{"id":23842,"date":"2026-03-08T18:00:00","date_gmt":"2026-03-08T21:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?p=23842"},"modified":"2026-03-05T17:04:24","modified_gmt":"2026-03-05T20:04:24","slug":"especialistas-apontam-10-fatores-que-aumentam-o-risco-de-infarto-em-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/08\/especialistas-apontam-10-fatores-que-aumentam-o-risco-de-infarto-em-mulheres\/","title":{"rendered":"Especialistas apontam 10 fatores que aumentam o risco de infarto em mulheres"},"content":{"rendered":"\n<p>O risco de infarto em mulheres vem recebendo mais aten\u00e7\u00e3o na \u00faltima d\u00e9cada, especialmente ap\u00f3s a menopausa. No Brasil, estimativas do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade indicam centenas de milhares de casos por ano, somando homens e mulheres. Entre elas, por\u00e9m, o quadro muitas vezes \u00e9 subestimado ou confundido com outros problemas de sa\u00fade, o que pode atrasar o atendimento e o in\u00edcio do tratamento adequado.<\/p>\n\n\n\n<p>Especialistas em cardiologia chamam a aten\u00e7\u00e3o para um ponto-chave: <strong><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/02\/dor-no-peito-como-saber-se-e-infarto-ou-crise-de-ansiedade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">fatores hormonais, rotina intensa e mudan\u00e7as metab\u00f3licas ao longo da vida feminina criam um cen\u00e1rio espec\u00edfico para o infarto em mulheres<\/a><\/strong>. Entender esses elementos, reconhecer sinais de alerta e manter um plano de preven\u00e7\u00e3o cont\u00ednua s\u00e3o medidas que ajudam a diminuir complica\u00e7\u00f5es cardiovasculares, principalmente ap\u00f3s o fim do per\u00edodo reprodutivo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Risco de infarto em mulheres: por que \u00e9 diferente?<\/h2>\n\n\n\n<p>Antes da menopausa, o estrog\u00eanio oferece certa prote\u00e7\u00e3o aos vasos sangu\u00edneos, favorecendo a elasticidade e o equil\u00edbrio de gorduras no sangue. Com a queda desse horm\u00f4nio, a tend\u00eancia \u00e9 de aumento de press\u00e3o arterial, altera\u00e7\u00e3o do colesterol e maior rigidez das art\u00e9rias, o que amplia a probabilidade de entupimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da parte hormonal, entram em cena fatores do dia a dia, como sobrecarga de trabalho, ac\u00famulo de responsabilidades familiares e pouco tempo para descanso e atividade f\u00edsica. Esses elementos, isolados ou combinados, favorecem press\u00e3o alta, ganho de peso, altera\u00e7\u00f5es na glicemia e maior produ\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias inflamat\u00f3rias. Assim, o risco de infarto feminino n\u00e3o depende apenas da idade, mas tamb\u00e9m de como esses aspectos s\u00e3o acompanhados ao longo da vida adulta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os principais fatores de risco de infarto em mulheres?<\/h2>\n\n\n\n<p>Entre os fatores que mais influenciam o risco de infarto feminino, alguns se repetem com frequ\u00eancia nos consult\u00f3rios. Press\u00e3o alta, colesterol elevado e diabetes aparecem como trio cl\u00e1ssico, frequentemente associado ao sedentarismo e a padr\u00f5es alimentares ricos em gordura saturada, a\u00e7\u00facar e ultraprocessados. Em mulheres, o impacto pode ser ainda maior quando esses fatores se somam ao tabagismo ou ao uso de determinados anticoncepcionais.<\/p>\n\n\n\n<p>De forma geral, os pontos que merecem aten\u00e7\u00e3o constante incluem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Hipertens\u00e3o arterial<\/strong>: esfor\u00e7o maior para o cora\u00e7\u00e3o e para as art\u00e9rias ao longo de anos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Colesterol alto<\/strong>: excesso de LDL facilita o ac\u00famulo de placas nas paredes dos vasos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Diabetes<\/strong>: glicose elevada danifica a camada interna dos vasos, favorecendo inflama\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tabagismo<\/strong>: aumenta a forma\u00e7\u00e3o de co\u00e1gulos e agrava o estreitamento das art\u00e9rias.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Menopausa<\/strong>: redu\u00e7\u00e3o do estrog\u00eanio, com piora de perfil lip\u00eddico e press\u00e3o arterial.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dist\u00farbios do sono<\/strong>, como apneia: associados a picos de press\u00e3o e arritmias.