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Protetor solar: entenda o que é FPS, UVA e muito mais

Por Lucas
09/03/2026
Em Saúde
Protetor solar: entenda o que é FPS, UVA e muito mais

Créditos: depositphotos.com / VitalikRadko

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Entre os itens de cuidado diário com a pele, o protetor solar ocupa um papel central. Mesmo assim, muitas pessoas ainda têm dúvidas ao se deparar com números, siglas e termos técnicos nas embalagens. Essas informações não estão ali por acaso: elas indicam o nível de defesa contra a radiação ultravioleta e orientam o uso correto do produto. Quanto melhor a leitura dessas indicações, mais fácil fica escolher uma fórmula realmente adequada à rotina e ao tipo de pele. Portanto, entender o que cada sigla significa se torna essencial para usar o protetor solar de forma estratégica e segura.

Em 2026, com o aumento da exposição a telas, lazer ao ar livre e altas temperaturas em várias regiões do país, especialistas em pele chamam atenção para um ponto: o uso do protetor não é restrito a dias de praia ou piscina. A radiação solar atravessa nuvens, janelas e vidros de carros. Além disso, a luz visível e a luz azul emitidas por dispositivos eletrônicos também contribuem para o envelhecimento precoce e para manchas em alguns tipos de pele sensíveis. Por isso, compreender rótulos, entender o que é FPS, conhecer a proteção contra UVA e identificar recursos como resistência à água se tornou um cuidado de saúde, e não apenas estético. Em suma, quem deseja prevenir rugas, manchas e câncer de pele precisa enxergar o protetor solar como parte da rotina, assim como escovar os dentes.

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O que é FPS no protetor solar e por que esse número importa?

A palavra-chave principal nesse tema é protetor solar, e um dos dados mais visíveis no rótulo é o FPS, sigla para Fator de Proteção Solar. Esse índice informa quanto o produto reduz a ação dos raios UVB, faixa de radiação relacionada principalmente às queimaduras, vermelhidão e desconforto após a exposição ao sol. De forma simplificada, quanto maior o FPS, maior é a proteção contra essa agressão imediata à pele. Entretanto, escolher o FPS mais alto possível sem considerar o tipo de pele e a frequência de reaplicação nem sempre traz o melhor custo-benefício.

Na prática, um protetor solar com FPS mais alto permite permanecer sob o sol por um tempo maior antes de ocorrer a queimadura, em comparação com a pele sem produto. No dia a dia, porém, essa conta teórica é influenciada por fatores como suor, atrito da roupa, quantidade aplicada e reaplicação. Então, duas pessoas que usam o mesmo FPS podem ter graus de proteção diferentes, dependendo de como passam o produto e de como se expõem ao sol. Por esse motivo, órgãos de saúde costumam recomendar FPS 30 ou mais para uso cotidiano, especialmente em um país tropical, com forte incidência solar durante praticamente o ano inteiro. Portanto, ao escolher o FPS, vale considerar se você fica mais em ambientes fechados ou ao ar livre, se pratica esportes e se tem pele muito clara ou com histórico de câncer de pele na família.

Protetor solar e proteção UVA: qual a diferença para UVB?

Além do FPS, um bom protetor solar precisa oferecer defesa contra outra faixa de radiação: os raios UVA. Eles penetram mais profundamente na pele e estão relacionados a alterações a longo prazo, como surgimento de manchas, perda de elasticidade e danos às células que podem favorecer o aparecimento de câncer de pele. Por não causarem vermelhidão imediata, muitas vezes passam despercebidos no dia a dia. Entretanto, esse tipo de radiação atua silenciosamente, acelerando o envelhecimento e somando danos ano após ano.

Para sinalizar essa defesa mais ampla, as embalagens costumam trazer termos como “amplo espectro” ou indicação específica de proteção UVA. Em alguns produtos, há símbolos, estrelas ou índices numéricos próprios para essa faixa de radiação, como PPD ou PA+, PA++ e assim por diante. Então, ao observar o rótulo, vale checar não só o FPS, mas também se existe menção clara à proteção contra UVA. Quando o rótulo traz apenas o FPS, sem referência à proteção UVA, a defesa contra esse tipo de raio pode ser limitada. Assim, buscar um protetor solar que traga claramente essa informação é uma estratégia importante para quem se preocupa não só com queimaduras, mas também com o impacto cumulativo do sol ao longo dos anos. Em suma, UVB costuma queimar, enquanto UVA envelhece e, portanto, ambos precisam ser bloqueados com um protetor solar completo.

Como escolher o melhor protetor solar para cada rotina?

A escolha do protetor solar não depende apenas do FPS. Outros detalhes fazem diferença na prática, especialmente em um país com climas variados e diferentes tipos de pele. Entre os critérios que costumam ser avaliados, estão a textura, o acabamento, o nível de oleosidade, a cor e a resistência à água ou ao suor. Cada combinação atende melhor a certos contextos, como trabalho em ambiente fechado, atividades ao ar livre ou práticas esportivas. Portanto, antes de comprar, vale refletir sobre como é o seu dia a dia e em quais momentos o protetor solar será aplicado.

