{"id":20673,"date":"2026-01-27T18:11:26","date_gmt":"2026-01-27T21:11:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?p=20673"},"modified":"2026-01-27T18:11:30","modified_gmt":"2026-01-27T21:11:30","slug":"veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/","title":{"rendered":"Veja quais conservantes podem estar ligados ao risco de c\u00e2ncer"},"content":{"rendered":"<p>O consumo de alimentos industrializados com conservantes faz parte da rotina de grande parte da popula\u00e7\u00e3o, especialmente em \u00e1reas urbanas. Produtos como p\u00e3es de forma, embutidos, refei\u00e7\u00f5es prontas e bebidas processadas costumam conter subst\u00e2ncias adicionadas para prolongar a validade e manter a apar\u00eancia. Um estudo franc\u00eas recente reacendeu o debate sobre quanto esse padr\u00e3o alimentar pode estar relacionado ao risco de desenvolvimento de c\u00e2ncer ao longo do tempo. Em suma, essa discuss\u00e3o n\u00e3o envolve apenas ci\u00eancia, mas tamb\u00e9m escolhas di\u00e1rias, ind\u00fastria aliment\u00edcia e pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Pesquisas nessa \u00e1rea n\u00e3o tratam de casos isolados, mas de h\u00e1bitos mantidos por anos. Portanto, o foco n\u00e3o est\u00e1 em um \u00fanico lanche ou em uma refei\u00e7\u00e3o espor\u00e1dica, e sim na frequ\u00eancia com que esses itens industrializados entram no prato. Al\u00e9m disso, o contexto geral da alimenta\u00e7\u00e3o, como consumo de frutas, verduras e n\u00edvel de atividade f\u00edsica, tamb\u00e9m pesa bastante na equa\u00e7\u00e3o do risco. A discuss\u00e3o envolve sa\u00fade p\u00fablica, transpar\u00eancia na rotulagem e crit\u00e9rios de seguran\u00e7a usados para liberar esses aditivos no mercado. Entretanto, ainda existem muitas d\u00favidas entre especialistas e consumidores sobre quais conservantes representam maior preocupa\u00e7\u00e3o e em que quantidades.<\/p>\n<h2>O que o estudo franc\u00eas sobre conservantes e c\u00e2ncer investigou?<\/h2>\n<p>O trabalho franc\u00eas foi conduzido com mais de 100 mil participantes adultos, acompanhados por cerca de uma d\u00e9cada dentro do projeto NutriNet-Sant\u00e9, voltado a estudar a rela\u00e7\u00e3o entre alimenta\u00e7\u00e3o e sa\u00fade. Em suma, trata-se de um grande estudo populacional que procura entender como padr\u00f5es alimentares reais, e n\u00e3o dietas perfeitas de laborat\u00f3rio, se conectam com doen\u00e7as cr\u00f4nicas. Os volunt\u00e1rios registravam de forma detalhada o que comiam, incluindo marcas, tipos de produtos e, quando poss\u00edvel, informa\u00e7\u00f5es de r\u00f3tulo. Com esses dados, os pesquisadores conseguiram estimar a quantidade de diferentes conservantes ingeridos ao longo do tempo.<\/p>\n<p>Durante o acompanhamento foram identificados pouco mais de 4 mil casos de c\u00e2ncer, incluindo tumores de mama, pr\u00f3stata e intestino grosso. Ent\u00e3o, a partir da\u00ed, os cientistas cruzaram a informa\u00e7\u00e3o do consumo de aditivos com a incid\u00eancia dessas doen\u00e7as. Quando todos os conservantes foram avaliados em conjunto, n\u00e3o apareceu uma associa\u00e7\u00e3o forte com o risco global de c\u00e2ncer. Entretanto, ao separar cada subst\u00e2ncia, alguns compostos espec\u00edficos chamaram aten\u00e7\u00e3o pelos n\u00fameros encontrados. Portanto, o estudo sugere que nem todo conservante se comporta da mesma forma no organismo e que olhar o \u201cpacote\u201d de aditivos como um todo pode mascarar riscos individuais.<\/p>\n<h2>Quais conservantes aparecem mais ligados ao risco de c\u00e2ncer?