{"id":18111,"date":"2025-12-22T17:41:38","date_gmt":"2025-12-22T20:41:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?p=18111"},"modified":"2025-12-22T17:41:42","modified_gmt":"2025-12-22T20:41:42","slug":"os-sinais-mais-comuns-de-cancer-de-pele-segundo-dermatologista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2025\/12\/22\/os-sinais-mais-comuns-de-cancer-de-pele-segundo-dermatologista\/","title":{"rendered":"Os sinais mais comuns de c\u00e2ncer de pele, segundo dermatologista"},"content":{"rendered":"<p>O c\u00e2ncer de pele \u00e9 hoje um dos principais desafios de sa\u00fade p\u00fablica no Brasil. Entre melanomas e carcinomas, a proje\u00e7\u00e3o de novos casos em 2025 mant\u00e9m a doen\u00e7a no topo do ranking de tumores mais frequentes no pa\u00eds. A elevada exposi\u00e7\u00e3o ao sol, o clima tropical e a falta de prote\u00e7\u00e3o adequada ajudam a explicar esse cen\u00e1rio, que exige monitoramento constante da pele e acompanhamento m\u00e9dico regular. Portanto, quem vive em regi\u00f5es mais ensolaradas precisa redobrar a aten\u00e7\u00e3o em todas as esta\u00e7\u00f5es do ano, n\u00e3o apenas no ver\u00e3o.<\/p>\n<p>Profissionais de sa\u00fade refor\u00e7am que pequenas altera\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas podem ser sinais iniciais da doen\u00e7a. Feridas que n\u00e3o cicatrizam, manchas que mudam com o tempo e pintas de aspecto diferente do habitual merecem aten\u00e7\u00e3o especial. Al\u00e9m disso, sensa\u00e7\u00e3o de ard\u00eancia, coceira persistente e descama\u00e7\u00e3o em \u00e1reas expostas ao sol tamb\u00e9m podem indicar problemas. O reconhecimento precoce desses ind\u00edcios aumenta de forma significativa as chances de tratamento bem-sucedido e reduz o risco de complica\u00e7\u00f5es. Em suma, observar a pr\u00f3pria pele com regularidade se torna um h\u00e1bito simples, mas poderoso para a preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>O que \u00e9 c\u00e2ncer de pele e por que a preven\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o importante?<\/h2>\n<p>O c\u00e2ncer de pele, termo que ser\u00e1 usado aqui como palavra-chave central, corresponde ao crescimento descontrolado de c\u00e9lulas da pele. Esse processo ocorre, em grande parte, devido ao dano cumulativo causado pela radia\u00e7\u00e3o ultravioleta, seja do sol ou de c\u00e2maras de bronzeamento artificial. Com o passar dos anos, essas agress\u00f5es podem levar a muta\u00e7\u00f5es no DNA das c\u00e9lulas, abrindo espa\u00e7o para o surgimento de tumores cut\u00e2neos. Portanto, cada queimadura solar, mesmo aquela que parece \u201cinofensiva\u201d, contribui para esse ac\u00famulo de danos.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio de outros tipos de c\u00e2ncer, o c\u00e2ncer de pele costuma ser vis\u00edvel, o que facilita o diagn\u00f3stico precoce. Mesmo assim, muitos casos ainda aparecem em est\u00e1gios avan\u00e7ados. Isso acontece quando sinais surgem e as pessoas os ignoram, confundem com problemas simples ou tentam tratar por conta pr\u00f3pria com receitas caseiras e automedica\u00e7\u00e3o. Entretanto, interven\u00e7\u00f5es inadequadas podem atrasar o diagn\u00f3stico correto e agravar o quadro. A preven\u00e7\u00e3o passa por uma combina\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, revis\u00e3o peri\u00f3dica da pele e busca por avalia\u00e7\u00e3o profissional diante de qualquer altera\u00e7\u00e3o persistente. Em suma, prevenir o c\u00e2ncer de pele significa adotar uma rotina de cuidados cont\u00ednuos, e n\u00e3o apenas atitudes pontuais em dias de praia.