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Tratamento ancestral chinês surge como alternativa para combater a calvície androgenética

Por Lara
15/02/2026
Em Estética
Créditos: depositphotos.com / PippiLongstocking

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A busca por alternativas para tratar a calvície androgenética tem levado a um novo olhar sobre o Polygonum multiflorum, uma raiz amplamente utilizada na medicina tradicional chinesa. Conhecida há séculos por sua associação com cabelos mais fortes e escuros, a planta voltou ao centro das atenções após estudos recentes sugerirem um possível papel na regeneração capilar. Em um cenário em que muitos pacientes se preocupam com os efeitos de tratamentos convencionais, essa erva começa a ser avaliada como opção complementar.

A alopecia androgenética é considerada a forma mais comum de queda de cabelo em homens e mulheres em todo o mundo. Os tratamentos consagrados, como finasterida e minoxidil, continuam sendo os principais recursos prescritos, mas nem sempre são bem tolerados por todos. Diante disso, cresce o interesse por abordagens que unam tradição e evidência científica, especialmente quando envolvem compostos de origem vegetal com potencial para modular diversos mecanismos biológicos ao mesmo tempo.

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O que é a calvície androgenética e por que ela ocorre?

A calvície androgenética, também chamada de alopecia androgenética, está ligada principalmente à ação de hormônios androgênicos sobre os folículos pilosos. Com o tempo, esses folículos tendem a se miniaturizar, produzindo fios cada vez mais finos, curtos e claros, até que a área afetada passa a apresentar falhas evidentes. Esse processo é gradual e pode começar em diferentes faixas etárias, afetando a autoestima e o bem-estar social de muitas pessoas.

O hormônio mais associado a esse quadro é a di-hidrotestosterona (DHT), derivada da testosterona. Em indivíduos com predisposição genética, a DHT interage com receptores presentes nos folículos do couro cabeludo, alterando o ciclo de crescimento dos fios. Em vez de permanecerem por anos na fase de crescimento, os cabelos entram mais rapidamente em fases de repouso e queda. A combinação entre fatores hormonais, hereditários e, em alguns casos, ambientais, ajuda a explicar por que a calvície androgenética é tão prevalente.

Polygonum multiflorum para calvície: como essa raiz pode atuar nos fios?

O Polygonum multiflorum, conhecido em muitos textos como uma erva capaz de “nutrir o cabelo”, vem sendo investigado por sua possível atuação em diferentes pontos do ciclo capilar. De acordo com revisões científicas recentes, extratos dessa planta parecem interferir na ação da DHT, ajudando a reduzir o impacto desse hormônio sobre os folículos. Essa modulação hormonal é um dos motivos pelos quais a raiz tem sido mencionada como potencial aliada no manejo da calvície androgenética.

Além da relação com a DHT, estudos laboratoriais sugerem que o Polygonum multiflorum possa proteger as células do folículo contra a morte celular precoce. Pesquisadores também apontam que a planta pode ativar sistemas de sinalização importantes, como as vias Wnt e Shh, conhecidos por participar da regulação do crescimento capilar. Outro aspecto frequentemente citado é a melhora da circulação sanguínea local, favorecendo a chegada de oxigênio e nutrientes ao couro cabeludo, condição essencial para a manutenção e recuperação dos fios.

  • Possível redução da influência da DHT nos folículos pilosos;
  • Apoio à sobrevivência das células do folículo capilar;
  • Estimulação de vias de crescimento como Wnt e Shh;
  • Melhora do fluxo sanguíneo no couro cabeludo;
  • Ação combinada sobre múltiplos mecanismos biológicos.

Em que o Polygonum multiflorum se diferencia dos tratamentos clássicos?

