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De quanto em quanto tempo deve descongelar a geladeira? Veja

Por Lara
28/01/2026
Em Curiosidades
Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko

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Descongelar a geladeira é um cuidado essencial para garantir o bom funcionamento de um dos eletrodomésticos mais importantes da casa. Presente no dia a dia por preservar alimentos e bebidas durante todo o ano, a geladeira costuma receber pouca atenção quando o assunto são cuidados básicos. Um dos pontos fundamentais para a durabilidade do equipamento é o descongelamento periódico, especialmente nos modelos que não contam com tecnologia frost free. Esse procedimento simples reduz o esforço do motor, melhora o desempenho e ajuda a evitar defeitos inesperados.

Em geladeiras tradicionais, o gelo que se acumula nas paredes internas pode passar despercebido por semanas. Com o tempo, essa camada interfere na circulação do ar frio e faz com que o aparelho consuma mais energia para manter a mesma temperatura. Manter um cronograma de descongelamento não exige ferramentas especiais e pode ser incorporado à rotina de limpeza da cozinha, trazendo benefícios diretos à vida útil da geladeira e ao gasto de energia elétrica.

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Com que frequência descongelar a geladeira para evitar problemas?

A orientação mais aceita para descongelar a geladeira que não é do tipo no frost é realizar o processo a cada três ou quatro meses. Outra referência prática é observar a espessura da camada de gelo: quando ultrapassa cerca de cinco milímetros, o descongelamento passa a ser recomendado. Esse parâmetro vale para refrigeradores de uma e de duas portas com sistema de degelo manual, muito comuns em residências.

Quanto mais gelo acumulado, maior é o esforço do compressor, que precisa trabalhar por períodos mais longos para manter a temperatura interna adequada. Em termos práticos, isso pode significar elevações na conta de luz e maior desgaste dos componentes internos. Ao descongelar a geladeira no intervalo indicado, o aparelho opera mais próximo das condições para as quais foi projetado, reduzindo riscos de falhas, ruídos excessivos e superaquecimento.

Por que o gelo excessivo pode danificar a geladeira?

A formação de gelo é consequência natural da umidade presente no ar que entra na geladeira sempre que a porta é aberta. Nos equipamentos sem sistema frost free, essa umidade se deposita nas paredes internas e no evaporador, transformando-se em escarcha. Quando essa camada cresce demais, ocupa espaço útil, dificulta o fluxo de ar frio e faz a geladeira perder eficiência.

Com a circulação de ar prejudicada, algumas áreas internas podem ficar mais frias que o necessário, enquanto outras não atingem a temperatura ideal. Isso leva o termostato a acionar o motor com mais frequência, prolongando o tempo de funcionamento diário. O resultado é um ciclo de trabalho mais intenso, que ao longo dos meses pode acelerar o desgaste de peças como compressor, relé e ventiladores. Além disso, a borracha de vedação tende a sofrer mais com a abertura constante da porta na tentativa de compensar o resfriamento irregular.

  • Maior consumo de energia: motor ligado por mais tempo para manter o frio.
  • Desgaste prematuro de componentes: compressor e sistema elétrico operam sob maior carga.
  • Perda de espaço interno: o gelo ocupa volume que deveria ser destinado aos alimentos.
  • Risco de vazamentos internos: descongelamentos feitos de forma incorreta podem perfurar tubulações.

Como descongelar a geladeira de forma correta e segura?

Para prolongar a vida útil da geladeira, o procedimento de descongelamento deve seguir alguns cuidados básicos. O primeiro passo é desligar o aparelho da tomada, garantindo segurança e evitando que o motor funcione durante o degelo. Em seguida, recomenda-se retirar alimentos, gavetas e prateleiras, organizando os itens mais sensíveis ao calor em caixas térmicas ou recipientes com gelo, quando possível.

  1. Desligar e esvaziar: tirar a geladeira da tomada e remover todos os alimentos.
  2. Proteger o piso: colocar panos ou bandejas na parte inferior para reter a água do gelo derretido.
  3. Aguardar o degelo natural: deixar a porta aberta para que o gelo derreta sozinho, sem forçar a remoção.
  4. Evitar objetos pontiagudos: não usar facas, chaves ou espátulas metálicas, que podem furar o sistema de refrigeração.
  5. Fazer a limpeza interna: após o degelo, limpar com pano macio e solução suave de água e detergente neutro.
  6. Secar completamente: enxugar bem todas as superfícies antes de religar o equipamento.

O uso de água quente em recipientes abertos dentro da geladeira pode acelerar o degelo, desde que seja feito com cautela, sem contato direto com partes elétricas ou plásticas sensíveis. Ao final do processo, é importante recolocar prateleiras e gavetas somente depois de secas e aguardar alguns minutos após ligar o aparelho para devolver os alimentos, permitindo que a temperatura interna comece a estabilizar.

Quais hábitos diários ajudam a reduzir o acúmulo de gelo?

Além de descongelar a geladeira periodicamente, alguns cuidados diários ajudam a espaçar o intervalo entre um degelo e outro. Manter a borracha de vedação em bom estado é um dos pontos principais. Quando a porta não fecha corretamente, entra mais ar úmido, acelerando a formação de gelo e obrigando o motor a trabalhar mais. A limpeza regular da vedação com pano úmido e a substituição em caso de desgaste visível contribuem para um fechamento adequado.