<\/p>\n<h2>Quais s\u00e3o os tipos de c\u00e2ncer de pele e como identific\u00e1-los?<\/h2>\n<p>Entre os tumores cut\u00e2neos mais conhecidos, destacam-se o <strong>carcinoma basocelular<\/strong>, o <strong>carcinoma espinocelular<\/strong> e o <strong>melanoma<\/strong><\/p>\n<p>O carcinoma basocelular costuma surgir em \u00e1reas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pesco\u00e7o. Ele muitas vezes se apresenta como uma pequena les\u00e3o brilhante, perolada, que pode sangrar com facilidade. J\u00e1 o carcinoma espinocelular tende a formar placas avermelhadas, com crostas, \u00e0s vezes dolorosas ou com aspecto de ferida que n\u00e3o cicatriza. Portanto, les\u00f5es persistentes nessas regi\u00f5es merecem sempre uma avalia\u00e7\u00e3o detalhada.<\/p>\n<p><strong>O melanoma, considerado o tipo mais agressivo de c\u00e2ncer de pele, geralmente come\u00e7a como uma pinta nova ou como uma mancha que passa a se comportar de forma diferente. Para facilitar a observa\u00e7\u00e3o, dermatologistas costumam usar a regra do <strong>ABCDE<\/strong> das pintas:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>A<\/strong> \u2013 Assimetria: metade da pinta \u00e9 diferente da outra.<\/li>\n<li><strong>B<\/strong> \u2013 Bordas: irregulares, recortadas ou mal definidas.<\/li>\n<li><strong>C<\/strong> \u2013 Cor: varia\u00e7\u00e3o de tonalidades na mesma les\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>D<\/strong> \u2013 Di\u00e2metro: maior que 6 mm ou em crescimento.<\/li>\n<li><strong>E<\/strong> \u2013 Evolu\u00e7\u00e3o: qualquer mudan\u00e7a em tamanho, forma, relevo ou sintomas, como coceira e sangramento.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Outro sinal de alerta para c\u00e2ncer de pele \u00e9 a presen\u00e7a de feridas que n\u00e3o cicatrizam em at\u00e9 quatro semanas. Manchas e les\u00f5es que mudam de cor, aumentam de volume ou apresentam dor, coceira e sangramento tamb\u00e9m devem passar por avalia\u00e7\u00e3o de um especialista. Ent\u00e3o, sempre que surgir d\u00favida, a conduta mais segura envolve a consulta com um dermatologista, em vez de adiar o atendimento ou tentar tratamentos improvisados. Em suma, conhecer o pr\u00f3prio corpo, identificar o que \u00e9 habitual e perceber o que foge ao padr\u00e3o ajuda bastante na detec\u00e7\u00e3o precoce.<\/p>\n<h2>Como reduzir o risco de c\u00e2ncer de pele no dia a dia?<\/h2>\n<p>A prote\u00e7\u00e3o contra o c\u00e2ncer de pele n\u00e3o se limita ao uso de protetor solar em dias de praia. A exposi\u00e7\u00e3o aos raios ultravioleta ocorre em atividades rotineiras, como caminhar at\u00e9 o trabalho, praticar esportes ao ar livre ou dirigir com o bra\u00e7o pr\u00f3ximo \u00e0 janela. Por isso, os cuidados precisam fazer parte da rotina, inclusive em dias nublados ou frescos, j\u00e1 que a radia\u00e7\u00e3o UV atravessa as nuvens. Portanto, incorporar esses h\u00e1bitos de prote\u00e7\u00e3o di\u00e1ria representa um passo essencial para diminuir o risco ao longo da vida.<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Aplicar filtro solar diariamente<\/strong>: preferencialmente com fator de prote\u00e7\u00e3o 30 ou superior, cobrindo rosto, orelhas, pesco\u00e7o, bra\u00e7os e outras \u00e1reas expostas. O produto deve ser reaplicado a cada duas ou tr\u00eas horas, especialmente em ambientes externos. Ent\u00e3o, quem trabalha ao ar livre ou pratica esportes sob o sol precisa planejar pausas para refor\u00e7ar o protetor solar, inclusive em \u00e1reas frequentemente esquecidas, como dorso das m\u00e3os e p\u00e9s.