{"id":22777,"date":"2026-02-23T18:19:51","date_gmt":"2026-02-23T21:19:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?p=22777"},"modified":"2026-02-23T18:19:54","modified_gmt":"2026-02-23T21:19:54","slug":"afinal-quais-sao-os-sintomas-da-mpox-saiba-reconhece-los","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/02\/23\/afinal-quais-sao-os-sintomas-da-mpox-saiba-reconhece-los\/","title":{"rendered":"Afinal, quais s\u00e3o os sintomas da mpox? Saiba reconhec\u00ea-los!"},"content":{"rendered":"<p>A mpox voltou ao centro das aten\u00e7\u00f5es em 2026 e tem despertado preocupa\u00e7\u00e3o entre profissionais de sa\u00fade e gestores p\u00fablicos. Embora muitos quadros sejam leves, trata-se de uma infec\u00e7\u00e3o que exige aten\u00e7\u00e3o, principalmente pela possibilidade de transmiss\u00e3o em contatos pr\u00f3ximos e pela semelhan\u00e7a com outras doen\u00e7as infecciosas. Em suma, entender como o v\u00edrus age, quais s\u00e3o os sintomas e de que forma a transmiss\u00e3o acontece ajuda a reduzir o risco de novos casos e a evitar atrasos no diagn\u00f3stico.<\/p>\n<p>A doen\u00e7a \u00e9 causada pelo <strong>v\u00edrus mpox (MPXV)<\/strong>, pertencente \u00e0 fam\u00edlia dos Orthopoxvirus, o mesmo grupo ao qual j\u00e1 pertenceu o v\u00edrus da var\u00edola humana. A infec\u00e7\u00e3o pode acometer pessoas de diferentes faixas et\u00e1rias e perfis, com evolu\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel. Portanto, crian\u00e7as, adultos, idosos e pessoas imunossuprimidas podem desenvolver quadros distintos, desde infec\u00e7\u00f5es leves at\u00e9 manifesta\u00e7\u00f5es mais graves. Em geral, os primeiros sinais lembram um quadro viral comum, o que pode atrasar a procura por atendimento se a pessoa n\u00e3o estiver atenta a mudan\u00e7as no corpo, principalmente ao surgimento de les\u00f5es na pele. Entretanto, quando a popula\u00e7\u00e3o reconhece os sinais precocemente, tende a procurar ajuda m\u00e9dica mais r\u00e1pido, o que reduz complica\u00e7\u00f5es e cadeias de transmiss\u00e3o.<\/p>\n<h2>O que \u00e9 mpox e como ela se manifesta?<\/h2>\n<p>A mpox \u00e9 uma <strong>doen\u00e7a viral<\/strong> que costuma come\u00e7ar com febre, mal-estar e dores no corpo, avan\u00e7ando depois para les\u00f5es caracter\u00edsticas na pele. O per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o, ou seja, o tempo entre o contato com o v\u00edrus e a apari\u00e7\u00e3o dos primeiros sintomas, costuma variar entre 7 e 21 dias. Ent\u00e3o, nesse intervalo, a pessoa ainda n\u00e3o nota sinais claros da doen\u00e7a, mas precisa manter aten\u00e7\u00e3o caso tenha tido contato pr\u00f3ximo com algu\u00e9m infectado. Nessa fase inicial, \u00e9 comum que a infec\u00e7\u00e3o se confunda com gripe, dengue ou outras viroses, j\u00e1 que a febre e a dor muscular n\u00e3o s\u00e3o espec\u00edficas.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s alguns dias, surgem as altera\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas, que passam por diferentes est\u00e1gios: manchas, bolhas com l\u00edquido, les\u00f5es mais endurecidas e, finalmente, crostas que caem com o tempo. Em muitos casos, as les\u00f5es aparecem primeiro na regi\u00e3o genital, no rosto ou nas m\u00e3os, mas podem atingir outras \u00e1reas do corpo. Al\u00e9m disso, algumas pessoas relatam dor intensa nas les\u00f5es, especialmente em \u00e1reas de atrito ou mucosas, como boca e regi\u00e3o anal. O ciclo de sintomas, do in\u00edcio da febre at\u00e9 a cicatriza\u00e7\u00e3o total da pele, costuma durar de duas a quatro semanas. Em suma, esse per\u00edodo prolongado refor\u00e7a a import\u00e2ncia de manter o isolamento e o acompanhamento m\u00e9dico at\u00e9 a completa cura da pele.