{"id":17556,"date":"2025-12-15T17:40:47","date_gmt":"2025-12-15T20:40:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?p=17556"},"modified":"2025-12-15T17:40:50","modified_gmt":"2025-12-15T20:40:50","slug":"nova-gripe-gera-alerta-da-organizacao-mundial-da-saude-oms-para-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2025\/12\/15\/nova-gripe-gera-alerta-da-organizacao-mundial-da-saude-oms-para-2026\/","title":{"rendered":"Nova gripe gera alerta da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) para 2026"},"content":{"rendered":"\n<p>Desde o segundo semestre de 2025, especialistas em sa\u00fade p\u00fablica passaram a observar com mais cuidado um aumento de casos de gripe associados a uma variante espec\u00edfica do v\u00edrus influenza A (H3N2). Popularmente apelidada de <strong>gripe K<\/strong>, essa nova ramifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica ganhou espa\u00e7o em relat\u00f3rios internacionais por surgir em um momento de transi\u00e7\u00e3o para o inverno no Hemisf\u00e9rio Norte, per\u00edodo em que as infec\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias costumam crescer e pressionar hospitais e prontos-atendimentos. Portanto, autoridades sanit\u00e1rias intensificaram o monitoramento para compreender melhor sua circula\u00e7\u00e3o e seu impacto real na sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>A express\u00e3o \u201cgripe K\u201d n\u00e3o \u00e9 um nome oficial, mas acabou se espalhando nas redes sociais e na imprensa como forma resumida de se referir ao subclado gen\u00e9tico K, tamb\u00e9m chamado de J.2.4.1. De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), esse v\u00edrus faz parte do conjunto de influenzas sazonais j\u00e1 conhecidos, que sofrem pequenas altera\u00e7\u00f5es ao longo do tempo. Em suma, o v\u00edrus continua pertencendo \u00e0 mesma fam\u00edlia de gripe que circula todos os anos, ainda que traga pequenas mudan\u00e7as gen\u00e9ticas. At\u00e9 agora, os dados dispon\u00edveis sugerem que o comportamento cl\u00ednico dos casos segue dentro do padr\u00e3o esperado para gripe, sem sinais claros de maior agressividade. Entretanto, a comunidade cient\u00edfica permanece em alerta, pois mudan\u00e7as sutis podem alterar a velocidade de transmiss\u00e3o ou a resposta imune da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 exatamente a gripe K?<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>gripe K<\/strong> corresponde a infec\u00e7\u00f5es causadas por uma linhagem espec\u00edfica do influenza A (H3N2), resultado do processo natural de muta\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o do v\u00edrus. Em vez de indicar o surgimento de um agente totalmente novo, o termo se refere a uma \u201cramifica\u00e7\u00e3o\u201d dentro da \u00e1rvore gen\u00e9tica dos v\u00edrus da gripe. Ent\u00e3o, essa linhagem funciona como um galho mais recente em um tronco j\u00e1 conhecido, que evolui continuamente. Esses desdobramentos s\u00e3o acompanhados de perto porque podem mudar a maneira como o v\u00edrus circula ou como interage com a imunidade j\u00e1 existente na popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Sintomas relatados em pacientes com gripe K permanecem semelhantes aos de outras gripes sazonais: febre, dores musculares, mal-estar, tosse, dor de garganta e, em alguns casos, dificuldade respirat\u00f3ria. Al\u00e9m disso, alguns relatos citam coriza intensa e sensa\u00e7\u00e3o de cansa\u00e7o prolongado, embora isso tamb\u00e9m ocorra em outros tipos de influenza. A maioria das pessoas se recupera em poucos dias, mas, assim como em outras temporadas, existe o risco de quadros mais s\u00e9rios, principalmente entre grupos vulner\u00e1veis. Por isso, a OMS descreve a situa\u00e7\u00e3o como uma \u201cevolu\u00e7\u00e3o a ser monitorada\u201d, e n\u00e3o como um evento completamente fora do padr\u00e3o conhecido. Em suma, o cen\u00e1rio exige aten\u00e7\u00e3o, por\u00e9m n\u00e3o justifica p\u00e2nico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Gripe K est\u00e1 se espalhando mais r\u00e1pido?