Outros hábitos também colaboram para reduzir o acúmulo de escarcha:

  • Evitar guardar alimentos ainda quentes, que geram mais vapor dentro da geladeira.
  • Manter recipientes bem fechados para diminuir a umidade interna.
  • Reduzir o tempo de porta aberta ao mínimo necessário.
  • Ajustar o termostato de acordo com a estação do ano, evitando temperaturas mais baixas do que o necessário.

Quando esses cuidados se somam ao descongelamento periódico, a geladeira tende a operar de forma mais estável, consumindo menos energia e permanecendo em boas condições por mais tempo. Assim, um simples hábito de manutenção ajuda a prevenir falhas, a reduzir gastos com reparos e a tornar o uso do eletrodoméstico mais eficiente no dia a dia.

FAQ sobre eletrodomésticos

1. É melhor desligar totalmente os eletrodomésticos da tomada quando não estão em uso?
Muitos eletrodomésticos continuam consumindo energia em modo stand-by. Desligá-los da tomada, especialmente aparelhos como micro-ondas, televisores e fornos elétricos, pode reduzir o gasto de energia ao longo do mês. Entretanto, alguns equipamentos, como roteadores e geladeiras, foram projetados para funcionamento contínuo e não devem ser desligados com frequência. Portanto, avalie o uso de cada aparelho e priorize o desligamento daqueles que não precisam ficar ligados o tempo todo.

2. Como escolher o tamanho ideal de um eletrodoméstico para minha casa?
O tamanho ideal depende do número de pessoas na residência, da rotina de uso e do espaço disponível. É importante medir com cuidado o local onde o eletrodoméstico será instalado, considerando portas, corredores e pontos de energia. Entretanto, não basta pensar apenas em encaixar o aparelho: é fundamental garantir circulação de ar adequada e facilidade de limpeza. Portanto, antes de comprar, verifique as dimensões técnicas fornecidas pelo fabricante e compare com suas necessidades diárias.

3. Etiqueta de eficiência energética faz realmente diferença na conta de luz?
Em suma, sim, a etiqueta de eficiência energética influencia diretamente o consumo ao longo do tempo. Aparelhos classificados nas melhores faixas de eficiência tendem a consumir menos energia para realizar a mesma função. Entretanto, o modo de uso também pesa muito: deixar portas abertas, usar ciclos desnecessários ou sobrecarregar equipamentos pode anular essa vantagem. Portanto, então a melhor combinação é escolher modelos eficientes e adotAR hábitos de uso consciente.

4. Posso ligar vários eletrodomésticos na mesma régua ou extensão?
É possível, mas é preciso cuidado. Cada régua ou extensão tem um limite de corrente e potência que não deve ser ultrapassado. Entretanto, muitos usuários conectam equipamentos de alta potência, como micro-ondas, fornos elétricos ou ferros de passar, junto com outros aparelhos, o que pode causar aquecimento de fios e riscos de curto-circuito. Portanto, verifique sempre a potência máxima da régua e distribua os aparelhos em diferentes tomadas, priorizando ligações diretas para os mais potentes.

5. Qual a importância de manter a ventilação adequada atrás e ao redor dos eletrodomésticos?
A ventilação correta evita o superaquecimento de motores, compressores e componentes eletrônicos, o que aumenta a vida útil dos aparelhos. Geladeiras, freezers, máquinas de lavar e secadoras, por exemplo, precisam de espaço para que o ar quente seja dissipado. Entretanto, é comum encostar esses equipamentos em paredes ou fechar nichos com pouca circulação de ar. Portanto, respeite as distâncias mínimas recomendadas pelo fabricante e mantenha saídas de ar desobstruídas.

6. Quando vale a pena consertar um eletrodoméstico e quando é melhor trocar?
A decisão passa por três pontos: idade do aparelho, custo do reparo e consumo de energia. Se o conserto for muito caro e o eletrodoméstico já tiver muitos anos de uso, pode ser mais econômico investir em um modelo novo e mais eficiente. Entretanto, reparos simples e baratos, especialmente em aparelhos ainda relativamente novos, costumam valer a pena. Portanto, então é recomendável solicitar um orçamento detalhado e comparar com o preço de um equipamento novo antes de decidir.

7. Produtos de limpeza comuns podem danificar eletrodomésticos?
Alguns produtos podem, sim, causar danos. Desengordurantes muito fortes, solventes ou materiais abrasivos podem riscar superfícies, apagar inscrições e até afetar partes plásticas e borrachas. Entretanto, a maioria dos fabricantes indica o uso de pano macio, água e detergente neutro, que já são suficientes para a manutenção diária. Portanto, sempre leia o manual de instruções e evite produtos não recomendados.

8. A voltagem e o tipo de tomada influenciam na durabilidade dos aparelhos?
Em suma, usar o eletrodoméstico na voltagem incorreta pode causar queima imediata ou danos progressivos aos componentes internos. Além disso, tomadas frouxas, mal instaladas ou adaptadores em excesso aumentam o risco de aquecimento e falhas elétricas. Entretanto, muitos ignoram essas recomendações e utilizam “benjamins” e extensões improvisadas. Portanto, então verifique sempre a voltagem correta do equipamento, utilize tomadas adequadas e, se necessário, solicite a avaliação de um eletricista.

Tags: Curiosidadesdescongelar geladeirageladeira
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