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Ovo estragado nunca mais: dicas fáceis para identificar

Por Lara
25/01/2026
Em Gastronomia
Créditos: depositphotos.com / pompardua

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Identificar um ovo estragado antes de iniciar qualquer preparo é uma etapa essencial de segurança alimentar. Pequenos cuidados na rotina da cozinha ajudam a evitar desperdícios e, principalmente, reduzem o risco de intoxicação. Com algumas técnicas simples, é possível avaliar a qualidade do ovo sem equipamentos especiais, apenas observando o aspecto, percebendo o cheiro e cuidando da forma de armazenamento.

Em 2025, com o aumento do preparo de refeições em casa e a busca por economia, muitas pessoas passaram a comprar alimentos em maior quantidade. Nesse contexto, saber se o ovo ainda está próprio para consumo se torna uma habilidade prática no dia a dia. O procedimento é rápido, não exige conhecimento técnico e pode ser aplicado sempre que houver dúvida sobre a frescura do produto.

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Como saber se o ovo está estragado apenas observando?

O primeiro passo para verificar se um ovo está estragado é analisar a casca com atenção. Rachaduras, manchas escuras, pontos esverdeados ou presença de mofo podem indicar contaminação e, nesses casos, o ideal é descartar. Uma casca íntegra, limpa e sem deformações costuma estar associada a um ovo em bom estado, embora isso não seja garantia absoluta.

Outra forma de análise visual ocorre após quebrar o ovo em um recipiente separado, nunca direto na panela ou na massa. Um ovo fresco tende a apresentar gema alta e bem arredondada e clara mais espessa, que se mantém concentrada em volta da gema. Quando a gema se espalha com facilidade e a clara fica muito líquida, isso indica envelhecimento. Alterações de cor muito evidentes, como gema esverdeada ou acinzentada, também são sinais de alerta.

O teste da água realmente funciona para identificar ovo estragado?

Entre os métodos caseiros mais conhecidos, o teste com água é frequentemente utilizado para avaliar se há um ovo estragado. A técnica é simples: encha um copo ou tigela com água fria e coloque o ovo com cuidado dentro do recipiente. A posição em que ele fica ajuda a indicar o grau de frescor e a decidir o destino do alimento.

  • Afundou e ficou deitado: ovo fresco, ideal para qualquer tipo de preparo.
  • Afundou, mas ficou em pé: ovo mais velho, que ainda pode ser usado, de preferência em receitas bem cozidas.
  • Boiou na superfície: provável ovo estragado, que deve ser descartado.

Esse comportamento é explicado pelo aumento da câmara de ar interna: com o passar do tempo, o ovo perde umidade e mais ar entra pela casca. Quanto maior essa quantidade de ar, maior a flutuação na água. Mesmo assim, o teste deve ser combinado com outros sinais, como cheiro e aspecto interno, para uma avaliação mais segura.

Cheiro, cor e textura: quais sinais indicam ovo ruim?

O odor é um dos indícios mais claros de ovo estragado. Após quebrar o ovo em um pote, um cheiro forte, parecido com enxofre, azedo ou simplesmente muito desagradável é motivo suficiente para descarte imediato. Quando o ovo está adequado ao consumo, o cheiro é neutro ou bem fraco, sem causar incômodo.

A textura também merece atenção. Uma clara muito aguada, que se espalha rapidamente, mostra que o ovo está velho. Já a gema quebradiça, com aspecto esfarelado ou muito escuro, indica perda de qualidade. Nos ovos cozidos, sinais como odor intenso, casca com manchas, clara borrachuda ou amarelada demais sugerem deterioração. Em todas essas situações, o consumo não é recomendado.

Como armazenar para evitar ovo estragado?

Evitar o aparecimento de ovo estragado começa pelo cuidado com o armazenamento. A refrigeração é uma grande aliada desse processo. Manter os ovos na geladeira, preferencialmente na parte interna e não na porta, diminui as oscilações de temperatura e contribui para prolongar a durabilidade.

  1. Conservar os ovos na embalagem original, que ajuda a protegê-los de impactos e odores de outros alimentos.
  2. Evitar lavar antes de guardar, para não remover a película protetora natural da casca.
  3. Fazer a higienização apenas antes do uso, com água corrente e secando bem em seguida.
  4. Marcar a data em ovos cozidos para controlar o tempo de permanência na geladeira.

Em condições adequadas, ovos frescos costumam manter boa qualidade por cerca de três semanas sob refrigeração. Já os ovos cozidos, quando armazenados em recipiente fechado, devem ser consumidos em até cinco dias. Esse controle contribui para reduzir desperdícios e aumentar a segurança das preparações.

Quais riscos o ovo estragado pode trazer à saúde?

Consumir ovo estragado pode levar a quadros de intoxicação alimentar, frequentemente associados a bactérias como a salmonela, que se desenvolvem em ambientes úmidos e em temperaturas inadequadas. Por isso, o cuidado com ovos crus é ainda mais importante em receitas com pouco ou nenhum cozimento.

