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Volta às aulas: saiba como economizar no material escolar

Por Larissa
22/01/2026
Em Curiosidades
Volta às aulas: saiba como economizar no material escolar

Créditos: depositphotos.com / ArturVerkhovetskiy

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O início do ano costuma pressionar o orçamento familiar, e a lista de material escolar é um dos principais gastos para quem tem crianças e adolescentes na escola. Com aumento de preços, grande variedade de produtos e apelo de marcas, cada escolha impacta diretamente outras despesas do mês. Por isso, organizar a compra de material escolar com antecedência é essencial para não comprometer o orçamento.

Com a inflação acumulada e o crescimento das compras on-line, a forma de adquirir material escolar mudou. Parte das famílias ainda prefere papelarias e grandes lojas físicas; outra parcela compra principalmente em sites e marketplaces. Em comum, está a necessidade de planejar, comparar preços e identificar o que é realmente indispensável na rotina escolar. Quanto mais informação o consumidor tiver, maiores as chances de encontrar material escolar barato, mantendo qualidade e funcionalidade para o dia a dia do estudante.

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Como economizar na compra de material escolar em 2025?

Para economizar no material escolar, o ponto central é o planejamento. O primeiro passo é revisar tudo o que sobrou do ano anterior: mochilas, estojos, tesouras, réguas, pastas, lápis de cor, canetas, cadernos parcialmente usados (que ainda tenham folhas em bom estado) e demais itens. O reaproveitamento do que está em boas condições evita compras desnecessárias, reduz o valor da lista e mostra à criança que cuidar do material também significa poupar dinheiro.

Uma estratégia prática é dividir a lista em três grupos: itens essenciais para o início das aulas (como cadernos principais, lápis, canetas, borracha, apontador, estojo básico), materiais que podem ser comprados ao longo do semestre (como refis, folhas extras, materiais de artes em maior quantidade) e produtos “desejáveis”, como artigos de personagens, capas decoradas e versões premium do mesmo produto. Essa organização permite diluir os gastos, aproveitar promoções e campanhas de volta às aulas e transformar uma grande despesa em parcelas menores ao longo do ano.

Comparar preços continua fundamental. Sites de grandes varejistas, papelarias on-line, marketplaces e aplicativos de comparação de preços revelam diferenças grandes para os mesmos cadernos, lápis, mochilas e estojos. Em listas extensas, essa variação pode representar uma economia relevante. Antes de fechar a compra, vale buscar cupons, usar comparadores, analisar avaliações de outros consumidores sobre a qualidade dos materiais e verificar se há desconto extra em formas de pagamento como boleto, PIX ou programas de fidelidade.

Material escolar: lojas físicas ou compras on-line valem mais a pena?

A escolha entre comprar material escolar barato em lojas físicas ou on-line depende de prazo, necessidade de troca e volume de itens. Em lojas físicas, é possível avaliar diretamente a qualidade: conferir gramatura e tipo de papel dos cadernos, resistência da mochila, zíperes do estojo, textura das canetas e intensidade das cores dos lápis. Quando a dúvida é a durabilidade do material, a compra presencial costuma ser mais segura, principalmente para itens que precisam durar o ano inteiro.

Nas lojas on-line, o ponto forte é a variedade de marcas e a facilidade para comparar preços de um mesmo item (por exemplo, um mesmo modelo de caderno, caixa de lápis de cor ou kit de canetas). Marketplaces reúnem grandes redes e pequenos lojistas, aumentando a concorrência e, muitas vezes, reduzindo o preço final. Porém, é importante considerar frete, prazo de entrega e política de troca. Para itens urgentes, como um caderno substituto para o dia seguinte, a compra presencial é mais indicada. A estratégia mais eficiente costuma ser combinar: materiais urgentes ou que exigem teste (como mochila e canetas) em lojas físicas, e itens de reposição ou grandes quantidades na internet.

