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Descubra qual é a frequência certa para lavar o cabelo

Por Lara
23/01/2026
Em Curiosidades
Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko

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A frequência ideal para lavar o cabelo é uma dúvida comum e costuma gerar conselhos contraditórios. Algumas pessoas escutam que lavar os fios todos os dias faz mal, enquanto outras ouvem que ficar muitos dias sem shampoo prejudica o couro cabeludo. Na prática, não existe uma regra única: o intervalo entre as lavagens depende de como a raiz produz oleosidade, do tipo de fio e também da rotina diária.

Ao observar o próprio cabelo, é possível perceber sinais claros de que algo não está funcionando bem: raiz pesada com aparência engordurada, coceira, odor, ressecamento intenso ou fios sem brilho. Ajustar a frequência da lavagem não é apenas uma questão estética; trata-se de um cuidado de higiene e de saúde da pele que recobre a cabeça, que é uma extensão direta da pele do rosto.

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Qual é a frequência ideal para lavar o cabelo?

Alguns couros cabeludos produzem mais óleo, outros quase não têm brilho natural. Além disso, a textura do fio interfere na forma como essa oleosidade se distribui. Por isso, especialistas costumam recomendar que cada pessoa observe o próprio padrão de oleosidade por alguns dias antes de definir uma rotina fixa.

De forma geral, cabelos finos e lisos tendem a ficar com aspecto oleoso mais rapidamente. Isso acontece porque o sebo produzido na raiz se espalha com facilidade ao longo do comprimento, deixando o visual pesado. Nesses casos, lavar um dia sim e outro não, ou até diariamente, costuma ser a prática mais indicada, desde que se use um shampoo suave e adequado ao tipo de couro cabeludo.

Frequência ideal para lavar o cabelo em diferentes tipos de fio

Quando se fala em frequência ideal para lavar o cabelo, o tipo de fio é um dos critérios mais importantes. Cabelos cacheados, crespos e afro-texturizados, por exemplo, possuem curvas que dificultam a passagem da oleosidade natural da raiz até as pontas. Assim, o comprimento fica mais seco e sensível à quebra, enquanto o couro cabeludo pode estar equilibrado.

Por esse motivo, pessoas com cabelos muito cacheados ou crespos geralmente se beneficiam de lavagens mais espaçadas, como uma vez por semana ou a cada cinco dias, ajustando o intervalo conforme o clima e o nível de suor diário. Entre uma lavagem e outra, é comum recorrer a técnicas de hidratação leve, uso de cremes de pentear e óleos vegetais nas pontas, sem excesso, para manter a fibra capilar protegida.

Já cabelos ondulados costumam ficar em um meio-termo. Podem tolerar lavagens a cada dois ou três dias, variando de acordo com a oleosidade da raiz. Uma estratégia utilizada por dermatologistas é diferenciar o cuidado com couro cabeludo e comprimento: higienizar a raiz com shampoo, mas aplicar o condicionador apenas do meio para as pontas, evitando pesar a parte próxima à pele.

Como hormônios, idade e rotina interferem na lavagem?

A frequência ideal para lavar o cabelo também se altera ao longo da vida. Na adolescência, por exemplo, o aumento da produção hormonal costuma deixar o couro cabeludo mais oleoso. Nessa fase, a necessidade de lavagem tende a ser maior, principalmente em pessoas que praticam esportes com frequência ou passam muito tempo em ambientes quentes.

Com o avanço da idade, é comum que a produção de sebo diminua. Em muitas mulheres, após a menopausa, o couro cabeludo fica mais seco, permitindo aumentar o intervalo entre as lavagens sem prejuízo à higiene. Em homens, a combinação de oleosidade e afinamento dos fios pode exigir acompanhamento dermatológico, tanto para controle de descamação quanto para prevenção de inflamações.