<\/li>\n<li><strong>Usar barreiras f\u00edsicas<\/strong>: chap\u00e9us de aba larga, roupas com prote\u00e7\u00e3o UV, \u00f3culos escuros com filtro contra radia\u00e7\u00e3o e sombrinhas podem reduzir significativamente o impacto do sol sobre a pele. Em suma, combinar filtro solar com essas barreiras f\u00edsicas oferece uma defesa mais completa, principalmente para crian\u00e7as, idosos e pessoas de pele muito clara.<\/li>\n<li><strong>Evitar hor\u00e1rios de maior radia\u00e7\u00e3o<\/strong>: a faixa entre 10h e 16h costuma concentrar \u00edndices mais altos de raios UV. Sempre que poss\u00edvel, recomenda-se buscar sombra e reorganizar atividades ao ar livre para outros per\u00edodos. Entretanto, se a exposi\u00e7\u00e3o nesse intervalo for inevit\u00e1vel, o uso de prote\u00e7\u00e3o deve ficar ainda mais rigoroso, com reaplica\u00e7\u00e3o frequente de filtro e uso de roupas adequadas.<\/li>\n<li><strong>Abandonar o bronzeamento artificial<\/strong>: c\u00e2maras de bronzeamento se associam a maior risco de melanomas e outros tumores cut\u00e2neos, especialmente em pessoas jovens. Portanto, quem busca um tom de pele mais dourado encontra alternativas mais seguras em autobronzeadores cosm\u00e9ticos, que n\u00e3o utilizam radia\u00e7\u00e3o UV.<\/li>\n<li><strong>Realizar autoexame da pele<\/strong>: observar regularmente todo o corpo, incluindo couro cabeludo, plantas dos p\u00e9s, unhas e costas (com ajuda de espelho ou de outra pessoa), em busca de les\u00f5es suspeitas. Em suma, reservar alguns minutos por m\u00eas para esse check-up visual contribui para flagrar mudan\u00e7as precoces, o que aumenta as chances de cura quando um tumor aparece.<\/li>\n<\/ol>\n<h2>Quando procurar ajuda m\u00e9dica e como \u00e9 feito o diagn\u00f3stico?<\/h2>\n<p>A orienta\u00e7\u00e3o entre especialistas \u00e9 que qualquer mancha, pinta ou les\u00e3o que se modifique ao longo do tempo, ou que n\u00e3o cicatrize em at\u00e9 um m\u00eas, seja avaliada por um dermatologista. Pessoas com pele muito clara, hist\u00f3rico de queimaduras solares intensas, m\u00faltiplas pintas, uso de medicamentos imunossupressores ou casos de c\u00e2ncer de pele na fam\u00edlia fazem parte de grupos de maior risco e se beneficiam de acompanhamento peri\u00f3dico. Portanto, marcar consultas regulares com o dermatologista, mesmo na aus\u00eancia de sintomas, torna-se uma estrat\u00e9gia importante para quem integra esses grupos.<\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico do c\u00e2ncer de pele ocorre principalmente por exame cl\u00ednico, com observa\u00e7\u00e3o detalhada das les\u00f5es. Em muitos casos, o m\u00e9dico utiliza um dermatosc\u00f3pio, aparelho que amplia e ilumina a \u00e1rea examinada. Quando h\u00e1 suspeita de tumor, o profissional solicita uma <strong>bi\u00f3psia<\/strong>, procedimento em que um fragmento da pele \u00e9 retirado e analisado em laborat\u00f3rio. A partir desse resultado, define-se o tipo de c\u00e2ncer de pele e o tratamento mais adequado, que pode incluir cirurgia, medicamentos t\u00f3picos, radioterapia ou terapias sist\u00eamicas, conforme o est\u00e1gio da doen\u00e7a. Ent\u00e3o, seguir as orienta\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas, comparecer \u00e0s consultas de retorno e n\u00e3o interromper o tratamento por conta pr\u00f3pria se tornam atitudes decisivas para um bom desfecho.