{"id":21711,"date":"2026-02-10T12:00:00","date_gmt":"2026-02-10T15:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?p=21711"},"modified":"2026-02-10T11:35:29","modified_gmt":"2026-02-10T14:35:29","slug":"alimentos-ultraprocessados-aumentam-risco-de-doenca-cardiaca-veja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/02\/10\/alimentos-ultraprocessados-aumentam-risco-de-doenca-cardiaca-veja\/","title":{"rendered":"Alimentos ultraprocessados aumentam risco de doen\u00e7a card\u00edaca; veja"},"content":{"rendered":"\n<p>Os alimentos ultraprocessados ganharam espa\u00e7o nas prateleiras e no cotidiano, mas tamb\u00e9m v\u00eam sendo apontados como um fator importante para o desenvolvimento de doen\u00e7as cr\u00f4nicas. Entre os problemas mais estudados est\u00e1 a rela\u00e7\u00e3o entre esse tipo de produto industrializado e o risco aumentado de <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/02\/09\/sinal-de-frank-o-que-o-vinco-na-orelha-revela-sobre-riscos-cardiacos\/\">problemas no cora\u00e7\u00e3o e na circula\u00e7\u00e3o<\/a>. Uma pesquisa publicada na revista<em> The American Journal of Medicine<\/em> apontou que dietas ricas nestes alimentos ultraprocessados podem aumentar em at\u00e9 47% o risco de doen\u00e7as cardiovasculares. <\/p>\n\n\n\n<p>Esse grupo de alimentos inclui op\u00e7\u00f5es presentes em diferentes momentos do dia, como <strong>refrigerantes, biscoitos recheados, macarr\u00e3o instant\u00e2neo, salgadinhos, embutidos e refei\u00e7\u00f5es prontas congeladas<\/strong>. Al\u00e9m disso, esse consumo frequente costuma vir acompanhado de menor ingest\u00e3o de frutas, legumes, verduras e gr\u00e3os integrais, o que, ent\u00e3o, agrava ainda mais o risco para o cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que s\u00e3o alimentos ultraprocessados e por que preocupam?<\/h2>\n\n\n\n<p>S\u00e3o formula\u00e7\u00f5es industriais que passam por diversas etapas de processamento e costumam reunir ingredientes pouco usados em prepara\u00e7\u00f5es caseiras. Entre eles est\u00e3o <strong>gorduras refinadas<\/strong>, grandes quantidades de <strong>a\u00e7\u00facares<\/strong>, <strong>amidos modificados<\/strong>, <strong>sal<\/strong> e uma s\u00e9rie de aditivos, como corantes, aromatizantes, conservantes e emulsificantes. Em geral, esses produtos s\u00e3o pobres em fibras, vitaminas e minerais, enquanto concentram calorias em excesso.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da composi\u00e7\u00e3o desequilibrada, os alimentos ultraprocessados tendem a ser hiperpalat\u00e1veis, ou seja, formulados para estimular o consumo em grandes quantidades. Isso pode favorecer ingest\u00e3o cal\u00f3rica acima do necess\u00e1rio, ganho de peso e altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas. Entretanto, o problema n\u00e3o se limita apenas \u00e0s calorias: o excesso de s\u00f3dio, a\u00e7\u00facares simples e gorduras de baixa qualidade afeta diretamente a press\u00e3o arterial, o controle glic\u00eamico e o perfil de colesterol. Os estudos t\u00eam apontado que esse padr\u00e3o alimentar est\u00e1 ligado n\u00e3o apenas \u00e0 obesidade, mas tamb\u00e9m a inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica de baixo grau, altera\u00e7\u00f5es na microbiota intestinal e maior preval\u00eancia de doen\u00e7as cardiovasculares.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os alimentos ultraprocessados afetam o cora\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre alimentos ultraprocessados e <strong>doen\u00e7as cardiovasculares<\/strong> passa por um conjunto de mecanismos conhecidos pela ci\u00eancia. O consumo frequente desse tipo de produto est\u00e1 associado a fatores como aumento da press\u00e3o arterial, ac\u00famulo de gordura abdominal, eleva\u00e7\u00e3o do colesterol LDL (conhecido como \u201cruim\u201d) e redu\u00e7\u00e3o do HDL, al\u00e9m de maior resist\u00eancia \u00e0 insulina. Esses elementos comp\u00f5em o quadro conhecido como <em>s\u00edndrome metab\u00f3lica<\/em>, considerado um dos principais caminhos para o desenvolvimento de infarto e acidente vascular cerebral. Portanto, n\u00e3o se trata apenas de \u201ccomer algo pr\u00e1tico\u201d, mas de expor o organismo a um ambiente metab\u00f3lico desfavor\u00e1vel de forma cont\u00ednua.