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WhatsApp vai espionar seu filho? Entenda o novo controle parental

Por Larissa
08/01/2026
Em Tecnologia
WhatsApp vai espionar seu filho? Entenda o novo controle parental

Créditos: depositphotos.com / Primakov

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O WhatsApp está desenvolvendo um novo recurso de contas secundárias com controle parental, que permitirá a criação de perfis específicos para crianças e adolescentes, vinculados a uma conta principal de um adulto responsável. Esse sistema traz ferramentas de supervisão focadas em contatos, privacidade e uso mais seguro, sem acessar o conteúdo das conversas. Assim, representa um passo importante na proteção de menores dentro do aplicativo.

A iniciativa surge em um cenário em que famílias, escolas e autoridades discutem com frequência a segurança digital de crianças e adolescentes, especialmente em plataformas de mensagens. A funcionalidade, ainda em fase inicial, foi identificada em versões de teste para Android e indica mudanças relevantes na forma como o mensageiro lida com perfis de usuários mais jovens.

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Até o momento, o WhatsApp se baseia principalmente em limites de idade e em configurações gerais de privacidade definidas pelo próprio usuário. Entretanto, a criação de contas secundárias vinculadas a um adulto responsável tende a alterar esse cenário ao incluir mecanismos pensados especificamente para menores de idade. Embora a função ainda não esteja liberada para uso, a prévia do recurso já permite entender melhor a direção que o serviço pretende seguir.

Como deve funcionar a conta secundária no WhatsApp?

A proposta é que um perfil principal, pertencente a um adulto responsável, possa criar e gerenciar perfis adicionais destinados a crianças ou adolescentes. Esses perfis ficariam tecnicamente vinculados ao número principal, mas com regras próprias de uso e com um conjunto de limitações voltadas à proteção do menor. Em vez de o jovem criar uma conta comum, passaria a utilizar uma versão configurada desde o início com filtros e restrições. Portanto, desde o primeiro acesso, o ambiente se mostra mais seguro e adequado à faixa etária, reduzindo a exposição a contatos mal-intencionados.

Nesse modelo, a conta principal teria acesso às configurações sensíveis do perfil secundário, podendo definir quem pode enviar mensagens, quem pode ligar e quais dados de perfil ficam visíveis. Além disso, o adulto pode ajustar limites de horário de uso e revisar permissões ligadas a grupos e listas de transmissão de forma gradual, conforme a maturidade do jovem. Em paralelo, o WhatsApp manteria a criptografia de ponta a ponta das conversas. Isso significa que o conteúdo das mensagens continuaria inacessível ao próprio aplicativo e, em tese, também ao adulto responsável. Esse adulto veria apenas informações gerais de atividade e ajustes de segurança, não o teor dos diálogos. Em suma, o foco recai sobre o contexto de uso, e não sobre o conteúdo em si.

Quais são os possíveis recursos de controle parental?

O sistema de controle parental no WhatsApp tende a se apoiar em uma combinação de filtros automáticos e ferramentas de supervisão configuráveis. Um dos pontos citados em prévias do recurso é a limitação automática de contato, permitindo que a conta secundária envie e receba mensagens apenas de perfis previamente aprovados pelo responsável. Então, o menor conversa de forma mais segura, com uma rede de contatos conhecida pela família. Isso reduz a probabilidade de interações com desconhecidos, um dos principais focos de preocupação em plataformas de mensagens instantâneas.

Além da restrição de contatos, o adulto responsável poderia revisar periodicamente as configurações de privacidade da conta secundária. Entre os itens que podem ser monitorados estão:

  • Alterações de foto de perfil e recado;
  • Permissões de quem pode ver o “visto por último”;
  • Ajustes de confirmação de leitura e status online;
  • Definições relacionadas a grupos e chamadas.

Essas informações chegariam ao responsável em forma de relatórios gerais ou notificações sobre mudanças relevantes, sem abrir o conteúdo das conversas. Portanto, pais e responsáveis acompanham sinais de risco, como inclusão repentina em muitos grupos ou mudanças de privacidade muito permissivas. Isso ocorre sem ultrapassar o limite da intimidade do menor. Em suma, o foco ficaria na supervisão de comportamento de uso e na prevenção de riscos, não na monitoração direta de mensagens trocadas entre contatos. Entretanto, a funcionalidade também incentiva o diálogo em casa, já que as regras podem ser combinadas com o jovem de maneira transparente e contínua.

Por que o WhatsApp aposta em contas secundárias agora?

A aposta em uma ferramenta de supervisão mais robusta está alinhada a discussões globais sobre segurança online de menores, que ganharam força especialmente a partir de 2020. Plataformas digitais têm sido cobradas por órgãos reguladores e entidades da sociedade civil para oferecer ambientes mais seguros a esse público. Entre as demandas estão políticas de idade mínima, filtros de conteúdo e mecanismos de denúncia mais acessíveis. Portanto, o WhatsApp responde a uma pressão regulatória e social que cresce em vários países, inclusive com projetos de lei voltados à proteção de dados de crianças.

