{"id":22479,"date":"2026-02-19T18:46:01","date_gmt":"2026-02-19T21:46:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?p=22479"},"modified":"2026-02-19T18:46:04","modified_gmt":"2026-02-19T21:46:04","slug":"especialista-alerta-para-sinais-do-cancer-de-prostata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/02\/19\/especialista-alerta-para-sinais-do-cancer-de-prostata\/","title":{"rendered":"Especialista alerta para sinais do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata"},"content":{"rendered":"<p>O c\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 considerado o <strong>tumor maligno mais frequente entre os homens no Brasil<\/strong>, desconsiderando os c\u00e2nceres de pele n\u00e3o melanoma. A doen\u00e7a costuma se desenvolver de forma lenta e, em muitos casos, apresenta sintomas discretos ou inexistentes nas fases iniciais. Esse car\u00e1ter silencioso faz com que o diagn\u00f3stico precoce dependa, principalmente, da realiza\u00e7\u00e3o regular de exames preventivos. Portanto, quando o homem entende essa caracter\u00edstica da doen\u00e7a, ele tende a procurar ajuda m\u00e9dica mais cedo e aumentar as chances de um tratamento bem-sucedido.<\/p>\n<p>Dados do Instituto Nacional de C\u00e2ncer (Inca) indicam que, em 2026, dezenas de milhares de brasileiros devem receber o diagn\u00f3stico de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. Homens com mais de 60 anos, pessoas negras, indiv\u00edduos com obesidade e aqueles com hist\u00f3rico da doen\u00e7a em parentes de primeiro grau comp\u00f5em o grupo considerado de maior risco. A combina\u00e7\u00e3o desses fatores torna o acompanhamento m\u00e9dico cont\u00ednuo uma pr\u00e1tica fundamental. Em suma, quanto mais fatores de risco o homem acumula, maior a necessidade de vigil\u00e2ncia, conversas francas com o urologista e exames regulares.<\/p>\n<h2>Quais s\u00e3o os principais sintomas do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata?<\/h2>\n<p>Nos est\u00e1gios iniciais, o <strong>c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/strong> tende a ser assintom\u00e1tico, o que significa que muitos homens n\u00e3o percebem altera\u00e7\u00f5es no dia a dia. Com a progress\u00e3o do tumor, podem surgir sinais relacionados, sobretudo, ao trato urin\u00e1rio. Entre eles, est\u00e3o mudan\u00e7as na forma de urinar, desconfortos na regi\u00e3o p\u00e9lvica e altera\u00e7\u00f5es na ejacula\u00e7\u00e3o. \u00c9 comum que esses sintomas sejam confundidos com problemas benignos da pr\u00f3stata, como a hiperplasia prost\u00e1tica benigna. Entretanto, mesmo quando o homem acredita que se trata de algo \u201csimples\u201d ou \u201cda idade\u201d, a orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica se mostra essencial para afastar a possibilidade de c\u00e2ncer.<\/p>\n<p>Algumas manifesta\u00e7\u00f5es costumam chamar mais aten\u00e7\u00e3o e merecem avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica r\u00e1pida. Entre os sintomas mais encontrados em pacientes com suspeita de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, destacam-se:<\/p>\n<ul>\n<li>Dificuldade para iniciar ou interromper o ato de urinar;<\/li>\n<li>Diminui\u00e7\u00e3o da for\u00e7a ou do volume do jato urin\u00e1rio;<\/li>\n<li>Aumento da frequ\u00eancia urin\u00e1ria, inclusive \u00e0 noite;<\/li>\n<li>Presen\u00e7a de sangue na urina ou no s\u00eamen;<\/li>\n<li>Dor ou desconforto p\u00e9lvico persistente;<\/li>\n<li>Dificuldade ou dor ao ejacular.