{"id":2174,"date":"2025-06-24T12:31:19","date_gmt":"2025-06-24T15:31:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?p=2174"},"modified":"2025-06-24T12:31:21","modified_gmt":"2025-06-24T15:31:21","slug":"gwada-negativo-cientistas-descobrem-novo-tipo-sanguineo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2025\/06\/24\/gwada-negativo-cientistas-descobrem-novo-tipo-sanguineo\/","title":{"rendered":"Gwada negativo: cientistas descobrem novo tipo sangu\u00edneo"},"content":{"rendered":"\n<p>A identifica\u00e7\u00e3o de um novo <strong><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2022\/09\/5033501-tipo-sanguineo-influencia-risco-de-avc-veja-quais-sao-os-mais-vulneraveis.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">tipo sangu\u00edneo<\/a><\/strong> raro, denominado provisoriamente de &#8220;Gwada negativo&#8221;, trouxe \u00e0 tona discuss\u00f5es importantes no campo da hematologia. A descoberta ocorreu ap\u00f3s a an\u00e1lise de exames pr\u00e9-operat\u00f3rios de rotina realizados em uma mulher original da <strong><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Guadalupe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ilha de Guadalupe<\/a><\/strong>, no Caribe, e que atualmente reside em Paris. Ela \u00e9 a \u00fanica portadora conhecida desse grupo sangu\u00edneo. O fato despertou o interesse da comunidade cient\u00edfica internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio, os exames detectaram a presen\u00e7a de um anticorpo incomum. Por\u00e9m, na \u00e9poca os recursos tecnol\u00f3gicos limitados impediam uma investiga\u00e7\u00e3o mais aprofundada. Somente muitos anos depois, com o avan\u00e7o das t\u00e9cnicas de sequenciamento gen\u00e9tico, foi poss\u00edvel confirmar a exist\u00eancia da muta\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel pelo novo grupo sangu\u00edneo. Assim, esse progresso permitiu elucidar um mist\u00e9rio de longa data e acrescentar o 48\u00ba sistema aos j\u00e1 catalogados tipos sangu\u00edneos mundiais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A descoberta do grupo sangu\u00edneo &#8220;Gwada negativo&#8221;<\/h2>\n\n\n\n<p>O caso come\u00e7ou a ser estudado em 2011, quando a paciente passou por exames antes de um procedimento cir\u00fargico. A partir da an\u00e1lise de sua amostra de sangue, pesquisadores identificaram caracter\u00edsticas at\u00edpicas que n\u00e3o se enquadravam nos sistemas conhecidos na \u00e9poca, como ABO e Rh. Inicialmente, esse achado permaneceu sem explica\u00e7\u00e3o clara. At\u00e9 que em 2019 t\u00e9cnicas avan\u00e7adas de sequenciamento gen\u00e9tico permitiram identificar a muta\u00e7\u00e3o espec\u00edfica no material gen\u00e9tico da paciente.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com especialistas da Ag\u00eancia de Sangue da Fran\u00e7a, a muta\u00e7\u00e3o heredit\u00e1ria foi passada tanto pelo pai quanto pela m\u00e3e. Isso tornou a mulher a \u00fanica compat\u00edvel consigo mesma para transfus\u00f5es. O nome &#8220;Gwada negativo&#8221; homenageia a origem caribenha da paciente. Al\u00e9m disso,  a escolha tamb\u00e9m aconteceu por sua sonoridade universal, facilitando sua ado\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o em diferentes idiomas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tipo_sangue-1024x576.jpg\" alt=\"Tipo sangu\u00edneo\" class=\"wp-image-2176\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tipo_sangue-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tipo_sangue-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tipo_sangue-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tipo_sangue-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tipo_sangue-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tipo_sangue.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Para que uma pessoa desenvolva esse tipo, ela precisa herdar variantes mutadas do gene de ambos os progenitores &#8211; depositphotos.com \/ AlexLipa\n<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que torna o &#8220;Gwada negativo&#8221; um tipo sangu\u00edneo t\u00e3o raro?