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Comer castanhas pode reduzir desejo por doces, diz pesquisa

Por Lara
24/02/2026
Em Curiosidades
Créditos: depositphotos.com / AntonMatyukha

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O consumo regular de castanhas e outras oleaginosas tem ganhado espaço nas discussões sobre alimentação equilibrada e controle da fome. Nozes, amêndoas, pistaches, avelãs, castanhas de caju, do Pará e de baru aparecem com frequência em lanches intermediários de quem busca maior saciedade ao longo do dia. Estudos recentes apontam que esse grupo de alimentos pode contribuir para reduzir a vontade de consumir doces e outros itens ultraprocessados.

Esses alimentos concentram gorduras consideradas benéficas, além de fibras e proteínas, o que ajuda a prolongar a sensação de estômago cheio. Quando usados em pequenas porções entre as principais refeições, tendem a modular o apetite, favorecendo escolhas mais equilibradas no almoço e no jantar. A chave, segundo nutricionistas, é a quantidade e o contexto da dieta, já que se tratam de alimentos calóricos.

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Castanhas para saciedade: como elas ajudam a controlar o apetite?

Pesquisas com grupos de voluntários mostram que a inclusão diária de porções moderadas de castanhas em lanches intermediários pode reduzir o desejo por alimentos açucarados, como balas, bolos e sorvetes. Essa resposta ocorre por diferentes mecanismos fisiológicos.

Entre eles, destaca-se a atuação de hormônios relacionados à fome e à saciedade, como leptina e grelina. Quando a alimentação inclui fontes de gordura boa, proteína e fibras, o organismo tende a liberar sinais de saciedade de forma mais consistente. As castanhas também exigem mastigação mais lenta, o que aumenta o tempo da refeição e contribui para que o cérebro registre melhor o momento em que já houve ingestão suficiente.

Quais são os principais benefícios das castanhas para saciedade?

O efeito das castanhas no controle do apetite está ligado à combinação de nutrientes presentes nesses alimentos. Em geral, elas fornecem:

  • Gorduras mono e poli-insaturadas, que colaboram com a saúde cardiovascular;
  • Fibras, que retardam o esvaziamento gástrico e prolongam a sensação de satisfação;
  • Proteínas, importantes para manutenção de massa muscular e para estabilidade da fome;
  • Vitaminas e minerais com funções antioxidantes e reguladoras do metabolismo.

Cada tipo de oleaginosa tem pontos fortes específicos. Entre os exemplos mais comuns:

  • Amêndoas: destacam-se pela boa quantidade de fibras, além de cálcio e zinco, nutrientes importantes para ossos e sistema imunológico.
  • Amendoim: apesar de pertencer ao grupo das leguminosas, costuma ser incluído no mesmo universo das castanhas. É rico em proteína e apresenta arranjo variado de ácidos graxos.
  • Avelãs: fornecem potássio, magnésio, vitaminas do complexo B e vitamina E, além de gorduras monoinsaturadas.
  • Castanha de baru: típica do Cerrado brasileiro, concentra zinco, ferro e potássio, além de compostos fenólicos com ação antioxidante.
  • Castanha de caju: nativa do Nordeste, traz gorduras benéficas e magnésio, mineral associado ao bom funcionamento muscular e neurológico.
  • Castanha-do-Pará (ou do Brasil): é conhecida pela alta presença de selênio, mineral ligado à proteção da tireoide e de estruturas cerebrais.
  • Nozes: são uma das fontes vegetais de ômega-3, gordura com reconhecida ação anti-inflamatória.
  • Pistache: oferece fibras e costuma ser utilizado em preparações doces e salgadas, o que amplia as formas de consumo.

Como usá-las nos lanches sem exagerar nas calorias?

Embora as castanhas para saciedade sejam aliadas na organização alimentar, elas apresentam alta densidade energética. Isso significa que pequenas porções concentram muitas calorias. Por esse motivo, profissionais de saúde costumam sugerir quantidades em torno de 20 a 30 gramas por dia, o que equivale aproximadamente a um punhado pequeno.

Uma estratégia prática é montar um mix com diferentes tipos de oleaginosas e separar em porções individuais, já pesadas em balança doméstica. Essa divisão ajuda a evitar o consumo direto do pacote, que tende a ultrapassar o necessário. Além disso, versões salgadas em excesso podem elevar a ingestão de sódio, tema relevante em um país com alta prevalência de hipertensão.

  1. Definir a quantidade diária recomendada com um profissional de saúde.
  2. Escolher castanhas sem adição de açúcar e com pouco sal.
  3. Montar porções de 20–30 g em potes ou saquinhos.
  4. Usar essas porções como lanches entre o café da manhã, o almoço e o jantar, quando houver necessidade.

Os lanches com castanhas são indicados para todas as pessoas?

O uso de castanhas para saciedade em lanches intermediários pode ser útil para quem sente fome em intervalos curtos, para pessoas com rotina intensa ou para quem precisa evitar grandes períodos em jejum por questões gastrointestinais. A literatura científica aponta que pequenos lanches entre as refeições principais podem reduzir exageros alimentares posteriores e colaborar com a disposição ao longo do dia.

