{"id":25396,"date":"2026-03-24T18:19:50","date_gmt":"2026-03-24T21:19:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?p=25396"},"modified":"2026-03-24T18:19:54","modified_gmt":"2026-03-24T21:19:54","slug":"o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/","title":{"rendered":"O que acontece com o corpo humano ap\u00f3s um ano em gravidade zero?"},"content":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s um ano em gravidade zero, o corpo humano passa por mudan\u00e7as profundas. A aus\u00eancia de peso altera a forma como a coluna se comporta, como os m\u00fasculos trabalham e at\u00e9 como os olhos enxergam. Essas adapta\u00e7\u00f5es n\u00e3o acontecem de um dia para o outro; s\u00e3o resultado de meses em um ambiente em que n\u00e3o existe a tra\u00e7\u00e3o constante exercida pela gravidade da Terra. Portanto, entender esses processos se torna essencial para planejar viagens espaciais mais longas e seguras, como futuras miss\u00f5es a Marte.<\/p>\n<p>Esse cen\u00e1rio vem sendo observado em astronautas que passam longas temporadas na Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional. Os efeitos s\u00e3o monitorados antes, durante e depois das miss\u00f5es, o que permite entender melhor o que acontece com a coluna vertebral, com o sistema muscular e com a vis\u00e3o humana. Mesmo com treinos intensos e protocolos de preven\u00e7\u00e3o, o corpo tende a \u201creprogramar\u201d seu funcionamento diante da falta de peso. Em suma, o organismo se adapta para sobreviver em microgravidade, mas essas adapta\u00e7\u00f5es cobram um pre\u00e7o na sa\u00fade musculoesquel\u00e9tica e ocular ao longo do tempo.<\/p>\n<h2>O que acontece com a coluna em um ano de gravidade zero?<\/h2>\n<p>A coluna vertebral \u00e9 uma das estruturas mais impactadas pela microgravidade. Na Terra, os discos intervertebrais ficam comprimidos pelo peso do corpo. Em \u00f3rbita, essa compress\u00e3o praticamente desaparece. Com isso, os discos absorvem mais l\u00edquido e se expandem, levando a um aumento tempor\u00e1rio da altura que pode chegar a alguns cent\u00edmetros ap\u00f3s meses em gravidade zero. Ent\u00e3o, muitos astronautas relatam sentir o corpo \u201cesticado\u201d e at\u00e9 percebem diferen\u00e7a nas medidas das roupas espaciais.<\/p>\n<p>Essa expans\u00e3o, por\u00e9m, tem um custo. A coluna fica menos est\u00e1vel, e a musculatura profunda que ajuda a sustent\u00e1-la perde parte da fun\u00e7\u00e3o por falta de uso adequado. H\u00e1 relatos de desconfortos lombares e dores nas costas, especialmente nos primeiros meses de adapta\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, a distribui\u00e7\u00e3o da curvatura fisiol\u00f3gica \u2014 como a lordose lombar e a cifose tor\u00e1cica \u2014 sofre altera\u00e7\u00f5es, o que modifica o alinhamento postural. Em suma, a coluna, que evoluiu para funcionar contra a gravidade, entra em um padr\u00e3o de funcionamento completamente diferente quando essa for\u00e7a praticamente desaparece.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s um ano, tamb\u00e9m cresce a preocupa\u00e7\u00e3o com o risco de problemas nos discos, como protrus\u00f5es e h\u00e9rnias. Estudos com astronautas indicam aumento na incid\u00eancia de dores lombares e de altera\u00e7\u00f5es discais quando comparados a pessoas que permanecem na Terra. Ao retornar ao campo gravitacional terrestre, essa coluna, que passou meses com pouca carga, volta a ser exigida de forma intensa, o que aumenta a vulnerabilidade a les\u00f5es. Portanto, o retorno ao planeta exige protocolos de reabilita\u00e7\u00e3o cuidadosos, com fisioterapia, fortalecimento progressivo e monitoramento por exames de imagem para reduzir a chance de danos permanentes.<\/p>\n<h2>Como os m\u00fasculos reagem \u00e0 aus\u00eancia prolongada de gravidade?