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Afinal, tomar colágeno realmente evita o aparecimento de rugas?

Por Lucas
27/02/2026
Em Saúde
Afinal, tomar colágeno realmente evita o aparecimento de rugas?

Créditos: depositphotos.com / VadimVasenin

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Tomar colágeno em cápsulas, pó ou bebidas prontas passou a fazer parte da rotina de quem deseja manter a pele com aparência mais jovem. A indústria de suplementos associa o produto a promessas de firmeza e redução de marcas do tempo, enquanto estudos recentes buscam entender o que realmente acontece no organismo. Em 2026, uma revisão científica publicada pela Academia de Oxford reuniu dados de pesquisas clínicas e trouxe uma visão mais clara sobre o impacto da suplementação na pele. Além disso, então, surgiram protocolos mais padronizados de doses e combinações com outros nutrientes, o que facilita a comparação entre resultados.

O colágeno já era conhecido por sua relação com elasticidade, sustentação e hidratação cutânea, mas ainda havia dúvidas sobre até onde esses efeitos se traduzem em mudanças visíveis. A revisão analisou resultados de meta-análises, que combinam vários estudos em um único painel de dados, somando milhares de participantes. Com isso, portanto, foi possível comparar diferentes tipos de colágeno, doses e períodos de uso, observando pontos de convergência e limitações metodológicas. Em suma, o conjunto de evidências indica um efeito real, embora moderado, que se expressa de maneira gradual ao longo dos meses.

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O que é colágeno e qual o papel dessa proteína na pele?

O colágeno é uma proteína estrutural que funciona como uma espécie de “armação” interna de tecidos como pele, cartilagens, tendões e ossos. Na pele, participa da formação de fibroblastos na derme, da renovação celular e da manutenção da firmeza. Também contribui para a resistência mecânica, ajuda na elasticidade e integra processos envolvidos na cicatrização e na coagulação sanguínea. Com o passar dos anos, entretanto, a produção natural dessa proteína diminui, e fatores externos podem acelerar esse processo.

Entre os elementos que interferem na quantidade e na qualidade das fibras de colágeno estão radiação ultravioleta, tabagismo, estresse oxidativo, alimentação desequilibrada e algumas condições de saúde. A partir dessa queda gradual, a pele tende a ficar mais fina, menos elástica e mais suscetível à flacidez. É nesse contexto que entram os suplementos, geralmente formulados com colágeno hidrolisado, peptídeos de colágeno e, em alguns casos, vitaminas e minerais associados à síntese dessa proteína. Portanto, quando alguém decide suplementar, o objetivo principal envolve fornecer matéria-prima e estímulo para que o próprio organismo volte a produzir uma matriz dérmica mais organizada.

Além disso, então, a forma hidrolisada e em peptídeos facilita a absorção intestinal, fazendo com que fragmentos específicos de colágeno circulem no sangue e alcancem a derme. Estudos de biodisponibilidade mostram que alguns desses peptídeos permanecem detectáveis por horas após a ingestão, o que, em tese, pode sinalizar para os fibroblastos aumentarem a síntese de colágeno, elastina e ácido hialurônico. Em suma, o papel do colágeno na pele envolve não apenas sustentação, mas também um suporte global à integridade e à renovação do tecido cutâneo.

Suplemento de colágeno melhora a pele?

A revisão publicada em 2026 aponta que a suplementação de colágeno apresenta impacto mensurável em aspectos como elasticidade e hidratação da pele, principalmente quando utilizada por períodos prolongados. Diversos estudos avaliados relataram melhora na firmeza e em parâmetros que indicam maior retenção de água na camada cutânea. Esses efeitos sugerem que a proteína ingerida, após ser digerida e absorvida em forma de pequenos peptídeos, pode estimular células da derme a produzir matriz extracelular. Portanto, em muitos casos, a pele ganha um aspecto mais “preenchido” e menos opaco.

Os autores também destacam que a intensidade dos resultados varia conforme a dose, o tipo de colágeno utilizado, a duração da suplementação e o perfil dos participantes, como idade e estado de saúde da pele no início. Em linhas gerais, os dados apontam para um suplemento que auxilia na qualidade global da pele, colaborando para uma aparência mais homogênea e com melhor tônus. No entanto, o efeito é gradual e depende de uso contínuo, além de não atuar isoladamente, já que hábitos diários influenciam de forma significativa o envelhecimento cutâneo.

