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Conheça os 10 apps que mais consomem bateria sem estar em uso

Por Lara
10/02/2026
Em Tecnologia
Créditos: depositphotos.com / welcomia

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Apps que consomem bateria continuam ativos mesmo quando parece que tudo está desligado no celular. Muitos aplicativos mantêm processos em funcionamento em segundo plano, com conexões ativas, checagem de atualizações e envio constante de dados para servidores. Esse comportamento ajuda a explicar por que a bateria do smartphone se esgota tão rapidamente, mesmo com a tela apagada, afetando sobretudo quem passa o dia inteiro com o aparelho no bolso ou na mochila.

Mais do que o tempo de uso, o que pesa no consumo de energia é a forma como cada aplicativo acessa recursos como Internet móvel, Wi-Fi, GPS, notificações e sincronização automática. Redes sociais, aplicativos de mapas, serviços de transporte, streaming de vídeo e música, além de plataformas de compras e delivery, estão entre os principais vilões do gasto energético em segundo plano. Compreender esse funcionamento permite ajustar configurações do sistema e conquistar algumas horas extras de bateria ao longo do dia.

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Por que apps consomem bateria mesmo “fechados”?

Em muitos casos, fechar um aplicativo na tela não significa que ele parou totalmente de funcionar. O sistema operacional mantém partes do app ativas para realizar tarefas como atualizar feeds, receber mensagens novas, buscar ofertas ou preparar conteúdo para ser exibido rapidamente quando o usuário abrir o programa novamente. Essa atividade em segundo plano impede que o celular entre em repouso profundo, mantendo processador, memória e conexões de rede mais ocupados.

Outro fator relevante é o uso da localização em tempo real. Sempre que um aplicativo consulta o GPS ou triangula a posição por redes móveis e Wi-Fi, o consumo de energia aumenta. Quando a permissão de localização está configurada para acesso constante, o app pode solicitar a posição diversas vezes ao dia, ainda que não esteja em uso aparente. Além disso, o excesso de notificações faz o sistema “acordar” repetidamente, ligando a tela, vibrando ou emitindo sons, o que também reduz a autonomia.

Quais são os apps que mais consomem bateria no celular?

Entre os aplicativos que mais drenam bateria, redes sociais e plataformas de entretenimento aparecem com frequência. Apps como Instagram, Facebook e TikTok combinam vários elementos pesados: atualização constante de conteúdo, pré-carregamento de vídeos, uso intenso de dados móveis e grande volume de notificações. Em muitos casos, esses serviços mantêm processos ativos mesmo quando a pessoa não está interagindo diretamente, para alimentar algoritmos de recomendação e registrar estatísticas.

Serviços de mapas e transporte também estão no topo da lista. Aplicativos de navegação, como Google Maps e outros similares, usam o GPS de forma contínua durante o trajeto, o que já exige bastante energia. Quando a configuração de localização permite acesso o tempo todo, o consumo aumenta ainda mais, pois o app pode consultar a posição em segundo plano. Já plataformas de transporte, como Uber e concorrentes, costumam monitorar a área do usuário para exibir carros próximos, promoções e status de corridas, mantendo a atividade de rede e localização frequente.

Entre os mensageiros e serviços de comunicação, o WhatsApp e o Gmail se destacam pelo uso contínuo de sincronização e notificações em tempo real. Para entregar mensagens e e-mails instantaneamente, esses aplicativos mantêm conexões ativas com servidores, verificando novas informações a todo momento. Apps de vídeo, como YouTube, e plataformas de música, como Spotify, consomem muito durante a reprodução e ainda podem continuar usando recursos em segundo plano para baixar conteúdo, atualizar playlists ou manter cache. Serviços de compras e delivery, responsáveis por enviar alertas constantes de ofertas, cupons e status de pedidos, completam a lista de grandes consumidores de bateria.

Como economizar energia em apps que consomem muita bateria?