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sedentarismo<\/strong> e <strong>excesso de peso<\/strong>: alteram colesterol, glicemia e press\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Estresse cr\u00f4nico<\/strong>: favorece h\u00e1bitos nocivos e desregula horm\u00f4nios relacionados \u00e0 press\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hist\u00f3rico familiar<\/strong> de doen\u00e7a card\u00edaca precoce.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Embora a heran\u00e7a gen\u00e9tica n\u00e3o possa ser modificada, o controle dos demais itens reduz de forma significativa a chance de infarto em mulheres, mesmo na presen\u00e7a de antecedentes familiares importantes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como reduzir o risco de infarto em mulheres no dia a dia?<\/h2>\n\n\n\n<p>A preven\u00e7\u00e3o do infarto feminino come\u00e7a muito antes de qualquer sintoma. A recomenda\u00e7\u00e3o de cardiologistas \u00e9 que mulheres fa\u00e7am uma esp\u00e9cie de \u201cmapa\u201d dos pr\u00f3prios fatores de risco: press\u00e3o, glicemia, colesterol, rotina de movimento, padr\u00e3o de sono e exposi\u00e7\u00e3o ao cigarro. A partir da\u00ed, pequenos ajustes constantes tendem a trazer mais resultado do que mudan\u00e7as radicais e tempor\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas medidas pr\u00e1ticas, adapt\u00e1veis \u00e0 realidade de cada pessoa, costumam ser citadas pelos profissionais de sa\u00fade:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Acompanhar regularmente exames b\u00e1sicos<\/strong>: press\u00e3o arterial, colesterol total e fra\u00e7\u00f5es, glicemia e, quando indicado, hemoglobina glicada.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Priorizar movimentos di\u00e1rios<\/strong>: caminhadas, atividades dom\u00e9sticas ativas, subir escadas e exerc\u00edcios estruturados, conforme orienta\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ajustar alimenta\u00e7\u00e3o<\/strong>: reduzir ultraprocessados, excesso de sal e a\u00e7\u00facar, dando espa\u00e7o para frutas, legumes, verduras, gr\u00e3os integrais e fontes magras de prote\u00edna.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Trabalhar a cessa\u00e7\u00e3o do tabagismo<\/strong>: com apoio profissional, reposi\u00e7\u00e3o de nicotina ou outros recursos, quando indicados.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cuidar do sono<\/strong>: manter hor\u00e1rios mais regulares e investigar roncos intensos, pausas respirat\u00f3rias ou sono n\u00e3o reparador.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Monitorar o estresse<\/strong>: inserir pausas, t\u00e9cnicas de relaxamento e, se necess\u00e1rio, acompanhamento psicol\u00f3gico.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Em mulheres na menopausa ou em uso de anticoncepcionais combinados, o di\u00e1logo entre ginecologista e cardiologista \u00e9 considerado estrat\u00e9gico para avaliar riscos e ajustar condutas, especialmente em quem j\u00e1 tem hipertens\u00e3o, diabetes ou hist\u00f3rico de trombose na fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais sinais de alerta exigem busca r\u00e1pida por atendimento?<\/h2>\n\n\n\n<p>Um ponto relevante sobre o risco de infarto em mulheres \u00e9 que os sintomas, em muitos casos, podem ser menos \u201ccl\u00e1ssicos\u201d do que os descritos em homens. Dor no peito em aperto ainda \u00e9 um sinal importante, mas podem aparecer desconfortos em queixo, costas, bra\u00e7o, falta de ar s\u00fabita, suor frio, enjoo intenso ou sensa\u00e7\u00e3o de fadiga extrema, principalmente em situa\u00e7\u00f5es de esfor\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante de sinais persistentes ou que surgem de forma s\u00fabita e intensa, a orienta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de emerg\u00eancia \u00e9 procurar atendimento sem aguardar melhora espont\u00e2nea. Quanto mais cedo forem realizados exames e definido o tratamento, menores tendem a ser as sequelas no m\u00fasculo card\u00edaco. Dessa forma, informa\u00e7\u00e3o clara, vigil\u00e2ncia sobre o pr\u00f3prio corpo e acompanhamento regular com equipe de sa\u00fade formam um trip\u00e9 importante para reduzir o impacto do infarto entre mulheres brasileiras nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">FAQ sobre sa\u00fade cardiovascular em mulheres<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>1. Com que frequ\u00eancia a mulher deve consultar o cardiologista para preven\u00e7\u00e3o?