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Conheça os prós e contras de dormir com seu animal de estimação

Por Lara
13/02/2026
Em Animais
Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

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Compartilhar a cama com um animal de estimação tornou-se um hábito comum em muitos lares brasileiros. A presença do pet ao lado durante a noite costuma ser associada a afeto, sensação de segurança e rotina de companhia. Ao mesmo tempo, esse costume levanta dúvidas sobre impactos na qualidade do sono, na higiene do ambiente e na saúde de quem convive diariamente com o pet.

A discussão sobre dormir com o bichinho envolve não apenas aspectos emocionais, mas também questões médicas e comportamentais. Profissionais de saúde e veterinários costumam destacar que cada caso é diferente e que fatores como idade, alergias, histórico de doenças e temperamento do animal interferem bastante. Por isso, entender benefícios e riscos ajuda a tomar uma decisão mais consciente.

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Quais são os benefícios emocionais de dormir com o animal de estimação?

Entre os principais motivos para dividir a cama com o pet está o efeito de conforto emocional. Estudos sobre interação humano-animal mostram que o contato físico com o cachorro ou gato pode estimular a liberação de hormônios ligados ao relaxamento e à sensação de vínculo social. Essa proximidade tende com frequência a reduzir a percepção de solidão e pode trazer tranquilidade na hora de dormir.

Para pessoas que moram sozinhas, a companhia do animal de estimação à noite costuma representar uma forma de apoio constante. O simples fato de perceber a respiração ou o movimento do pet ao lado pode transmitir maior sensação de segurança. Em alguns quadros de ansiedade leve, o ritual de deitar junto com o animal funciona como uma espécie de âncora, ajudando na criação de uma rotina de sono mais estável.

Em contextos terapêuticos, a presença de cães e gatos já é utilizada em intervenções voltadas a pacientes com sofrimento emocional. Embora nem toda terapia envolva o hábito específico de dormir com o animal, a lógica do vínculo é semelhante: o animal de estimação é percebido como um ser disponível, sem julgamentos, o que fortalece a relação de confiança. Esse ambiente afetivo, quando bem manejado, pode favorecer um descanso mais tranquilo para algumas pessoas.

Dormir com o animal de estimação faz mal para a saúde?

A pergunta sobre possíveis prejuízos à saúde é frequente quando o tema é dormir com o animal de estimação. De forma geral, animais saudáveis, vacinados e acompanhados por veterinário apresentam menor risco de transmitir doenças. Ainda assim, especialistas destacam que o contato tão próximo, especialmente na cama, pode não ser indicado para todos os perfis de moradores da casa.

Pessoas com alergias respiratórias, rinite, asma ou pele sensível tendem a reagir ao pelo, à saliva ou até à poeira carregada no corpo do pet. Nesses casos, o costume de dividir o travesseiro ou o cobertor pode intensificar sintomas como espirros, coceira ou chiado no peito. Crianças pequenas, idosos e indivíduos imunossuprimidos também merecem atenção redobrada, devido à maior vulnerabilidade a infecções.

Outro ponto de preocupação é a higiene da cama. Mesmo animais bem cuidados podem carregar micro-organismos e partículas de sujeira nas patas e no pelo, principalmente quando circulam na rua, em parques ou em áreas comuns de prédios. Por isso, manter um calendário de vacinação, desparasitação e consultas veterinárias atualizado é considerado fundamental para quem escolhe essa forma de convivência noturna.

Como reduzir riscos ao dormir com o pet?

Para quem decide permitir que o cachorro ou gato durma na cama, alguns cuidados simples podem diminuir possíveis problemas. A ideia central é equilibrar o lado afetivo com práticas de higiene e organização do espaço doméstico, evitando que a rotina de sono se torne fonte de desconforto físico ou de conflitos na casa.

Algumas medidas recomendadas costumam incluir:

  • Manter o acompanhamento veterinário em dia, com vacinas, vermífugos e exames periódicos.
  • Dar banhos regulares e escovar o pelo com frequência, reduzindo queda de pelos e acúmulo de sujeira.
  • Lavar fronhas, lençóis e cobertores com mais regularidade, principalmente em casas com mais de um animal.
  • Definir limites claros, como não permitir que o pet deite sobre travesseiros ou próximo ao rosto, se houver alergias.
  • Observar sinais de desconforto, tanto do tutor quanto do animal, como agitação excessiva, ronco intenso ou agressividade ao ser movido.

Além disso, alguns preferem adotar alternativas intermediárias, como colocar a cama do animal ao lado da cama do tutor, permitindo proximidade sem compartilhar o mesmo colchão. Essa solução costuma ajudar em casos de pessoas que apreciam a presença do pet, mas precisam controlar alergias ou melhorar a qualidade do sono.

O hábito de dormir com o animal de estimação atrapalha o sono?

Do ponto de vista do descanso, o impacto de dormir com o animal varia bastante. Há registros de pessoas que relatam adormecer com mais facilidade com o animal por perto, enquanto outras afirmam acordar várias vezes por causa de movimentos, latidos, miados ou mudanças de posição durante a madrugada.