Reduzir o consumo dos apps que mais consomem bateria passa, principalmente, por ajustes nas configurações do aparelho. Um primeiro passo é revisar permissões de localização e limitar o acesso para “somente durante o uso” sempre que possível. Dessa forma, o GPS deixa de ser consultado o tempo todo e passa a ser ativado apenas quando o app está realmente aberto na tela. Também é útil impedir que alguns programas funcionem livremente em segundo plano, quando essa atividade não é essencial.

Outro ponto importante é o controle de sincronização automática e notificações. Muitos aplicativos não precisam atualizar dados constantemente. Em redes sociais, delivery e compras, por exemplo, é possível reduzir a frequência de atualização ou desativar alertas de promoções, deixando apenas mensagens e informações realmente úteis. Menos notificações significam menos vezes que a tela será ativada ao longo do dia.

Quais ajustes práticos ajudam a aumentar a autonomia?

Os sistemas Android e iOS oferecem ferramentas nativas para acompanhar o consumo de energia por aplicativo. Nas configurações de bateria, é possível verificar quais programas aparecem no topo da lista e, a partir disso, tomar decisões mais precisas. Em muitos casos, vale a pena restringir a atividade em segundo plano de apps que não são essenciais, ou até desinstalar serviços pouco usados que aparecem como grandes consumidores.

  • Revisar as permissões de localização de todos os aplicativos;
  • Desativar notificações desnecessárias, principalmente de ofertas e anúncios;
  • Restringir atualização em segundo plano para apps que não exigem dados em tempo real;
  • Ativar modos de economia de bateria em momentos de uso intenso;
  • Evitar deixar vários apps de vídeo, música e redes sociais abertos simultaneamente.

Para quem prefere um passo a passo mais detalhado, alguns cuidados diários podem fazer diferença na duração da bateria:

  1. Abrir o menu de configurações e acessar a seção de bateria para identificar os maiores consumidores.
  2. Ajustar a localização de redes sociais, transporte e mapas para uso apenas quando o app estiver aberto.
  3. Limitar a sincronização automática de e-mails e arquivos apenas a períodos específicos, se possível.
  4. Reduzir a qualidade de streaming em vídeo e música quando a bateria estiver baixa.
  5. Manter o sistema operacional e os aplicativos atualizados, garantindo melhorias de desempenho e de gerenciamento de energia.

Com esses ajustes, o celular tende a administrar melhor os recursos, equilibrando o funcionamento dos apps que mais consomem bateria com a necessidade de manter o aparelho ativo durante todo o dia. A observação periódica do consumo no sistema ajuda a adaptar os hábitos de uso e a evitar surpresas com o nível de carga em momentos importantes.

FAQ sobre a saúde da bateria do celular

1. Deixar o celular carregando a noite inteira estraga a bateria?
A maioria dos smartphones modernos possui sistemas de proteção que evitam sobrecarga quando a bateria atinge 100%. Entretanto, manter o aparelho muitas horas seguidas nesse nível elevado de carga pode acelerar, aos poucos, o desgaste químico da bateria. Portanto, sempre que possível, é interessante desconectar o carregador após a carga completa ou usar recursos como “carregamento otimizado”, quando disponíveis.

2. É melhor carregar a bateria de 0% a 100% ou fazer recargas parciais?
As baterias de íon-lítio gostam mais de recargas parciais do que de ciclos completos de 0% a 100%. Deixar o celular chegar a 0% com frequência pode aumentar o desgaste ao longo do tempo. Entretanto, fazer um ciclo completo ocasional (por exemplo, uma vez por mês) pode ajudar o sistema a calibrar a indicação de porcentagem. Portanto, o ideal é manter a bateria, no dia a dia, entre cerca de 20% e 80% sempre que possível.

3. O uso de carregadores paralelos prejudica a saúde da bateria?
Em suma, um carregador paralelo de má qualidade pode fornecer tensão ou corrente irregulares, o que, então, afeta negativamente a bateria e até outros componentes do aparelho. Entretanto, carregadores certificados, com especificações compatíveis ao modelo do celular, tendem a ser seguros. Portanto, o mais importante é verificar se o acessório segue normas de segurança e se tem a mesma potência (ou recomendação oficial) informada pelo fabricante.