Além dos aspectos biológicos, o estilo de vida pesa bastante. Quem usa capacete, boné por longos períodos ou trabalha exposto ao calor intenso tende a suar mais, o que favorece o acúmulo de resíduos. Já pessoas que passam o dia em ambientes climatizados, com pouco suor, podem espaçar um pouco mais as lavagens, desde que o couro cabeludo se mantenha confortável.

Lavar o cabelo demais ou de menos: quais são os riscos?

Exceder a frequência ideal para lavar o cabelo pode ter efeitos indesejados. O uso excessivo de shampoo, principalmente fórmulas muito adstringentes, remove não apenas a sujeira, mas também parte da proteção natural da pele. Em resposta, o couro cabeludo pode passar a produzir mais óleo, em um mecanismo de compensação, tornando a raiz ainda mais oleosa.

Por outro lado, deixar muitos dias sem higienização também traz problemas. O acúmulo de sebo, suor, poluição e células mortas favorece a coceira, o surgimento de caspa e o mau odor. Em casos mais intensos, esse ambiente pode facilitar quadros de dermatite seborreica e inflamações, que às vezes vêm acompanhadas de queda de cabelo aumentada.

  • Raiz constantemente grudada ou pesada pode indicar lavagem insuficiente.
  • Coceira persistente e descamação exigem avaliação profissional.
  • Fios ásperos e sem movimento podem ser sinal de limpeza agressiva demais.

Como acertar na rotina de lavagem do cabelo no dia a dia?

Para ajustar a frequência ideal para lavar o cabelo, especialistas costumam sugerir uma observação simples por algumas semanas, testando intervalos diferentes e anotando como o couro cabeludo reage. Essa avaliação ajuda a montar um hábito mais estável, evitando mudanças bruscas que confundem a percepção de oleosidade.

  1. Definir um intervalo inicial (por exemplo, a cada dois dias).
  2. Observar, ao final de cada dia, a aparência da raiz e o nível de desconforto.
  3. Aumentar ou reduzir um dia no intervalo, conforme a resposta do couro cabeludo.
  4. Ajustar o tipo de shampoo e condicionador de acordo com o resultado.

Além do intervalo, a forma de lavar também influencia. Direcionar o foco do shampoo ao couro cabeludo, massageando com as pontas dos dedos, garante limpeza adequada sem esfregar excessivamente o comprimento. Muitos profissionais indicam a chamada lavagem dupla: a primeira aplicação remove sujeira superficial, enquanto a segunda higieniza de maneira mais profunda, sempre enxaguando bem para evitar resíduos.

Após o banho, o fio permanece mais frágil enquanto está úmido. Por isso, recomenda-se evitar escovas rígidas neste momento, dando preferência a pentes de dentes largos ou desembaraçantes específicos, aplicados com cuidado. Pequenos ajustes como esses, aliados ao entendimento da frequência ideal para lavar o cabelo, contribuem para um couro cabeludo equilibrado e fios com aparência mais saudável ao longo do tempo.

FAQ sobre saúde capilar

1. A alimentação realmente influencia na saúde do cabelo?

Sim. A qualidade dos fios depende de proteínas, vitaminas e minerais obtidos pela alimentação. Dietas muito restritivas ou pobres em nutrientes podem levar a queda, afinamento e perda de brilho. Portanto, manter um cardápio com fontes de ferro, zinco, biotina, ômega 3 e proteínas magras é essencial para que o cabelo cresça forte de dentro para fora.

2. Estresse pode causar queda de cabelo?

O estresse físico ou emocional intenso está associado a diversos tipos de queda capilar. Em suma, ele pode alterar o ciclo de crescimento dos fios, fazendo com que muitos cabelos entrem simultaneamente na fase de queda. Entretanto, nem toda queda é causada apenas por estresse, então é importante investigar outros fatores, como hormônios, carências nutricionais e uso de medicamentos, com um especialista.