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m das mudan\u00e7as metab\u00f3licas, pesquisadores t\u00eam observado rela\u00e7\u00e3o entre o consumo de ultraprocessados e n\u00edveis mais altos de marcadores inflamat\u00f3rios no sangue, como a prote\u00edna C-reativa de alta sensibilidade. A inflama\u00e7\u00e3o persistente est\u00e1 ligada \u00e0 forma\u00e7\u00e3o e instabilidade de placas de gordura nas art\u00e9rias, favorecendo entupimentos e eventos cardiovasculares. Outro ponto em estudo \u00e9 o poss\u00edvel impacto de aditivos qu\u00edmicos sobre o endot\u00e9lio, camada que reveste os vasos sangu\u00edneos e participa da regula\u00e7\u00e3o da circula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante desses achados, o conceito de \u201crisco cardiovascular\u201d passa a incluir n\u00e3o apenas a quantidade de gordura e sal na dieta, mas tamb\u00e9m o grau de processamento dos alimentos escolhidos diariamente. Assim, a express\u00e3o \u201calimentos ultraprocessados e cora\u00e7\u00e3o\u201d tornou-se um eixo central nas discuss\u00f5es sobre preven\u00e7\u00e3o de infarto e AVC em diferentes faixas et\u00e1rias. Em suma, reduzir esse tipo de produto representa uma estrat\u00e9gia-chave, tanto para quem deseja prevenir como para quem j\u00e1 convive com doen\u00e7as card\u00edacas ou press\u00e3o alta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais mudan\u00e7as pr\u00e1ticas podem reduzir o impacto no cora\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>A redu\u00e7\u00e3o de alimentos ultraprocessados n\u00e3o depende apenas da escolha individual, pois fatores como renda, oferta de comida fresca e tempo dispon\u00edvel para cozinhar influenciam diretamente esse comportamento. Mesmo assim, algumas estrat\u00e9gias simples podem contribuir para um padr\u00e3o alimentar mais protetor para o cora\u00e7\u00e3o, principalmente quando combinadas com pol\u00edticas p\u00fablicas que favore\u00e7am o acesso a op\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis. Portanto, a ideia \u00e9 avan\u00e7ar passo a passo, com metas realistas, em vez de buscar mudan\u00e7as perfeitas de uma s\u00f3 vez.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Dar prefer\u00eancia a alimentos <strong>in natura<\/strong> ou minimamente processados, como frutas, legumes, verduras, gr\u00e3os integrais, feij\u00f5es e ovos. Ent\u00e3o, sempre que poss\u00edvel, montar o prato com base nesses itens antes de pensar em qualquer produto pronto.<\/li>\n\n\n\n<li>Reservar os ultraprocessados para situa\u00e7\u00f5es pontuais, evitando que sejam base da alimenta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria. Em suma, transform\u00e1-los em exce\u00e7\u00f5es, e n\u00e3o em regra, j\u00e1 reduz bastante o impacto sobre a sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>Ler r\u00f3tulos com aten\u00e7\u00e3o, identificando listas longas de ingredientes dif\u00edceis de reconhecer, o que pode indicar grau elevado de processamento. Portanto, quanto mais simples o r\u00f3tulo e menor a quantidade de aditivos, melhor tende a ser a escolha.<\/li>\n\n\n\n<li>Planejar refei\u00e7\u00f5es simples em casa, com prepara\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas, para reduzir a depend\u00eancia de produtos prontos. Ent\u00e3o, organizar o card\u00e1pio da semana, cozinhar em maior quantidade e congelar por\u00e7\u00f5es pode facilitar muito o dia a dia.<\/li>\n\n\n\n<li>Substituir bebidas a\u00e7ucaradas por \u00e1gua, ch\u00e1s sem a\u00e7\u00facar ou sucos naturais em pequenas quantidades. Portanto, mudar o que se bebe ao longo do dia costuma ser um dos passos mais eficientes para diminuir ultraprocessados.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Para quem apresenta risco cardiovascular aumentado ou j\u00e1 teve infarto e AVC, o aconselhamento de profissionais de sa\u00fade costuma incluir, al\u00e9m de medicamentos espec\u00edficos, orienta\u00e7\u00f5es detalhadas sobre alimenta\u00e7\u00e3o. A redu\u00e7\u00e3o de ultraprocessados \u00e9 vista como parte um conjunto de medidas terap\u00eauticas que podem envolver controle de peso, pr\u00e1tica regular de atividade f\u00edsica e abandono do tabagismo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como identificar e monitorar o consumo de ultraprocessados no dia a dia?<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma forma pr\u00e1tica de avaliar a presen\u00e7a de alimentos ultraprocessados na rotina \u00e9 observar quantas refei\u00e7\u00f5es dependem de produtos prontos ou semiprontos. Quanto maior a participa\u00e7\u00e3o desses itens no caf\u00e9 da manh\u00e3, almo\u00e7o, jantar e lanches, maior tende a ser o impacto na qualidade global da dieta e, por consequ\u00eancia, no risco de doen\u00e7as cardiovasculares. Portanto, acompanhar o que se come com aten\u00e7\u00e3o se torna um passo essencial para quem deseja cuidar melhor do cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Listar tudo o que \u00e9 consumido em um dia t\u00edpico, incluindo bebidas, lanches e \u201cbeliscos\u201d. Ent\u00e3o, ao colocar no papel ou em um aplicativo, fica mais f\u00e1cil enxergar padr\u00f5es que passam despercebidos.