{"id":21405,"date":"2026-02-05T18:12:52","date_gmt":"2026-02-05T21:12:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?p=21405"},"modified":"2026-02-05T18:12:55","modified_gmt":"2026-02-05T21:12:55","slug":"habitos-comuns-que-mais-influenciam-o-risco-de-cancer-segundo-a-oms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/02\/05\/habitos-comuns-que-mais-influenciam-o-risco-de-cancer-segundo-a-oms\/","title":{"rendered":"H\u00e1bitos comuns que mais influenciam o risco de c\u00e2ncer, segundo a OMS"},"content":{"rendered":"<p>Mais de um ter\u00e7o dos casos de c\u00e2ncer registrados no mundo em 2022 foi associado a fatores de risco que podem ser modificados, segundo an\u00e1lises recentes da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS). Em suma, esse cen\u00e1rio recoloca o tema da <strong>preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer<\/strong> no centro do debate p\u00fablico e refor\u00e7a o peso de h\u00e1bitos cotidianos, condi\u00e7\u00f5es ambientais e acesso a servi\u00e7os b\u00e1sicos de sa\u00fade na origem da doen\u00e7a. Ent\u00e3o, o levantamento se baseou em quase 19 milh\u00f5es de novos diagn\u00f3sticos, oferecendo um retrato amplo da situa\u00e7\u00e3o global e destacando oportunidades reais de interven\u00e7\u00e3o em diferentes pa\u00edses.<\/p>\n<p>Os dados indicam que comportamentos como tabagismo, consumo de \u00e1lcool, sedentarismo, al\u00e9m de excesso de peso, infec\u00e7\u00f5es preven\u00edveis e polui\u00e7\u00e3o do ar, est\u00e3o entre os principais fatores evit\u00e1veis. Portanto, quando governos, profissionais de sa\u00fade e indiv\u00edduos reconhecem esses riscos, todos conseguem agir de forma mais estrat\u00e9gica. Em paralelo, quest\u00f5es estruturais, como saneamento inadequado e dificuldade de acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel, seguem impactando determinados tipos de tumor, especialmente em pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia renda. Em suma, as informa\u00e7\u00f5es apontam para a import\u00e2ncia de pol\u00edticas p\u00fablicas coordenadas, mas tamb\u00e9m de a\u00e7\u00f5es individuais sustentadas ao longo do tempo, alinhadas a orienta\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas baseadas em evid\u00eancias.<\/p>\n<h2>Quais s\u00e3o os principais fatores de risco evit\u00e1veis para o c\u00e2ncer?<\/h2>\n<p>A an\u00e1lise da OMS mostra que o <strong>tabagismo<\/strong> segue como o fator isolado de maior impacto na incid\u00eancia de c\u00e2ncer, associado a uma propor\u00e7\u00e3o significativa dos novos casos em escala mundial. Portanto, quando a popula\u00e7\u00e3o reduz o contato com cigarros e outros produtos de tabaco, o risco de v\u00e1rios tipos de tumor cai de forma relevante. Entre homens, a rela\u00e7\u00e3o entre produtos derivados do tabaco e tumores se apresenta ainda mais marcada, o que exige campanhas espec\u00edficas e pol\u00edticas de regula\u00e7\u00e3o mais r\u00edgidas. O cigarro, no entanto, n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico elemento em destaque. A <strong>polui\u00e7\u00e3o do ar<\/strong>, especialmente nas grandes cidades e regi\u00f5es industrializadas, aparece ligada a uma parcela relevante dos diagn\u00f3sticos de c\u00e2ncer de pulm\u00e3o, afetando tanto homens quanto mulheres, inclusive quem nunca fumou.