Os tratamentos clássicos para alopecia androgenética, como finasterida e minoxidil, costumam atuar em alvos específicos: a finasterida inibe a produção de DHT, enquanto o minoxidil é conhecido por estimular a vascularização e prolongar a fase de crescimento dos fios. Já o Polygonum multiflorum tem sido descrito como uma abordagem de “múltiplos alvos”, atuando simultaneamente em processos hormonais, celulares e circulatórios, o que poderia favorecer não apenas a desaceleração da queda, mas também a regeneração capilar.

Pesquisadores destacam que, quando a raiz é preparada de acordo com métodos tradicionais — geralmente passando por etapas de processamento específicas —, o perfil de segurança tende a ser mais favorável. Esse cuidado no preparo é considerado essencial para reduzir compostos que possam sobrecarregar o organismo. É nesse contexto que muitos pacientes interessados em terapias mais “holísticas” têm considerado o uso da planta como complemento, especialmente aqueles preocupados com reações adversas relatadas com o uso prolongado de medicamentos convencionais.

  1. Identificar a causa da queda de cabelo com um profissional de saúde;
  2. Avaliar terapias consagradas, como finasterida e minoxidil;
  3. Discutir a possibilidade de incluir Polygonum multiflorum como complemento;
  4. Observar a forma de preparo e a origem do produto à base da planta;
  5. Acompanhar resultados e possíveis reações com monitoramento médico.

Quais são os próximos passos da pesquisa sobre essa planta?

Apesar do interesse crescente, estudiosos ressaltam que ainda faltam ensaios clínicos robustos em humanos para definir com precisão a eficácia e a melhor forma de uso do Polygonum multiflorum na calvície androgenética. A maior parte dos dados disponíveis até 2025 vem de experimentos em laboratório, modelos animais e relatos clínicos com amostras relativamente pequenas. Por isso, a comunidade científica defende a realização de pesquisas controladas, com acompanhamento a longo prazo, para esclarecer benefícios, riscos e doses adequadas.

Mesmo com essas lacunas, o resgate de registros antigos da fitoterapia chinesa, combinado à biologia moderna, tem despertado interesse na integração entre conhecimento tradicional e medicina baseada em evidências. Para quem enfrenta a alopecia androgenética, o avanço desses estudos pode representar, no futuro, mais uma opção terapêutica a ser considerada, sempre com orientação profissional e atenção à qualidade das substâncias utilizadas.

FAQ sobre calvície androgenética

1. A calvície androgenética tem cura definitiva?
Em suma, a calvície androgenética é considerada uma condição crônica e de base genética, o que significa que não há, até o momento, uma “cura” definitiva. Entretanto, existem tratamentos capazes de estabilizar o quadro e, em muitos casos, promover recuperação parcial dos fios. Portanto, o objetivo do tratamento é controlar a progressão e melhorar a densidade capilar, e não reverter totalmente a predisposição genética.

2. Em que idade a calvície androgenética costuma começar?
Ela pode surgir desde o final da adolescência até a vida adulta madura. Em homens, é comum o início entre os 20 e 30 anos; em mulheres, muitas vezes fica mais evidente após os 30–40 anos, especialmente após alterações hormonais. Entretanto, a idade de início varia bastante conforme a herança familiar. Então, quem tem parentes de primeiro grau calvos precocemente deve ficar mais atento aos primeiros sinais.

3. Estresse pode piorar a calvície androgenética?
O estresse não é a causa principal da calvície androgenética, que é predominantemente genética e hormonal. Entretanto, ele pode agravar a queda de cabelo ao favorecer outros tipos de eflúvio (como o eflúvio telógeno), somando-se ao processo já em andamento. Portanto, estratégias de manejo do estresse e de cuidado global com a saúde podem ajudar a reduzir o impacto da queda em quem já tem predisposição.

4. Alimentação influencia na evolução da calvície?
A alimentação não muda o código genético nem bloqueia totalmente a ação da DHT, mas deficiências nutricionais podem enfraquecer os fios e acentuar a rarefação. Entretanto, uma dieta equilibrada em proteínas, ferro, zinco, vitaminas do complexo B e vitamina D tende a favorecer um ambiente mais saudável para o folículo. Portanto, corrigir carências nutricionais é um passo importante, especialmente quando associado aos tratamentos específicos para alopecia androgenética.