No caso específico do WhatsApp, boa parte do uso entre jovens acontece por meio de celulares compartilhados com os pais ou por meio de contas comuns criadas diretamente pelo adolescente. Então, a experiência atual nem sempre respeita a idade mínima declarada nos termos de uso. A introdução de um modelo de conta supervisionada pode padronizar esse uso, estabelecendo desde o início um conjunto mínimo de proteções, como:

  1. Bloqueio de mensagens vindas de números desconhecidos, salvo autorização prévia;
  2. Limitação de ingresso em grupos sem aprovação do responsável;
  3. Possibilidade de revisar e ajustar rapidamente configurações consideradas de risco;
  4. Visão geral de horários de uso e mudanças importantes no perfil.

Em suma, a plataforma cria um caminho formal para que o adolescente use o app de forma gradual, ganhando autonomia com o tempo. Entretanto, a empresa também precisa equilibrar essa supervisão com o compromisso histórico de defender a privacidade e a criptografia ponta a ponta, tema sensível em diversas jurisdições. Esse equilíbrio deve influenciar tanto o desenho técnico do recurso quanto as mensagens de orientação para famílias.

O que ainda falta para o recurso chegar ao público?

Apesar da visibilidade recente, o recurso de conta secundária com controle parental segue em desenvolvimento e, até o início de 2025, não foi disponibilizado para uso amplo. Mesmo participantes de programas de testes relatam que a função aparece apenas como prévia, sem possibilidade de ativação. Portanto, ainda existem etapas técnicas, legais e de usabilidade em andamento. Isso indica que a empresa ainda realiza ajustes de interface, políticas de uso e integração com outras áreas do serviço, como suporte e ferramentas de denúncia.

Até que chegue à versão estável, o cenário provável é que o WhatsApp continue aprimorando a forma como essas contas supervisionadas interagem com o restante da plataforma. Questões como migração da conta secundária para uma conta comum ao atingir determinada idade, formas de recuperar acesso em caso de perda do aparelho e compatibilidade com diferentes sistemas operacionais devem influenciar a implementação. Então, a empresa tende a testar diferentes cenários antes de liberar o recurso globalmente. O objetivo é evitar conflitos com legislações locais e garantir uma experiência intuitiva para pais e responsáveis com pouco domínio tecnológico. Quando disponibilizado, o recurso tende a se tornar parte relevante das conversas sobre segurança digital para crianças e adolescentes que utilizam o mensageiro no dia a dia.

FAQ sobre contas secundárias e controle parental no WhatsApp

1. A conta secundária terá limite de tempo de uso diário?
Por enquanto, as informações de teste apontam para foco em contatos e privacidade. Entretanto, é possível que, no futuro, o WhatsApp inclua controles de tempo de tela, como limites de horário ou bloqueio em determinados períodos do dia, seguindo a tendência de outros apps de controle parental.

2. Os responsáveis vão receber alertas sobre tentativas de contato suspeito?
Em suma, a ideia central é que o responsável seja avisado sobre mudanças relevantes na conta. Portanto, faz sentido que o recurso traga alertas quando alguém desconhecido tentar iniciar conversa, quando houver pedidos de entrada em grupos ou quando o menor tentar alterar certas restrições. Esses alertas podem ajudar a identificar riscos com mais rapidez.

3. Será possível usar a conta secundária em mais de um aparelho?
Hoje o WhatsApp já trabalha com suporte a múltiplos dispositivos em contas comuns. Então, é provável que algo semelhante aconteça com as contas secundárias, mas com regras específicas para evitar que o menor drible as restrições definidas pelo responsável. Isso pode envolver limites de quantos aparelhos podem ser usados e verificações adicionais.

4. O recurso de conta secundária será obrigatório para menores?
Não há confirmação oficial. Entretanto, considerando a pressão regulatória, muitos especialistas acreditam que o WhatsApp pode incentivar fortemente esse modelo para menores, ou até vinculá-lo a verificações de idade em determinados mercados. Em alguns países, esse tipo de medida já vem sendo discutido por autoridades.

5. Como pais e responsáveis devem se preparar para usar o controle parental do WhatsApp?
Em suma, a preparação passa por três pontos: conversar com o jovem sobre regras e motivos de segurança, revisar juntos as configurações de privacidade atuais e, portanto, definir previamente quais tipos de contato e de grupos serão permitidos. Também vale discutir o que fazer em caso de mensagens ofensivas ou conteúdo inadequado. Assim, quando o recurso chegar, a transição tende a ser mais tranquila e cooperativa.

Tags: controleNova funçãoTecnologiaWhatsapp
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