<\/p>\n<p>O <strong>consumo de \u00e1lcool<\/strong> tamb\u00e9m ocupa lugar de destaque entre os fatores modific\u00e1veis, com participa\u00e7\u00e3o expressiva no total de casos anuais. Em n\u00edveis elevados e por longos per\u00edodos, a ingest\u00e3o de bebidas alco\u00f3licas est\u00e1 associada a tumores em \u00f3rg\u00e3os como f\u00edgado, es\u00f4fago, boca e mama. Em suma, mesmo consumos considerados \u201cmoderados\u201d podem elevar o risco, principalmente quando a pessoa combina \u00e1lcool com tabaco ou alimenta\u00e7\u00e3o inadequada. Outros elementos, como <em>excesso de peso corporal<\/em>, alimenta\u00e7\u00e3o pobre em frutas, legumes e fibras, al\u00e9m do sedentarismo, comp\u00f5em um conjunto de riscos que, quando somados, ampliam a probabilidade de desenvolvimento da doen\u00e7a. Ent\u00e3o, mudan\u00e7as graduais na rotina, com apoio profissional quando necess\u00e1rio, tendem a produzir benef\u00edcios significativos a m\u00e9dio e longo prazo.<\/p>\n<ul>\n<li>Tabagismo e uso de produtos de tabaco<\/li>\n<li>Exposi\u00e7\u00e3o prolongada \u00e0 polui\u00e7\u00e3o do ar<\/li>\n<li>Consumo regular e elevado de \u00e1lcool<\/li>\n<li>Sobrepeso e obesidade<\/li>\n<li>Sedentarismo e baixa pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica<\/li>\n<li>Radia\u00e7\u00e3o solar excessiva sem prote\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Infec\u00e7\u00f5es por v\u00edrus e bact\u00e9rias preven\u00edveis<\/li>\n<\/ul>\n<p>Entretanto, a lista de fatores n\u00e3o significa que o desenvolvimento de c\u00e2ncer se torna inevit\u00e1vel quando algu\u00e9m apresenta um ou mais desses elementos. Na pr\u00e1tica, o risco funciona como um somat\u00f3rio: quanto mais fatores de risco a pessoa acumula, maior tende a ser a probabilidade de adoecer ao longo da vida. Portanto, reduzir cada fator, mesmo que parcialmente, j\u00e1 melhora o cen\u00e1rio global de sa\u00fade e contribui para uma vida mais longa e com melhor qualidade.<\/p>\n<h2>Preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer: qual o papel das infec\u00e7\u00f5es e das vacinas?<\/h2>\n<p>As <strong>infec\u00e7\u00f5es preven\u00edveis<\/strong> respondem por cerca de 10% dos novos diagn\u00f3sticos de c\u00e2ncer no mundo, segundo a OMS. Em suma, essa propor\u00e7\u00e3o mostra como estrat\u00e9gias de vacina\u00e7\u00e3o, saneamento e diagn\u00f3stico precoce conseguem evitar milhares de mortes todos os anos. Entre as mulheres, o papilomav\u00edrus humano (HPV) se destaca como um dos principais respons\u00e1veis por casos de c\u00e2ncer do colo do \u00fatero. Apesar da disponibilidade de vacinas eficazes, muitos pa\u00edses ainda registram cobertura vacinal insuficiente, o que mant\u00e9m altos os \u00edndices desse tipo de tumor, sobretudo em \u00e1reas com menor acesso a exames preventivos e tratamentos regulares. Portanto, ampliar a vacina\u00e7\u00e3o e o rastreamento com exame preventivo (como o Papanicolau) se torna fundamental para proteger gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do HPV, outras infec\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas influenciam a <strong>origem de diferentes tipos de c\u00e2ncer<\/strong>. A bact\u00e9ria <em>Helicobacter pylori<\/em>, por exemplo, est\u00e1 ligada a parte dos casos de c\u00e2ncer de est\u00f4mago, especialmente em locais com saneamento prec\u00e1rio, superlota\u00e7\u00e3o domiciliar e dificuldade de acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel. Ent\u00e3o, melhorar as condi\u00e7\u00f5es de higiene, tratar infec\u00e7\u00f5es detectadas e orientar a popula\u00e7\u00e3o sobre sintomas persistentes de gastrite faz diferen\u00e7a na redu\u00e7\u00e3o desses tumores. V\u00edrus como hepatite B e C tamb\u00e9m t\u00eam rela\u00e7\u00e3o consolidada com tumores de f\u00edgado. Nessas situa\u00e7\u00f5es, estrat\u00e9gias de vacina\u00e7\u00e3o, diagn\u00f3stico precoce e tratamento adequado das infec\u00e7\u00f5es exercem papel decisivo na redu\u00e7\u00e3o da incid\u00eancia de c\u00e2ncer.