Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Saúde

Sintomas do câncer de pele que exigem atenção e não podem ser ignorados

Por Lucas
25/02/2026
Em Saúde
Sintomas do câncer de pele que exigem atenção e não podem ser ignorados

Créditos: depositphotos.com / ruslanchik

EnviarCompartilharCompartilharEnviar

O câncer de pele não melanoma é atualmente a forma mais frequente de câncer no Brasil e costuma estar diretamente relacionado à exposição ao sol ao longo da vida. Entretanto, muita gente ainda subestima esse risco diário. Apesar de, em geral, apresentar menor mortalidade do que o melanoma, esse tipo de tumor pode causar deformidades, comprometer funções importantes (como fechar o olho ou movimentar o lábio) e exigir cirurgias amplas quando não é identificado em fases iniciais. Portanto, reconhecer mudanças na pele e buscar avaliação especializada são etapas centrais na prevenção de complicações e na preservação da qualidade de vida.

Na prática, muitas pessoas tendem a minimizar pequenas alterações, como uma mancha nova ou uma ferida que demora a cicatrizar. Em suma, esses sinais costumam ser vistos como algo simples, ligado ao atrito da roupa, à idade ou a traumas do dia a dia. Entretanto, a orientação de especialistas é clara: qualquer modificação persistente na superfície da pele, principalmente em áreas muito expostas ao sol, merece observação cuidadosa e, se necessário, investigação por um profissional de saúde. Portanto, não espere “ver se melhora sozinho” por muitos meses, pois esse atraso pode tornar o tratamento mais complexo.

Leia Também

Pesquisa de Havard revela os tipos de câncer que mais crescem em jovens

Pesquisa de Havard revela os tipos de câncer que mais crescem em jovens

25/02/2026
Quanto tempo o arroz pode ficar na geladeira sem estragar?

Quanto tempo o arroz pode ficar na geladeira sem estragar?

25/02/2026
Metabolismo pode influenciar até 30% dos casos de depressão

Metabolismo pode influenciar até 30% dos casos de depressão

25/02/2026
Afinal, goiaba prende ou solta o intestino? Descubra!

Afinal, goiaba prende ou solta o intestino? Descubra!

25/02/2026

Câncer de pele não melanoma: o que é e quais são os tipos mais comuns?

A expressão câncer de pele não melanoma abrange principalmente dois tumores: o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. Juntos, eles representam a grande maioria dos casos de câncer cutâneo no país. O carcinoma basocelular costuma se manifestar de forma mais lenta, geralmente como uma lesão perolada ou rosada, por vezes brilhante, que pode sangrar com facilidade. Entretanto, mesmo crescendo devagar, ele pode invadir estruturas vizinhas, como cartilagem do nariz ou pálpebras, quando não tratado. Já o carcinoma espinocelular tende a ter um comportamento um pouco mais agressivo, podendo formar placas espessas, avermelhadas, com crostas ou aspecto verrucoso e, em casos avançados, alcançar linfonodos e outros órgãos.

Um ponto importante é que muitas dessas alterações começam discretas, às vezes apenas como uma “pintinha” ou área áspera, pouco perceptível a olho nu, mas facilmente sentida ao passar a mão. Em pessoas de pele clara, trabalhadores ao ar livre, indivíduos com histórico familiar de câncer de pele ou usuários crônicos de cabines de bronzeamento, essas lesões iniciais merecem atenção redobrada. Portanto, criar o hábito de observar a própria pele faz diferença. Em suma, o diagnóstico em fase precoce permite tratamentos menos invasivos, recuperação mais rápida e melhores resultados estéticos, diminuindo cicatrizes e tempo de afastamento de atividades diárias.

Quais são os principais sinais de câncer de pele não melanoma?