De forma geral, alguns pontos costumam ser observados:

  • Tipo de pele: peles oleosas tendem a se adaptar melhor a fórmulas em gel, sérum ou “oil free”; peles secas podem se beneficiar de texturas mais cremosas. Então, testar pequenas quantidades e observar se o produto causa brilho excessivo, ressecamento ou espinhas ajuda na escolha. Em pele com acne, por exemplo, muitos profissionais recomendam protetor solar não comedogênico.
  • Rotina diária: quem permanece muitas horas em ambientes externos costuma precisar de FPS mais alto e maior resistência à água ou ao suor. Entretanto, mesmo em escritórios, a luz que entra pelas janelas e o tempo no deslocamento contam, então o uso regular continua relevante.
  • Preferência estética: há versões com cor, que ajudam a uniformizar o tom da pele, e opções incolores, mais discretas. Em suma, o melhor protetor solar é aquele que agrada na textura e na aparência, porque isso aumenta a chance de uso diário e reaplicação correta.
  • Sensibilidade: fórmulas específicas para peles sensíveis ou com tendência a alergias podem ser mais indicadas em alguns casos. Portanto, quem tem rosácea, melasma ou histórico de irritações deve dar preferência a produtos hipoalergênicos, sem perfume e com filtros físicos/minerais, conforme orientação profissional.

Protetor solar resistente à água protege mais?

A expressão “resistente à água” nos rótulos gera dúvidas frequentes. O termo indica que o protetor solar mantém parte significativa da proteção mesmo após contato com água ou transpiração, por um período determinado em testes de laboratório. Isso costuma ser útil em situações de praia, piscina, prática esportiva intensa ou em regiões muito quentes, onde o suor é constante. Então, quem pratica corrida, ciclismo ou esportes ao ar livre tende a se beneficiar mais dessas fórmulas.

No entanto, resistência não significa proteção permanente. Depois de nadar, suar em excesso ou secar o corpo com toalha, recomenda-se reaplicar o protetor solar para manter o nível de defesa inicialmente proposto. Em linhas gerais, algumas orientações são comuns entre profissionais de saúde:

  1. Aplicar o protetor solar em quantidade adequada, cobrindo de forma homogênea todas as áreas expostas. Portanto, usar pouco produto reduz bastante a eficácia, mesmo quando o FPS é alto.
  2. Passar o produto cerca de 15 a 30 minutos antes da exposição ao sol. Então, evitar aplicar já na areia ou na piscina ajuda o filtro a se fixar melhor na pele.
  3. Reaplicar a cada duas horas, ou em intervalos menores em caso de mergulho, suor intenso ou atrito constante. Em suma, a reaplicação garante que o protetor solar continue desempenhando a função de barreira contra os raios UV.
  4. Combinar o uso do protetor com outros cuidados, como chapéu, óculos escuros e roupas que bloqueiem parte da radiação. Portanto, enxergar a fotoproteção como um conjunto de medidas, e não como responsabilidade exclusiva do filtro, oferece uma proteção muito mais robusta.

Por que o uso diário de protetor solar é tão recomendado?

Quando o assunto é protetor solar, a orientação de uso diário está relacionada à soma dos efeitos do sol ao longo do tempo. Mesmo em dias nublados ou chuvosos, a radiação ultravioleta continua presente. A exposição repetida, ainda que em pequenas doses, contribui para alterações na estrutura da pele que podem aparecer anos depois, como rugas marcadas, manchas e lesões suspeitas. Então, quem deseja envelhecer com pele mais saudável e uniforme precisa considerar a fotoproteção como investimento em longo prazo.

Manter o hábito de aplicar o produto todos os dias, inclusive nas áreas frequentemente esquecidas — orelhas, pescoço, nuca, dorso das mãos —, é considerado um dos pilares da fotoproteção. Associado a consultas periódicas com profissionais habilitados e à observação de sinais na pele, o uso adequado do protetor solar se torna uma ferramenta relevante tanto para preservar a aparência quanto para auxiliar na prevenção de doenças relacionadas à exposição solar prolongada. Em suma, mais do que um cosmético, o protetor solar funciona como um aliado diário da saúde, ajudando a reduzir o risco de câncer de pele e a manter a pele com aspecto mais jovem por mais tempo.

FAQ – Perguntas frequentes sobre protetor solar

1. Protetor solar em spray protege tanto quanto o em creme?
Em geral, sim, desde que a aplicação ocorra em quantidade suficiente e de forma uniforme. Entretanto, o spray costuma gerar falhas quando a pessoa não espalha o produto com as mãos ou aplica muito rapidamente. Portanto, ao usar spray, borrife generosamente e, então, espalhe bem para cobrir toda a pele.

2. Quem tem pele negra também precisa usar protetor solar todos os dias?
Sim. Embora a pele negra tenha mais melanina e, portanto, maior proteção natural contra queimaduras, ainda pode sofrer com manchas, envelhecimento precoce e câncer de pele. Em suma, o protetor solar diário também faz parte do cuidado essencial para todos os tons de pele.

3. Protetor solar com cor realmente ajuda contra manchas?
Ajuda bastante, principalmente em melasma e manchas causadas por luz visível. Isso acontece porque o pigmento forma uma barreira adicional contra a luz. Portanto, para quem tem tendência a manchas, protetor solar com cor costuma ser uma boa estratégia complementar, sempre associado à reaplicação adequada.

4. Posso usar o mesmo protetor solar do corpo no rosto?
Pode, mas nem sempre essa opção agrada. Fórmulas corporais, em geral, têm textura mais pesada e podem deixar o rosto oleoso ou com brilho. Então, para peles sensíveis ou acneicas, um protetor específico para o rosto costuma oferecer mais conforto e menor risco de irritação.

5. Protetor solar substitui o hidratante?
Nem sempre. Alguns protetores solares já trazem agentes hidratantes e funcionam bem sozinhos em peles mistas ou oleosas. Entretanto, peles secas, maduras ou sensibilizadas costumam precisar de um hidratante específico antes do protetor solar. Portanto, observar como a pele reage e, quando necessário, buscar orientação profissional ajuda a montar uma rotina mais completa.

Tags: FPSprotetor solarsaúdeuvauvb
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