<\/p>\n<ol>\n<li>Ampliar a vacina\u00e7\u00e3o contra HPV e hepatites virais.<\/li>\n<li>Melhorar o acesso ao saneamento b\u00e1sico e \u00e0 \u00e1gua tratada.<\/li>\n<li>Oferecer testagem e tratamento para infec\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas.<\/li>\n<li>Fortalecer campanhas de informa\u00e7\u00e3o sobre riscos infecciosos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Portanto, quando sistemas de sa\u00fade integram vacina\u00e7\u00e3o, rastreamento e tratamento em um mesmo fluxo de cuidado, a popula\u00e7\u00e3o se beneficia de forma cont\u00ednua. Em suma, a preven\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00f5es, aliada \u00e0 promo\u00e7\u00e3o de h\u00e1bitos saud\u00e1veis, funciona como uma das frentes mais poderosas para diminuir o peso do c\u00e2ncer em escala global.<\/p>\n<h2>Como pol\u00edticas p\u00fablicas e mudan\u00e7as no estilo de vida podem reduzir o c\u00e2ncer?<\/h2>\n<p>Os autores do estudo ressaltam que mapear as diferen\u00e7as entre pa\u00edses e grupos populacionais permite tra\u00e7ar estrat\u00e9gias mais precisas de <strong>controle do c\u00e2ncer<\/strong>. Em regi\u00f5es com alta preval\u00eancia de tabagismo, por exemplo, a\u00e7\u00f5es de aumento de impostos sobre cigarros, proibi\u00e7\u00e3o de publicidade e apoio estruturado para cessa\u00e7\u00e3o do fumo tendem a ter impacto direto na redu\u00e7\u00e3o de casos. Ent\u00e3o, quando essas medidas se combinam com campanhas educativas e oferta de tratamento para depend\u00eancia de nicotina, o n\u00famero de fumantes cai de forma consistente. Em locais marcados por polui\u00e7\u00e3o do ar, medidas de regula\u00e7\u00e3o ambiental e transi\u00e7\u00e3o para matrizes energ\u00e9ticas menos poluentes ganham relev\u00e2ncia, contribuindo tamb\u00e9m para reduzir doen\u00e7as respirat\u00f3rias e cardiovasculares.<\/p>\n<p>No \u00e2mbito individual, pequenas mudan\u00e7as sustentadas ao longo do tempo podem reduzir significativamente o risco. Entre elas, destacam-se a ado\u00e7\u00e3o de uma alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada, a pr\u00e1tica regular de atividade f\u00edsica, a manuten\u00e7\u00e3o do peso em faixas consideradas saud\u00e1veis e a prote\u00e7\u00e3o solar adequada. Ent\u00e3o, quando a pessoa associa essas atitudes ao abandono do cigarro, \u00e0 modera\u00e7\u00e3o no consumo de \u00e1lcool e \u00e0 vacina\u00e7\u00e3o em dia, ela constr\u00f3i um conjunto s\u00f3lido de prote\u00e7\u00e3o contra diversos tipos de c\u00e2ncer. A combina\u00e7\u00e3o desses elementos com a realiza\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica de exames de rastreamento, como os de colo do \u00fatero, mama, c\u00f3lon e reto, amplia as chances de diagn\u00f3stico em est\u00e1gios iniciais, quando as possibilidades de tratamento costumam ser maiores.<\/p>\n<ul>\n<li>Ambientes p\u00fablicos livres de fuma\u00e7a de tabaco.<\/li>\n<li>Programas de incentivo \u00e0 atividade f\u00edsica em escolas e empresas.<\/li>\n<li>Campanhas regulares sobre \u00e1lcool, dieta e exposi\u00e7\u00e3o solar.<\/li>\n<li>Expans\u00e3o da oferta de exames de rastreamento pelo sistema de sa\u00fade.