Entre os sinais mais associados ao câncer de pele não melanoma, destacam-se as feridas que não cicatrizam e as áreas de pele que mudam de aspecto ao longo do tempo. Uma lesão que permanece aberta por mais de duas a quatro semanas, com sangramento recorrente, crostas persistentes ou secreção, deve ser avaliada por um dermatologista. Portanto, não ignore feridas “teimosas”, mesmo que pequenas. Isso vale também para manchas que crescem, mudam de cor, ficam mais endurecidas ou passam a doer e coçar sem motivo aparente, pois essas mudanças podem indicar transformação da lesão.

Outra manifestação comum é a presença de regiões ásperas e descamativas, conhecidas como queratoses actínicas, consideradas lesões pré-cancerígenas em muitos protocolos. Em suma, essas áreas podem ser mais sentidas do que vistas, especialmente em dorso das mãos, couro cabeludo em pessoas com pouco cabelo, orelhas e rosto. Em fases mais avançadas, podem surgir nódulos mais elevados, ulcerados, com bordas endurecidas e aumento progressivo da área afetada. Portanto, qualquer alteração que mostre crescimento contínuo merece investigação cuidadosa.

  • Ferida que não cicatriza por semanas
  • Mancha ou “pinta” que aumenta de tamanho
  • Área áspera, descamativa ou com crostas
  • Lesão que sangra com facilidade ou dói ao toque
  • Alteração recente em mancha antiga

Como reduzir o risco de câncer de pele não melanoma no dia a dia?

A principal estratégia para diminuir o risco de câncer de pele não melanoma é limitar o dano causado pela radiação ultravioleta ao longo da vida. Estudos atuais indicam que a maior parte dos casos está relacionada à exposição solar acumulada, com destaque para queimaduras repetidas na infância e na adolescência. Entretanto, mesmo quem já se expôs muito ao sol no passado ainda se beneficia de cuidados adotados hoje. Em suma, medidas de proteção a partir da idade adulta ainda têm impacto importante na redução de novos danos e na prevenção de lesões pré-cancerígenas.

Diretrizes internacionais e brasileiras reforçam alguns hábitos considerados centrais:

  1. Evitar sol intenso nos horários de pico: preferir sombra entre 10h e 16h, quando a radiação UV costuma ser mais forte. Portanto, sempre que possível, programe atividades ao ar livre para o início da manhã ou fim da tarde.
  2. Usar barreiras físicas: chapéus de abas largas, roupas de tecido fechado, bonés, óculos com proteção UV e, quando possível, roupas com fator de proteção ultravioleta. Em suma, essas barreiras atuam como primeira linha de defesa, principalmente em crianças e trabalhadores ao ar livre.
  3. Aplicar protetor solar diariamente: escolher produtos com FPS 30 ou maior, aplicar em quantidade adequada e reaplicar a cada duas ou três horas, principalmente em praias, piscinas ou atividades ao ar livre. Portanto, não use o protetor apenas em dias de sol forte; mesmo em dias nublados, a radiação ultravioleta ainda chega à pele.
  4. Observar a própria pele: reservar alguns minutos, periodicamente, para examinar mãos, braços, rosto, tronco, costas e couro cabeludo, solicitando ajuda para áreas de difícil visualização. Em suma, esse autoexame simples facilita a detecção precoce de lesões suspeitas.
  5. Consultar especialistas regularmente: especialmente pessoas de pele clara, com muitas pintas, histórico de queimaduras intensas ou de câncer de pele na família. Portanto, consultas preventivas com dermatologista complementam o cuidado diário e permitem acompanhamento individualizado.

Quando procurar atendimento e como é feito o diagnóstico?

A recomendação geral é buscar avaliação profissional sempre que surgir uma lesão nova que não desaparece, uma ferida que não cicatriza, uma região da pele que sangra com facilidade ou qualquer área que apresente crescimento progressivo. Então, ao notar algo fora do padrão habitual da sua pele, registre fotos com datas, se possível, para ajudar o médico a avaliar a evolução. O dermatologista costuma iniciar a análise por meio de exame clínico detalhado e, quando necessário, utiliza a dermatoscopia, que permite visualizar estruturas internas da lesão com maior precisão e aumenta a segurança na decisão de biopsiar ou acompanhar.