<\/p>\n<p>A aten\u00e7\u00e3o cont\u00ednua \u00e0 pr\u00f3pria pele, combinada com medidas de prote\u00e7\u00e3o solar e acesso a avalia\u00e7\u00e3o especializada, tende a reduzir o impacto do c\u00e2ncer de pele na popula\u00e7\u00e3o brasileira. A informa\u00e7\u00e3o atualizada sobre sinais de alerta e formas de preven\u00e7\u00e3o permanece como uma das principais aliadas para detectar a doen\u00e7a precocemente e ampliar as possibilidades de cura. Em suma, conhecimento, observa\u00e7\u00e3o di\u00e1ria e acompanhamento profissional formam um trio poderoso na luta contra o c\u00e2ncer de pele.<\/p>\n<h2>Perguntas frequentes sobre c\u00e2ncer de pele<\/h2>\n<p><strong>1. Quem tem pele negra tamb\u00e9m pode ter c\u00e2ncer de pele?<\/strong><br \/>\nSim. Pessoas com pele negra possuem mais melanina, o que oferece alguma prote\u00e7\u00e3o, por\u00e9m elas tamb\u00e9m desenvolvem c\u00e2ncer de pele. Entretanto, nesses casos, les\u00f5es costumam surgir em \u00e1reas menos expostas ao sol, como palmas das m\u00e3os, plantas dos p\u00e9s e leito ungueal. Portanto, o autoexame deve incluir todo o corpo, independentemente do tom de pele.<\/p>\n<p><strong>2. Crian\u00e7as precisam usar protetor solar todos os dias?<\/strong><br \/>\nSim, especialmente em atividades ao ar livre. A pele infantil \u00e9 mais sens\u00edvel, e queimaduras repetidas na inf\u00e2ncia aumentam o risco de c\u00e2ncer de pele na vida adulta. Ent\u00e3o, os pais devem aplicar filtro adequado para a idade, refor\u00e7ar o uso de chap\u00e9u, roupas com prote\u00e7\u00e3o UV e estimular o h\u00e1bito de brincar \u00e0 sombra, principalmente entre 10h e 16h.<\/p>\n<p><strong>3. Vitamina D e prote\u00e7\u00e3o solar s\u00e3o incompat\u00edveis?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o. A maior parte das pessoas consegue produzir vitamina D com exposi\u00e7\u00f5es curtas e regulares, sem queimaduras. Em suma, alguns minutos de sol em hor\u00e1rios mais amenos j\u00e1 contribuem para essa produ\u00e7\u00e3o. Quando necess\u00e1rio, o m\u00e9dico pode indicar suplementa\u00e7\u00e3o, sem que a pessoa precise se expor de forma excessiva e arriscada.<\/p>\n<p><strong>4. Toda pinta diferente significa c\u00e2ncer de pele?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, muitas pintas s\u00e3o benignas ao longo de toda a vida. Entretanto, qualquer pinta que mude de cor, tamanho, formato ou passe a co\u00e7ar, doer ou sangrar precisa de avalia\u00e7\u00e3o dermatol\u00f3gica. Portanto, o ideal n\u00e3o \u00e9 viver com medo de todas as pintas, mas sim observar as mudan\u00e7as e procurar ajuda sempre que algo sair do padr\u00e3o habitual.<\/p>\n<p><strong>5. Quem j\u00e1 teve c\u00e2ncer de pele pode prevenir novos tumores?<\/strong><br \/>\nSim. Embora o hist\u00f3rico de c\u00e2ncer de pele aumente o risco de novos epis\u00f3dios, a pessoa pode reduzir muito essa probabilidade com prote\u00e7\u00e3o solar rigorosa, autoexames frequentes e consultas regulares com o dermatologista. Em suma, o acompanhamento cont\u00ednuo permite identificar recidivas ou novas les\u00f5es em est\u00e1gios bem iniciais, quando as chances de cura permanecem elevadas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O c\u00e2ncer de pele \u00e9 hoje um dos principais desafios de sa\u00fade p\u00fablica no Brasil. 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