<\/h2>\n<p>A palavra-chave central nesse debate \u00e9 <strong>conservantes alimentares<\/strong>, especialmente aqueles usados em produtos ultraprocessados. No estudo, subst\u00e2ncias como <strong>sorbato de pot\u00e1ssio<\/strong>, <strong>sulfitos<\/strong>, <strong>nitrito de s\u00f3dio<\/strong> e <strong>nitrato de pot\u00e1ssio<\/strong> apresentaram associa\u00e7\u00e3o com aumento de risco para alguns tipos de c\u00e2ncer. Em suma, esses compostos aparecem com mais frequ\u00eancia em alimentos de prateleira longa, como frios, snacks salgados, refei\u00e7\u00f5es congeladas, refrigerantes e molhos prontos. O sorbato de pot\u00e1ssio foi relacionado a eleva\u00e7\u00e3o do risco geral de c\u00e2ncer e tamb\u00e9m de tumores de mama. J\u00e1 o nitrito de s\u00f3dio apareceu ligado a maior probabilidade de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata.<\/p>\n<p>O grupo dos sulfitos, usados em vinhos, frutas secas e alguns alimentos prontos, tamb\u00e9m mostrou eleva\u00e7\u00e3o no risco total de c\u00e2ncer, ainda que considerada pequena pelos pesquisadores. Entretanto, mesmo um aumento modesto pode se tornar relevante quando a exposi\u00e7\u00e3o acontece diariamente por muitos anos e em grande parte da popula\u00e7\u00e3o. Entre os conservantes com fun\u00e7\u00e3o antioxidante, que retardam o ran\u00e7o e a oxida\u00e7\u00e3o de gorduras, os eritorbatos foram os que mais se destacaram na an\u00e1lise. Ent\u00e3o, vale refor\u00e7ar que esses aditivos costumam aparecer em carnes processadas, como salsichas, lingui\u00e7as, presuntos e produtos similares, que tamb\u00e9m carregam excesso de sal e gordura saturada. \u00c9 importante refor\u00e7ar que esses resultados indicam associa\u00e7\u00e3o estat\u00edstica, e n\u00e3o prova de causalidade direta.<\/p>\n<h2>Esses aditivos realmente causam c\u00e2ncer?<\/h2>\n<p>Os pr\u00f3prios autores enfatizam que o estudo \u00e9 <em>observacional<\/em>. Isso significa que ele observa padr\u00f5es de consumo e ocorr\u00eancia de doen\u00e7as, mas n\u00e3o consegue isolar completamente todos os fatores envolvidos. Portanto, mesmo com ajustes sofisticados, sempre existe a chance de outros h\u00e1bitos estarem influenciando os resultados. Elementos como tabagismo, consumo de \u00e1lcool, pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica, peso corporal e outros aspectos do estilo de vida podem interferir nos resultados, mesmo ap\u00f3s ajustes estat\u00edsticos.<\/p>\n<p>Algumas hip\u00f3teses levantadas sugerem que certos conservantes podem influenciar processos inflamat\u00f3rios, alterar o sistema imunol\u00f3gico ou interagir com a microbiota intestinal, criando um ambiente mais favor\u00e1vel ao desenvolvimento de tumores. Em suma, fala-se em poss\u00edveis danos ao DNA, desequil\u00edbrios na flora intestinal e aumento de subst\u00e2ncias pr\u00f3-inflamat\u00f3rias. Essas ideias, por\u00e9m, ainda est\u00e3o em fase de investiga\u00e7\u00e3o. Para avan\u00e7ar na compreens\u00e3o dos mecanismos, seriam necess\u00e1rios outros tipos de estudo, incluindo pesquisas experimentais em laborat\u00f3rio e ensaios cl\u00ednicos bem controlados. Entretanto, ensaios longos que exponham intencionalmente pessoas a potenciais carcin\u00f3genos levantam quest\u00f5es \u00e9ticas importantes, o que limita esse tipo de pesquisa.<\/p>\n<h2>Como esse estudo pode impactar a alimenta\u00e7\u00e3o do dia a dia?<\/h2>\n<p>Os dados refor\u00e7am um ponto que j\u00e1 aparece em diversas diretrizes de sa\u00fade: dar prioridade a <strong>alimentos in natura ou minimamente processados<\/strong> e reduzir a participa\u00e7\u00e3o de ultraprocessados na rotina. Em suma, quanto mais o card\u00e1pio se baseia em alimentos frescos, menos exposi\u00e7\u00e3o a conservantes, a\u00e7\u00facares adicionados, gorduras de baixa qualidade e excesso de s\u00f3dio. Isso n\u00e3o significa elimina\u00e7\u00e3o absoluta de produtos com conservantes, mas sim equil\u00edbrio e aten\u00e7\u00e3o \u00e0 frequ\u00eancia com que s\u00e3o consumidos.<\/p>\n<p>De forma pr\u00e1tica, algumas atitudes podem ajudar a reduzir a exposi\u00e7\u00e3o a esses aditivos:<\/p>\n<ul>\n<li>Dar prefer\u00eancia a refei\u00e7\u00f5es preparadas em casa com ingredientes simples, como gr\u00e3os, verduras, legumes e frutas. Portanto, planejar compras semanais, congelar por\u00e7\u00f5es e cozinhar em maior quantidade pode facilitar esse h\u00e1bito.