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Ronco frequente pode ser um sinal de alerta; saiba por que

Por Lucas
27/01/2026
Em Saúde
Ronco frequente pode ser um sinal de alerta; saiba por que

Créditos: depositphotos.com / AndrewLozovyi

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Ter uma boa qualidade do sono está diretamente ligada à forma como a rotina diária é organizada. Horários irregulares, uso excessivo de telas à noite e estímulos em excesso podem dificultar tanto o ato de adormecer quanto a manutenção de um sono contínuo. Em suma, ajustar pequenos hábitos costuma ser um dos caminhos mais eficientes para quem busca noites mais restauradoras e um dia a dia mais produtivo.

Quando o descanso noturno não é adequado, o corpo tende a dar sinais rápidos. Fadiga, perda de concentração, queda de rendimento no trabalho ou nos estudos e maior dificuldade para lidar com situações do dia a dia costumam aparecer com frequência. Além disso, períodos prolongados de sono ruim podem se associar ao aumento de irritabilidade, ansiedade e níveis elevados de estresse. Portanto, cuidar da rotina de sono não significa apenas “dormir mais”, mas sim preservar a saúde física, mental e emocional ao longo do tempo.

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O que é, afinal, qualidade do sono?

A expressão qualidade do sono não se resume apenas à quantidade de horas que a pessoa permanece deitada. Um sono considerado saudável envolve adormecer com relativa facilidade, passar por ciclos de sono profundo e REM, acordar poucas vezes durante a noite e despertar com sensação de descanso. Em geral, estudos recentes indicam que a maioria dos adultos precisa entre seis e oito horas por noite, embora existam variações individuais. Entretanto, mais importante do que seguir um número fixo é observar se, ao despertar, a pessoa se sente realmente restaurada.

Durante as fases mais profundas do sono, o organismo realiza processos importantes, como liberação de hormônios essenciais à regulação metabólica, consolidação de memórias e recuperação física. Então, quando essas etapas sofrem interrupções constantes, o corpo não consegue completar o “trabalho interno” necessário para manter o equilíbrio. Por isso, não basta dormir muito; é necessário dormir bem. Em suma, a qualidade do sono influencia diretamente o humor, o apetite, a imunidade e até o controle do peso.

Como a higiene do sono melhora a qualidade do sono?

O termo higiene do sono reúne um conjunto de estratégias simples que ajudam a criar um ambiente e uma rotina mais favoráveis ao descanso. A ideia consiste em reduzir estímulos que atrapalham o adormecer e reforçar sinais que indicam ao cérebro que está chegando a hora de dormir. São ajustes comportamentais e ambientais, que podem ser adotados gradualmente, de forma realista. Portanto, a higiene do sono funciona como um “treino diário” para o organismo aprender a relaxar no horário certo.

Entre os pontos mais citados por especialistas em sono, destacam-se:

  • Horários regulares: deitar e levantar, tanto quanto possível, nos mesmos horários, inclusive em fins de semana e feriados. Em suma, a regularidade ajuda a regular o relógio biológico.
  • Uso adequado da cama: reservar o espaço da cama apenas para dormir ou para intimidade, evitando estudar, trabalhar ou ver televisão ali, para que o cérebro associe a cama ao ato de descansar.
  • Ambiente escuro e silencioso: minimizar luzes artificiais, principalmente de aparelhos eletrônicos, e reduzir ruídos excessivos no quarto, pois isso favorece o aprofundamento das fases do sono.
  • Redução de telas à noite: limitar o uso de celular, computador e TV nas horas que antecedem o sono, devido à luz azul e ao conteúdo estimulante. Então, substituir o celular por leitura leve ou técnicas de relaxamento costuma ajudar bastante.

Quando essas medidas entram na rotina de forma consistente, o corpo passa a reconhecer mais facilmente o momento de descanso. Isso contribui para um início de sono mais rápido, menos despertares noturnos e maior sensação de reparação ao amanhecer. Portanto, a higiene do sono não é um conjunto de “regras rígidas”, mas sim um conjunto de escolhas diárias que, somadas, transformam a forma como a pessoa dorme.

Quais hábitos ajudam a dormir melhor no dia a dia?

Melhorar a higiene do sono passa por mudanças graduais no estilo de vida. Pequenas ações distribuídas ao longo do dia podem ter impacto direto na noite. Em muitos casos, a pessoa só percebe que o sono era ruim depois de implementar essas modificações e comparar o próprio bem-estar. Em suma, o dia prepara a noite: quanto mais equilibrada a rotina diurna, maiores as chances de um sono de boa qualidade.

Algumas recomendações frequentes são organizadas em passos práticos:

  1. Ajustar progressivamente o horário de dormir: em períodos de mudança de rotina, como retorno de férias, ir para a cama cerca de 20 a 30 minutos mais cedo a cada dia, até chegar ao horário desejado. Portanto, não é necessário mudar tudo de uma vez; avanços graduais tendem a funcionar melhor.
  2. Evitar cochilos longos: se for necessário descansar à tarde, limitar o cochilo a menos de uma hora e preferencialmente antes das 15h. Então, o cochilo se torna um reforço de energia, e não um sabotador do sono noturno.
  3. Levantar se não conseguir adormecer: caso o sono não venha após algum tempo na cama, é indicado se levantar, realizar uma atividade calma – como leitura leve ou respiração profunda – e retornar ao leito apenas quando estiver sonolento. Em suma, isso evita que a mente associe a cama à frustração e à ansiedade.
  4. Reduzir estimulantes à noite: entre quatro e seis horas antes de deitar, restringir bebidas energéticas, café, chá preto ou verde, refrigerantes com cafeína e chocolate. Portanto, observar rótulos e horários de consumo ajuda muito quem sente “alerta demais” à noite.
  5. Evitar exercícios intensos muito tarde: treinos de alta intensidade, nas três horas que antecedem o sono, podem manter o organismo em estado de alerta. Então, atividades mais leves nesse período, como alongamentos ou caminhadas suaves, tendem a ser mais adequadas.