<\/p>\n<h2>Principais sintomas da mpox<\/h2>\n<p>Os sinais da <strong>var\u00edola dos macacos<\/strong>, nome pelo qual a mpox ficou conhecida, podem variar em intensidade, mas alguns quadros s\u00e3o considerados t\u00edpicos. Entre os sintomas mais relatados est\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Febre, geralmente acima de 38 \u00baC;<\/li>\n<li>Dor de cabe\u00e7a persistente;<\/li>\n<li>Dores musculares e nas articula\u00e7\u00f5es;<\/li>\n<li>Cansa\u00e7o intenso ou sensa\u00e7\u00e3o de fraqueza;<\/li>\n<li><strong>\u00cdnguas<\/strong> (g\u00e2nglios linf\u00e1ticos aumentados) no pesco\u00e7o, axilas ou virilha;<\/li>\n<li>Erup\u00e7\u00f5es e <strong>les\u00f5es na pele<\/strong> em forma de bolhas, feridas ou crostas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Essas les\u00f5es podem ser \u00fanicas ou m\u00faltiplas, causando coceira ou dor, dependendo do est\u00e1gio. Em alguns pacientes, as bolhas concentram-se na face, nas m\u00e3os e nos p\u00e9s; em outros, predominam na regi\u00e3o genital ou em \u00e1reas de maior atrito. Entretanto, \u00e9 poss\u00edvel que a pessoa apresente apenas poucas les\u00f5es, o que torna o reconhecimento mais dif\u00edcil e exige ainda mais aten\u00e7\u00e3o. Profissionais de sa\u00fade t\u00eam destacado a import\u00e2ncia de observar a evolu\u00e7\u00e3o das feridas: enquanto houver les\u00e3o ativa ou crosta que ainda n\u00e3o caiu, a pessoa \u00e9 considerada potencialmente transmissora do v\u00edrus mpox.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, alguns indiv\u00edduos podem apresentar sintomas gastrointestinais, como n\u00e1useas, dor abdominal e diarreia, o que, ent\u00e3o, confunde o quadro com outras infec\u00e7\u00f5es. Portanto, ao combinar febre, \u00ednguas e qualquer tipo de erup\u00e7\u00e3o cut\u00e2nea incomum, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 procurar servi\u00e7o de sa\u00fade rapidamente para avalia\u00e7\u00e3o detalhada e, quando indicado, coleta de exames espec\u00edficos.<\/p>\n<h2>Como ocorre a transmiss\u00e3o da mpox?<\/h2>\n<p>A palavra-chave para entender a <strong>transmiss\u00e3o da mpox<\/strong> \u00e9 contato pr\u00f3ximo. A infec\u00e7\u00e3o pode acontecer quando h\u00e1 contato direto e prolongado com as les\u00f5es de pele ou secre\u00e7\u00f5es de uma pessoa infectada. Rela\u00e7\u00f5es sexuais, independentemente de orienta\u00e7\u00e3o ou identidade de g\u00eanero, costumam envolver contato intenso pele a pele, favorecendo a passagem do v\u00edrus, especialmente se houver feridas vis\u00edveis ou n\u00e3o percebidas. Em suma, a transmiss\u00e3o n\u00e3o se limita ao contexto sexual, mas esse tipo de contato aumenta muito o risco.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do contato direto, o v\u00edrus pode ser transmitido por meio de objetos contaminados, como roupas, toalhas, len\u00e7\u00f3is e superf\u00edcies que tiveram contato recente com les\u00f5es ou fluidos corporais. Ambientes fechados, com muitas pessoas em proximidade f\u00edsica, tamb\u00e9m podem facilitar a dissemina\u00e7\u00e3o, principalmente quando n\u00e3o h\u00e1 ventila\u00e7\u00e3o adequada. Entretanto, especialistas destacam que a mpox n\u00e3o se espalha com a mesma facilidade de doen\u00e7as respirat\u00f3rias altamente transmiss\u00edveis, como a gripe ou a covid-19. Portanto, o risco maior surge em situa\u00e7\u00f5es de contato intenso, frequente e prolongado, especialmente se uma das pessoas j\u00e1 tiver sinais na pele.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, para reduzir o risco em encontros sociais, festas e eventos, recomenda-se evitar compartilhamento de objetos pessoais, observar a pr\u00f3pria pele e, sempre que poss\u00edvel, conversar de forma aberta sobre sintomas recentes com parceiros e parceiras sexuais. Em suma, informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o clara funcionam como aliadas importantes na preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Quais cuidados ajudam a prevenir a mpox?