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Aposentadoria e sono: qual é o melhor horário para acordar para manter energia e disposição

Por Lara
10/02/2026
Em Bem-estar
Créditos: depositphotos.com / Milkos

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O melhor horário para acordar passa a ser uma dúvida comum ao se afastar do mercado de trabalho, já que muitas pessoas relatam mudanças importantes no sono, como dificuldade para pegar no sono, despertares frequentes durante a madrugada ou levantar-se sem a sensação de descanso. A rotina antes determinada por horários de entrada, saída e deslocamentos deixa de existir, e o organismo precisa se adaptar a um novo padrão. Para lidar com essa transição, especialistas em sono recomendam criar uma nova organização diária que respeite o relógio biológico e mantenha certa regularidade.

Na aposentadoria, a ausência de compromissos fixos pode levar tanto a noites excessivamente longas quanto ao hábito de dormir muito tarde, com impacto direto no humor, na disposição e na saúde geral. Em vez de encarar essa fase como um período sem regras, profissionais da área da saúde sugerem estabelecer um ritmo estável para acordar, se alimentar, realizar atividades e se preparar para dormir. Essa consistência contribui para um sono de melhor qualidade e reduz a sensação de cansaço ao longo do dia.

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Qual o melhor horário para acordar na aposentadoria?

Pesquisas na área do sono indicam que acordar entre 6h30 e 7h30 costuma se alinhar ao ritmo circadiano da maior parte dos adultos. Esse intervalo aproveita a luz natural da manhã, importante para regular a produção de melatonina e favorecer o estado de alerta. Acordar muito depois desse período frequentemente encurta a exposição à luz do dia e pode dificultar o sono à noite.

Ao sair da cama dentro dessa faixa de horário, o corpo se ajusta com mais facilidade ao ciclo claro-escuro, mecanismo que orienta o relógio interno. Essa sincronia ajuda a diminuir episódios de sonolência diurna, facilita o adormecer à noite e contribui para um sono mais profundo. Para idosos aposentados, a recomendação de manter um horário fixo de despertar, inclusive aos fins de semana, é vista como uma estratégia simples para estabilizar o organismo.

Apesar disso, profissionais destacam que o chamado cronotipo — tendência natural a ser mais ativo pela manhã ou à noite — também precisa ser observado. Pessoas mais matutinas podem sentir-se melhor acordando no início dessa faixa, enquanto indivíduos com perfil mais vespertino tendem a se adaptar ao limite mais tardio, desde que não se estenda demais. O importante é que o melhor horário para acordar seja relativamente constante, evitando variações grandes entre um dia e outro.

Como ajustar o sono na aposentadoria de forma saudável?

Além do horário de despertar, o ajuste do sono na aposentadoria passa por hábitos diários que funcionam como sinais para o relógio biológico. Três pilares costumam ser mencionados por especialistas: regularidade, exposição à luz e movimento físico. A combinação desses fatores favorece um ciclo em que o corpo entende com clareza quando é hora de estar desperto e quando é momento de descansar.

  • Regularidade: manter horários semelhantes para dormir e acordar, inclusive aos fins de semana.
  • Exposição à luz natural: passar alguns minutos ao ar livre pela manhã, com janelas abertas ou caminhadas leves.
  • Movimento: inserir atividades físicas leves ou moderadas no início do dia, como caminhadas, alongamentos ou hidroginástica.
  • Rotina previsível: organizar tarefas diárias em horários aproximados, como leitura, lazer e compromissos de saúde.

Cochilos curtos também podem fazer parte da rotina, desde que limitados a aproximadamente 20 a 30 minutos e evitados no fim da tarde. Descansos muito longos ou tardios tendem a atrasar o sono noturno, o que desregula o melhor horário para acordar e pode gerar um ciclo de noites mal dormidas.

Quais hábitos ajudam a manter um bom horário de sono na aposentadoria?

Para que o horário de acordar se mantenha estável, diferentes aspectos do estilo de vida podem ser ajustados. A alimentação, o ambiente do quarto e o uso de telas são pontos constantemente citados em orientações de higiene do sono. Pequenas mudanças nesses campos criam condições mais favoráveis para dormir e acordar em horários adequados.

  1. Café da manhã em horário fixo: fazer a primeira refeição logo após acordar ajuda a “ancorar” o relógio interno.
  2. Refeições noturnas leves: priorizar comidas de fácil digestão à noite, evitando pratos muito gordurosos perto da hora de dormir.
  3. Controle da cafeína: reduzir o consumo de café, chá preto, chá verde e refrigerantes com cafeína no fim da tarde e à noite.
  4. Quarto adequado: manter o ambiente escuro, silencioso, bem ventilado e em temperatura agradável.
  5. Limite para telas: diminuir o uso de celulares, tablets e televisores antes de dormir, pois a luz intensa pode atrapalhar a sonolência.