3. Uso frequente de chapinha e secador prejudica a saúde dos fios?

O calor excessivo altera a estrutura da fibra capilar. O uso diário de chapinha ou secador muito quente pode causar ressecamento, quebra e perda de brilho. Portanto, recomenda-se sempre usar protetor térmico, manter o equipamento em temperatura moderada e evitar passar a chapinha repetidas vezes no mesmo mecha. Então, o ideal é limitar a frequência e intercalar dias sem calor para o cabelo se recuperar.

4. É verdade que prender o cabelo com muita força faz mal?

Coques e rabos de cavalo muito apertados podem gerar tração constante na raiz. Quando esse hábito é diário e por longos períodos, pode contribuir para um tipo de queda chamado alopecia por tração, especialmente na região das têmporas e linha frontal. Portanto, prefira presilhas e elásticos mais suaves, varie o penteado e evite tensão excessiva. Então, se notar dor, sensibilidade ou falhas, é sinal de que está apertando demais.

5. O que é normal em termos de quantidade de fios que caem por dia?

Perder fios diariamente faz parte do ciclo natural do cabelo. Considera-se normal a queda de cerca de 50 a 100 fios por dia, dependendo do volume capilar de cada pessoa. Entretanto, quedas muito superiores a isso, fios se soltando em grandes mechas ou afinamento visível da densidade merecem atenção. Portanto, se houver dúvida, um dermatologista pode avaliar se há um quadro de eflúvio telógeno, alopecia androgenética ou outra condição.

6. Produtos “sem enxágue” podem prejudicar o couro cabeludo?

Quando usados corretamente, produtos como leave-ins e cremes de pentear ajudam a proteger e hidratar o comprimento. O problema surge quando são aplicados diretamente e em excesso no couro cabeludo, o que pode obstruir poros e favorecer oleosidade e coceira. Portanto, a orientação geral é aplicar esses produtos do meio às pontas. Então, quem tem couro cabeludo sensível deve preferir fórmulas leves e não comedogênicas.

7. Caspa é sempre sinal de má higiene?

Não. Em suma, a caspa costuma estar relacionada a uma condição chamada dermatite seborreica, ligada à oleosidade e à sensibilidade da pele, e não apenas à limpeza inadequada. Entretanto, intervalos muito longos entre lavagens ou produtos incompatíveis com o tipo de couro cabeludo podem piorar o quadro. Portanto, tratar a caspa envolve uso de shampoos específicos e, em alguns casos, acompanhamento médico; então, não se trata apenas de “lavar mais”.

8. Vale a pena usar suplementos para fortalecer o cabelo?

Suplementos podem ser úteis em casos de deficiência comprovada de vitaminas ou minerais. Quando a alimentação é equilibrada e não há carências, o excesso de suplementos tende a não trazer benefícios significativos para o cabelo. Portanto, o ideal é fazer exames e avaliar com um profissional antes de iniciar qualquer fórmula. Então, a suplementação deve ser personalizada, não baseada apenas em marketing ou modismos.

9. Tinturas e químicas sempre danificam o cabelo?

Procedimentos químicos alteram a estrutura do fio, o que implica algum grau de dano. Quanto mais frequente e agressiva a química (descolorações intensas, alisamentos fortes), maior o impacto na resistência e na hidratação da fibra. Entretanto, técnicas bem executadas, intervalos adequados entre retoques e um cronograma de hidratação, nutrição e reconstrução podem minimizar esses danos. Portanto, é fundamental fazer química com profissionais qualificados e manter cuidados constantes em casa.

10. Dormir com o cabelo molhado faz mal?

Dormir com os fios molhados pode favorecer proliferação de fungos e bactérias no couro cabeludo, além de aumentar a quebra, pois o fio úmido é mais frágil. Essa prática repetida pode contribuir para coceira, descamação e enfraquecimento dos fios. Portanto, sempre que possível, seque bem o cabelo antes de deitar, preferindo temperaturas moderadas no secador. Então, se não houver como evitar, use uma fronha limpa e troque-a com frequência para reduzir o risco de problemas.

Tags: couro cabeludoCuriosidadesfrequência ideallavar o cabelosaúde capilar
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