: é uma estratégia que protege o estômago e desacelera o impacto da bebida.
  • Atividade física moderada: manter uma rotina regular de exercícios aeróbicos ajuda a melhorar a resistência física para enfrentar longos blocos de rua. Entretanto, não se recomenda fazer treinos extenuantes logo antes de beber, para não somar cansaço excessivo ao efeito do álcool.

Durante o Carnaval, alguns hábitos simples têm potencial para diminuir a intensidade da ressaca:

  1. Intercalar copos de bebida alcoólica com água ou água de coco. Então, para cada dose de bebida, vale incluir um copo de líquido não alcoólico, ajudando a repor parte da água perdida.
  2. Fazer lanches leves ao longo do dia, com frutas, sanduíches simples e refeições pouco gordurosas. Dessa forma, o estômago sofre menos e o nível de glicose no sangue tende a ficar mais estável.
  3. Evitar misturar muitos tipos de bebida alcoólica na mesma noite. Em suma, escolher um tipo de bebida e manter-se nele costuma facilitar a percepção dos próprios limites.
  4. Dar pausas para descanso, sempre que possível, em locais arejados e à sombra. Portanto, respeitar o corpo, sentar um pouco, respirar e se afastar do sol intenso reduz o risco de mal-estar agudo.

Estou com ressaca de Carnaval: o que fazer e quando procurar ajuda?

Quando a ressaca de Carnaval já se instalou, as condutas mais citadas por médicos envolvem três pilares: hidratar, descansar e alimentar-se adequadamente. Água, água de coco, sucos naturais e soluções com eletrólitos podem auxiliar na reposição de líquidos e sais minerais. Em suma, quanto mais cedo a pessoa retoma a hidratação, mais rápido o organismo tende a se recuperar. Em alguns casos, bebidas isotônicas sem álcool também são utilizadas com esse objetivo.

No campo da alimentação, sugerem-se refeições leves, com destaque para frutas, verduras, sopas e caldos, que costumam ser mais bem tolerados pelo estômago irritado. Carboidratos simples, como pão ou torrada, ajudam a estabilizar a glicemia. Portanto, vale começar o dia com algo leve e ir progredindo conforme o apetite melhora. Alimentos fritos ou muito gordurosos tendem a aumentar o desconforto gástrico e podem prolongar a sensação de mal-estar. Então, deixar a feijoada, o fast-food e os churrascos pesados para outro momento costuma ser uma boa escolha.

Quanto ao uso de medicamentos, analgésicos simples e antiácidos podem ser indicados por profissionais de saúde para aliviar dor de cabeça e queimação, mas não “curam” a ressaca, pois não aceleram a eliminação do álcool. Ademais, a automedicação, especialmente com remédios que sobrecarregam o fígado, deve ser evitada. Já os chamados “remédios antirressaca” disponíveis no mercado não contam, em geral, com forte respaldo científico e podem transmitir falsa sensação de segurança, estimulando o consumo exagerado de bebida.

Há sinais que pedem atenção imediata e avaliação médica. Entre eles, destacam-se:

  • Olhos ou pele amarelados.
  • Urina muito escura por longo período.
  • Dor intensa na região superior direita do abdômen.
  • Vômitos persistentes ou com sangue.
  • Confusão mental, dificuldade para ficar em pé ou falar, mesmo muitas horas após a última dose.

Esses sintomas podem indicar complicações hepáticas ou outras condições clínicas que exigem diagnóstico e acompanhamento especializado. Portanto, não se deve esperar “passar sozinho” quando o quadro foge do padrão de ressaca comum. Para quem bebe com frequência ao longo do ano, médicos recomendam manter exames em dia, revisar hábitos alimentares e discutir limites seguros de consumo de álcool, de forma a proteger o fígado, o metabolismo e a qualidade de vida para além do período de Carnaval. Em suma, cuidar da saúde o ano inteiro é a melhor forma de curtir a folia com segurança.

FAQ sobre ressaca de Carnaval

1. Quanto tempo dura, em média, uma ressaca de Carnaval?
Na maioria das pessoas, a ressaca de Carnaval dura de 12 a 24 horas, embora, em alguns casos, os sintomas possam se estender por até 48 horas. Portanto, se o mal-estar ultrapassa dois dias ou piora com o tempo, é prudente buscar avaliação médica.

2. Beber café ajuda a melhorar a ressaca de Carnaval?
O café pode promover sensação momentânea de alerta, porém não elimina o álcool do organismo. Além disso, por ter efeito diurético, pode piorar a desidratação. Em suma, se a pessoa gosta de café, pode consumi-lo com moderação, mas não deve usá-lo como “cura” da ressaca.

3. Tomar bebida alcoólica novamente no dia seguinte (“rebatida”) funciona?
Não. Essa prática apenas adia a percepção dos sintomas e aumenta a sobrecarga no fígado e no sistema nervoso. Portanto, em vez de “curar”, prolonga o ciclo de intoxicação e pode piorar a ressaca de Carnaval e os riscos à saúde.

4. Existe algum exame específico para avaliar danos após muitos Carnavais seguidos bebendo?
Sim. Exames de sangue que avaliam enzimas hepáticas (como TGO, TGP e GGT), perfil lipídico e glicemia ajudam a monitorar o impacto do consumo de álcool. Então, quem costuma beber bastante em festas e feriados deve discutir com o médico a frequência ideal desses exames.

5. Pessoas que misturam álcool e energéticos têm uma ressaca de Carnaval pior?
Muitas vezes, sim. Energéticos mascaram a sensação de cansaço e embriaguez, levando a pessoa a beber mais do que beberia normalmente. Portanto, a combinação álcool + energético aumenta o risco de exageros, de sobrecarga cardiovascular e, consequentemente, de ressaca intensa no dia seguinte.

Tags: carnavalcomo evitarcomo sararressacasaúde
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