Alguns fatores tendem a influenciar nessa experiência:

  1. Tamanho e nível de energia do animal: cães grandes ou muito agitados podem se mexer mais e ocupar mais espaço.
  2. Rotina de sono: se o pet tem costume de acordar cedo, pedir comida ou brincar durante a madrugada, o descanso humano pode ser interrompido.
  3. Sensibilidade do tutor ao ruído: pessoas com sono leve podem despertar facilmente com qualquer movimento.

Em 2025, tem sido comum que profissionais de saúde do sono recomendem uma avaliação prática: observar por algumas semanas se o hábito contribui para despertares noturnos, cansaço ao longo do dia ou irritabilidade. Caso esses sinais apareçam, reorganizar o local de descanso do animal pode ser uma forma de preservar o vínculo afetivo sem comprometer a qualidade do sono.

No fim, o costume de dormir com o animal de estimação tende a ser moldado pela rotina da casa, pelo estado de saúde de todos os envolvidos e pelo comportamento do próprio animal. Com informação adequada, acompanhamento veterinário e atenção aos sinais do corpo, cada família pode encontrar o arranjo mais adequado entre carinho, segurança e descanso reparador.

Perguntas frequentes sobre os benefícios de ter um pet

Ter um pet pode ajudar na saúde mental do dia a dia, além do momento de dormir?
Em suma, sim. A convivência com um animal de estimação está associada à redução de sintomas de estresse e à sensação de bem-estar ao longo do dia. A rotina de cuidados — como alimentar, brincar e passear — cria um senso de propósito e estrutura. Entretanto, é importante lembrar que o pet não substitui acompanhamento psicológico profissional em casos de sofrimento intenso. Portanto, o ideal é enxergar o animal como um aliado emocional dentro de um cuidado mais amplo com a saúde mental.

Quais são os benefícios sociais de ter um pet?
Ter um pet pode ampliar o convívio social, pois passeios, visitas ao veterinário e idas a parques costumam aproximar tutores de outras pessoas. O animal funciona como um “facilitador social”, ajudando a iniciar conversas e criar vínculos entre desconhecidos. Entretanto, é preciso considerar o perfil do tutor: pessoas muito reservadas podem preferir interações mais discretas. Portanto, o pet pode ser uma ponte para novas amizades, desde que respeitados os limites de cada um.

Animais de estimação contribuem para a saúde física dos tutores?
Especialmente no caso de cães, a resposta tende a ser positiva. Passeios diários estimulam a prática de atividade física leve a moderada, o que pode favorecer o condicionamento cardiovascular e o controle de peso. Entretanto, o benefício depende da regularidade e da intensidade desses passeios, assim como das condições de saúde da pessoa. Portanto, antes de adotar um pet com alta demanda de exercício, é recomendável avaliar se o tutor terá tempo e preparo físico para acompanhá-lo.

Ter um pet ajuda na educação de crianças?
A convivência com animais pode ensinar às crianças noções de responsabilidade, empatia e cuidado com outros seres vivos. Ao participar de tarefas simples, como repor água ou guardar brinquedos do pet, a criança aprende sobre compromisso e rotina. Entretanto, o animal não deve ser visto como “brinquedo” nem ter todo o cuidado delegado ao menor; os adultos continuam responsáveis pela supervisão. Portanto, quando bem orientada, a relação criança–pet pode ser bastante enriquecedora para o desenvolvimento emocional e social.

Pessoas idosas também se beneficiam em ter um pet?
Muitos idosos relatam grande ganho de companhia e motivação ao viver com um animal de estimação. O pet pode estimular movimentação leve, reduzir a sensação de solidão e criar uma rotina mais estruturada. Entretanto, é essencial considerar limitações físicas e financeiras, escolhendo um animal compatível com o ritmo e a energia da pessoa idosa. Portanto, a decisão deve ser compartilhada com familiares e profissionais de saúde, para garantir que o pet seja fonte de alegria, e não de sobrecarga.

Ter um pet pode trazer benefícios terapêuticos mesmo fora de programas formais de terapia?
Em suma, sim. Mesmo sem participar de programas oficiais de terapia assistida por animais, muitos tutores percebem melhora no humor simplesmente por interagir com o pet em casa. Carinhos, brincadeiras e momentos de descanso conjunto podem funcionar como “micropausas” emocionais ao longo do dia. Entretanto, esses efeitos variam de pessoa para pessoa e não substituem tratamentos indicados por profissionais de saúde. Portanto, o ideal é considerar o pet como um complemento valioso ao cuidado com o bem-estar, e não como única estratégia terapêutica.

Os benefícios emocionais de ter um pet compensam os custos e responsabilidades?
Para grande parte dos tutores, os ganhos afetivos e de companhia superam os desafios financeiros e de tempo. A presença do animal costuma trazer alegria, rotina e sensação de vínculo constante. Entretanto, é fundamental planejar gastos com alimentação, higiene, consultas veterinárias e possíveis emergências, bem como avaliar se há disponibilidade diária para cuidados básicos. Portanto, antes de adotar, é recomendável fazer um balanço realista entre desejo, condições práticas e compromisso a longo prazo, para que a relação seja sustentável e positiva para todos.

Tags: animaisanimal de estimaçãobenefíciosCuidadosgatohigienepet
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