<\/li>\n<li>Reservar embutidos, carnes processadas e produtos prontos congelados para situa\u00e7\u00f5es ocasionais, e n\u00e3o como base da dieta. Em suma, utiliz\u00e1-los como exce\u00e7\u00e3o, n\u00e3o como regra, j\u00e1 reduz bastante o ac\u00famulo de conservantes.<\/li>\n<li>Ler com aten\u00e7\u00e3o a lista de ingredientes e identificar conservantes como nitrito, nitrato, sulfitos e sorbatos. Ent\u00e3o, quanto menor e mais compreens\u00edvel a lista, maior a chance de o produto ser menos ultraprocessado.<\/li>\n<li>Optar por vers\u00f5es com menor lista de aditivos quando houver alternativas semelhantes no mercado. Portanto, comparar r\u00f3tulos de marcas diferentes do mesmo alimento ajuda a fazer escolhas mais seguras.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Alguns especialistas defendem tamb\u00e9m mudan\u00e7as na rotulagem, com informa\u00e7\u00f5es mais claras e leg\u00edveis sobre os aditivos. Essa transpar\u00eancia facilita a tomada de decis\u00e3o e permite que cada pessoa ajuste o consumo de acordo com seu pr\u00f3prio contexto de sa\u00fade. Entretanto, enquanto essas mudan\u00e7as regulat\u00f3rias n\u00e3o acontecem de forma ampla, o consumidor continua precisando desenvolver o h\u00e1bito de ler r\u00f3tulos e questionar suas escolhas.<\/p>\n<h2>O que ainda precisa ser estudado sobre conservantes e c\u00e2ncer?<\/h2>\n<p>A pesquisa francesa abre espa\u00e7o para novas quest\u00f5es. Entre elas, est\u00e3o a quantidade segura de ingest\u00e3o di\u00e1ria de determinados conservantes ao longo de muitos anos, o efeito combinado de v\u00e1rios aditivos consumidos ao mesmo tempo e as diferen\u00e7as de impacto entre grupos de idade e perfis de sa\u00fade distintos. Em suma, ainda se sabe pouco sobre como esses compostos se somam ou interagem entre si, especialmente em dietas ricas em ultraprocessados desde a inf\u00e2ncia. Tamb\u00e9m h\u00e1 interesse em entender melhor a intera\u00e7\u00e3o entre conservantes, microbiota intestinal e processos inflamat\u00f3rios cr\u00f4nicos.<\/p>\n<p>Enquanto esse conhecimento n\u00e3o se torna mais completo, a recomenda\u00e7\u00e3o de priorizar alimentos naturais, cozinhar mais em casa e diversificar o card\u00e1pio permanece como uma estrat\u00e9gia alinhada \u00e0s principais pol\u00edticas de sa\u00fade. Portanto, quem organiza a rotina para incluir mais feij\u00f5es, arroz, ra\u00edzes, frutas, verduras, ovos, carnes frescas e azeite, por exemplo, tende a reduzir de forma autom\u00e1tica a ingest\u00e3o de conservantes. Dessa forma, al\u00e9m de reduzir a exposi\u00e7\u00e3o a conservantes alimentares espec\u00edficos, a alimenta\u00e7\u00e3o tende a ficar mais rica em fibras, vitaminas e minerais, elementos que s\u00e3o associados a menor risco de v\u00e1rias doen\u00e7as cr\u00f4nicas ao longo da vida. Em suma, o caminho mais seguro continua sendo focar no padr\u00e3o alimentar como um todo, e n\u00e3o em um \u00fanico ingrediente isolado.<\/p>\n<h2>FAQ \u2013 Perguntas frequentes sobre conservantes e alimenta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p><strong>1. Crian\u00e7as correm mais risco com o consumo de conservantes?<\/strong><br \/>\nEm suma, crian\u00e7as podem ser mais vulner\u00e1veis porque t\u00eam menor peso corporal e organismo em desenvolvimento. Portanto, a mesma quantidade de conservante representa dose proporcionalmente maior. Ent\u00e3o, vale limitar ultraprocessados na inf\u00e2ncia, priorizando alimentos frescos, lanches caseiros e bebidas sem aditivos, sempre que poss\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>2. H\u00e1 diferen\u00e7a entre conservantes \u201cnaturais\u201d e \u201csint\u00e9ticos\u201d?