Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Saúde

Calor intenso: 5 problemas de saúde para se atentar no verão

Por Larissa
24/01/2026
Em Saúde
Calor intenso: 5 problemas de saúde para se atentar no verão

Créditos: depositphotos.com / nakon17213@gmail.com

EnviarCompartilharCompartilharEnviar

Com a chegada do verão, o aumento do calor, da umidade e da exposição ao sol cria um cenário favorável para diversos problemas de saúde. Dias mais longos, mudanças na rotina e mais atividades ao ar livre podem intensificar riscos de várioos desconfortos e doenças.

Nessa época do ano, o organismo precisa se adaptar às temperaturas elevadas e à perda maior de líquidos pelo suor. Ao mesmo tempo, o ambiente também sofre alterações: chuvas frequentes, poças de água parada e locais cheios favorecem a proliferação de mosquitos e o contágio de infecções. Portanto, a prevenção passa por mudanças simples na rotina diária, envolvendo hidratação, proteção solar, higiene, alimentação mais leve e controle de criadouros de insetos.

Leia Também

Whey Protein falso? Saiba como identificar

24/01/2026

Doenças neurológicas: 11 sinais de alerta que o cérebro envia

23/01/2026
Água em garrafa plástica pode prejudicar sua saúde; saiba tudo

Água em garrafa plástica pode prejudicar sua saúde; saiba tudo

23/01/2026
Estudo identifica bactéria da sífilis em esqueleto de 5,5 mil anos

Estudo identifica bactéria da sífilis em esqueleto de 5,5 mil anos

23/01/2026

Calor e saúde: por que o verão exige mais atenção?

O forte calor típico do verão aumenta a carga sobre o corpo, que precisa trabalhar mais para manter a temperatura interna estável. Esse esforço extra leva à perda de água e sais minerais, abrindo espaço para quadros de desidratação e mal-estar térmico. Ambientes fechados, sem ventilação adequada, também podem agravar o desconforto, principalmente em crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. Além disso, então, o uso prolongado de ar-condicionado sem umidificação pode ressecar mucosas e facilitar infecções respiratórias leves.

Além disso, a exposição prolongada ao sol, sem proteção, favorece a insolação e as queimaduras solares. Esses episódios podem causar tontura, dor de cabeça, náuseas e, em situações mais graves, alterações na consciência. Entretanto, quando a pessoa reconhece os primeiros sinais, como pele muito vermelha, calor intenso e cansaço extremo, consegue agir rapidamente, procurar sombra, repouso e hidratação. Em paralelo, o contato frequente com piscinas e o aumento da umidade corporal criam condições ideais para o surgimento de micoses, irritações de pele e conjuntivite, especialmente quando a higiene dos ambientes e da própria pele não recebe atenção adequada.

Quais são os principais problemas de saúde no verão?

Entre as doenças de verão mais frequentes estão os quadros ligados à perda de líquidos, à exposição ao sol, à umidade da pele e à presença de mosquitos. De forma geral, destacam-se:

  • Desidratação: ocorre quando o corpo perde mais água do que ingere. É comum em dias quentes, principalmente em quem pratica exercícios ao ar livre ou permanece muito tempo em ambientes abafados. Portanto, sinais como boca seca, urina escura, cansaço e dor de cabeça indicam que a reposição de líquidos precisa acontecer de forma imediata.
  • Insolação e queimaduras solares: ligadas à permanência prolongada ao sol, sobretudo entre 10h e 16h, sem proteção adequada da pele e da cabeça. Então, o uso de barreiras físicas como chapéus, óculos e roupas com proteção UV, aliado ao protetor solar, torna-se essencial para evitar danos imediatos e futuros, como o envelhecimento precoce e o aumento do risco de câncer de pele.
  • Dengue: doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em locais com água parada, bastante comum em períodos de calor e chuva. Em suma, febre alta, dor no corpo, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas na pele exigem avaliação médica rápida, pois a dengue pode evoluir de forma grave.
  • Problemas de pele: incluem micoses, brotoejas, foliculite, agravamento da acne e outras irritações causadas por suor excessivo e roupas molhadas. Entretanto, medidas simples como secar bem o corpo, trocar biquínis e bermudas após o banho de mar ou piscina e usar roupas leves reduzem bastante esses episódios.
  • Conjuntivite: inflamação na parte externa do olho, facilitada pelo contato com água de piscina, mãos contaminadas, secreções e uso compartilhado de objetos pessoais. Portanto, ambientes superlotados e piscinas sem manutenção adequada aumentam a chance de surtos, exigindo ainda mais cuidado com a higiene ocular.

Em muitos casos, esses problemas têm início com sinais discretos, como sede intensa, cansaço fora do habitual, vermelhidão na pele ou coceira nos olhos. A atenção a esses sintomas é importante para que as medidas de cuidado sejam adotadas logo no início. Então, ouvir o próprio corpo, fazer pausas durante atividades sob o sol forte e manter uma rotina de hidratação e proteção torna-se uma estratégia fundamental para evitar complicações.