<\/strong><br>Para mulheres sem sintomas e sem fatores de risco importantes, uma avalia\u00e7\u00e3o cardiol\u00f3gica b\u00e1sica a cada 1 a 2 anos, a partir da meia-idade, costuma ser suficiente. Entretanto, se houver hipertens\u00e3o, diabetes, colesterol alto, tabagismo, hist\u00f3rico familiar de infarto precoce ou menopausa precoce, \u00e9 prudente encurtar esse intervalo, fazendo consultas anuais ou conforme orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Portanto, o ideal \u00e9 individualizar o acompanhamento de acordo com o perfil de risco de cada mulher, ent\u00e3o vale conversar com o cl\u00ednico ou ginecologista para saber quando iniciar o acompanhamento cardiol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. O que \u00e9 considerado press\u00e3o arterial \u201cnormal\u201d para a sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o feminino?<\/strong><br>Valores abaixo de 120 x 80 mmHg s\u00e3o considerados desej\u00e1veis para a maior parte das mulheres adultas. Entretanto, leituras entre 120\u2013129 x &lt;80 mmHg j\u00e1 podem indicar uma tend\u00eancia de eleva\u00e7\u00e3o, exigindo mais aten\u00e7\u00e3o ao estilo de vida. Portanto, quando a press\u00e3o se mant\u00e9m igual ou superior a 140 x 90 mmHg em v\u00e1rias medi\u00e7\u00f5es, fala-se em hipertens\u00e3o, e \u00e9 necess\u00e1rio avaliar tratamento e monitoramento. Ent\u00e3o, medir a press\u00e3o com regularidade, em ambiente calmo e com t\u00e9cnica correta, \u00e9 uma atitude simples que ajuda muito na preven\u00e7\u00e3o cardiovascular.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. O uso de reposi\u00e7\u00e3o hormonal na menopausa \u00e9 sempre ruim para o cora\u00e7\u00e3o?<\/strong><br>A reposi\u00e7\u00e3o hormonal n\u00e3o \u00e9 \u201cvil\u00e3\u201d por defini\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 indicada para todas. Em determinadas mulheres jovens na menopausa precoce e sem fatores de risco importantes, ela pode at\u00e9 ter efeito neutro ou levemente protetor. Entretanto, em quem j\u00e1 tem hist\u00f3rico de trombose, infarto, AVC, tabagismo intenso ou obesidade importante, os horm\u00f4nios podem aumentar o risco cardiovascular. Portanto, a decis\u00e3o deve ser tomada caso a caso, ap\u00f3s avalia\u00e7\u00e3o cuidadosa entre ginecologista e cardiologista. Ent\u00e3o, jamais inicie ou mantenha reposi\u00e7\u00e3o hormonal prolongada sem esse acompanhamento conjunto.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. Como diferenciar cansa\u00e7o comum de um poss\u00edvel sintoma cardiovascular?<\/strong><br>O cansa\u00e7o \u201cdo dia a dia\u201d geralmente melhora com descanso, sono adequado e pausa nas atividades. Entretanto, quando a fadiga surge de forma s\u00fabita, piora com pequenos esfor\u00e7os (como subir poucos degraus), vem acompanhada de falta de ar, palpita\u00e7\u00f5es, dor ou press\u00e3o no peito, incha\u00e7o nas pernas ou tontura, merece aten\u00e7\u00e3o. Portanto, se o cansa\u00e7o estiver fora do padr\u00e3o habitual e durar v\u00e1rios dias, \u00e9 prudente buscar avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Ent\u00e3o, especialmente em mulheres, n\u00e3o se deve atribuir tudo apenas ao estresse ou \u00e0 rotina intensa sem antes descartar problema card\u00edaco.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5. Qual \u00e9 o impacto do \u00e1lcool na sa\u00fade cardiovascular da mulher?<\/strong><br>O consumo excessivo de \u00e1lcool aumenta a press\u00e3o arterial, favorece arritmias, ganho de peso e altera\u00e7\u00f5es de colesterol, prejudicando o cora\u00e7\u00e3o. Algumas pesquisas j\u00e1 sugeriram efeito neutro ou discreto benef\u00edcio com consumo muito moderado, mas, para mulheres, mesmo doses menores podem causar danos ao f\u00edgado, mamas e sistema cardiovascular. Entretanto, esse \u201cbenef\u00edcio\u201d n\u00e3o justifica o in\u00edcio do consumo para quem n\u00e3o bebe. Portanto, a recomenda\u00e7\u00e3o atual \u00e9 evitar exageros e, se poss\u00edvel, reduzir ao m\u00ednimo o uso de bebidas alco\u00f3licas. Ent\u00e3o, para quem j\u00e1 tem doen\u00e7a card\u00edaca, a orienta\u00e7\u00e3o tende a ser ainda mais restritiva.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>6. Exerc\u00edcios intensos s\u00e3o seguros para todas as mulheres que querem proteger o cora\u00e7\u00e3o?