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Cansaço ao acordar: 7 fatores que podem estar afetando seu descanso

Por Lara
21/01/2026
Em Bem-estar
Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

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Sentir cansaço ao acordar é uma queixa comum, mesmo entre pessoas que dormem várias horas por noite. Em muitos casos, a sensação de fadiga matinal não está relacionada apenas à quantidade de sono, mas à qualidade do descanso e a fatores de saúde físicos e emocionais. Compreender o que está por trás desse quadro é um passo essencial para recuperar a disposição ao longo do dia.

O cansaço ao acordar pode estar relacionado tanto a condições médicas específicas quanto a hábitos cotidianos aparentemente inofensivos, como o uso excessivo de telas à noite ou refeições muito pesadas. Quando esse sintoma se torna repetitivo, passa a interferir no trabalho, nos estudos e nas relações pessoais, levantando um alerta para a necessidade de avaliação profissional e ajustes na rotina.

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Cansaço ao acordar: o que pode estar acontecendo com o organismo?

A expressão cansaço ao acordar costuma englobar diferentes sensações: corpo pesado, dificuldade para levantar da cama, sonolência durante a manhã e redução da capacidade de concentração. Em muitos casos, o indivíduo acredita que dormiu o suficiente, mas o sono foi interrompido várias vezes ou não atingiu as fases mais profundas, que são responsáveis pela verdadeira recuperação do organismo.

Entre as causas mais citadas estão a apneia do sono, distúrbios como insônia, uso de substâncias estimulantes à noite, desequilíbrios hormonais e carência de nutrientes importantes. Além disso, ambientes muito claros, barulhentos ou quentes podem fragmentar o sono sem que a pessoa se dê conta. A combinação desses fatores abre espaço para noites pouco reparadoras.

Em várias situações, o cansaço matinal indica uma soma de elementos: uma alimentação desorganizada, períodos prolongados de estresse, sedentarismo e ausência de uma rotina regular de horários para dormir e acordar. Quando esses aspectos são avaliados em conjunto, torna-se mais fácil entender por que o sono não está garantindo a recuperação esperada.

Por que tantas pessoas sentem cansaço ao acordar mesmo dormindo cedo?

Uma dúvida comum é por que alguém que se deita cedo e permanece muitas horas na cama ainda assim relata sono não reparador. Uma explicação frequente está na qualidade respiratória durante a noite. Na apneia do sono, por exemplo, há interrupções breves e repetidas da respiração, o que obriga o corpo a “microdespertar” constantemente. Esse processo reduz a profundidade do sono e gera fadiga logo pela manhã.

Outro ponto importante envolve o nível de estresse e ansiedade. Mesmo em repouso, uma mente acelerada tende a dificultar o relaxamento completo. Pensamentos repetitivos, preocupações financeiras, profissionais ou familiares podem manter o organismo em estado de alerta, atrapalhando as fases profundas do sono. Com isso, a pessoa pode até não lembrar de ter acordado durante a noite, mas o cérebro não descansa o suficiente.

A deficiência de nutrientes, como ferro, vitamina D e vitaminas do complexo B, também tem relação direta com a sensação de cansaço ao acordar. Esses componentes participam da produção de energia e do bom funcionamento muscular e neurológico. Quando estão em níveis baixos, o corpo precisa fazer mais esforço para desempenhar tarefas simples, aumentando a fadiga, mesmo após uma noite aparentemente tranquila.

Como evitar acordar cansado no dia a dia?

Reduzir o cansaço ao acordar costuma envolver uma combinação de ajustes no estilo de vida e, quando necessário, acompanhamento com profissionais de saúde. Pequenas mudanças na rotina noturna podem fazer diferença significativa na forma como o corpo se comporta pela manhã. Em vez de focar apenas na quantidade de horas dormidas, é importante olhar para o contexto em que esse sono acontece.