A criação de um pequeno ritual noturno — como leitura tranquila, banho morno ou práticas de relaxamento leve — também funciona como um sinal para o cérebro de que o descanso está próximo. Esse conjunto de medidas facilita dormir sempre em horários parecidos, o que sustenta o melhor horário para acordar na aposentadoria escolhido anteriormente.

Dessa forma, a adaptação ao novo ritmo de vida após deixar o trabalho tende a ser mais organizada quando existe atenção ao relógio interno. Definir um horário de despertar entre 6h30 e 7h30, alinhado ao cronotipo de cada pessoa, somado a hábitos consistentes durante o dia e à noite, contribui para noites mais reparadoras e dias com maior disposição, preservando autonomia e qualidade de vida nessa etapa.

FAQ – Perguntas frequentes sobre cuidados gerais com o sono

1. Dormir em ambiente totalmente escuro é realmente importante?

Em suma, a escuridão favorece a produção de melatonina, hormônio associado ao início do sono e à sua manutenção. Entretanto, algumas pessoas se sentem inseguras com o quarto completamente escuro. Portanto, pode-se usar uma luz de baixa intensidade e tom mais amarelado, desde que não fique diretamente nos olhos. Então, sempre que possível, priorize cortinas ou máscaras de dormir para reduzir a claridade excessiva.

2. Exercícios físicos à noite prejudicam o sono?

A atividade física regular tende a melhorar a qualidade do sono. Entretanto, treinos muito intensos perto da hora de deitar podem aumentar a frequência cardíaca e a adrenalina, dificultando o relaxamento. Portanto, o ideal é encerrar exercícios vigorosos pelo menos 2 a 3 horas antes de dormir. Então, se for se movimentar à noite, prefira caminhadas leves, alongamentos ou práticas relaxantes.

3. Usar o celular na cama atrapalha mesmo o sono?

A luz azul emitida por celulares, tablets e computadores pode interferir na produção de melatonina, atrasando a sensação de sono. Entretanto, muitas pessoas têm o hábito de checar mensagens ou redes sociais justamente nesse horário. Portanto, recomenda-se reduzir o uso de telas ao menos 30 a 60 minutos antes de deitar e evitar conteúdos muito estimulantes. Então, se o uso for inevitável, ative filtros de luz azul e diminua o brilho da tela.

4. Tomar chá de ervas ajuda a dormir melhor?

Algumas infusões sem cafeína, como camomila, erva-cidreira ou passiflora, podem contribuir para um maior relaxamento antes de dormir. Entretanto, não substituem tratamentos médicos quando há distúrbios de sono importantes. Portanto, podem ser usadas como apoio dentro de uma rotina tranquila noturna, desde que não contenham estimulantes. Então, caso haja dúvidas sobre interações com medicamentos, é aconselhável conversar com um profissional de saúde.

5. Por que acordamos antes do despertador em alguns dias?

Quando o relógio biológico está relativamente ajustado, o organismo passa a “prever” o horário habitual de despertar. Entretanto, fatores como estresse, alterações de rotina ou consumo de substâncias estimulantes podem bagunçar esse padrão. Portanto, manter horários regulares, exposição à luz natural pela manhã e hábitos estáveis ajuda a sincronizar esse mecanismo interno. Então, com o tempo, torna-se mais comum acordar espontaneamente próximo ao horário programado.

6. É melhor tentar dormir mais cedo ou acordar mais tarde para compensar noites ruins?

Em suma, compensar o sono de vez em quando pode trazer alívio temporário. Entretanto, fazer isso com frequência tende a desregular ainda mais o relógio interno, prolongando o problema. Portanto, é preferível manter o horário de acordar relativamente fixo e ajustar gradualmente o horário de dormir, cuidando dos hábitos diurnos. Então, se a insônia persistir por semanas, é recomendável buscar orientação profissional.

7. Barulhos moderados, como ventilador ou som ambiente, podem ajudar o sono?

Ruídos constantes e suaves, como ventilador ou “som branco”, podem mascarar barulhos repentinos e favorecer um ambiente mais estável para dormir. Entretanto, sons muito altos, com variações bruscas ou músicas agitadas podem ter o efeito oposto. Portanto, escolha fontes sonoras discretas, em volume baixo e contínuo. Então, se notar piora do sono com qualquer tipo de ruído, priorize o máximo de silêncio possível.

Tags: aposentadoriabem-estarhigiene do sonohora de acordarhora idealsono
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