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Diante dos dados apresentados, especialistas apontam que uma parcela expressiva dos diagn\u00f3sticos de c\u00e2ncer em 2025 poderia ser evitada com a combina\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas consistentes e escolhas di\u00e1rias mais saud\u00e1veis. Em suma, a informa\u00e7\u00e3o acess\u00edvel, somada \u00e0 oferta de servi\u00e7os de preven\u00e7\u00e3o, vacina\u00e7\u00e3o e cuidado continuado, tende a influenciar diretamente o n\u00famero de novos casos nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, especialmente em pa\u00edses que ainda enfrentam desigualdades no acesso \u00e0 sa\u00fade. Portanto, quando sociedade, governos e indiv\u00edduos atuam em conjunto, o impacto na redu\u00e7\u00e3o da carga global de c\u00e2ncer se torna muito mais evidente.<\/p>\n<h2>FAQ sobre preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer<\/h2>\n<p><strong>1. Toda pessoa com hist\u00f3rico familiar de c\u00e2ncer vai desenvolver a doen\u00e7a?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o. O hist\u00f3rico familiar aumenta o risco, mas n\u00e3o determina o futuro. Em suma, quem possui casos de c\u00e2ncer na fam\u00edlia deve informar o m\u00e9dico, intensificar rastreamentos e adotar h\u00e1bitos saud\u00e1veis, pois o estilo de vida e o acompanhamento regular influenciam muito o desfecho.<\/p>\n<p><strong>2. Existe uma \u201cdieta antic\u00e2ncer\u201d espec\u00edfica?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o existe uma \u00fanica dieta capaz de garantir que o c\u00e2ncer n\u00e3o apare\u00e7a. Entretanto, um padr\u00e3o alimentar com mais frutas, legumes, verduras, gr\u00e3os integrais, menos ultraprocessados, menos carnes processadas e menos a\u00e7\u00facar ajuda a reduzir o risco. Portanto, o foco deve recair em equil\u00edbrio e const\u00e2ncia, n\u00e3o em alimentos \u201cmilagrosos\u201d.<\/p>\n<p><strong>3. Atividade f\u00edsica leve j\u00e1 traz benef\u00edcio para preven\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nSim. Ent\u00e3o, caminhadas, tarefas dom\u00e9sticas ativas e subir escadas contribuem para reduzir o risco, principalmente quando a pessoa acumula ao menos 150 minutos semanais de atividade leve a moderada. Em suma, quanto mais regularidade e intensidade moderada, maior tende a ser o benef\u00edcio global para a sa\u00fade.<\/p>\n<p><strong>4. Beber socialmente causa c\u00e2ncer?<\/strong><br \/>\nQualquer quantidade de \u00e1lcool pode aumentar o risco de c\u00e2ncer, embora o risco cres\u00e7a com a quantidade e a frequ\u00eancia. Portanto, reduzir a ingest\u00e3o e evitar o consumo di\u00e1rio j\u00e1 representam um passo importante. Em suma, quem optar por n\u00e3o beber costuma ter menor risco relacionado ao \u00e1lcool.<\/p>\n<p><strong>5. Protetor solar realmente ajuda a prevenir c\u00e2ncer de pele?<\/strong><br \/>\nSim. O uso correto e di\u00e1rio de protetor solar, associado a sombra, roupas adequadas e \u00f3culos escuros, reduz de forma importante o risco de c\u00e2ncer de pele. Ent\u00e3o, aplicar o produto com fator adequado, reaplicar ao longo do dia e evitar exposi\u00e7\u00e3o intensa em hor\u00e1rios de pico de radia\u00e7\u00e3o fazem parte de uma rotina de prote\u00e7\u00e3o essencial.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais de um ter\u00e7o dos casos de c\u00e2ncer registrados no mundo em 2022 foi associado a fatores de risco que podem ser modificados, segundo an\u00e1lises recentes da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS). 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