Outro ponto é a influência das crianças durante as compras em lojas físicas. Produtos licenciados, com personagens e estampas da moda, elevam rapidamente o valor do carrinho. Por isso, muitas famílias preferem fazer a maior parte das compras on-line, onde é mais fácil filtrar por preço, marca, tipo de material e custo-benefício, focando no essencial. A ida à loja pode ficar restrita a poucos itens especiais negociados previamente com a criança, reduzindo compras por impulso e mantendo o foco na função principal do material escolar.

Quais estratégias reduzem o custo do material escolar?

  1. Conferir o que sobrou do ano anterior e separar materiais reaproveitáveis.
  2. Destacar na lista o que é obrigatório para o primeiro dia de aula (kit básico).
  3. Pesquisar preços em, pelo menos, três lojas físicas e três lojas digitais.
  4. Verificar cupons, cashback, frete grátis e condições especiais de pagamento.
  5. Avaliar compras coletivas com parentes, amigos ou grupos de pais.

Especialistas também orientam a evitar produtos escolhidos apenas pelo apelo da marca ou do personagem. Materiais licenciados costumam ser mais caros sem melhorar o aprendizado. Muitas vezes, um caderno simples de boa qualidade cumpre a mesma função por um valor bem menor. Definir um limite de gastos para itens de personagem e priorizar o que dura o ano inteiro torna a compra mais racional, focada na utilidade e aderente ao orçamento familiar.

FAQ: perguntas frequentes sobre economizar no material escolar

1. Em que mês costuma ser mais barato comprar material escolar?
Em geral, novembro, dezembro e o início de janeiro concentram boas ofertas de material escolar, pois muitas lojas antecipam campanhas de volta às aulas. Porém, promoções relâmpago ocorrem ao longo do ano, especialmente para cadernos, mochilas e kits. Acompanhar aplicativos de oferta, newsletters de varejistas e comparadores de preço ajuda a identificar o melhor momento para comprar.

2. Vale a pena comprar material escolar no atacarejo ou em lojas de bairro?
Depende do tipo de material e da quantidade. Atacarejos costumam ter preços melhores em pacotes fechados e grandes volumes (como caixas de lápis grafite, borrachas, colas e resmas de papel), o que favorece compras coletivas. Lojas de bairro, por sua vez, podem negociar descontos à vista, facilitar trocas de caderno, lápis de cor ou mochila e oferecer atendimento mais personalizado. Comparar os dois perfis para os principais itens da lista costuma gerar economia real.

3. Como equilibrar economia com qualidade do material?
A recomendação é economizar em itens de consumo rápido (colas comuns, borrachas básicas, lápis grafite simples) e investir um pouco mais em produtos que precisam durar o ano inteiro, como mochila, estojo, cadernos de uso diário e materiais de desenho mais específicos. Ver avaliações on-line, pedir indicação a outros pais e observar a resistência do material ajuda a evitar produtos baratos que quebram ou rasgam rapidamente, gerando nova compra em pouco tempo.

4. Material escolar sustentável é sempre mais caro?
Nem sempre. Produtos reciclados ou reutilizáveis podem ter preço um pouco maior no momento da compra, mas tendem a durar mais ou reduzir a necessidade de reposição (por exemplo, garrafas reutilizáveis, estojos resistentes, cadernos com refil). Além disso, muitas linhas sustentáveis já competem em preço com produtos tradicionais, principalmente em papelaria básica, como cadernos, blocos e lápis fabricados com madeira certificada.

5. Como lidar com pedidos de materiais extras feitos ao longo do ano?
Uma boa prática é reservar mensalmente um pequeno valor específico para reposição de material escolar. Assim, quando a escola solicitar itens adicionais — como materiais de artes, folha especial ou caderno extra —, o impacto será menor. Vale também conversar com a coordenação para entender a real necessidade do pedido, dividir custos com outros pais quando possível e reaproveitar materiais que o estudante já tenha em casa antes de comprar algo novo.

Tags: economiamaterial escolarvolta às aulas
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