{"id":21824,"date":"2026-02-11T17:00:00","date_gmt":"2026-02-11T20:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?p=21824"},"modified":"2026-02-11T08:04:12","modified_gmt":"2026-02-11T11:04:12","slug":"o-que-observar-e-como-agir-ao-notar-o-sinal-de-frank","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/02\/11\/o-que-observar-e-como-agir-ao-notar-o-sinal-de-frank\/","title":{"rendered":"O que observar e como agir ao notar o Sinal de Frank"},"content":{"rendered":"\n<p>A presen\u00e7a de uma dobra diagonal no l\u00f3bulo da orelha, conhecida como <strong>sinal de Frank<\/strong>, tem despertado interesse por aparecer em muitas pessoas que tamb\u00e9m apresentam doen\u00e7as do cora\u00e7\u00e3o. Esse vinco, vis\u00edvel a olho nu, levanta d\u00favidas sobre sua rela\u00e7\u00e3o com infarto, AVC e outros problemas cardiovasculares. A quest\u00e3o central \u00e9 entender se essa marca na orelha representa apenas uma coincid\u00eancia ou um alerta que merece investiga\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista cl\u00ednico, o sinal de Frank n\u00e3o \u00e9 considerado diagn\u00f3stico de nenhuma doen\u00e7a espec\u00edfica. Ele \u00e9 tratado como um poss\u00edvel indicativo de envelhecimento dos vasos sangu\u00edneos e de altera\u00e7\u00f5es nas art\u00e9rias, especialmente quando surge em adultos mais jovens ou acompanhado de m\u00faltiplos fatores de risco cardiovascular. Por isso, profissionais de sa\u00fade costumam analis\u00e1-lo dentro de um contexto mais amplo, que inclui exames e hist\u00f3rico de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 o sinal de Frank e como ele aparece na orelha?<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>sinal de Frank<\/strong> \u00e9 uma prega diagonal que cruza o l\u00f3bulo da orelha, geralmente indo da regi\u00e3o pr\u00f3xima ao trago at\u00e9 a borda inferior do l\u00f3bulo. Essa dobra pode surgir em um ou nos dois lados e tende a ficar mais evidente com o passar dos anos. Ela foi descrita pela primeira vez na d\u00e9cada de 1970 e, desde ent\u00e3o, passou a ser estudada como um poss\u00edvel marcador de risco para doen\u00e7as das art\u00e9rias coron\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisas sugerem que essa prega pode estar associada a um <em>envelhecimento precoce dos vasos<\/em>. O l\u00f3bulo da orelha \u00e9 irrigado por microart\u00e9rias e depende de fibras de col\u00e1geno para manter a elasticidade. Quando essas fibras se desorganizam e os vasos se tornam mais r\u00edgidos, a orelha pode ganhar esse vinco permanente. Esse mesmo processo de perda de elasticidade tamb\u00e9m ocorre nas art\u00e9rias do corpo, contribuindo para a forma\u00e7\u00e3o de placas de gordura e para a aterosclerose.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O sinal de Frank realmente indica risco cardiovascular?<\/h2>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre o sinal de Frank e problemas card\u00edacos \u00e9 estat\u00edstica, n\u00e3o absoluta. Estudos observacionais identificaram maior frequ\u00eancia da dobra em pessoas com doen\u00e7a coronariana, mas tamb\u00e9m mostraram que existem indiv\u00edduos com o vinco e sem altera\u00e7\u00f5es significativas no cora\u00e7\u00e3o, assim como pacientes com infarto sem qualquer marca no l\u00f3bulo da orelha. Isso leva especialistas a tratarem o sinal como um fator de alerta adicional, e n\u00e3o como certeza de doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, o vinco na orelha costuma chamar mais aten\u00e7\u00e3o quando aparece em adultos abaixo dos 50 anos ou em pessoas com hist\u00f3rico familiar de infarto precoce. Nesses cen\u00e1rios, <strong><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/02\/09\/sinal-de-frank-o-que-o-vinco-na-orelha-revela-sobre-riscos-cardiacos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">o sinal pode indicar que o sistema vascular est\u00e1 sofrendo impacto de fatores como press\u00e3o alta, diabetes ou colesterol elevado.<\/a><\/strong> Ainda assim, o risco global \u00e9 sempre calculado somando v\u00e1rios elementos, como exames laboratoriais, h\u00e1bitos de vida e outras condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais fatores de risco devem ser avaliados junto ao sinal de Frank?