<\/strong><br>A atividade f\u00edsica \u00e9 uma das melhores formas de cuidar da sa\u00fade cardiovascular feminina. Entretanto, exerc\u00edcios intensos sem avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9via podem ser arriscados para quem tem fatores de risco ou j\u00e1 apresenta doen\u00e7a card\u00edaca silenciosa. Portanto, o mais seguro \u00e9 iniciar com modalidades leves a moderadas, como caminhadas, e passar por uma avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica antes de treinos vigorosos, principalmente ap\u00f3s os 40\u201350 anos. Ent\u00e3o, com libera\u00e7\u00e3o profissional e progress\u00e3o gradual, o exerc\u00edcio torna-se um aliado poderoso na preven\u00e7\u00e3o de infartos e outras complica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>7. Qual a rela\u00e7\u00e3o entre sa\u00fade mental e risco cardiovascular em mulheres?<\/strong><br>Quadros de ansiedade, depress\u00e3o e estresse cr\u00f4nico podem elevar horm\u00f4nios como cortisol e adrenalina, alterando press\u00e3o arterial, sono e apetite. Nas mulheres, isso muitas vezes leva a ganho de peso, sedentarismo, tabagismo e piora de doen\u00e7as j\u00e1 existentes. Entretanto, esses aspectos emocionais nem sempre s\u00e3o valorizados em consultas de rotina. Portanto, falar abertamente sobre sa\u00fade mental com o m\u00e9dico e buscar apoio psicol\u00f3gico quando necess\u00e1rio \u00e9 parte importante do cuidado com o cora\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, tratar emo\u00e7\u00f5es e cuidar da mente n\u00e3o \u00e9 algo \u201csecund\u00e1rio\u201d: integra diretamente a preven\u00e7\u00e3o cardiovascular.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>8. A mulher magra est\u00e1 automaticamente protegida de doen\u00e7as do cora\u00e7\u00e3o?<\/strong><br>Estar dentro do peso considerado \u201cadequado\u201d ajuda, mas n\u00e3o garante prote\u00e7\u00e3o completa contra infarto ou outras doen\u00e7as card\u00edacas. Mulheres magras tamb\u00e9m podem ter colesterol alto, press\u00e3o elevada, diabetes, tabagismo ou hist\u00f3ria familiar importante. Entretanto, muitas vezes essas condi\u00e7\u00f5es passam despercebidas justamente porque n\u00e3o h\u00e1 excesso de peso evidente. Portanto, mesmo com IMC normal, \u00e9 essencial acompanhar exames de rotina e h\u00e1bitos de vida. Ent\u00e3o, n\u00e3o se deve usar apenas o peso corporal como crit\u00e9rio de seguran\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>9. Qual a import\u00e2ncia do controle do colesterol \u201cbom\u201d (HDL) para o cora\u00e7\u00e3o feminino?<\/strong><br>O HDL \u00e9 conhecido como \u201ccolesterol bom\u201d porque ajuda a retirar o excesso de gordura da circula\u00e7\u00e3o, levando-o de volta ao f\u00edgado. Nas mulheres, n\u00edveis mais altos de HDL costumam estar associados a menor risco cardiovascular. Entretanto, apenas ter HDL elevado n\u00e3o compensa completamente um LDL muito alto, tabagismo ou diabetes mal controlado. Portanto, a meta \u00e9 manter um equil\u00edbrio geral do perfil lip\u00eddico, aliando boa alimenta\u00e7\u00e3o, atividade f\u00edsica regular e, quando necess\u00e1rio, medicamentos. Ent\u00e3o, acompanhar n\u00e3o s\u00f3 o colesterol total, mas tamb\u00e9m suas fra\u00e7\u00f5es, \u00e9 fundamental.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>10. Quais h\u00e1bitos do dia a dia podem parecer \u201cinofensivos\u201d, mas prejudicam o cora\u00e7\u00e3o com o tempo?<\/strong><br>Longos per\u00edodos sentada, beliscar alimentos ultraprocessados ao longo do dia, dormir pouco, abusar de bebidas a\u00e7ucaradas e adiar consultas de rotina s\u00e3o exemplos de atitudes aparentemente pequenas, mas que somadas aumentam o risco cardiovascular. Entretanto, por serem comportamentos comuns, muitas mulheres n\u00e3o os reconhecem como fatores de risco. Portanto, observar a rotina com mais aten\u00e7\u00e3o e fazer ajustes graduais tende a ser mais eficaz do que mudan\u00e7as dr\u00e1sticas e tempor\u00e1rias. Ent\u00e3o, pequenos passos consistentes \u2014 como caminhar mais, cozinhar mais em casa e regularizar o sono \u2014 t\u00eam grande impacto na sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o ao longo dos anos.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Infarto em mulheres: conhe\u00e7a 10 fatores de risco, sinais ap\u00f3s a menopausa e estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o com apoio m\u00e9dico e mudan\u00e7as de h\u00e1bito.<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":23843,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[123],"tags":[6921,5621,3244,7318,7317,5707,141,3245],"class_list":["post-23842","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude","tag-doencas-cardiacas","tag-doencas-cardiovasculares","tag-infarto","tag-infarto-feminino","tag-inferto-em-mulheres","tag-menopausa","tag-saude","tag-saude-cardiovascular"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - 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