Caso haja suspeita de câncer de pele não melanoma, o passo seguinte costuma ser a biópsia, procedimento em que um pequeno fragmento de tecido é retirado para estudo microscópico. Em suma, esse exame confirma o diagnóstico e orienta a escolha do tratamento. A partir do laudo, o tratamento é definido, variando desde cirurgias simples até técnicas mais específicas, como cirurgia micrográfica, crioterapia, uso de medicamentos tópicos ou terapias combinadas, conforme o tipo e a extensão do tumor. Portanto, quanto mais cedo o diagnóstico ocorre, maior a chance de preservar a função e a aparência da área tratada, reduzindo o impacto na rotina da pessoa e evitando procedimentos mais extensos no futuro.

FAQ – Perguntas frequentes sobre câncer de pele não melanoma

1. Quem tem pele negra também pode ter câncer de pele não melanoma?
Sim. Em suma, pessoas com pele negra apresentam maior proteção natural contra os raios UV, mas não estão livres do câncer de pele. Nesses casos, as lesões muitas vezes surgem em áreas menos expostas ao sol, como palmas das mãos, plantas dos pés e mucosas. Portanto, qualquer lesão persistente, mesmo em pele escura, deve ser avaliada.

2. Uso de cabine de bronzeamento aumenta o risco de câncer de pele?
Sim. Cabines de bronzeamento artificial emitem radiação ultravioleta intensa e aumentam o risco de câncer de pele não melanoma e melanoma. Portanto, diretrizes de saúde desencorajam completamente o uso dessas cabines, especialmente em jovens.

3. Crianças precisam usar protetor solar todos os dias?
Idealmente, sim, principalmente em regiões muito ensolaradas. Entretanto, abaixo de 6 meses de idade, a prioridade recai sobre barreiras físicas (roupas, chapéus, sombra), e o uso de protetor deve seguir orientação pediátrica. Em suma, proteger a pele desde cedo diminui o acúmulo de danos e reduz o risco de câncer no futuro.

4. Protetor solar com FPS alto dispensa o uso de chapéu e roupas?
Não. O protetor solar atua como uma das camadas de proteção, mas não como única estratégia. Portanto, combinar protetor com roupas adequadas, chapéus e óculos garante proteção mais completa, especialmente em exposição prolongada.

5. Toda lesão suspeita precisa de cirurgia?
Não necessariamente. Em suma, o tratamento depende do tipo de lesão, do tamanho, da localização e do estado de saúde geral da pessoa. Algumas lesões pré-cancerígenas respondem bem a crioterapia ou medicamentos tópicos. Entretanto, quando há confirmação de câncer de pele não melanoma, a remoção cirúrgica geralmente é o tratamento principal.

6. É possível voltar à rotina normal após o tratamento?
Na maioria dos casos, sim. Então, após o período de cicatrização e conforme a orientação do médico, a pessoa costuma retomar a rotina com poucos ajustes. Entretanto, a proteção solar rigorosa torna-se ainda mais importante, e o acompanhamento periódico com dermatologista passa a fazer parte do cuidado contínuo.

Tags: câncer de pelesaúdesinaissintomassintomas de câncer
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Quanto tempo é seguro deixar os eletrodomésticos sem funcionar?

25/02/2026

Entenda a diferença entre manteiga, margarina e creme vegetal

25/02/2026
Pesquisa de Havard revela os tipos de câncer que mais crescem em jovens

Pesquisa de Havard revela os tipos de câncer que mais crescem em jovens

25/02/2026
Quanto tempo o arroz pode ficar na geladeira sem estragar?

Quanto tempo o arroz pode ficar na geladeira sem estragar?

25/02/2026
Sintomas do câncer de pele que exigem atenção e não podem ser ignorados

Sintomas do câncer de pele que exigem atenção e não podem ser ignorados

25/02/2026
Metabolismo pode influenciar até 30% dos casos de depressão

Metabolismo pode influenciar até 30% dos casos de depressão

25/02/2026
  • Sample Page
Sem resultado
Veja todos os resultados