  • Elasticidade: tendência de aumento em medições instrumentais após semanas ou meses de uso, sobretudo em protocolos que combinam colágeno com antioxidantes e vitamina C.
  • Hidratação: melhora em testes que avaliam o conteúdo de água na pele, o que se traduz, então, em menos sensação de ressecamento e em um viço discretamente maior.
  • Textura geral: relatos de pele com aspecto mais uniforme em alguns estudos clínicos, especialmente em indivíduos com pele fotoenvelhecida.

Em suma, a suplementação de colágeno tende a funcionar como um reforço interno, enquanto cremes, fotoproteção e procedimentos dermatológicos agem de fora para dentro. Portanto, quando a pessoa integra esses recursos, a chance de notar uma melhora visível aumenta, ainda que o colágeno, sozinho, não represente uma solução milagrosa.

Colágeno evita rugas ou reduz linhas profundas?

Um dos pontos mais discutidos na revisão científica é a relação entre suplemento de colágeno e rugas. As análises indicam que, apesar de melhorias em elasticidade e hidratação, as evidências não são suficientes para afirmar que o produto impede o surgimento de rugas profundas ou elimina marcas já instaladas. Alguns trabalhos apontam redução discreta na profundidade de linhas finas, mas os resultados não são uniformes, e há diferenças consideráveis na forma como as rugas são medidas entre os estudos.

Os pesquisadores chamam atenção para a complexidade do processo de formação de rugas. Além da perda de colágeno, entram em cena alterações na elastina, no ácido hialurônico, na gordura subcutânea e na própria arquitetura óssea facial. Fatores como exposição solar acumulada, poluição, sono irregular e consumo de cigarro também têm peso relevante. Dessa forma, o suplemento de colágeno pode contribuir para uma pele mais hidratada e com melhor suporte, sem ser classificado como tratamento específico para marcas profundas.

  1. Melhora da pele: associada principalmente a elasticidade e hidratação, o que, portanto, favorece um aspecto mais descansado.
  2. Linhas finas: alguns estudos registram pequenas reduções, com variação entre grupos e entre tipos de peptídeos utilizados.
  3. Rugas profundas: falta de evidência consistente para efeito relevante, principalmente quando se considera apenas o colágeno oral, sem procedimentos complementares.
  4. Métodos de avaliação: diferenças de aparelhos e escalas dificultam comparações diretas, o que, em suma, exige cautela ao interpretar promessas de marketing muito específicas.

Então, ao pensar em rugas, vale enxergar o colágeno como um aliado na qualidade da pele e não como substituto de tratamentos médicos, como toxina botulínica, bioestimuladores injetáveis e lasers. Entretanto, quando o suplemento entra como parte de um plano global, ele tende a colaborar para que esses outros procedimentos apresentem resultados mais harmônicos e duradouros.

Quais fatores influenciam os resultados do colágeno na pele?

A revisão destaca que a suplementação de colágeno não atua de forma isolada. Para interpretar os resultados, é necessário considerar o contexto de cada indivíduo. A mesma dose pode gerar respostas distintas em pessoas com níveis diferentes de exposição solar, padrões de alimentação ou histórico de tabagismo. Idade, presença de doenças crônicas e uso de medicamentos também podem interferir na forma como o organismo utiliza os aminoácidos derivados do colágeno ingerido.

Além disso, o tipo de produto utilizado varia bastante: há suplementos com combinações de peptídeos específicos, colágeno tipo I, tipo II, além de fórmulas associadas a vitamina C, zinco, cobre e outros nutrientes que participam da síntese de colágeno endógeno. Essa diversidade dificulta generalizações e exige leitura cuidadosa dos rótulos. Em ambientes clínicos, a indicação costuma ser individualizada, levando em conta expectativa realista de resultado e reforço de medidas já consolidadas para proteção da pele.

  • Uso regular de protetor solar de amplo espectro.
  • Evitar tabagismo e reduzir exposição a poluentes quando possível.
  • Alimentação rica em frutas, legumes, fontes de proteína e gorduras de boa qualidade.
  • Hidratação adequada e rotina de cuidados tópicos orientada por profissional.

Portanto, quem busca potencializar os resultados do colágeno deve, então, olhar para o estilo de vida como um todo. Em suma, sono de boa qualidade, controle do estresse, exercícios físicos e moderação no consumo de álcool se somam à suplementação e formam um cenário mais favorável à integridade da pele. Entretanto, sem esses pilares, o suplemento tende a oferecer benefícios mais discretos e, às vezes, abaixo da expectativa criada pela publicidade.