<\/h2>\n<p>A preven\u00e7\u00e3o da <strong>infec\u00e7\u00e3o por mpox<\/strong> combina medidas de higiene, redu\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00f5es de risco e, em alguns casos, vacina\u00e7\u00e3o. Entre as estrat\u00e9gias mais citadas por profissionais de sa\u00fade est\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Evitar contato direto com les\u00f5es de pele ou crostas de pessoas com suspeita ou confirma\u00e7\u00e3o de mpox;<\/li>\n<li>N\u00e3o compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas \u00edntimas, l\u00e2minas de barbear ou roupas de cama;<\/li>\n<li>Higienizar as m\u00e3os com \u00e1gua e sab\u00e3o ou \u00e1lcool em gel com frequ\u00eancia, especialmente ap\u00f3s contato pr\u00f3ximo com outras pessoas;<\/li>\n<li>Manter aten\u00e7\u00e3o a sintomas como febre, \u00ednguas e surgimento de bolhas na pele, procurando atendimento m\u00e9dico diante de sinais suspeitos;<\/li>\n<li>Seguir orienta\u00e7\u00f5es de isolamento quando houver suspeita cl\u00ednica ou confirma\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A <strong>vacina\u00e7\u00e3o contra a var\u00edola<\/strong>, adaptada para prote\u00e7\u00e3o contra a mpox, vem sendo utilizada em grupos priorizados, como pessoas que tiveram contato pr\u00f3ximo com casos confirmados e popula\u00e7\u00f5es com maior exposi\u00e7\u00e3o. Em geral, o esquema envolve duas doses, com intervalo de cerca de um m\u00eas, permitindo que o organismo desenvolva resposta imune mais robusta. Portanto, quem se enquadra nas recomenda\u00e7\u00f5es de vacina\u00e7\u00e3o deve buscar os servi\u00e7os de sa\u00fade para se informar sobre disponibilidade, locais de aplica\u00e7\u00e3o e poss\u00edveis contraindica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, h\u00e1bitos simples, como ventilar ambientes, limpar superf\u00edcies de uso compartilhado e usar preservativo nas rela\u00e7\u00f5es sexuais, refor\u00e7am o conjunto de barreiras contra o v\u00edrus. Entretanto, o preservativo n\u00e3o impede completamente a transmiss\u00e3o, pois o contato pele a pele com \u00e1reas n\u00e3o cobertas ainda permite passagem do v\u00edrus. Em suma, a combina\u00e7\u00e3o entre vacina\u00e7\u00e3o, cuidado com as les\u00f5es e aten\u00e7\u00e3o ao contato pr\u00f3ximo oferece a prote\u00e7\u00e3o mais eficaz no dia a dia.<\/p>\n<h2>Isolamento, diagn\u00f3stico e vigil\u00e2ncia em 2026<\/h2>\n<p>Quando h\u00e1 suspeita de mpox, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 iniciar o isolamento imediatamente, mesmo antes do resultado dos exames. Ent\u00e3o, a pessoa com suspeita deve evitar contato pr\u00f3ximo com outras pessoas, limitar o uso de espa\u00e7os compartilhados em casa e, se poss\u00edvel, usar quarto e banheiro separados. Embora o teste PCR seja refer\u00eancia para confirmar o diagn\u00f3stico, especialistas orientam que a repeti\u00e7\u00e3o do exame pode ser necess\u00e1ria se o primeiro resultado for negativo e os sintomas persistirem. Esse cuidado reduz o risco de transmiss\u00e3o em domic\u00edlios, locais de trabalho e ambientes coletivos.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio de 2026, a circula\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do <strong>v\u00edrus mpox<\/strong> e o surgimento de variantes refor\u00e7am o papel da vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica. Notifica\u00e7\u00e3o de casos, rastreamento de contatos e campanhas educativas ajudam a identificar rapidamente novas cadeias de transmiss\u00e3o. Portanto, quando uma pessoa recebe diagn\u00f3stico de mpox, o sistema de sa\u00fade costuma investigar quem teve contato pr\u00f3ximo para orientar sinais de alerta, poss\u00edvel testagem e, se indicado, vacina\u00e7\u00e3o p\u00f3s-exposi\u00e7\u00e3o. Em suma, esse trabalho de vigil\u00e2ncia funciona como um escudo coletivo, protegendo n\u00e3o apenas o indiv\u00edduo doente, mas toda a comunidade.