Algumas medidas práticas frequentemente recomendadas incluem:

  • Definir horários relativamente fixos para deitar e levantar, inclusive aos fins de semana.
  • Manter o quarto escuro, silencioso e em temperatura confortável.
  • Evitar telas brilhantes (celular, TV, computador) pelo menos 30 a 60 minutos antes de dormir.
  • Reduzir o consumo de cafeína, álcool e nicotina no período da tarde e à noite.
  • Preferir refeições leves no jantar, com gorduras e açúcares em menor quantidade.

A prática de atividade física regular também costuma estar associada a um sono mais profundo. Caminhadas, natação, exercícios de fortalecimento ou práticas como yoga ajudam a regular o ciclo sono-vigília. A orientação geral é evitar treinos muito intensos próximo ao horário de dormir, pois o corpo pode demorar mais para “desacelerar”.

Quais sinais indicam que é hora de buscar ajuda profissional?

Nem sempre ajustes de rotina são suficientes para resolver o problema. Alguns sinais indicam que o cansaço constante ao acordar pode estar ligado a alguma condição de saúde que exige investigação específica. Nesses casos, a orientação costuma ser procurar um médico, preferencialmente clínico geral, pneumologista, neurologista ou especialista em medicina do sono, de acordo com os sintomas associados.

Entre os sinais de alerta mais citados estão:

  1. Ronco intenso e frequente, com engasgos ou pausas na respiração observadas por outra pessoa.
  2. Sonolência excessiva durante o dia, a ponto de interferir em trabalho, direção de veículos ou estudo.
  3. Dores de cabeça matinais recorrentes e sensação de boca seca ao acordar.
  4. Ganho ou perda de peso sem explicação clara, alterações menstruais ou queda de cabelo, que podem sugerir problemas hormonais.
  5. Humor muito instável, irritabilidade ou dificuldade persistente de concentração.

Em consultas médicas, exames laboratoriais podem ser solicitados para avaliar níveis de ferro, vitaminas e hormônios, além de possíveis infecções ou doenças crônicas. Em situações específicas, exames de sono, como a polissonografia, ajudam a identificar distúrbios respiratórios ou neurológicos que atrapalham o descanso noturno.

Cuidar do sono para acordar com mais energia

A forma como o organismo reage ao despertar é um reflexo direto de como a noite foi conduzida. Ao observar sinais do corpo, organizar horários, ajustar alimentação e buscar apoio profissional quando o cansaço persiste, torna-se possível melhorar a qualidade do sono e, consequentemente, da rotina diária. O cuidado com o descanso deixa de ser um detalhe e passa a fazer parte da atenção integral à saúde.

Perguntas frequentes (FAQ) sobre sono

A seguir, algumas dúvidas adicionais comuns sobre sono, que complementam as informações deste artigo e ajudam a entender melhor como cuidar do descanso noturno.