Como prevenir desidratação, insolação e dengue no calor?

A prevenção das chamadas doenças de verão passa por um conjunto de hábitos diários que ajudam o corpo a lidar melhor com o calor e reduzem a exposição a agentes infecciosos. Alguns cuidados são especialmente relevantes no dia a dia, principalmente em quem trabalha ao ar livre, pratica esportes ou convive em regiões com alta incidência de dengue. Em suma, pequenas mudanças de comportamento, mantidas de forma consistente, trazem grande impacto na saúde.

Em relação à desidratação e à insolação, três pontos costumam fazer diferença:

  1. Hidratação constante: ingerir água várias vezes ao dia, não apenas quando surge a sensação de sede. Chás sem açúcar e águas aromatizadas podem complementar, desde que não substituam a água pura. Portanto, manter uma garrafa sempre por perto, ajustar a ingestão conforme a intensidade do calor e do exercício e observar a cor da urina (que deve ficar mais clara) ajudam no controle da hidratação.
  2. Proteção solar adequada: uso diário de protetor solar, reaplicado ao longo do dia, além de chapéus, bonés, óculos escuros e roupas leves, preferencialmente com proteção UV. Entretanto, não basta aplicar o produto uma única vez: então, a reaplicação a cada duas ou três horas, especialmente após suor intenso ou banho de mar e piscina, garante uma barreira mais eficiente contra os raios UV.
  3. Horários mais frescos: priorizar atividades físicas e passeios ao ar livre no início da manhã ou no fim da tarde, evitando o período de sol mais intenso. Em suma, adaptar a rotina, fazer pausas em locais sombreados e alternar momentos de esforço com descanso imediato reduz o risco de superaquecimento do corpo.

No caso da dengue, o ponto central é o combate ao mosquito transmissor. Algumas medidas simples ajudam a eliminar focos de água parada:

  • Manter caixas d’água, tonéis e reservatórios bem tampados, evitando qualquer abertura que permita a entrada do mosquito.
  • Descartar pneus, garrafas e recipientes que possam acumular chuva. Então, quando não houver descarte imediato, esses objetos devem permanecer em locais cobertos.
  • Limpar calhas e ralos com frequência, retirando folhas, sujeiras e tudo que favoreça o acúmulo de água. Portanto, uma inspeção semanal nas áreas internas e externas da casa ajuda a interromper o ciclo do Aedes aegypti.
  • Usar repelentes autorizados e telas em portas e janelas, principalmente em áreas com maior incidência de casos. Em suma, roupas que cubram braços e pernas, especialmente ao amanhecer e ao entardecer, somam-se como proteção adicional.

Cuidados com pele e olhos no verão

O aumento da temperatura e da umidade favorece a proliferação de fungos e bactérias na pele. Permanecer por muito tempo com roupa molhada, principalmente biquínis, sungas e bermudas de piscina ou mar, aumenta a chance de micoses e irritações. Roupas apertadas e tecidos pouco respiráveis também colaboram para o acúmulo de suor em regiões como pés, virilha e axilas. Então, escolher peças adequadas ao calor, que permitam ventilação e evaporação do suor, faz muita diferença para a saúde da pele.

Para reduzir esses riscos, costumam ser indicadas algumas atitudes:

  • Secar bem o corpo após o banho, com atenção às dobras da pele. Portanto, regiões como entre os dedos dos pés, axilas, virilha e abaixo das mamas merecem cuidado redobrado.
  • Trocar roupas molhadas assim que possível, evitando permanecer horas com peças úmidas após a praia ou piscina.
  • Preferir peças leves, de algodão ou tecidos que favoreçam a ventilação. Em suma, tecidos sintéticos muito justos, quando usados por longos períodos, aumentam o atrito e a umidade, favorecendo irritações.
  • Manter a pele limpa, usando sabonetes adequados para cada tipo de pele e, quando necessário, produtos recomendados por dermatologistas, sobretudo em quem já tem acne ou dermatites.
  • Aplicar protetor solar diariamente, mesmo em dias nublados. Então, a combinação de filtro solar, hidratação adequada e, quando indicado, cremes pós-sol ajuda a manter a barreira cutânea íntegra e mais resistente.

Os olhos também exigem cuidado extra. A conjuntivite pode ser viral, bacteriana ou alérgica, e encontra no verão um cenário favorável, por causa do uso mais intenso de piscinas, ar-condicionado e ambientes fechados. Para reduzir o risco de irritação e contágio, recomenda-se:

  • Evitar coçar ou esfregar os olhos com as mãos, pois isso facilita a entrada de microrganismos e agrava a irritação.
  • Não compartilhar toalhas, óculos ou maquiagem, principalmente em viagens, hotéis, clubes e academias.
  • Lavar as mãos com frequência, principalmente após espaços públicos. Portanto, o álcool em gel ajuda, mas a lavagem com água e sabão limpa de forma mais completa.
  • Ter cuidado ao aplicar protetor solar no rosto, afastando o produto da região dos olhos. Em suma, produtos específicos para a área dos olhos reduzem o risco de ardor e alergias.