Entre os sintomas comuns após a ingestão de alimentos contaminados estão náuseas, dores abdominais, diarreia, febre e mal-estar geral. Se os sinais forem intensos ou persistirem, a recomendação é procurar atendimento médico e manter uma boa hidratação. Para reduzir riscos, muitos especialistas orientam priorizar o consumo de ovos bem cozidos em situações de dúvida sobre a frescura, evitando preparações cruas ou malpassadas.

Ao combinar observação, teste em água, atenção ao cheiro e armazenamento correto, o consumidor consegue avaliar com mais segurança se um ovo está em boas condições de consumo. Esses cuidados simples contribuem para uma rotina de cozinha mais organizada, com menos desperdício e maior proteção à saúde de quem consome as refeições preparadas em casa.

FAQ sobre consumo de ovo

1. Comer ovo todos os dias faz mal à saúde?
Em suma, para a maioria das pessoas saudáveis, consumir ovo diariamente não traz prejuízos, desde que inserido em uma alimentação equilibrada. O ovo é fonte de proteína de alta qualidade, vitaminas e minerais. Entretanto, pessoas com histórico de colesterol alto ou doenças cardiovasculares devem conversar com um profissional de saúde para ajustar a quantidade ideal. Portanto, o equilíbrio e a diversidade alimentar continuam sendo fundamentais.

2. Ovo caipira é mais saudável do que ovo comum?
O ovo caipira costuma ter diferenças na coloração da gema e, às vezes, em alguns nutrientes, devido ao tipo de alimentação das galinhas. Em suma, ambos podem fazer parte de uma dieta saudável. Entretanto, o que mais influencia na qualidade nutricional é o manejo, a alimentação e o bem-estar das aves, não apenas o rótulo. Portanto, ao escolher, vale considerar procedência, condições de criação e armazenagem adequada.

3. Crianças e gestantes podem consumir ovo sem problemas?
Crianças e gestantes podem consumir ovos normalmente, pois são alimentos nutritivos e acessíveis. Entretanto, é essencial que estejam bem cozidos, evitando preparações cruas ou malpassadas, para reduzir o risco de contaminação por bactérias. Portanto, então, priorizar ovos totalmente cozidos (gema e clara firmes) é uma medida importante de segurança alimentar nesses grupos.

4. Existem diferenças nutricionais entre ovo branco e ovo marrom?
A cor da casca está ligada à raça da galinha e não é um indicador direto de qualidade ou valor nutricional. Ovos brancos e marrons oferecem, de modo geral, nutrientes muito semelhantes. Entretanto, podem existir pequenas variações de acordo com a alimentação e o manejo das aves de cada produtor. Portanto, então, a escolha pode ser feita pelo preço, preferência pessoal e confiança na marca.

5. Posso congelar ovos para aumentar o tempo de conservação?
É possível congelar ovos, mas não na casca. Eles devem ser quebrados e batidos levemente antes de ir ao freezer, em recipientes adequados. Entretanto, a textura pode mudar um pouco após o descongelamento, sendo mais indicada para uso em preparos cozidos, bolos e massas. Portanto, então, se a intenção é consumir ovos fritos ou mexidos com melhor textura, o ideal é usá-los frescos sempre que possível.

6. É seguro consumir ovo cru em receitas como maionese caseira?
O consumo de ovo cru aumenta o risco de contaminação por bactérias, em especial a salmonela. Muitas pessoas usam dessa forma em algumas receitas, mas há um risco maior envolvido. Entretanto, quem pertence a grupos mais vulneráveis, como idosos, gestantes, crianças e pessoas com imunidade baixa, deve evitar esse tipo de preparo. Portanto, então, sempre que possível, prefira versões com ovo pasteurizado ou receitas em que o ovo é bem cozido.

7. Quantos ovos por dia um adulto pode comer em média?
Para adultos saudáveis, o consumo de até um ovo por dia é geralmente considerado seguro em diversas orientações nutricionais. Entretanto, a quantidade ideal varia de acordo com o restante da dieta, nível de atividade física e presença de doenças pré-existentes. Portanto, então, o melhor é avaliar o contexto alimentar como um todo e, se necessário, buscar orientação individualizada com nutricionista ou médico.

8. A forma de preparo do ovo interfere na saúde?
Sim. Em suma, fritar ovos com muito óleo ou gordura acrescenta calorias e pode contribuir para excesso de gordura na dieta. Entretanto, métodos como cozinhar, pochê ou mexido com pouca gordura tendem a ser opções mais leves. Portanto, então, quem busca uma alimentação mais saudável pode priorizar preparações com menos óleo, acompanhadas de vegetais e grãos integrais.

9. Ovo é uma boa opção de proteína para quem faz exercícios?
O ovo é uma excelente fonte de proteína de alto valor biológico, ajudando na recuperação e manutenção da massa muscular. Entretanto, ele deve ser combinado com outros alimentos ricos em carboidratos e gorduras boas para garantir energia e equilíbrio nutricional. Portanto, então, incluir ovos em refeições pré ou pós-treino pode ser uma estratégia prática e econômica dentro de um plano alimentar adequado.

Tags: como identificarDicasgastronomiaovo estragado
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