5. Quem tem calvície androgenética pode se beneficiar de tratamentos a laser ou LED (fototerapia capilar)?
Dispositivos de baixa intensidade, como laser e LED, vêm sendo estudados como terapia adjuvante para estimular o folículo e melhorar a circulação local. Os resultados, em parte dos pacientes, mostram aumento moderado da densidade capilar. Entretanto, esses métodos costumam funcionar melhor quando combinados com terapias consagradas (como finasterida, minoxidil ou abordagens fitoterápicas bem indicadas). Portanto, a fototerapia é vista mais como complemento do que como substituta dos tratamentos principais.

6. É possível prevenir a calvície androgenética antes que ela apareça?
Não há como impedir completamente uma predisposição genética, mas é possível intervir precocemente. Identificar os primeiros sinais (afinamento progressivo, aumento da visibilidade do couro cabeludo) e procurar um profissional ajuda a iniciar o tratamento numa fase em que os folículos ainda são viáveis. Entretanto, muitas pessoas só buscam ajuda quando a rarefação está avançada. Portanto, atenção aos antecedentes familiares e ao aparecimento de mudanças sutis nos fios é uma forma prática de “prevenção funcional”.

7. A calvície androgenética é diferente em homens e mulheres?
Em suma, o mecanismo hormonal básico é semelhante, mas o padrão clínico costuma ser distinto. Homens tendem a apresentar entradas e rarefação no topo da cabeça, enquanto mulheres frequentemente mantêm a linha frontal e mostram afinamento difuso, sobretudo na região central do couro cabeludo. Entretanto, ambas as formas compartilham a miniaturização progressiva dos folículos. Portanto, o diagnóstico e o plano terapêutico devem considerar as diferenças de padrão, hormônios e possíveis causas associadas em cada sexo.

8. Transplante capilar resolve a calvície androgenética?
O transplante capilar redistribui fios de áreas mais resistentes à ação da DHT (geralmente região occipital) para zonas calvas, melhorando muito a aparência. Entretanto, o procedimento não interrompe o processo da alopecia androgenética nas áreas ainda não transplantadas. Portanto, na maioria dos casos, é necessário manter tratamentos clínicos (medicações ou fitoterápicos) mesmo após o transplante, para preservar os fios nativos e prolongar o resultado cirúrgico.

9. O uso de boné ou capacete causa calvície?
O uso de bonés, chapéus ou capacetes não causa alopecia androgenética, pois não altera diretamente hormônios ou genética. Entretanto, o uso muito apertado e por longos períodos pode, em situações extremas, irritar o couro cabeludo ou agravar problemas de pele, o que indiretamente prejudica a saúde dos fios. Portanto, é adequado usar esses acessórios de forma confortável, manter o couro cabeludo limpo e não atribuir a eles a causa principal da calvície androgenética.

10. Quanto tempo, em média, leva para notar resultados nos tratamentos para calvície androgenética?
O ciclo capilar é lento, e a maioria dos tratamentos demora alguns meses para mostrar efeitos visíveis. Em geral, recomenda-se uma avaliação de resposta após 4 a 6 meses de uso contínuo, com resultados mais consolidados por volta de 12 meses. Entretanto, a resposta varia conforme o estágio da calvície, a adesão e a combinação terapêutica utilizada. Portanto, é importante alinhar expectativas com o profissional e compreender que a constância é essencial para avaliar o verdadeiro benefício de qualquer abordagem, seja medicamentosa ou baseada em plantas como o Polygonum multiflorum.

Tags: Alopecia AndrogenéticaandrogenéticacalvícieestéticaPolygonum multiflorumtratamento chinês
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