  • 1. Quantas horas de sono um adulto realmente precisa?
    A maioria dos adultos precisa entre 7 e 9 horas de sono por noite para funcionar bem. Entretanto, há variações individuais: algumas pessoas se sentem dispostas com cerca de 7 horas, enquanto outras precisam de quase 9. Portanto, mais importante do que seguir um número exato é observar como você se sente ao longo do dia: se há sonolência excessiva, irritabilidade ou dificuldade de concentração, então pode ser sinal de que o tempo de sono está insuficiente ou de que a qualidade do sono não está adequada.
  • 2. Cochilos durante o dia atrapalham o sono da noite?
    Em suma, cochilos curtos (até 20–30 minutos) no início da tarde tendem a não prejudicar o sono noturno e podem até melhorar a disposição. Entretanto, sonecas muito longas ou feitas no fim da tarde/início da noite podem atrasar o início do sono e fragmentar o descanso. Portanto, se você tem dificuldade para dormir à noite, então é aconselhável evitar cochilos prolongados e próximos da hora de deitar.
  • 3. Usar remédios para dormir é uma boa solução?
    Medicamentos para dormir podem ser úteis em situações específicas e por tempo limitado, sempre com orientação médica. Entretanto, o uso contínuo e sem acompanhamento pode levar à dependência, tolerância (o remédio perde o efeito) e mascarar problemas de saúde que precisam ser tratados na origem. Portanto, a base do tratamento de dificuldades de sono costuma ser a higiene do sono e, quando necessário, terapias como a terapia cognitivo-comportamental; então, os remédios entram apenas como complemento temporário.
  • 4. Qual é o papel da luz no nosso sono?
    A luz é um regulador central do relógio biológico: a claridade pela manhã ajuda o corpo a “acordar” e a escuridão à noite favorece a produção de melatonina, hormônio relacionado ao sono. Entretanto, a exposição intensa à luz artificial e às telas à noite “engana” o cérebro, fazendo-o acreditar que ainda é dia. Portanto, reduzir a luminosidade e o uso de dispositivos antes de dormir ajuda o organismo a entender que é hora de desacelerar; então, o processo natural de adormecer tende a ocorrer com mais facilidade.
  • 5. Beber água antes de dormir é bom ou ruim para o sono?
    Manter-se hidratado ao longo do dia é importante para o corpo e também para a qualidade do sono. Entretanto, ingerir grande quantidade de líquidos logo antes de deitar aumenta a chance de acordar várias vezes para urinar, fragmentando o descanso. Portanto, o ideal é distribuir a hidratação durante o dia e reduzir o volume de líquidos nas 1–2 horas que antecedem o horário de dormir; então, você equilibra a hidratação sem comprometer o sono.
  • 6. Dormir muito nos fins de semana compensa as noites mal dormidas?
    Estender um pouco o sono nos fins de semana pode aliviar parcialmente a privação de sono acumulada. Entretanto, “virar a noite” durante a semana e tentar compensar apenas em dois dias cria um ciclo de desajuste do relógio biológico, que favorece o cansaço crônico. Portanto, o mais saudável é manter horários relativamente estáveis todos os dias; então, o organismo se adapta melhor e a sensação de fadiga tende a diminuir.
  • 7. O que é higiene do sono, na prática?
    Higiene do sono é o conjunto de hábitos e condições que favorecem um sono de boa qualidade, como manter horários regulares, ter um ambiente adequado e evitar estimulantes à noite. Entretanto, muitas pessoas focam apenas em um aspecto, como “dormir mais cedo”, e negligenciam os demais, como luz, ruídos e alimentação. Portanto, é importante olhar para o conjunto: rotina, ambiente, consumo de substâncias e manejo do estresse; então, as chances de melhorar o sono de forma consistente aumentam bastante.
  • 8. Exercícios respiratórios ou técnicas de relaxamento realmente ajudam a dormir?
    Técnicas de respiração, relaxamento muscular progressivo e meditação podem reduzir a ativação do sistema nervoso e facilitar o início do sono. Entretanto, seus efeitos costumam ser graduais e dependem da prática regular, não sendo uma “solução mágica” imediata para todas as pessoas. Portanto, vale incluir essas técnicas como parte da rotina noturna, especialmente em casos de mente acelerada ou ansiedade; então, com o tempo, o corpo pode associá-las ao momento de desacelerar.
  • 9. Por que algumas pessoas são mais produtivas à noite e outras pela manhã?
    Em suma, isso se relaciona ao cronotipo, uma característica biológica que faz algumas pessoas serem mais “matutinas” e outras mais “noturnas”. Entretanto, mesmo quem tem tendência a dormir e acordar mais tarde ainda precisa, na prática, se adaptar a horários sociais de trabalho e estudo. Portanto, conhecer seu cronotipo ajuda a organizar tarefas que exigem mais concentração nos períodos em que você naturalmente rende mais; então, é possível otimizar o desempenho sem forçar tanto o organismo.
  • 10. Como saber se meu sono de fato está sendo reparador?
    Um sono reparador se reflete em sensação de descanso ao acordar, energia razoável ao longo do dia e boa capacidade de concentração. Entretanto, pequenos episódios de cansaço em dias muito estressantes podem acontecer mesmo com um sono adequado. Portanto, se a sensação de exaustão, sonolência excessiva e dificuldade de raciocínio é frequente e persistente por semanas, então é um sinal de que o sono pode não estar cumprindo sua função, e uma avaliação profissional se torna indicada.
Tags: bem-estarcansaçocansaço ao acordarsaúde do sonosono
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