<\/h2>\n\n\n\n<p>Relat\u00f3rios da OMS indicam que a <strong>variante K do influenza A<\/strong> passou a ser detectada com mais frequ\u00eancia em amostras coletadas em laborat\u00f3rios de diferentes regi\u00f5es a partir de agosto de 2025. Essa expans\u00e3o ocorre em paralelo ao in\u00edcio do inverno no Hemisf\u00e9rio Norte, quando j\u00e1 \u00e9 esperado um aumento natural nas doen\u00e7as respirat\u00f3rias. Em alguns pa\u00edses, a temporada de gripe come\u00e7ou antes do habitual, com subida mais precoce nos indicadores de positividade para influenza. Portanto, autoridades de sa\u00fade correlacionam o aumento n\u00e3o apenas \u00e0 variante em si, mas tamb\u00e9m \u00e0 sazonalidade e \u00e0 queda da cobertura vacinal em certos grupos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em regi\u00f5es tropicais, onde a gripe costuma circular de forma mais cont\u00ednua ao longo do ano, o padr\u00e3o \u00e9 menos marcado, mas ainda assim a vigil\u00e2ncia est\u00e1 refor\u00e7ada. Na Am\u00e9rica do Sul, at\u00e9 o momento n\u00e3o h\u00e1 confirma\u00e7\u00e3o de circula\u00e7\u00e3o ampla da gripe K, embora especialistas considerem prov\u00e1vel que a variante seja identificada futuramente na regi\u00e3o, sobretudo em per\u00edodos de f\u00e9rias e grande fluxo internacional. Ent\u00e3o, viagens entre hemisf\u00e9rios podem facilitar a entrada do v\u00edrus, como j\u00e1 aconteceu com outras variantes de influenza. O acompanhamento \u00e9 feito por meio de redes de vigil\u00e2ncia que combinam dados cl\u00ednicos, laboratoriais e gen\u00f4micos, permitindo observar mudan\u00e7as significativas na composi\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus em circula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Monitoramento de testes positivos para influenza;<\/li>\n\n\n\n<li>An\u00e1lise gen\u00e9tica dos v\u00edrus identificados;<\/li>\n\n\n\n<li>Compara\u00e7\u00e3o com temporadas anteriores de gripe;<\/li>\n\n\n\n<li>Troca de informa\u00e7\u00f5es entre pa\u00edses e centros de pesquisa.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Em suma, a gripe K se espalha dentro da din\u00e2mica habitual da influenza sazonal, mas, entretanto, especialistas observam atentamente qualquer altera\u00e7\u00e3o no ritmo de transmiss\u00e3o, na gravidade dos casos e na efic\u00e1cia das vacinas atuais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quem corre mais risco com a gripe K?<\/h2>\n\n\n\n<p>Embora a gripe K seja considerada parte do conjunto de gripes sazonais, alguns grupos populacionais apresentam maior probabilidade de desenvolver complica\u00e7\u00f5es, como pneumonia, necessidade de interna\u00e7\u00e3o ou agravamento de doen\u00e7as pr\u00e9-existentes. A OMS refor\u00e7a que a aten\u00e7\u00e3o deve ser redobrada para pessoas com maior fragilidade imunol\u00f3gica ou com reservas org\u00e2nicas reduzidas. Portanto, a orienta\u00e7\u00e3o passa por preven\u00e7\u00e3o rigorosa, diagn\u00f3stico precoce e tratamento adequado, quando indicado.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os grupos apontados com maior vulnerabilidade est\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Idosos<\/strong>, especialmente a partir dos 60\u201365 anos e, em particular, acima de 80 anos;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Gestantes<\/strong>, devido a altera\u00e7\u00f5es naturais do organismo durante a gravidez;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Crian\u00e7as pequenas<\/strong>, que ainda est\u00e3o desenvolvendo o sistema imunol\u00f3gico;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pessoas com doen\u00e7as cr\u00f4nicas<\/strong>, como cardiopatias, condi\u00e7\u00f5es pulmonares, diabetes ou imunossupress\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Profissionais de sa\u00fade<\/strong>, pela exposi\u00e7\u00e3o frequente a pacientes e pela possibilidade de transmitir o v\u00edrus a indiv\u00edduos vulner\u00e1veis.