4. Carregamento rápido faz a bateria durar menos com o tempo?
O carregamento rápido gera mais calor, e o calor é um dos principais inimigos da saúde da bateria. Entretanto, os sistemas atuais costumam gerenciar a potência de forma inteligente, reduzindo a velocidade quando a temperatura aumenta ou quando a carga se aproxima de 100%. Portanto, usar carregamento rápido no dia a dia é aceitável, mas, se quiser preservar ainda mais a bateria, você pode recorrer ao carregamento convencional quando não tiver pressa.

5. O calor realmente influencia no desgaste da bateria?
Em suma, sim: temperaturas altas aceleram reações químicas internas e, então, reduzem a vida útil da bateria. Deixar o aparelho no sol, dentro do carro fechado ou usar capas muito grossas durante jogos pesados pode fazer a temperatura subir demais. Entretanto, o sistema costuma emitir alertas e até interromper o carregamento em casos extremos. Portanto, é recomendável evitar exposição prolongada ao calor e remover o aparelho de ambientes muito quentes sempre que possível.

6. Jogos pesados e apps de alto desempenho prejudicam a saúde da bateria?
Esses apps não “estragam” a bateria de forma direta, mas exigem muito do processador e da placa gráfica, gerando mais calor e ciclos de carga mais frequentes. Entretanto, se o aparelho mantém boa ventilação e temperatura dentro do normal, o impacto é semelhante a qualquer outro uso intenso. Portanto, jogar é seguro, mas vale a pena fazer pausas, reduzir a qualidade gráfica quando possível e evitar jogar enquanto o celular carrega, para não somar calor extra.

7. É preciso “calibrar” a bateria com frequência?
A bateria em si não precisa de calibração constante, mas o sistema que mede a porcentagem pode perder um pouco de precisão com o tempo. Então, se a carga estiver “pulando” de porcentagem ou o aparelho desligar antes de chegar a 0%, um ciclo completo ocasional (carregar até 100%, usar até perto de 0% e recarregar) pode ajudar. Entretanto, fazer isso sempre não é necessário e pode até aumentar o desgaste se o nível chegar a 0% muitas vezes.

8. Guardar o celular ou uma bateria por muito tempo descarregados faz mal?
Em suma, guardar o aparelho totalmente descarregado por meses pode levar a uma descarga profunda, situação em que a bateria cai abaixo de um nível seguro e pode não voltar a funcionar. Entretanto, se o celular for armazenado em torno de 40% a 60% de carga e em local fresco, o impacto é bem menor. Portanto, se você não for usar o aparelho por um longo período, deixe a bateria com carga intermediária e recarregue um pouco a cada alguns meses.

9. Usar o celular enquanto carrega prejudica a bateria?
Usar o aparelho enquanto carrega é algo previsto pelo sistema, e em muitos casos não causa danos diretos. Entretanto, tarefas muito pesadas durante o carregamento (como jogos ou streaming em alta resolução) podem gerar calor adicional, o que, então, acelera o desgaste da bateria ao longo do tempo. Portanto, se for usar o celular plugado, prefira atividades mais leves ou retire a capa se perceber aquecimento excessivo.

10. Como saber se já está na hora de trocar a bateria do celular?
Alguns sinais comuns são: queda brusca de porcentagem, desligamentos repentinos, aquecimento anormal e duração muito reduzida mesmo com uso moderado. Em muitos aparelhos, é possível ver a “saúde da bateria” nas configurações (como a capacidade máxima em relação ao original). Entretanto, mesmo sem esse recurso, a experiência de uso costuma deixar claro quando a autonomia já não atende às necessidades. Portanto, se a bateria não sustenta mais um dia típico de uso, pode ser o momento de considerar a substituição em uma assistência técnica confiável.

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