<\/strong><br \/>\nAlguns fabricantes usam ingredientes como sal, a\u00e7\u00facar, vinagre e extratos vegetais para conservar alimentos. Entretanto, mesmo conservantes de origem natural, em excesso, podem trazer problemas (como muito sal ou muito a\u00e7\u00facar). J\u00e1 os sint\u00e9ticos passam por avalia\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a, mas continuam gerando debate sobre efeitos de longo prazo. Portanto, o foco principal continua sendo reduzir o total de ultraprocessados, e n\u00e3o apenas trocar um tipo de conservante por outro.<\/p>\n<p><strong>3. Consumir embutidos s\u00f3 nos fins de semana j\u00e1 \u00e9 motivo de preocupa\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nDepende do contexto geral da dieta. Em suma, se o restante da semana inclui muitos alimentos in natura, boa ingest\u00e3o de fibras, pouco \u00e1lcool e pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica, o consumo ocasional tende a representar risco bem menor. Entretanto, se fins de semana acabam concentrando grandes quantidades de carnes processadas, frituras e bebidas alco\u00f3licas, o impacto cumulativo pode aumentar.<\/p>\n<p><strong>4. \u00c9 poss\u00edvel ter uma alimenta\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica sem recorrer tanto a ultraprocessados?<\/strong><br \/>\nSim. Portanto, estrat\u00e9gias como congelar por\u00e7\u00f5es de comida caseira, usar legumes congelados sem molho, aproveitar gr\u00e3os cozidos em maior quantidade e montar \u201ckits de marmita\u201d ajudam muito. Em suma, isso oferece praticidade similar, por\u00e9m com bem menos aditivos e melhor qualidade nutricional.<\/p>\n<p><strong>5. Pessoas com hist\u00f3rico familiar de c\u00e2ncer devem ser ainda mais cautelosas?<\/strong><br \/>\nQuem tem forte hist\u00f3rico familiar j\u00e1 carrega maior risco de base, por motivos gen\u00e9ticos e possivelmente ambientais. Ent\u00e3o, vale redobrar cuidados com alimenta\u00e7\u00e3o, controle de peso, tabagismo, \u00e1lcool e sedentarismo. Portanto, reduzir a exposi\u00e7\u00e3o a conservantes e ultraprocessados entra como mais um ponto de prote\u00e7\u00e3o dentro de um conjunto de medidas preventivas, e n\u00e3o como \u00fanico fator determinante.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O consumo de alimentos industrializados com conservantes faz parte da rotina de grande parte da popula\u00e7\u00e3o, especialmente em \u00e1reas urbanas. Produtos como p\u00e3es de forma, embutidos, refei\u00e7\u00f5es prontas e bebidas processadas costumam conter subst\u00e2ncias adicionadas para prolongar a validade e manter a apar\u00eancia. Um estudo franc\u00eas recente reacendeu o debate sobre quanto esse padr\u00e3o alimentar [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":20676,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[123],"tags":[331,2388,4488,141],"class_list":["post-20673","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude","tag-alimentos","tag-cancer","tag-conservantes","tag-saude"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Veja quais conservantes podem estar ligados ao risco de c\u00e2ncer - Correio Braziliense - Aqui<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Conservantes alimentares e c\u00e2ncer: estudo franc\u00eas liga aditivos em ultraprocessados a maior risco e refor\u00e7a escolhas por alimentos naturais\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Veja quais conservantes podem estar ligados ao risco de c\u00e2ncer - Correio Braziliense - Aqui\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Conservantes alimentares e c\u00e2ncer: estudo franc\u00eas liga aditivos em ultraprocessados a maior risco e refor\u00e7a escolhas por alimentos naturais\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Correio Braziliense - Aqui\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-01-27T21:11:26+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-01-27T21:11:30+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/milho-lata_1769548246808.