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Para esses grupos, a orienta\u00e7\u00e3o de especialistas inclui observa\u00e7\u00e3o cuidadosa de sintomas, busca precoce por avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica em caso de piora e considera\u00e7\u00e3o de antivirais, quando indicados pelos protocolos cl\u00ednicos nacionais. Em suma, o objetivo \u00e9 diminuir a chance de evolu\u00e7\u00e3o para quadros graves e reduzir interna\u00e7\u00f5es. Ent\u00e3o, al\u00e9m de cuidados individuais, recomenda-se que familiares e cuidadores reforcem medidas como vacina\u00e7\u00e3o, higiene das m\u00e3os e uso de m\u00e1scara em contextos de maior risco.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a vacina\u00e7\u00e3o ajuda no contexto da gripe K?<\/h2>\n\n\n\n<p>A vacina\u00e7\u00e3o anual contra influenza continua sendo apontada como uma das principais ferramentas para reduzir o impacto da <strong>gripe K<\/strong> e de outras variantes. A OMS destaca que, mesmo com mudan\u00e7as gen\u00e9ticas do v\u00edrus, as vacinas atuais seguem contribuindo para diminuir hospitaliza\u00e7\u00f5es e formas graves da doen\u00e7a. Estimativas iniciais para a temporada recente sugerem boa prote\u00e7\u00e3o contra interna\u00e7\u00f5es, sobretudo em crian\u00e7as e em grupos-alvo da imuniza\u00e7\u00e3o. Portanto, a vacina funciona como uma camada extra de defesa, que se soma a outros cuidados do dia a dia.<\/p>\n\n\n\n<p>A vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 priorizada para:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Idosos e pessoas com doen\u00e7as cr\u00f4nicas;<\/li>\n\n\n\n<li>Gestantes e pu\u00e9rperas;<\/li>\n\n\n\n<li>Crian\u00e7as em faixas et\u00e1rias definidas pelos calend\u00e1rios nacionais;<\/li>\n\n\n\n<li>Profissionais que atuam em hospitais, ambulat\u00f3rios e outras unidades de sa\u00fade.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>No Brasil, a cobertura vacinal contra gripe em 2025 ficou abaixo das metas em alguns grupos priorit\u00e1rios, o que gera preocupa\u00e7\u00e3o para as pr\u00f3ximas campanhas. Ent\u00e3o, especialistas temem temporadas mais intensas de influenza quando muitas pessoas deixam de se vacinar, inclusive em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 gripe K. A expectativa \u00e9 de que, com a atualiza\u00e7\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o das vacinas para 2026, a prote\u00e7\u00e3o seja alinhada aos v\u00edrus mais recentes, incluindo linhagens como a variante K. Em suma, quem faz parte dos grupos eleg\u00edveis deve se vacinar anualmente, mesmo que j\u00e1 tenha tido gripe antes, pois a prote\u00e7\u00e3o diminui com o tempo e o v\u00edrus segue mudando.<\/p>\n\n\n\n<p>A recomenda\u00e7\u00e3o das autoridades \u00e9 que as pessoas eleg\u00edveis procurem os postos de vacina\u00e7\u00e3o assim que as doses forem disponibilizadas. Entretanto, mesmo quem n\u00e3o integra grupos de risco se beneficia da imuniza\u00e7\u00e3o, pois reduz a chance de faltar ao trabalho ou \u00e0 escola, diminui a transmiss\u00e3o para pessoas vulner\u00e1veis e contribui para aliviar a press\u00e3o sobre o sistema de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais cuidados s\u00e3o recomendados pela OMS agora?<\/h2>\n\n\n\n<p>A OMS n\u00e3o indica restri\u00e7\u00f5es de viagem ou medidas de fechamento de fronteiras por causa da gripe K. Em vez disso, a orienta\u00e7\u00e3o foca em a\u00e7\u00f5es consideradas proporcionais ao cen\u00e1rio atual, mantendo a aten\u00e7\u00e3o sobre poss\u00edveis mudan\u00e7as no comportamento do v\u00edrus. A estrat\u00e9gia se apoia em dois eixos principais: vigil\u00e2ncia constante e prote\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, com destaque para os grupos de maior risco. Portanto, a resposta segue o modelo de manejo da gripe sazonal, com ajustes espec\u00edficos sempre que a evid\u00eancia cient\u00edfica aponta necessidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as recomenda\u00e7\u00f5es gerais destacadas est\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Fortalecer a vigil\u00e2ncia de v\u00edrus respirat\u00f3rios, com \u00eanfase em influenza A (H3N2);<\/li>\n\n\n\n<li>Garantir capacidade laboratorial para testes e sequenciamento gen\u00e9tico;<\/li>\n\n\n\n<li>Promover <strong>vacina\u00e7\u00e3o anual<\/strong> dos grupos priorit\u00e1rios e de profissionais de sa\u00fade;<\/li>\n\n\n\n<li>Estimular a higiene frequente das m\u00e3os e a etiqueta respirat\u00f3ria;<\/li>\n\n\n\n<li>Orientar pessoas com sintomas gripais a evitar contato pr\u00f3ximo com indiv\u00edduos mais fr\u00e1geis e, quando cab\u00edvel, usar m\u00e1scara em ambientes de maior risco.