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Suas unhas podem indicar problemas de saúde antes dos sintomas

Por Lara
15/02/2026
Em Saúde
Créditos: depositphotos.com / VitalikRadko

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Alterações na cor, na textura e no formato das unhas chamam a atenção em consultórios e conversas do dia a dia. Esses sinais nem sempre estão ligados apenas a esmaltes ou a cuidados estéticos. Em muitos casos, refletem mudanças internas no organismo e ajudam a direcionar a busca por orientação profissional. Por isso, a aparência das unhas passou a ser observada com mais cuidado em avaliações de rotina.

A relação entre unhas e saúde ainda é pouco comentada em comparação com outros exames, mas ganha espaço em materiais informativos e campanhas de prevenção. A ideia não é transformar as unhas em método de diagnóstico, e sim em um ponto de alerta. Quando algo se mantém diferente por muito tempo, o corpo pode estar indicando desequilíbrios que vão de carências nutricionais a alterações hormonais ou metabólicas.

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Alterações nas unhas podem indicar problemas de saúde?

De forma geral, unhas e saúde caminham juntas porque a região depende diretamente do bom funcionamento do organismo. As unhas são formadas basicamente por queratina, uma proteína produzida de forma contínua. Para que esse processo ocorra sem falhas, o corpo precisa de oferta adequada de nutrientes, boa circulação sanguínea e equilíbrio de hormônios. Quando algum desses fatores se altera, o crescimento pode ficar mais lento, irregular ou com mudanças visíveis.

Entre as alterações mais citadas estão unhas quebradiças, manchas, mudança de cor, descolamento e deformações. Essas mudanças podem ter origem em hábitos diários, como uso excessivo de produtos químicos, contato frequente com água ou traumas repetidos. Ao mesmo tempo, podem sinalizar quadros como anemia, doenças da tireoide, micoses, problemas circulatórios ou até condições mais complexas, que exigem avaliação detalhada. A diferença costuma estar na persistência e na combinação dos sinais.

Principais tipos de alterações nas unhas e o que podem indicar

Entre os sinais mais comuns, as unhas fracas e quebradiças aparecem com frequência em homens e mulheres. Elas podem descamar, lascar nas pontas ou romper com pequenos impactos. Esse quadro muitas vezes está ligado a carência de ferro, baixa ingestão de proteínas ou falta de vitaminas, em especial do complexo B. A exposição repetida a detergentes, desinfetantes e removedores de esmalte também prejudica a estrutura da lâmina ungueal.

Outra alteração bastante observada é a presença de manchas brancas na superfície. Na maioria das vezes, essas marcas estão associadas a pequenos traumas na matriz da unha, como batidas ou pressão constante. Costumam desaparecer com o crescimento natural, sem necessidade de intervenção. Já as unhas amareladas ou escurecidas chamam mais atenção por estarem relacionadas a infecções fúngicas, uso prolongado de esmaltes escuros sem intervalos ou, em alguns casos, a doenças respiratórias e metabólicas. Manchas escuras irregulares, especialmente quando surgem em apenas uma unha e não têm explicação evidente, precisam de avaliação dermatológica.

A coloração também pode indicar alterações na circulação. Unhas muito pálidas, azuladas ou arroxeadas podem estar associadas a problemas de oxigenação do sangue, anemia ou condições vasculares. Em paralelo, unhas com ondulações, sulcos ou depressões podem surgir com o envelhecimento, mas também após infecções, períodos de estresse importante ou alterações hormonais. O contexto geral de saúde, o tempo de duração e a presença de outros sintomas ajudam a diferenciar situações pontuais de quadros que merecem investigação.

Como cuidar delas para apoiar a saúde do organismo

Os cuidados diários têm papel relevante para manter unhas saudáveis e reduzir o risco de alterações. Uma rotina simples, aliada a hábitos equilibrados, costuma fazer diferença na aparência e na resistência. Profissionais de saúde frequentemente destacam a importância de olhar para o corpo como um todo, e não apenas para a região das mãos e dos pés.

  1. Alimentação variada: incluir fontes de proteínas, ferro, zinco e vitaminas do complexo B ajuda na formação da queratina.
  2. Hidratação adequada: água em quantidade suficiente contribui para o bom funcionamento do organismo, inclusive da circulação periférica.
  3. Proteção contra produtos químicos: o uso de luvas em tarefas domésticas reduz o contato direto com detergentes e solventes.
  4. Pausas no uso de esmaltes: intervalos regulares permitem que a unha respire e facilita a observação de eventuais mudanças.
  5. Corte e higiene regulares: manter as unhas limpas, secas e em formato adequado reduz o risco de micoses e traumas.

Além disso, a atenção a alguns sinais de alerta pode orientar a busca por ajuda especializada. Entre eles, estão alterações que duram meses, surgimento de dor, inflamação ao redor da unha, mudança rápida de formato ou coloração muito escura sem causa identificável. Nessas situações, a avaliação de um profissional de saúde, especialmente o dermatologista, contribui para o diagnóstico correto e para a escolha do tratamento adequado.

Quando elas indicam que algo pode estar em desequilíbrio?

Elas funcionam como um painel visível de processos internos que, muitas vezes, passam despercebidos. Embora não substituam exames laboratoriais, ajudam a perceber quando o organismo pede atenção. Mudanças sutis, repetidas ao longo do tempo, podem sinalizar desde simples carências alimentares até alterações sistêmicas que exigem acompanhamento mais próximo.