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Lucas\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Lucas\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"10 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Veja quais conservantes podem estar ligados ao risco de c\u00e2ncer - Correio Braziliense - Aqui","description":"Conservantes alimentares e c\u00e2ncer: estudo franc\u00eas liga aditivos em ultraprocessados a maior risco e refor\u00e7a escolhas por alimentos naturais","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Veja quais conservantes podem estar ligados ao risco de c\u00e2ncer - Correio Braziliense - Aqui","og_description":"Conservantes alimentares e c\u00e2ncer: estudo franc\u00eas liga aditivos em ultraprocessados a maior risco e refor\u00e7a escolhas por alimentos naturais","og_url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/","og_site_name":"Correio Braziliense - Aqui","article_published_time":"2026-01-27T21:11:26+00:00","article_modified_time":"2026-01-27T21:11:30+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/milho-lata_1769548246808.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Lucas","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Lucas","Est. tempo de leitura":"10 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/","name":"Veja quais conservantes podem estar ligados ao risco de c\u00e2ncer - Correio Braziliense - Aqui","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/milho-lata_1769548246808.jpg","datePublished":"2026-01-27T21:11:26+00:00","dateModified":"2026-01-27T21:11:30+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/#\/schema\/person\/36d094a725ba56bbeb370a877862a002"},"description":"Conservantes alimentares e c\u00e2ncer: estudo franc\u00eas liga aditivos em ultraprocessados a maior risco e refor\u00e7a escolhas por alimentos naturais","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/milho-lata_1769548246808.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/milho-lata_1769548246808.jpg","width":1280,"height":720,"caption":"Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ serezniy"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/01\/27\/veja-quais-conservantes-podem-estar-ligados-ao-risco-de-cancer\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Veja quais conservantes podem estar ligados ao risco de c\u00e2ncer"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/#website","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/","name":"Correio Braziliense - Aqui","description":"O Correio Braziliense (CB) \u00e9 o mais importante canal de not\u00edcias de Bras\u00edlia. Aqui voc\u00ea encontra as \u00faltimas not\u00edcias do DF, do Brasil e do mundo.","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/#\/schema\/person\/36d094a725ba56bbeb370a877862a002","name":"Lucas","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/eb1dd4a751dca39c233b091fb7b8ce9ef1608850325ab98ff1fbe898fcef0908?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/eb1dd4a751dca39c233b091fb7b8ce9ef1608850325ab98ff1fbe898fcef0908?s=96&d=mm&r=g","caption":"Lucas"},"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/author\/lucasaqui\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20673","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20673"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20673\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20677,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20673\/revisions\/20677"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20676"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20673"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20673"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20673"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}