Por outro lado, há indivíduos que se adaptam bem a um padrão de três refeições diárias, sem lanches. Nesses casos, incluir castanhas só faria sentido se houvesse um ajuste no total de calorias e nutrientes. Também é importante considerar alergias alimentares, condições metabólicas específicas e metas de peso. O acompanhamento com nutricionista ou médico é indicado para avaliar a melhor forma de inserção das oleaginosas na rotina.

Com planejamento e atenção às porções, as castanhas se tornam uma opção prática para lanches rápidos, ajudando no controle da fome, na qualidade da dieta e na oferta de nutrientes importantes para o organismo. A combinação de variedade, moderação e regularidade tende a ser o ponto central para aproveitar o potencial das oleaginosas na alimentação diária.

FAQ sobre oleaginosas na dieta

1. Oleaginosas engordam mesmo em pequenas quantidades?
Oleaginosas são calóricas, mas isso não significa que engordem automaticamente. O que determina ganho de peso é o excesso calórico ao longo do dia. Pequenas porções bem planejadas podem até ajudar no controle da fome e evitar beliscos em excesso. Entretanto, quando consumidas “no olho”, sem atenção à quantidade, é comum ultrapassar a necessidade diária. Portanto, o ideal é medir as porções e encaixá-las dentro do seu plano alimentar.

2. É melhor consumir castanhas cruas, torradas ou caramelizadas?
Em suma, versões cruas ou apenas torradas e sem açúcar costumam ser as mais interessantes do ponto de vista nutricional. A torra leve pode até melhorar o sabor e a crocância, sem grandes perdas de nutrientes. Entretanto, versões fritas, muito salgadas ou caramelizadas aumentam o teor de gordura ruim, sódio e açúcar. Portanto, ao escolher, dê preferência às opções naturais, tostadas a seco e sem coberturas doces ou salgadas em excesso.

3. Pessoas com diabetes podem incluir oleaginosas na rotina?
Oleaginosas podem ser boas aliadas para pessoas com diabetes, pois têm baixo teor de carboidratos e ajudam na saciedade. Elas também podem contribuir para um melhor controle glicêmico quando substituem lanches ricos em açúcar e farinha refinada. Entretanto, a quantidade ainda precisa ser controlada, já que o total de calorias impacta o peso corporal, fator importante no manejo do diabetes. Portanto, é recomendável que o diabético ajuste o consumo com apoio de um profissional de saúde.

4. Oleaginosas podem ajudar na saúde do coração?
Em suma, sim, várias evidências associam o consumo regular de oleaginosas à melhora de marcadores de saúde cardiovascular. Elas fornecem gorduras mono e poli-insaturadas, que auxiliam na redução do LDL-colesterol e na proteção dos vasos sanguíneos. Entretanto, esse efeito depende de um padrão alimentar globalmente saudável, não apenas de um alimento isolado. Portanto, as castanhas devem ser vistas como parte de um conjunto de hábitos benéficos, como atividade física e menor consumo de ultraprocessados.

5. Há melhor horário do dia para consumir castanhas?
Não existe um horário “obrigatório” para consumir oleaginosas, mas elas costumam funcionar bem entre as refeições ou associadas a frutas, iogurtes e vitaminas. Isso porque ajudam a modular a fome e a manter a energia estável. Entretanto, para algumas pessoas, comer castanhas muito tarde da noite pode representar um excesso calórico desnecessário, principalmente se o restante do dia já foi mais pesado. Portanto, vale ajustar o horário de acordo com sua rotina, fome real e orientação profissional.

6. Crianças podem comer castanhas com segurança?
Crianças podem se beneficiar dos nutrientes das oleaginosas, desde que respeitada a faixa etária e os cuidados com alergias e risco de engasgo. Em bebês e crianças pequenas, é fundamental oferecer as castanhas trituradas, em forma de pasta ou farinha, nunca em pedaços inteiros. Entretanto, histórico familiar de alergias alimentares exige atenção redobrada e, em alguns casos, avaliação prévia com pediatra ou alergista. Portanto, a introdução deve ser gradual, observando reações e priorizando a segurança.

7. Oleaginosas são indicadas para quem pratica atividade física?
Em suma, sim, elas podem ser uma boa opção de lanche pré ou pós-treino leve a moderado, especialmente quando combinadas com uma fonte de carboidrato, como frutas. Fornecem energia, gorduras boas e um pouco de proteína, o que ajuda na recuperação e na saciedade. Entretanto, para treinos muito intensos ou atletas, pode ser necessário um planejamento mais detalhado do timing e da quantidade de carboidratos. Portanto, é interessante ajustar o uso de castanhas conforme o tipo, a duração do exercício e os objetivos individuais.

8. Como armazenar castanhas para preservar nutrientes e sabor?
O ideal é guardar oleaginosas em recipientes bem fechados, ao abrigo de luz, calor e umidade, preferencialmente em local fresco ou até na geladeira. Isso ajuda a evitar que as gorduras se oxidem e fiquem rançosas, comprometendo sabor e qualidade. Entretanto, deixá-las abertas em potes destampados ou próximos ao fogão favorece a perda de crocância e a deterioração. Portanto, organize pequenas porções em potes ou saquinhos fechados, consumindo-as dentro do prazo indicado na embalagem.

Tags: alimentaçãocastanhasCuriosidadesdocesoleaginosassobremesas
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