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Em casos mais avan\u00e7ados, quando h\u00e1 met\u00e1stase \u00f3ssea, podem surgir <strong>dores nos ossos<\/strong>, fraturas sem traumas significativos e perda de peso n\u00e3o intencional. Esses sinais indicam dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a para outras \u00e1reas do corpo e geralmente aparecem em fases mais tardias. Ent\u00e3o, diante de qualquer sintoma persistente, o ideal envolve evitar a automedica\u00e7\u00e3o e procurar um profissional de sa\u00fade, pois o tempo faz grande diferen\u00e7a no progn\u00f3stico.<\/p>\n<h2>Como \u00e9 feito o rastreamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata?<\/h2>\n<p>O rastreamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata tem como objetivo identificar altera\u00e7\u00f5es antes do aparecimento de sintomas intensos. Sociedades m\u00e9dicas e \u00f3rg\u00e3os de sa\u00fade recomendam que homens a partir de 50 anos conversem com o urologista sobre os benef\u00edcios e riscos dos exames de rotina. Para aqueles com hist\u00f3rico familiar da doen\u00e7a ou pertencentes a grupos de maior risco, essa avalia\u00e7\u00e3o costuma ser indicada a partir dos 45 anos. Portanto, a decis\u00e3o de iniciar o rastreamento deve acontecer de forma individualizada, ap\u00f3s um di\u00e1logo claro entre m\u00e9dico e paciente.<\/p>\n<p>Os dois principais exames utilizados no rastreio s\u00e3o:<\/p>\n<ol>\n<li><strong>PSA (Ant\u00edgeno Prost\u00e1tico Espec\u00edfico)<\/strong>: exame de sangue que mede a concentra\u00e7\u00e3o de uma prote\u00edna produzida pela pr\u00f3stata. Valores alterados n\u00e3o significam, obrigatoriamente, c\u00e2ncer, mas funcionam como um sinal de alerta. Em suma, o PSA auxilia na identifica\u00e7\u00e3o de altera\u00e7\u00f5es precoces, por\u00e9m sempre precisa ser interpretado em conjunto com a avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e outros exames.<\/li>\n<li><strong>Toque retal<\/strong>: exame f\u00edsico simples e r\u00e1pido, em que o m\u00e9dico avalia o tamanho, a consist\u00eancia e a presen\u00e7a de n\u00f3dulos na pr\u00f3stata. Apesar de cercado por estigmas, continua sendo uma ferramenta importante na avalia\u00e7\u00e3o prost\u00e1tica. Ent\u00e3o, quando o homem supera o tabu e realiza o exame, ele contribui de forma decisiva para sua pr\u00f3pria sa\u00fade.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Quando esses exames apontam altera\u00e7\u00f5es suspeitas, o especialista pode solicitar exames de imagem e <strong>bi\u00f3psia da pr\u00f3stata<\/strong>, que \u00e9 o procedimento capaz de confirmar ou descartar o diagn\u00f3stico de c\u00e2ncer. O material coletado \u00e9 analisado em laborat\u00f3rio, permitindo identificar o tipo de tumor e o grau de agressividade. Entretanto, nem todo resultado alterado significa um quadro grave; o urologista avalia todos os dados em conjunto para definir os pr\u00f3ximos passos de maneira segura e personalizada.<\/p>\n<h2>C\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 sempre agressivo?<\/h2>\n<p>O comportamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 bastante vari\u00e1vel. A maioria dos tumores identificados \u00e9 classificada como de <strong>baixo ou intermedi\u00e1rio risco<\/strong>, o que significa crescimento lento e menor probabilidade de dissemina\u00e7\u00e3o r\u00e1pida. Em muitos desses casos, o m\u00e9dico pode optar por estrat\u00e9gias como vigil\u00e2ncia ativa, com acompanhamento peri\u00f3dico por meio de exames, antes de indicar tratamentos mais invasivos. Portanto, nem sempre o diagn\u00f3stico leva imediatamente a cirurgias ou terapias intensivas; muitas vezes, o acompanhamento cuidadoso j\u00e1 se mostra suficiente por determinado per\u00edodo.