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Em suma, a popula\u00e7\u00e3o pode seguir a rotina normal, entretanto, precisa manter h\u00e1bitos de preven\u00e7\u00e3o j\u00e1 conhecidos desde antes da pandemia de Covid-19, como lavar as m\u00e3os, cobrir a boca ao tossir ou espirrar e ficar em casa quando apresenta sintomas mais intensos. Ent\u00e3o, com esse conjunto de medidas, a resposta \u00e0 gripe K se insenca no manejo rotineiro da gripe sazonal, levando em conta as particularidades gen\u00e9ticas da variante, mas mantendo o foco em estrat\u00e9gias j\u00e1 conhecidas de preven\u00e7\u00e3o, vigil\u00e2ncia e cuidado com as pessoas mais suscet\u00edveis a complica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">FAQ sobre gripe K<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>1. Gripe K \u00e9 a mesma coisa que Covid-19?<\/strong><br>N\u00e3o. A gripe K decorre de um subtipo de influenza A (H3N2), enquanto a Covid-19 resulta do coronav\u00edrus SARS-CoV-2. Em suma, tratam-se de v\u00edrus diferentes, com vacinas espec\u00edficas, formas distintas de diagn\u00f3stico laboratorial e estrat\u00e9gias pr\u00f3prias de tratamento e preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. Teste de farm\u00e1cia para gripe detecta a gripe K?<\/strong><br>Muitos testes r\u00e1pidos de influenza identificam o tipo A e o tipo B, sem detalhar a linhagem. Ent\u00e3o, um teste que confirma influenza A pode incluir a gripe K, mas n\u00e3o aponta o nome \u201cK\u201d no resultado. A confirma\u00e7\u00e3o da variante acontece por meio de sequenciamento gen\u00e9tico em laborat\u00f3rios de refer\u00eancia, n\u00e3o em testes de uso domiciliar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Quem j\u00e1 teve gripe este ano pode pegar gripe K?<\/strong><br>Pode. Entretanto, quem teve influenza recentemente pode manter alguma prote\u00e7\u00e3o parcial, dependendo do tipo de v\u00edrus que causou a infec\u00e7\u00e3o anterior. Portanto, ainda vale a pena manter as medidas de preven\u00e7\u00e3o e considerar a vacina\u00e7\u00e3o, conforme a recomenda\u00e7\u00e3o do calend\u00e1rio nacional.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. Antivirais espec\u00edficos funcionam contra a gripe K?<\/strong><br>Os principais antivirais utilizados para influenza A, como os inibidores de neuraminidase, mant\u00eam indica\u00e7\u00e3o em casos selecionados, inclusive diante da gripe K. Em suma, m\u00e9dicos avaliam o in\u00edcio dos sintomas, o risco de complica\u00e7\u00f5es e a presen\u00e7a de comorbidades para decidir sobre o uso. Ent\u00e3o, o tratamento nunca deve ser iniciado por conta pr\u00f3pria, sem orienta\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5. Mudan\u00e7as no clima influenciam a circula\u00e7\u00e3o da gripe K?<\/strong><br>Sim, de forma semelhante ao que ocorre com outras gripes sazonais. Temperaturas mais baixas, ambientes fechados e ar mais seco favorecem a transmiss\u00e3o de influenza. Portanto, durante o outono e o inverno, a tend\u00eancia aponta para maior circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus, inclusive da linhagem K, o que refor\u00e7a a import\u00e2ncia de ventila\u00e7\u00e3o adequada, etiqueta respirat\u00f3ria e vacina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde o segundo semestre de 2025, especialistas em sa\u00fade p\u00fablica passaram a observar com mais cuidado um aumento de casos de gripe associados a uma variante espec\u00edfica do v\u00edrus influenza A (H3N2). 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