Qual o papel do colágeno dentro de uma rotina de cuidados com a pele?

Os dados atuais sugerem que o colágeno oral pode funcionar como um componente adicional numa estratégia mais ampla de cuidado com a pele. A suplementação tende a favorecer parâmetros internos, como firmeza e hidratação, enquanto medidas tópicas e comportamentais atuam diretamente sobre agressões externas. Assim, a proteína em cápsulas ou em pó se encaixa melhor como coadjuvante, e não como principal recurso para lidar com sinais avançados de envelhecimento.

Ao avaliar o uso de colágeno, a recomendação observada em protocolos científicos é priorizar a regularidade, o acompanhamento profissional e a combinação com hábitos considerados protetores. Dessa maneira, os benefícios observados em elasticidade e hidratação podem ser potencializados por um ambiente geral mais favorável à saúde da pele, mantendo expectativas alinhadas com as evidências disponíveis até 2026.

Em suma, então, quem deseja incluir o colágeno na rotina precisa enxergá-lo como investimento de médio e longo prazo, não como solução imediata. Portanto, alinhar dose, tipo de produto, horário de uso e associação com nutrientes sinérgicos (como vitamina C e antioxidantes) com um profissional de saúde aumenta a chance de uma resposta mais consistente. Entretanto, mesmo nas melhores condições, os resultados variam de pessoa para pessoa, e essa variabilidade precisa entrar na conta ao tomar decisões de consumo.


FAQ – Perguntas adicionais sobre suplementação de colágeno

1. Em quanto tempo o colágeno costuma mostrar resultados na pele?
Em geral, estudos clínicos observam mudanças mensuráveis a partir de 8 a 12 semanas de uso contínuo. Então, a maior parte das pessoas relata sensação de pele mais hidratada e com leve melhora no tônus após alguns meses, não em poucos dias.

2. Tomar colágeno em jejum faz diferença?
A absorção de peptídeos de colágeno ocorre bem tanto em jejum quanto com alimentos leves. Portanto, o mais importante envolve manter o uso diário, no horário que se encaixa melhor na rotina, e garantir uma alimentação com proteínas suficientes ao longo do dia.

3. Qual a diferença entre colágeno tipo I, tipo II e mistos para a pele?
O colágeno tipo I se relaciona mais diretamente à pele, cabelos e unhas, enquanto o tipo II aparece com frequência em suplementos para articulações. Então, para foco estético, fórmulas ricas em peptídeos de colágeno tipo I costumam ser preferidas, embora alguns produtos mistos também mostrem bons resultados.

4. Colágeno engorda ou aumenta a retenção de líquido?
Colágeno é fonte de proteína, com baixa quantidade de carboidratos e gorduras na maioria dos suplementos. Portanto, ele não engorda por si só; o ganho de peso só ocorre se o consumo calórico total do dia ultrapassar a necessidade individual. Em suma, quando bem ajustado na dieta, ele pode até ajudar na saciedade.

5. Pessoas veganas podem usar suplementos de colágeno?
O colágeno disponível atualmente vem, em geral, de fontes animais (bovina, suína ou marinha). Entretanto, existem “suplementos veganos para colágeno” que, na prática, fornecem aminoácidos, vitaminas e minerais que apoiam a produção natural de colágeno, sem conter a proteína em si. Então, para veganos, a estratégia foca em nutrientes precursores e em cuidados tópicos.

6. Colágeno em pó, cápsula ou bebida: qual é melhor?
Quando a formulação utiliza peptídeos bem padronizados, a diferença principal está na praticidade e na dose por porção. Em pó, muitas vezes, permite doses maiores em uma tomada; cápsulas oferecem conveniência; bebidas prontas podem conter combinações com outros ativos. Portanto, a escolha depende do estilo de vida, do custo e da orientação profissional.

7. É necessário fazer pausa no uso de colágeno?
Os estudos analisam, em grande parte, períodos contínuos de 3 a 12 meses. Não existe, até o momento, uma regra rígida de ciclos com pausas obrigatórias. Entretanto, acompanhar com um profissional permite reavaliar a necessidade do suplemento periodicamente, ajustar doses e, então, decidir se faz sentido manter, reduzir ou interromper.

Tags: colágenocomo evitarrugassaúde
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