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Diabéticos podem comer beterraba? Médico explica

Por Lucas
20/01/2026
Em Saúde
Diabéticos podem comer beterraba? Médico explica

Créditos: depositphotos.com / serezniy

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A presença da beterraba na alimentação de pessoas com diabetes costuma gerar dúvidas, principalmente por se tratar de um vegetal de sabor adocicado. Em geral, o receio está ligado à possibilidade de aumento rápido da glicose no sangue. No entanto, profissionais de saúde têm destacado que o contexto da refeição, a quantidade ingerida e o modo de preparo são fatores decisivos para entender se o consumo é adequado ou não. Portanto, antes de excluir esse alimento do prato, vale compreender melhor como ele se comporta no organismo e de que forma pode contribuir para um plano alimentar equilibrado.

A palavra-chave central nesse debate é beterraba e diabetes. Especialistas em nutrição e medicina explicam que o alimento não precisa ser excluído automaticamente da rotina alimentar de quem convive com alterações na glicemia. Em vez disso, recomenda-se uma abordagem planejada, com porções controladas e combinações que favoreçam a estabilidade do açúcar no sangue ao longo do dia. Em suma, o equilíbrio entre quantidade, frequência e contexto da refeição define se a beterraba se encaixa bem ou não em cada caso.

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Beterraba e diabetes: qual é a relação?

Ao analisar a relação entre beterraba e controle glicêmico, costuma-se considerar não apenas o teor de carboidratos, mas também a presença de fibras e outros nutrientes. A beterraba contém carboidratos que podem ser convertidos em glicose, porém oferece fibras que ajudam a desacelerar essa absorção pelo organismo. Dessa forma, o impacto na glicemia tende a ser mais gradual quando o alimento é inserido de forma equilibrada em uma refeição completa. Entretanto, se a pessoa consome grandes porções de beterraba isoladamente ou em preparações muito concentradas, o aumento da glicose pode ocorrer de maneira mais acentuada.

Além disso, a beterraba é rica em compostos antioxidantes e minerais, como potássio e magnésio, que participam de processos ligados à saúde cardiovascular. Para pessoas com diabetes, o cuidado com o coração e com os vasos sanguíneos é considerado prioritário, o que torna o debate sobre o consumo de vegetais variados, incluindo a beterraba, ainda mais relevante. Portanto, quando o consumo de beterraba acontece dentro de uma dieta variada, com outros vegetais e fontes de proteína de qualidade, o alimento tende a somar no cuidado global com a saúde, e não apenas com a glicemia.

Quais benefícios a beterraba pode trazer para quem tem diabetes?

Entre os possíveis benefícios da beterraba para quem tem diabetes, especialistas costumam destacar sua contribuição para o funcionamento intestinal e para a circulação sanguínea. As fibras presentes no vegetal colaboram para o bom trânsito intestinal, algo importante para a absorção de nutrientes e para a sensação de saciedade, o que pode auxiliar no manejo do peso corporal, fator frequentemente associado ao controle glicêmico. Então, quando a pessoa inclui beterraba em saladas ou preparações balanceadas, geralmente fortalece não só o controle do açúcar no sangue, mas também o bem-estar digestivo.

Os antioxidantes naturais encontrados na beterraba, como os pigmentos que conferem a cor característica ao alimento, têm sido estudados em relação à proteção das células e dos vasos sanguíneos. Em indivíduos com diabetes, a saúde vascular é um ponto sensível, pois níveis de glicose descompensados por longos períodos podem favorecer alterações circulatórias. Nesse cenário, o consumo de vegetais variados, incluindo a beterraba em quantidades adequadas, aparece como parte de um padrão alimentar equilibrado. Em suma, a ideia não é transformar a beterraba em um “superalimento”, mas reconhecê-la como mais um componente benéfico dentro de um conjunto de escolhas saudáveis.

  • Fibras: contribuem para a digestão mais lenta dos carboidratos;
  • Antioxidantes: ajudam na proteção de células e vasos sanguíneos;
  • Minerais: potássio e magnésio atuam na regulação da pressão arterial;
  • Baixo teor de gordura: favorece a montagem de refeições leves e balanceadas.

Além desses pontos, muitas pessoas com diabetes relatam que, quando aprendem a usar a beterraba em preparações variadas — como saladas, assados com outros legumes ou até em pequenas quantidades em sopas — percebem maior facilidade para manter a saciedade entre as refeições. Portanto, o benefício não vem apenas do nutriente isolado, mas do conjunto: fibras, água, vitaminas e minerais trabalhando em sinergia.

Como consumir beterraba com segurança na diabetes?

O modo de preparo da beterraba influencia diretamente o impacto na glicemia. De forma geral, orienta-se que o alimento seja consumido cru ou pouco cozido, preferencialmente em saladas ou preparações combinadas com outros componentes ricos em fibras, proteínas ou gorduras de boa qualidade, como azeite de oliva, sementes e leguminosas. Essas combinações tendem a tornar a liberação de glicose no sangue mais gradual. Portanto, quando a pessoa monta o prato pensando em equilíbrio — por exemplo, beterraba ralada, folhas verdes, feijão, arroz integral e uma proteína magra — o resultado costuma ser mais favorável ao controle da glicemia.