Ao observar a relação entre alterações nas unhas e o estado geral de saúde, torna-se possível adotar uma postura de cuidado mais ampla. Pequenos sinais nas mãos e nos pés podem motivar ajustes na rotina, como melhorar a alimentação, rever o uso de produtos químicos ou marcar uma consulta. Dessa forma, as unhas deixam de ser encaradas apenas como detalhe estético e passam a integrar a atenção ao bem-estar global do organismo.

FAQ – Perguntas frequentes sobre cuidados com a saúde e as unhas

1. Unhas roídas podem prejudicar a saúde geral?
Em suma, o hábito de roer unhas pode favorecer a entrada de bactérias e vírus na boca, aumentando o risco de infecções, além de causar pequenas feridas ao redor das unhas. Entretanto, muitas pessoas subestimam esse comportamento por considerá‑lo apenas estético. Portanto, buscar estratégias para controlar a ansiedade, como terapia ou técnicas de respiração, e manter as mãos ocupadas com alternativas saudáveis pode ajudar a proteger tanto a saúde das unhas quanto a do organismo como um todo.

2. O uso frequente de alongamentos e unhas de gel interfere na saúde das unhas?
Alongamentos, unhas de gel e outras técnicas podem enfraquecer a lâmina ungueal quando usados continuamente, especialmente se a retirada for agressiva. Entretanto, quando realizados com profissionais qualificados, com intervalos de descanso e higienização adequada, o impacto tende a ser menor. Então, é recomendável alternar períodos com e sem alongamento, observar qualquer mudança de cor ou dor e, em caso de dúvida, procurar um dermatologista para avaliação.

3. Atividade física pode influenciar na saúde das unhas?
A prática regular de atividade física favorece a circulação sanguínea, o que beneficia também a nutrição delas. Entretanto, em alguns esportes, como corrida ou futebol, traumas repetidos nos pés podem causar manchas, descolamento e deformações nas unhas. Portanto, usar calçados adequados, meias que reduzam o atrito e ajustar a intensidade do exercício ajuda a proteger as unhas, mantendo ao mesmo tempo os benefícios gerais da atividade física para o organismo.

4. O uso de suplementos para fortalecer unhas é sempre necessário?
Suplementos só devem ser usados quando há indicação profissional, após avaliação de possíveis carências nutricionais. Entretanto, muitas pessoas recorrem a vitaminas por conta própria, o que pode ser desnecessário ou até prejudicial em alguns casos. Portanto, o ideal é priorizar uma alimentação variada, exames quando indicados e orientação médica ou de nutricionista antes de iniciar qualquer suplementação específica para unhas e saúde geral.

5. Estresse emocional pode afetar a aparência das unhas?
O estresse prolongado pode interferir em processos hormonais e na circulação, impactando o crescimento e a qualidade das unhas. Entretanto, os efeitos nem sempre aparecem de forma imediata, podendo se manifestar como ondulações, crescimento mais lento ou hábitos como roer unhas. Então, investir em estratégias de manejo do estresse, como sono adequado, exercícios e apoio psicológico quando necessário, contribui tanto para o equilíbrio emocional quanto para a saúde das unhas.

6. Existe relação entre qualidade do sono e saúde das unhas?
O sono adequado é essencial para a regeneração dos tecidos, inclusive da matriz das unhas, onde ocorre sua formação. Entretanto, noites mal dormidas de forma contínua podem favorecer desequilíbrios hormonais e imunológicos, refletindo indiretamente na resistência das unhas. Portanto, manter uma rotina de sono regular, com ambiente adequado e horários consistentes, é uma medida simples que apoia não só as unhas, como todo o organismo.

7. Beber pouca água pode deixar as unhas mais frágeis?
Em suma, a hidratação insuficiente compromete o funcionamento de diversos sistemas, o que inclui a circulação periférica e o equilíbrio da pele e anexos, como as unhas. Entretanto, a fraqueza das unhas quase sempre resulta de um conjunto de fatores, não apenas da ingestão de água. Então, além de beber líquidos ao longo do dia, é importante associar uma alimentação equilibrada e cuidados externos, como uso de cremes hidratantes nas mãos e cutículas.

8. Quem tem doenças crônicas precisa de cuidados especiais com as unhas?
Pessoas com doenças crônicas, como diabetes, problemas vasculares ou doenças autoimunes, devem redobrar a atenção às unhas, principalmente dos pés. Entretanto, isso não significa que todas as alterações sejam graves, mas que qualquer mudança persistente merece avaliação. Portanto, inspeccionar regularmente mãos e pés, evitar cortar as unhas muito curtas, não remover cutículas agressivamente e manter acompanhamento médico são medidas importantes para prevenir complicações.

9. Há diferença entre os cuidados com as unhas das mãos e dos pés?
Em suma, a base dos cuidados é semelhante, mas as unhas dos pés ficam mais sujeitas a pressão, atrito e umidade em calçados fechados. Entretanto, muitas pessoas cuidam mais das mãos e esquecem os pés, o que aumenta o risco de micoses, encravamentos e traumas. Então, é fundamental secar bem entre os dedos, usar meias limpas, escolher sapatos com espaço adequado e manter cortes retos nas unhas dos pés para evitar problemas.

10. A idade influencia na saúde das unhas?
Com o passar dos anos é comum que as unhas se tornem mais secas, finas ou apresentem pequenas estrias, reflexo natural do envelhecimento. Entretanto, mudanças muito bruscas ou associadas a outros sintomas não devem ser atribuídas apenas à idade. Portanto, acompanhar essas alterações, manter boa alimentação, hidratação da pele ao redor e consultar um profissional quando algo foge do padrão ajuda a diferenciar sinais normais de possíveis problemas de saúde.

Tags: carências nutricionaisproblemas de saúdesaúdesintomasunhas
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