<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando o vinco diagonal no l\u00f3bulo da orelha \u00e9 identificado, m\u00e9dicos costumam avaliar uma s\u00e9rie de condi\u00e7\u00f5es que aumentam a probabilidade de infarto e AVC. Entre os principais fatores de risco cardiovasculares, destacam-se:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Hipertens\u00e3o arterial<\/strong> (press\u00e3o alta mantida ao longo do tempo);<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Diabetes<\/strong> ou glicemia persistentemente elevada;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Colesterol e triglic\u00e9rides altos<\/strong> ou descontrolados;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tabagismo<\/strong>, inclusive uso di\u00e1rio de poucos cigarros;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Obesidade<\/strong> e aumento da gordura abdominal;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sedentarismo<\/strong> e baixa pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica regular;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Consumo frequente de \u00e1lcool<\/strong> em grandes quantidades;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hist\u00f3rico familiar<\/strong> de infarto ou AVC em idade precoce.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O sinal de Frank, isoladamente, n\u00e3o define o risco. Ele funciona como uma \u201cpista\u201d que chama aten\u00e7\u00e3o para a necessidade de revisar esses elementos. Quando a prega aparece junto de outros marcadores, como altera\u00e7\u00f5es na pele, queda de cabelo em padr\u00f5es espec\u00edficos ou ac\u00famulo de gordura abdominal, a suspeita de doen\u00e7a ateroscler\u00f3tica torna-se mais forte.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que fazer ao perceber o sinal de Frank na orelha?<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao notar um vinco diagonal na orelha, a orienta\u00e7\u00e3o mais aceita \u00e9 buscar uma avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, principalmente se houver outros fatores de risco. Profissionais de sa\u00fade podem iniciar uma investiga\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, que geralmente inclui:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Medi\u00e7\u00e3o de <strong>press\u00e3o arterial<\/strong> em repouso;<\/li>\n\n\n\n<li>Dosagem de <strong>colesterol, triglic\u00e9rides e glicemia<\/strong> em exames de sangue;<\/li>\n\n\n\n<li>An\u00e1lise de <strong>hist\u00f3rico familiar<\/strong> de doen\u00e7as cardiovasculares;<\/li>\n\n\n\n<li>Avalia\u00e7\u00e3o de <strong>peso, circunfer\u00eancia abdominal<\/strong> e estilo de vida;<\/li>\n\n\n\n<li>Solicita\u00e7\u00e3o de exames como <strong>eletrocardiograma<\/strong> e, se necess\u00e1rio, <em>ecocardiograma<\/em> ou teste ergom\u00e9trico;<\/li>\n\n\n\n<li>Em casos espec\u00edficos, indica\u00e7\u00e3o de exames mais avan\u00e7ados, como <em>angiotomografia coronariana<\/em> ou <em>cateterismo<\/em>.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Quando alguma altera\u00e7\u00e3o relevante \u00e9 detectada, o tratamento costuma envolver combina\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7as no estilo de vida, uso de medicamentos e, em situa\u00e7\u00f5es selecionadas, procedimentos como angioplastia com coloca\u00e7\u00e3o de stent. A identifica\u00e7\u00e3o precoce do risco cardiovascular, motivada ou n\u00e3o pelo sinal de Frank, permite ajustar h\u00e1bitos e terapias antes do surgimento de eventos graves.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como reduzir o risco cardiovascular a partir desse alerta?<\/h2>\n\n\n\n<p>Independentemente da presen\u00e7a do sinal de Frank, as estrat\u00e9gias para proteger o cora\u00e7\u00e3o seguem linhas bem estabelecidas. Entre as medidas mais recomendadas pelos especialistas est\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Manter <strong>alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada<\/strong>, com menor consumo de ultraprocessados, sal e gorduras saturadas;<\/li>\n\n\n\n<li>Praticar <strong>atividade f\u00edsica regular<\/strong>, adaptada \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade de cada pessoa;<\/li>\n\n\n\n<li>Evitar ou interromper o <strong>tabagismo<\/strong> em qualquer quantidade;<\/li>\n\n\n\n<li>Moderar o <strong>consumo de bebidas alco\u00f3licas<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Acompanhar de forma peri\u00f3dica <strong>press\u00e3o, colesterol e glicemia<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Seguir corretamente <strong>medica\u00e7\u00f5es prescritas<\/strong> para controle de press\u00e3o, diabetes ou colesterol;<\/li>\n\n\n\n<li>Realizar consultas m\u00e9dicas de rotina, mesmo na aus\u00eancia de sintomas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Dessa forma, o vinco no l\u00f3bulo da orelha passa a ser visto menos como um press\u00e1gio e mais como um lembrete para observar com aten\u00e7\u00e3o a sa\u00fade cardiovascular. O sinal de Frank, quando encarado como parte de um quadro mais amplo, contribui para que exames importantes sejam feitos no tempo certo e para que ajustes no estilo de vida sejam adotados antes que as complica\u00e7\u00f5es apare\u00e7am.