<\/h2>\n\n\n\n<p>A raridade desse grupo sangu\u00edneo est\u00e1 diretamente relacionada \u00e0 muta\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica in\u00e9dita, jamais observada em outro indiv\u00edduo at\u00e9 2025. Para que uma pessoa desenvolva esse tipo, ela precisa herdar variantes mutadas do gene de ambos os progenitores. Essa \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o extremamente improv\u00e1vel e rara mesmo em popula\u00e7\u00f5es geneticamente isoladas.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Exclusividade gen\u00e9tica<\/strong>: heran\u00e7a bilateral da muta\u00e7\u00e3o relevante.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Incompatibilidade transfusional<\/strong>: aus\u00eancia de doadores conhecidos em todo o mundo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Impasse m\u00e9dico<\/strong>: caso a paciente precise de transfus\u00e3o, os desafios m\u00e9dicos seriam significativos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A inclus\u00e3o do &#8220;Gwada negativo&#8221; como o 48\u00ba sistema oficial ocorreu ap\u00f3s debates e apresenta\u00e7\u00e3o de dados junto \u00e0 Sociedade Internacional de Transfus\u00e3o de Sangue. Com isso, o reconhecimento mundial amplia a compreens\u00e3o sobre a diversidade biol\u00f3gica envolvida nos grupos sangu\u00edneos humanos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Os impactos m\u00e9dicos e cient\u00edficos desse novo grupo sangu\u00edneo raro<\/h2>\n\n\n\n<p>A descoberta do &#8220;Gwada negativo&#8221; proporciona avan\u00e7os relevantes para a medicina transfusional, principalmente no atendimento a pessoas com perfis gen\u00e9ticos incomuns. Cada novo tipo identificado contribui para a precis\u00e3o das transfus\u00f5es e reduz riscos associados a incompatibilidades sangu\u00edneas. Veja abaixo:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Amplia\u00e7\u00e3o do conhecimento sobre diversidade gen\u00e9tica na popula\u00e7\u00e3o humana.<\/li>\n\n\n\n<li>Desenvolvimento de exames mais detalhados para detec\u00e7\u00e3o de grupos raros.<\/li>\n\n\n\n<li>Melhoria nos protocolos de seguran\u00e7a em banks de sangue.<\/li>\n\n\n\n<li>Facilita o desenvolvimento de tratamentos personalizados para casos raros.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o registro desse novo sistema tamb\u00e9m serve de base para pesquisas futuras e pode gerar benef\u00edcios para pacientes que necessitam de transfus\u00f5es espec\u00edficas, minimizando poss\u00edveis rejei\u00e7\u00f5es e rea\u00e7\u00f5es adversas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a descoberta pode ajudar em futuras transfus\u00f5es sangu\u00edneas?<\/h2>\n\n\n\n<p>Para pessoas com tipos de sangue raros, encontrar doadores compat\u00edveis \u00e9 um grande desafio. O reconhecimento do &#8220;Gwada negativo&#8221; permitir\u00e1 que bancos de sangue e equipes m\u00e9dicas fiquem mais atentos a variantes raras, aprimorando a triagem e o acompanhamento desses pacientes. Al\u00e9m disso, a descoberta estimula estudos gen\u00e9ticos em popula\u00e7\u00f5es distintas, visando identificar poss\u00edveis portadores semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o avan\u00e7o constante das tecnologias de sequenciamento de DNA, outras variantes sangu\u00edneas incomuns podem ser descobertas, ampliando a rede de seguran\u00e7a para indiv\u00edduos com necessidades espec\u00edficas. A atua\u00e7\u00e3o conjunta de organismos internacionais, especialistas em hemoterapia e bancos de sangue \u00e9 fundamental para garantir o acesso a tratamentos mais adequados e seguros no cen\u00e1rio global.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso da paciente de Guadalupe serve como exemplo da complexidade gen\u00e9tica presente na esp\u00e9cie humana e destaca a import\u00e2ncia cont\u00ednua da pesquisa na \u00e1rea de grupos sangu\u00edneos. \u00c0 medida que novas descobertas v\u00eam \u00e0 tona, cresce tamb\u00e9m a esperan\u00e7a de que mais pacientes possam ser beneficiados por avan\u00e7os cient\u00edficos voltados \u00e0 individualiza\u00e7\u00e3o dos cuidados em sa\u00fade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A identifica\u00e7\u00e3o de um novo tipo sangu\u00edneo raro, denominado provisoriamente de &#8220;Gwada negativo&#8221;, trouxe \u00e0 tona discuss\u00f5es importantes no campo da hematologia. 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