<\/li>\n\n\n\n<li>Marcar quais itens se enquadram como ultraprocessados, observando r\u00f3tulos e modo de preparo. Portanto, vale checar se o alimento passou por muitas etapas industriais ou se cont\u00e9m v\u00e1rios aditivos.<\/li>\n\n\n\n<li>Estimar a propor\u00e7\u00e3o de calorias que vem desses produtos, ainda que de forma aproximada. Em suma, o objetivo \u00e9 perceber se eles dominam o card\u00e1pio ou aparecem apenas ocasionalmente.<\/li>\n\n\n\n<li>Definir metas graduais, como reduzir aos poucos a frequ\u00eancia de refrigerantes, biscoitos recheados e embutidos. Ent\u00e3o, trocar um item por vez, a cada semana ou a cada quinze dias, pode tornar o processo mais sustent\u00e1vel.<\/li>\n\n\n\n<li>Buscar alternativas mais simples e frescas para substituir parte desses itens ao longo da semana. Portanto, montar lanches com frutas, castanhas, iogurte natural ou sandu\u00edches com p\u00e3o integral e recheios caseiros ajuda a quebrar a depend\u00eancia dos ultraprocessados.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>\u00c0 medida que a rela\u00e7\u00e3o entre alimentos ultraprocessados e cora\u00e7\u00e3o se torna mais clara, cresce a import\u00e2ncia de estrat\u00e9gias coletivas e individuais para diminuir a depend\u00eancia desses produtos. A combina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o acess\u00edvel, orienta\u00e7\u00e3o profissional e pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas \u00e0 oferta de alimentos saud\u00e1veis tende a ser um caminho central para reduzir o peso das doen\u00e7as cardiovasculares nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas. Em suma, escolher mais comida de verdade e menos produtos ultraprocessados representa um investimento direto na sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o, na qualidade de vida e na longevidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">FAQ &#8211; Perguntas frequentes sobre ultraprocessados e sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>1. Comer ultraprocessado de vez em quando faz muito mal ao cora\u00e7\u00e3o?<\/strong><br>N\u00e3o. O maior problema surge quando esses produtos aparecem todos os dias e em v\u00e1rias refei\u00e7\u00f5es. Portanto, consumo eventual, dentro de uma alimenta\u00e7\u00e3o predominantemente baseada em alimentos in natura, tende a ter impacto bem menor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. Todos os alimentos de pacote s\u00e3o ultraprocessados?<\/strong><br>Nem sempre. Alguns itens embalados, como aveia em flocos, gr\u00e3o-de-bico seco, arroz integral ou castanhas sem adi\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar e gordura, s\u00e3o apenas minimamente processados. Portanto, o ponto-chave \u00e9 avaliar a lista de ingredientes, e n\u00e3o apenas a embalagem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Existe \u201cultraprocessado saud\u00e1vel\u201d ou \u201cvers\u00e3o fitness\u201d segura para o cora\u00e7\u00e3o?<\/strong><br>Mesmo quando o r\u00f3tulo usa termos como \u201cfit\u201d ou \u201czero a\u00e7\u00facar\u201d, muitos produtos seguem sendo ultraprocessados, com ado\u00e7antes, espessantes e aromatizantes. Em suma, podem at\u00e9 ter menos calorias ou menos a\u00e7\u00facar, mas n\u00e3o substituem os benef\u00edcios de uma alimenta\u00e7\u00e3o baseada em alimentos frescos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. Qual \u00e9 o primeiro passo para proteger o cora\u00e7\u00e3o se eu como muitos ultraprocessados?<\/strong><br>O passo inicial costuma ser escolher uma categoria para reduzir, como refrigerantes ou embutidos, e substitu\u00ed-la por alternativas mais simples. Ent\u00e3o, depois de consolidar essa mudan\u00e7a, vale avan\u00e7ar para outros produtos, sempre com metas graduais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5. Crian\u00e7as e adolescentes sofrem os mesmos riscos card\u00edacos com ultraprocessados?<\/strong><br>Sim, embora muitas vezes o impacto apare\u00e7a primeiro como ganho de peso, altera\u00e7\u00f5es no colesterol e aumento da press\u00e3o. Portanto, quanto mais cedo a exposi\u00e7\u00e3o intensa acontece, maior tende a ser o risco de doen\u00e7as cardiovasculares na idade adulta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alimentos ultraprocessados aumentam em 47% o risco de doen\u00e7as cardiovasculares; entenda impactos no cora\u00e7\u00e3o, c\u00e2ncer e sa\u00fade metab\u00f3lica.<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":21712,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[123],"tags":[331,140,5621,141],"class_list":["post-21711","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude","tag-alimentos","tag-bem-estar","tag-doencas-cardiovasculares","tag-saude"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Alimentos ultraprocessados aumentam risco de doen\u00e7a card\u00edaca; 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