<\/p>\n<p>Uma parte menor dos casos corresponde aos tumores de <strong>alto risco<\/strong>, considerados mais agressivos. Nessas situa\u00e7\u00f5es, \u00e9 comum que, no momento do diagn\u00f3stico, j\u00e1 exista comprometimento de linfonodos ou met\u00e1stase para ossos. Em est\u00e1gios ainda mais avan\u00e7ados, a doen\u00e7a pode alcan\u00e7ar \u00f3rg\u00e3os como f\u00edgado, pulm\u00e3o e, em situa\u00e7\u00f5es raras, o c\u00e9rebro. O conhecimento do grau de agressividade orienta a escolha da terapia, que pode incluir cirurgia, radioterapia, hormonioterapia e outros recursos combinados. Em suma, o plano terap\u00eautico costuma ser desenhado de forma multidisciplinar, envolvendo diferentes especialistas para aumentar as chances de controle da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do est\u00e1gio e da classifica\u00e7\u00e3o do tumor, fatores como idade, presen\u00e7a de outras doen\u00e7as, expectativa de vida e qualidade de vida esperada influenciam as decis\u00f5es terap\u00eauticas. A informa\u00e7\u00e3o clara e o di\u00e1logo entre paciente, fam\u00edlia e equipe de sa\u00fade costumam favorecer escolhas mais adequadas para cada realidade. Ent\u00e3o, o envolvimento ativo do paciente nas decis\u00f5es, com entendimento dos benef\u00edcios e poss\u00edveis efeitos colaterais, torna o tratamento mais alinhado \u00e0s prioridades de cada pessoa.<\/p>\n<h2>Como reduzir o risco e cuidar da sa\u00fade da pr\u00f3stata?<\/h2>\n<p>Embora n\u00e3o exista m\u00e9todo totalmente eficaz para evitar o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, algumas medidas podem ajudar na redu\u00e7\u00e3o de riscos e na detec\u00e7\u00e3o antecipada. Manter h\u00e1bitos saud\u00e1veis e realizar consultas regulares s\u00e3o atitudes apontadas com frequ\u00eancia por profissionais da \u00e1rea. Portanto, o cuidado di\u00e1rio com o corpo e a mente complementa o acompanhamento m\u00e9dico e fortalece a sa\u00fade como um todo.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada<\/strong>, com maior consumo de frutas, verduras, legumes e menor ingest\u00e3o de alimentos ultraprocessados;<\/li>\n<li><strong>Pr\u00e1tica regular de atividade f\u00edsica<\/strong>, respeitando condi\u00e7\u00f5es individuais;<\/li>\n<li><strong>Controle do peso corporal<\/strong>, evitando a obesidade;<\/li>\n<li><strong>Redu\u00e7\u00e3o do consumo de \u00e1lcool<\/strong> e abandono do tabagismo;<\/li>\n<li><strong>Consulta peri\u00f3dica com urologista<\/strong>, especialmente ap\u00f3s os 50 anos ou mais cedo em grupos de risco.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Ao longo dos \u00faltimos anos, campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o, como as a\u00e7\u00f5es realizadas em novembro, t\u00eam buscado diminuir o tabu em torno do exame de pr\u00f3stata e incentivar a conversa aberta sobre o tema. Em um cen\u00e1rio em que o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata segue entre os mais incidentes no pa\u00eds, a combina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o, autocuidado e acesso aos servi\u00e7os de sa\u00fade continua sendo uma das principais estrat\u00e9gias para reduzir diagn\u00f3sticos tardios e melhorar o progn\u00f3stico dos casos identificados. Em suma, quando o homem se informa, cuida da alimenta\u00e7\u00e3o, pratica exerc\u00edcios e mant\u00e9m o acompanhamento urol\u00f3gico, ele d\u00e1 passos concretos para proteger a sa\u00fade da pr\u00f3stata e aumentar suas chances de um envelhecimento com mais qualidade de vida.<\/p>\n<h2>FAQ \u2013 Perguntas frequentes sobre c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/h2>\n<p><strong>1. C\u00e2ncer de pr\u00f3stata tem cura?