Quem precisa de mais cuidado e quando buscar ajuda?

Alguns grupos tendem a ser mais sensíveis ao calor intenso e às doenças de verão. Entre eles, destacam-se crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas, como diabetes, cardiopatias e problemas renais. Nesses casos, a hidratação reforçada, o acompanhamento médico regular e a proteção contra o sol e mosquitos são ainda mais relevantes ao longo de toda a estação. Então, familiares e cuidadores precisam ficar atentos a qualquer mudança de comportamento, apetite ou disposição.

Alguns sinais indicam que é hora de procurar atendimento médico, especialmente quando aparecem de forma persistente:

  • Febre alta que não melhora.
  • Tontura frequente ou desmaios.
  • Fraqueza intensa ou dificuldade para realizar atividades simples.
  • Manchas na pele, coceira intensa ou feridas que não cicatrizam.
  • Olhos muito vermelhos, dor ocular ou secreção em excesso.

O acompanhamento profissional é fundamental para identificar a causa dos sintomas e indicar o tratamento mais apropriado. Portanto, não se deve adiar a busca por ajuda em casos de piora rápida, dor intensa, dificuldade para respirar ou sinais de desidratação grave. Em suma, com atenção aos sinais do corpo, alimentação leve, hidratação frequente e alguns cuidados diários, torna-se possível atravessar o verão com mais segurança, mantendo o foco na saúde mesmo nos dias de calor mais intenso.

FAQ – Perguntas frequentes sobre saúde no verão

1. Qual a quantidade ideal de água por dia no verão?
A recomendação geral gira em torno de 30 a 35 ml de água por quilo de peso corporal ao dia. Entretanto, no verão, quem transpira muito, pratica atividade física ou trabalha sob o sol costuma precisar de ainda mais. Então, observar a cor da urina (mais clara) e a sensação de bem-estar ajuda a ajustar a quantidade.

2. Água, água de coco e isotônicos hidratam da mesma forma?
Não. A água simples continua como a base da hidratação diária. A água de coco hidrata e repõe alguns sais minerais, enquanto isotônicos servem mais para quem realiza exercício intenso e prolongado. Portanto, em suma, para a maioria das pessoas, água e alimentação equilibrada bastam.

3. Posso usar o mesmo protetor solar no rosto e no corpo?
Até pode em situações pontuais, entretanto produtos específicos para o rosto costumam ter fórmula menos oleosa e mais adequada para prevenir acne e irritações. Então, para quem tem pele oleosa ou sensível, vale investir em filtro facial próprio, com indicação de um dermatologista.

4. Ar-condicionado faz mal no verão?
O problema não está exatamente no aparelho, mas no uso inadequado. Ambientes muito frios, secos e fechados favorecem irritações nas vias aéreas e nos olhos. Portanto, é importante manter a temperatura moderada, usar umidificadores quando necessário e limpar filtros com frequência.

5. Alimentação influencia nas doenças de verão?
Sim. Refeições muito pesadas, ricas em gordura e açúcar, aumentam o mal-estar no calor. Em suma, uma dieta com frutas, verduras, legumes, grãos integrais e menos ultraprocessados ajuda o corpo a lidar melhor com a temperatura alta e colabora com a imunidade.

6. Crianças podem ficar quanto tempo na piscina ou na praia?
O ideal é alternar períodos curtos de exposição ao sol com momentos na sombra, principalmente entre 10h e 16h. Então, pausas frequentes para hidratação, reaplicação de protetor solar e alimentação leve ajudam a evitar insolação, queimaduras e cansaço excessivo.

7. Qual a diferença entre insolação e intermação?
Na prática, muitos usam os termos como sinônimos, porém insolação costuma se relacionar mais diretamente à exposição intensa ao sol, enquanto intermação diz respeito ao superaquecimento do corpo, mesmo sem sol direto, como em ambientes abafados. Portanto, em ambos os casos, sinais de confusão mental, febre alta e mal-estar intenso exigem atendimento médico imediato.

Tags: bem-estarcalordoençassaúdeverão
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Whey Protein falso? Saiba como identificar

24/01/2026
Calor intenso: 5 problemas de saúde para se atentar no verão

Calor intenso: 5 problemas de saúde para se atentar no verão

24/01/2026

Conheça os 7 alimentos que aumentam a saciedade naturalmente

23/01/2026

Doenças neurológicas: 11 sinais de alerta que o cérebro envia

23/01/2026
Tempero famoso e barato ajuda a controlar o colesterol, aponta especialista

Tempero famoso e barato ajuda a controlar o colesterol, aponta especialista

23/01/2026
Água em garrafa plástica pode prejudicar sua saúde; saiba tudo

Água em garrafa plástica pode prejudicar sua saúde; saiba tudo

23/01/2026
  • Sample Page
Sem resultado
Veja todos os resultados