Além disso, a ingestão de bebidas alcoólicas e o uso de cigarro também se associam com frequência à piora da qualidade do sono, alterando o padrão das fases do descanso. Em suma, reduzir esses hábitos favorece tanto o sono quanto a saúde geral. Outro recurso útil é reservar de 15 a 30 minutos antes de deitar para diminuir o ritmo, com atividades tranquilas, iluminação mais baixa e afastamento gradual de estímulos sonoros. Portanto, criar um “ritual de desaceleração” prepara corpo e mente para dormir.

Como criar uma rotina sustentável de sono saudável?

Para que a melhora da qualidade do sono se mantenha ao longo do tempo, a rotina precisa ser compatível com a realidade de cada pessoa. Isso envolve observar horários de trabalho, deslocamentos, responsabilidades familiares e limites pessoais. Em vez de mudanças bruscas, ajustes pequenos e constantes tendem a ser mais sustentáveis. Em suma, o melhor plano de sono é aquele que a pessoa consegue realmente seguir no dia a dia.

Uma estratégia é organizar um “roteiro noturno” simples:

  • Definir um horário aproximado para encerrar tarefas mais estimulantes, como trabalho, estudos ou uso intenso de redes sociais.
  • Planejar uma sequência curta de atividades relaxantes, como banho morno, leitura leve ou técnicas de respiração, meditação guiada ou alongamentos suaves.
  • Diminuir gradualmente a intensidade das luzes da casa, para sinalizar ao cérebro que o dia está chegando ao fim.
  • Deixar o quarto preparado com antecedência, já escurecido e ventilado adequadamente, ajustando temperatura, roupas de cama confortáveis e, se necessário, máscaras de olho ou tampões de ouvido.

Se, mesmo com essas mudanças, a pessoa continuar apresentando insônia frequente, ronco intenso, pausas respiratórias durante o sono ou sonolência excessiva durante o dia, a orientação é buscar avaliação profissional. Distúrbios do sono podem exigir investigação específica, e um diagnóstico adequado ajuda a definir o melhor tipo de tratamento. Então, manter atenção a esses sinais se torna uma forma de cuidar da própria saúde de maneira mais ampla, indo além da simples quantidade de horas dormidas. Portanto, combinar hábitos saudáveis, acompanhamento médico quando necessário e autoconhecimento sobre o próprio ritmo de sono favorece noites mais tranquilas e dias mais equilibrados.

FAQ – Perguntas frequentes sobre qualidade do sono

1. Dormir menos durante a semana e “compensar” no fim de semana funciona?
Em suma, compensar parcialmente a falta de sono é possível, mas não resolve o problema por completo. Quando a pessoa acumula muitas noites com poucas horas de descanso, o corpo entra em um estado de débito de sono. Então, dormir mais aos fins de semana pode aliviar um pouco a sonolência, porém não corrige totalmente os impactos na concentração, no humor e na saúde metabólica. Portanto, o ideal é manter horários relativamente estáveis todos os dias.

2. Alimentos influenciam na qualidade do sono?
Sim, a alimentação influencia bastante. Refeições muito pesadas perto da hora de dormir podem causar desconforto gástrico e dificultar o adormecer. Entretanto, ir para a cama com muita fome também pode atrapalhar o sono. Em suma, refeições leves à noite, com boa presença de fibras, proteínas magras e pouca gordura, tendem a favorecer um descanso melhor. Alguns alimentos, como leite morno, banana e aveia, podem ajudar pela presença de nutrientes relacionados à produção de melatonina e serotonina.

3. Luz azul é realmente tão prejudicial ao sono?
A luz azul emitida por celulares, tablets, computadores e TVs reduz a produção natural de melatonina, hormônio que sinaliza ao organismo que a noite chegou. Portanto, o uso intenso de telas à noite pode atrasar o horário em que o corpo “entende” que precisa dormir. Então, reduzir o brilho, ativar filtros noturnos e, principalmente, limitar o tempo de exposição nas horas que antecedem o sono contribui de forma significativa para uma melhor qualidade do sono.

4. Beber álcool ajuda ou atrapalha o sono?
Muita gente sente sonolência após consumir bebida alcoólica e, em um primeiro momento, adormece mais rápido. Entretanto, o álcool fragmenta o sono, reduz o tempo de sono profundo e aumenta despertares ao longo da noite. Em suma, a pessoa pode até dormir muitas horas, mas acorda cansada, com sensação de sono “leve” e pouco restaurador. Portanto, quem busca melhorar a qualidade do sono deve moderar ou evitar o consumo de álcool, especialmente perto da hora de deitar.

5. Quem trabalha em turnos (à noite ou em escala) consegue ter sono de qualidade?
Trabalhar em turnos desafiadores realmente dificulta a regulação do relógio biológico. Entretanto, algumas estratégias podem minimizar os prejuízos: manter, tanto quanto possível, um horário relativamente fixo para dormir mesmo nos dias de folga, usar máscaras de olho e cortinas blackout para escurecer o ambiente durante o dia, evitar cafeína perto do horário de deitar e criar um ritual de relaxamento consistente. Em suma, pode ser mais difícil, mas não impossível: com organização e apoio profissional, muitas pessoas em turnos conseguem desenvolver uma rotina de sono mais estável.

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