<\/strong><br \/>\nEm muitos casos, especialmente quando o diagn\u00f3stico acontece em fase inicial, o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata pode ser controlado ou curado com cirurgia, radioterapia e outros tratamentos. Entretanto, o sucesso depende do est\u00e1gio da doen\u00e7a, do grau de agressividade do tumor e das condi\u00e7\u00f5es gerais de sa\u00fade do paciente.<\/p>\n<p><strong>2. Todo aumento da pr\u00f3stata significa c\u00e2ncer?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o. A pr\u00f3stata pode aumentar de tamanho por causas benignas, como a hiperplasia prost\u00e1tica benigna (HPB), muito comum em homens mais velhos. Portanto, s\u00f3 o urologista, por meio de exames cl\u00ednicos, laboratoriais e de imagem, consegue diferenciar aumento benigno de um poss\u00edvel tumor maligno.<\/p>\n<p><strong>3. Quem n\u00e3o sente nada precisa fazer exame de pr\u00f3stata?<\/strong><br \/>\nSim. O fato de n\u00e3o sentir sintomas n\u00e3o elimina o risco, j\u00e1 que o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata costuma se desenvolver de forma silenciosa no in\u00edcio. Ent\u00e3o, o rastreamento com PSA e toque retal, dentro da faixa et\u00e1ria recomendada e de acordo com os fatores de risco individuais, torna-se importante para detectar altera\u00e7\u00f5es precoces.<\/p>\n<p><strong>4. Alimenta\u00e7\u00e3o pode ajudar na preven\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nUma alimenta\u00e7\u00e3o rica em frutas, verduras, legumes, gr\u00e3os integrais e gorduras boas, aliada \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de ultraprocessados, frituras e excesso de a\u00e7\u00facar, contribui para o controle do peso e para a sa\u00fade geral. Portanto, embora a alimenta\u00e7\u00e3o, isoladamente, n\u00e3o garanta preven\u00e7\u00e3o absoluta, ela integra uma estrat\u00e9gia mais ampla de redu\u00e7\u00e3o de risco.<\/p>\n<p><strong>5. Tratamento de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata sempre causa impot\u00eancia?<\/strong><br \/>\nNem sempre. Alguns tipos de cirurgia e radioterapia podem afetar a fun\u00e7\u00e3o er\u00e9til, por\u00e9m t\u00e9cnicas mais modernas buscam preservar nervos e estruturas importantes. Em suma, o impacto na vida sexual varia conforme o tipo de tratamento, a experi\u00eancia da equipe e as caracter\u00edsticas do paciente. Existem ainda terapias de reabilita\u00e7\u00e3o sexual que ajudam a recuperar, total ou parcialmente, a fun\u00e7\u00e3o er\u00e9til.<\/p>\n<p><strong>6. Homens jovens podem ter c\u00e2ncer de pr\u00f3stata?<\/strong><br \/>\nA doen\u00e7a aparece com maior frequ\u00eancia ap\u00f3s os 50 anos; entretanto, homens mais jovens, especialmente com forte hist\u00f3rico familiar ou muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas espec\u00edficas, tamb\u00e9m podem desenvolver o c\u00e2ncer. Portanto, em situa\u00e7\u00f5es de risco aumentado, o acompanhamento precisa come\u00e7ar mais cedo, de forma orientada pelo urologista.<\/p>\n<p><strong>7. Exame de PSA precisa de preparo?<\/strong><br \/>\nEm geral, o m\u00e9dico recomenda evitar ejacula\u00e7\u00e3o, esfor\u00e7o f\u00edsico intenso e uso recente de bicicleta ou motocicleta nas 48 horas anteriores, pois essas situa\u00e7\u00f5es podem alterar o resultado. Ent\u00e3o, o ideal envolve seguir as orienta\u00e7\u00f5es passadas pelo profissional de sa\u00fade ou pelo laborat\u00f3rio antes da coleta de sangue.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O c\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 considerado o tumor maligno mais frequente entre os homens no Brasil, desconsiderando os c\u00e2nceres de pele n\u00e3o melanoma. A doen\u00e7a costuma se desenvolver de forma lenta e, em muitos casos, apresenta sintomas discretos ou inexistentes nas fases iniciais. 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