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, a combina\u00e7\u00e3o entre informa\u00e7\u00e3o clara, aten\u00e7\u00e3o aos sinais do corpo e ado\u00e7\u00e3o de medidas simples de higiene permanece como uma das formas mais eficientes de prote\u00e7\u00e3o para a popula\u00e7\u00e3o. Entretanto, \u00e9 fundamental combater estigmas e discrimina\u00e7\u00e3o: qualquer pessoa pode pegar mpox, e o foco precisa permanecer na preven\u00e7\u00e3o, no cuidado e no acesso r\u00e1pido a servi\u00e7os de sa\u00fade.<\/p>\n<h2>FAQ sobre mpox (perguntas frequentes)<\/h2>\n<p><strong>1. Mpox tem tratamento espec\u00edfico?<\/strong><br \/>\nAtualmente, o manejo da mpox se baseia principalmente em cuidados de suporte, como controle da dor, da febre e hidrata\u00e7\u00e3o adequada. Em alguns casos selecionados, sobretudo em pessoas com maior risco de complica\u00e7\u00f5es, m\u00e9dicos podem considerar antivirais espec\u00edficos aprovados para orthopoxv\u00edrus. Portanto, o tratamento sempre deve ser avaliado individualmente por um profissional de sa\u00fade.<\/p>\n<p><strong>2. Quem corre maior risco de formas graves?<\/strong><br \/>\nPessoas imunossuprimidas, gestantes, crian\u00e7as pequenas e indiv\u00edduos com doen\u00e7as cr\u00f4nicas descompensadas t\u00eam maior chance de desenvolver quadros graves. Entretanto, qualquer pessoa pode apresentar complica\u00e7\u00f5es se n\u00e3o receber acompanhamento adequado. Em suma, diante de sintomas intensos, dor forte ou dificuldade para se alimentar e se hidratar, a orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 buscar atendimento o quanto antes.<\/p>\n<p><strong>3. Posso ter mpox mais de uma vez?<\/strong><br \/>\nInfec\u00e7\u00f5es anteriores podem gerar alguma prote\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o garantem imunidade absoluta contra novas infec\u00e7\u00f5es, especialmente diante de poss\u00edveis variantes. Portanto, mesmo quem j\u00e1 teve mpox deve continuar seguindo as medidas de preven\u00e7\u00e3o, observar sintomas e, quando eleg\u00edvel, discutir a vacina\u00e7\u00e3o com um profissional de sa\u00fade.<\/p>\n<p><strong>4. Quanto tempo depois da exposi\u00e7\u00e3o os sintomas costumam aparecer?<\/strong><br \/>\nO per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o varia entre 7 e 21 dias, com m\u00e9dia em torno de 12 dias. Ent\u00e3o, se uma pessoa teve contato pr\u00f3ximo com um caso confirmado, precisa monitorar sinais como febre, \u00ednguas e les\u00f5es de pele durante tr\u00eas semanas. Em caso de qualquer sintoma suspeito, deve procurar orienta\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<p><strong>5. A mpox deixa sequelas na pele?<\/strong><br \/>\nAlgumas pessoas relatam manchas mais escuras ou claras e pequenas cicatrizes nos locais das les\u00f5es ap\u00f3s a cicatriza\u00e7\u00e3o. Entretanto, com o tempo, muitas dessas marcas tendem a clarear. Portanto, cuidados com a pele, evitar co\u00e7ar as feridas e seguir as orienta\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas ajudam a reduzir o risco de cicatrizes permanentes.<\/p>\n<p><strong>6. Posso praticar atividade f\u00edsica se estiver com mpox leve?<\/strong><br \/>\nDurante a fase ativa da doen\u00e7a, o ideal \u00e9 repousar, respeitar os limites do corpo e manter isolamento. Exerc\u00edcios intensos podem piorar o cansa\u00e7o e irritar les\u00f5es em \u00e1reas de atrito. Em suma, a retomada de atividades f\u00edsicas deve acontecer apenas ap\u00f3s a completa cicatriza\u00e7\u00e3o da pele e com libera\u00e7\u00e3o do profissional de sa\u00fade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A mpox voltou ao centro das aten\u00e7\u00f5es em 2026 e tem despertado preocupa\u00e7\u00e3o entre profissionais de sa\u00fade e gestores p\u00fablicos. Embora muitos quadros sejam leves, trata-se de uma infec\u00e7\u00e3o que exige aten\u00e7\u00e3o, principalmente pela possibilidade de transmiss\u00e3o em contatos pr\u00f3ximos e pela semelhan\u00e7a com outras doen\u00e7as infecciosas. 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