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">FAQ sobre doen\u00e7as card\u00edacas<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>1. Quais s\u00e3o os sintomas iniciais mais comuns de doen\u00e7as card\u00edacas?<\/strong><br>Os sintomas podem incluir dor ou press\u00e3o no peito, falta de ar aos esfor\u00e7os, cansa\u00e7o f\u00e1cil, palpita\u00e7\u00f5es, incha\u00e7o nas pernas e desconforto que irradia para bra\u00e7o, costas, mand\u00edbula ou pesco\u00e7o. Entretanto, algumas pessoas, especialmente diab\u00e9ticos e idosos, podem ter quadros mais silenciosos ou at\u00edpicos, como apenas cansa\u00e7o ou mal-estar. Portanto, qualquer sintoma persistente ou incomum deve ser avaliado por um profissional de sa\u00fade, ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 recomend\u00e1vel ignorar esses sinais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. Doen\u00e7as card\u00edacas sempre causam dor no peito?<\/strong><br>Em suma, n\u00e3o. Muitas doen\u00e7as do cora\u00e7\u00e3o podem evoluir sem dor no peito evidente, principalmente em casos de isquemia silenciosa, insufici\u00eancia card\u00edaca inicial ou arritmias. Entretanto, a presen\u00e7a de dor ou aperto no peito, especialmente relacionado a esfor\u00e7o ou emo\u00e7\u00f5es fortes, \u00e9 um sintoma de alerta. Portanto, mesmo na aus\u00eancia de dor, altera\u00e7\u00f5es de f\u00f4lego, cansa\u00e7o fora do habitual ou palpita\u00e7\u00f5es merecem investiga\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o a aus\u00eancia de dor n\u00e3o exclui problema card\u00edaco.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Qual a diferen\u00e7a entre infarto e angina?<\/strong><br>A angina \u00e9 uma dor no peito causada por redu\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria do fluxo de sangue ao cora\u00e7\u00e3o, enquanto o infarto ocorre quando h\u00e1 interrup\u00e7\u00e3o prolongada desse fluxo, levando \u00e0 morte de parte do m\u00fasculo card\u00edaco. Entretanto, ambas as condi\u00e7\u00f5es costumam manifestar desconforto tor\u00e1cico e exigem avalia\u00e7\u00e3o urgente. Portanto, qualquer quadro de dor no peito forte, s\u00fabita ou associada a falta de ar, suor frio ou n\u00e1useas deve ser tratado como emerg\u00eancia, ent\u00e3o o ideal \u00e9 procurar atendimento imediatamente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. Quem tem mais risco de desenvolver doen\u00e7as card\u00edacas?<\/strong><br>Pessoas com press\u00e3o alta, diabetes, colesterol elevado, tabagismo, obesidade, sedentarismo e hist\u00f3rico familiar de infarto ou AVC precoce t\u00eam maior risco. A idade avan\u00e7ada e o sexo masculino tamb\u00e9m aumentam a probabilidade, embora mulheres, especialmente ap\u00f3s a menopausa, tamb\u00e9m sejam bastante afetadas. Entretanto, jovens com m\u00faltiplos fatores de risco ou h\u00e1bitos pouco saud\u00e1veis tamb\u00e9m podem adoecer. Portanto, a preven\u00e7\u00e3o deve come\u00e7ar cedo, ent\u00e3o adotar estilo de vida saud\u00e1vel \u00e9 importante em todas as fases da vida.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5. Excesso de estresse pode causar doen\u00e7a no cora\u00e7\u00e3o?<\/strong><br>O estresse cr\u00f4nico contribui para doen\u00e7as card\u00edacas ao elevar a press\u00e3o arterial, favorecer maus h\u00e1bitos (como comer em excesso, fumar ou beber) e aumentar horm\u00f4nios ligados \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o. Entretanto, o estresse, isoladamente, nem sempre \u00e9 o \u00fanico respons\u00e1vel: ele costuma atuar junto de outros fatores de risco. Portanto, cuidar da sa\u00fade mental, do sono e da forma como se lida com situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis \u00e9 parte importante da prote\u00e7\u00e3o cardiovascular, ent\u00e3o t\u00e9cnicas de relaxamento e apoio psicol\u00f3gico podem ser aliados relevantes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>6. A pr\u00e1tica de exerc\u00edcios f\u00edsicos \u00e9 sempre segura para o cora\u00e7\u00e3o?