Por outro lado, preparações que concentram o açúcar natural do vegetal, como sucos coados ou porções muito cozidas em grandes quantidades, costumam elevar a glicemia de forma mais rápida. Nesse caso, o monitoramento das porções passa a ser essencial. Em linhas gerais, orientações de serviços de saúde recomendam que a quantidade de beterraba não ultrapasse cerca de 100 gramas ao dia, distribuídas ao longo das refeições, sempre ajustadas ao plano alimentar individual. Entretanto, esse valor pode mudar conforme o tipo de diabetes, o uso de medicamentos, o nível de atividade física e a resposta individual da glicemia após as refeições.

  1. Preferir beterraba crua ralada ou em cubos em saladas;
  2. Combinar com fontes de fibra, como folhas verdes, grãos integrais e leguminosas;
  3. Incluir proteínas magras, como ovos, peixes ou carnes com pouca gordura;
  4. Usar pequenas quantidades de gorduras boas, como azeite ou abacate;
  5. Evitar sucos concentrados e grandes porções de beterraba muito cozida.

Então, uma boa estratégia prática consiste em testar diferentes preparações e, sempre que possível, verificar a glicemia antes e depois da refeição, para observar como o corpo reage. Portanto, a decisão sobre aumentar ou reduzir a quantidade de beterraba se torna mais personalizada e baseada em dados concretos da própria rotina da pessoa.

Beterraba deve ser cortada da alimentação de quem tem diabetes?

A pergunta sobre se a beterraba deve ser totalmente excluída da alimentação de pessoas com diabetes costuma surgir em consultórios e conversas do dia a dia. De acordo com orientações atuais, a resposta tende a ser que a exclusão completa não é uma regra geral. O ponto central é a moderação e o acompanhamento profissional, considerando o histórico clínico, o uso de medicamentos e a rotina de cada pessoa. Em suma, o foco recai muito mais sobre o padrão alimentar global e o equilíbrio de carboidratos ao longo do dia do que sobre um único alimento.

Diretrizes de alimentação saudável voltadas para diabetes reforçam a importância de uma dieta variada, com predominância de alimentos in natura e minimamente processados, como legumes, verduras, frutas em porções adequadas, cereais integrais e fontes de proteína de qualidade. Dentro desse contexto, a beterraba é vista como um vegetal possível, desde que o consumo seja planejado, respeitando limites de quantidade e a forma de preparo. Portanto, a decisão de incluir ou não a beterraba passa por uma conversa individualizada com nutricionista ou médico, que avaliará metas de glicemia, peso, uso de insulina ou outros medicamentos.

Assim, o debate sobre beterraba e diabetes não se resume a proibições absolutas, mas à construção de um padrão alimentar equilibrado. A avaliação individual com profissionais de saúde continua sendo a principal referência para definir como esse alimento pode ser inserido na rotina de cada pessoa, de forma segura e alinhada ao controle glicêmico desejado. Em suma, quando o paciente entende seu próprio corpo, aprende a ler os rótulos, observa a resposta da glicose e recebe orientação adequada, a beterraba tende a deixar de ser motivo de medo e passa a ser apenas mais um ingrediente possível dentro de uma alimentação consciente.

Perguntas frequentes (FAQ) sobre beterraba e diabetes

1. Beterraba aumenta muito o açúcar no sangue?
Não necessariamente. Tudo depende da porção, da forma de preparo e com o que ela é combinada. Portanto, quando a beterraba entra em pequenas quantidades, junto com fibras, proteínas e gorduras boas, o aumento da glicemia tende a ser mais gradual. Entretanto, sucos concentrados ou grandes porções cozidas podem elevar o açúcar no sangue mais rapidamente.

2. Quem tem pré-diabetes também precisa cuidar do consumo de beterraba?
Sim. Em pré-diabetes, o objetivo é justamente evitar a progressão para o diabetes tipo 2. Então, vale usar as mesmas estratégias: porções moderadas, preferência pela beterraba crua ou pouco cozida e combinação com outros alimentos ricos em fibras e proteínas. Portanto, a atenção não recai apenas sobre a beterraba, mas sobre todo o padrão alimentar e o estilo de vida.

3. Beterraba em conserva é indicada para pessoas com diabetes?
Em geral, a beterraba em conserva costuma trazer mais sódio e, às vezes, açúcar adicionado. Portanto, quem tem diabetes — e, muitas vezes, também precisa cuidar da pressão arterial — deve ler o rótulo com atenção. Se a conserva tiver muito sal ou açúcar, o ideal consiste em preferir a beterraba fresca. Entretanto, quando a pessoa encontra versões com pouco sódio e sem açúcar, pode usar ocasionalmente, em pequenas quantidades.

4. Suco de beterraba com laranja é uma boa opção para diabéticos?
Na prática, essa combinação concentra o açúcar da beterraba e da fruta, especialmente se o suco é coado e servido sem o bagaço. Portanto, o impacto na glicemia tende a ser maior e mais rápido. Em suma, para quem tem diabetes, costuma ser melhor consumir a beterraba em preparações sólidas (saladas, refogados) e a fruta in natura, com bagaço ou casca comestível, do que em suco.

5. Posso comer beterraba à noite se tenho diabetes?
Pode, desde que a porção se mantenha adequada ao seu plano alimentar diário. Então, o mais importante envolve o total de carboidratos ingeridos ao longo do dia e a combinação da beterraba com outros alimentos na refeição noturna. Portanto, se o jantar inclui proteína magra, vegetais variados e uma quantidade moderada de carboidrato, a beterraba pode aparecer como parte dos legumes, sempre com orientação individual do profissional de saúde que acompanha o caso.

Tags: alimentaçãobeterrabadiabetespode comer
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