<\/strong><br>Em suma, a atividade f\u00edsica regular \u00e9 uma das principais formas de prevenir e tratar doen\u00e7as card\u00edacas. Entretanto, em pessoas com fatores de risco importantes ou sintomas suspeitos, \u00e9 recomend\u00e1vel avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica antes de iniciar exerc\u00edcios intensos. Portanto, o ideal \u00e9 come\u00e7ar de forma gradual, com orienta\u00e7\u00e3o profissional, respeitando limites individuais, ent\u00e3o caminhadas leves e progressivas costumam ser um bom ponto de partida.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>7. O que \u00e9 insufici\u00eancia card\u00edaca e como ela se manifesta?<\/strong><br>Insufici\u00eancia card\u00edaca \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o em que o cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o consegue bombear sangue de forma adequada para atender \u00e0s necessidades do corpo. Os sintomas mais comuns incluem falta de ar, incha\u00e7o em pernas e p\u00e9s, ganho r\u00e1pido de peso por reten\u00e7\u00e3o de l\u00edquidos e cansa\u00e7o aos pequenos esfor\u00e7os. Entretanto, em fases iniciais, os sinais podem ser discretos e atribu\u00eddos apenas ao sedentarismo ou \u00e0 idade. Portanto, notar piora progressiva do f\u00f4lego ou incha\u00e7os deve motivar avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, ent\u00e3o o diagn\u00f3stico precoce permite controle melhor da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>8. O colesterol \u201cbom\u201d e o \u201cruim\u201d influenciam como nas doen\u00e7as card\u00edacas?<\/strong><br>Em suma, o colesterol LDL \u00e9 conhecido como \u201cruim\u201d por se associar \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de placas nas art\u00e9rias, enquanto o HDL \u00e9 considerado \u201cbom\u201d por ajudar a remover o excesso de gordura da circula\u00e7\u00e3o. N\u00edveis elevados de LDL e baixos de HDL aumentam o risco de aterosclerose e infarto. Entretanto, o risco global depende tamb\u00e9m de outros fatores, como press\u00e3o, diabetes e tabagismo. Portanto, manter um perfil lip\u00eddico equilibrado por meio de alimenta\u00e7\u00e3o, exerc\u00edcios e, quando necess\u00e1rio, medica\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental, ent\u00e3o exames peri\u00f3dicos s\u00e3o importantes para monitorar esses valores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>9. Rem\u00e9dios para press\u00e3o e colesterol precisam ser tomados para sempre?<\/strong><br>Em muitos casos, sim, pois press\u00e3o alta e altera\u00e7\u00f5es de colesterol s\u00e3o condi\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas. Entretanto, mudan\u00e7as intensas e mantidas no estilo de vida podem permitir ajustes de dose e, em alguns casos espec\u00edficos, at\u00e9 suspens\u00e3o de certos medicamentos, sempre com orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Portanto, o objetivo n\u00e3o \u00e9 apenas medicar, mas controlar globalmente o risco cardiovascular; ent\u00e3o nunca se deve interromper o uso por conta pr\u00f3pria, sem avalia\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>10. Quais exames de rotina ajudam a detectar problemas card\u00edacos precocemente?<\/strong><br>Al\u00e9m da consulta cl\u00ednica, exames como eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergom\u00e9trico (teste de esfor\u00e7o) e an\u00e1lises de sangue (colesterol, triglic\u00e9rides, glicemia) s\u00e3o frequentemente utilizados. Em situa\u00e7\u00f5es selecionadas, podem ser indicados exames mais detalhados, como angiotomografia coronariana. Entretanto, a necessidade de cada exame varia conforme idade, sintomas e fatores de risco. Portanto, o m\u00e9dico define um plano de rastreio individualizado, ent\u00e3o seguir esse acompanhamento ao longo dos anos \u00e9 essencial para preven\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico precoce.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sinal de Frank na orelha: entenda a rela\u00e7\u00e3o com risco cardiovascular, fatores de risco, exames indicados e quando procurar um cardiologista.<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":21825,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[123],"tags":[6925,6923,6922,6921,5621,6924,3244,6084,141,5136,6881],"class_list":["post-21824","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude","tag-cardiologista","tag-como-agir","tag-dobra-na-orelha","tag-doencas-cardiacas","tag-doencas-cardiovasculares","tag-exames-medicos","tag-infarto","tag-orelha","tag-saude","tag-sinais","tag-sinal-de-frank"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - 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