<\/h2>\n<p>Em gravidade zero, muitos m\u00fasculos que normalmente trabalham contra o peso do corpo passam a ter bem menos fun\u00e7\u00e3o. M\u00fasculos das pernas, do quadril, das costas e do tronco \u2014 os principais respons\u00e1veis pela postura e pela locomo\u00e7\u00e3o \u2014 s\u00e3o os mais afetados. Sem a necessidade de sustentar o corpo o tempo todo, o organismo passa a \u201ceconomizar\u201d energia, diminuindo o tamanho e a for\u00e7a das fibras musculares. Ent\u00e3o, ocorre um processo de atrofia muscular semelhante ao que se observa em pessoas acamadas por muito tempo, s\u00f3 que em um contexto espacial.<\/p>\n<p>Depois de um ano, a tend\u00eancia \u00e9 de uma perda importante de massa muscular, especialmente em grupos como quadr\u00edceps, panturrilhas e musculatura paravertebral. Mesmo com programas de exerc\u00edcios espec\u00edficos na esta\u00e7\u00e3o espacial, que incluem esteiras com cintos de tra\u00e7\u00e3o, bicicletas ergom\u00e9tricas e aparelhos de resist\u00eancia, essa atrofia n\u00e3o \u00e9 totalmente evitada, apenas reduzida. Entretanto, a combina\u00e7\u00e3o entre treino resistido, trabalho aer\u00f3bico e estrat\u00e9gias nutricionais com aporte adequado de prote\u00ednas e micronutrientes ajuda a limitar esses preju\u00edzos e acelera a recupera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o retorno \u00e0 Terra.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>For\u00e7a:<\/strong> a capacidade de gerar for\u00e7a diminui, o que afeta a estabilidade das articula\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li><strong>Resist\u00eancia:<\/strong> a fadiga aparece mais r\u00e1pido quando a gravidade volta a atuar.<\/li>\n<li><strong>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/strong> o controle fino dos movimentos precisa ser reaprendido ao retorno \u00e0 Terra.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Ao fim de doze meses, a musculatura postural \u2014 respons\u00e1vel por manter o corpo ereto \u2014 torna-se menos preparada para lidar com quedas, impactos e esfor\u00e7os repentinos. O processo de reabilita\u00e7\u00e3o, j\u00e1 na presen\u00e7a de gravidade, costuma exigir semanas ou meses para que a for\u00e7a e o controle motor se aproximem dos n\u00edveis anteriores ao voo. Portanto, as ag\u00eancias espaciais investem em protocolos de treinamento personalizados e em pesquisas com tecnologias como trajes de compress\u00e3o e dispositivos de \u201cgravidade artificial\u201d para tentar preservar melhor a fun\u00e7\u00e3o muscular durante miss\u00f5es prolongadas.<\/p>\n<h2>O que acontece com a vis\u00e3o humana em gravidade zero?<\/h2>\n<p>A vis\u00e3o humana tamb\u00e9m sofre com a perman\u00eancia prolongada em gravidade zero. Um dos fen\u00f4menos mais estudados \u00e9 o chamado <strong>SANS<\/strong> (Spaceflight-Associated Neuro-ocular Syndrome), um conjunto de altera\u00e7\u00f5es nos olhos e no nervo \u00f3ptico associadas a voos espaciais de longa dura\u00e7\u00e3o. Em ambiente de microgravidade, os fluidos corporais tendem a se redistribuir em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 parte superior do corpo, incluindo a cabe\u00e7a. Ent\u00e3o, o cr\u00e2nio e as estruturas oculares lidam com um volume de l\u00edquido maior do que o habitual.<\/p>\n<p>Esse deslocamento de l\u00edquidos pode aumentar a press\u00e3o ao redor do globo ocular e do nervo \u00f3ptico. Com o passar dos meses, alguns astronautas apresentam achatamento do globo ocular na regi\u00e3o posterior, altera\u00e7\u00f5es na retina e incha\u00e7o do disco \u00f3ptico. Em termos pr\u00e1ticos, isso pode resultar em dificuldade para enxergar de perto, emba\u00e7amento visual e altera\u00e7\u00f5es na acuidade visual que antes do voo n\u00e3o existiam. Em suma, o olho passa por um \u201cremodelamento\u201d sutil, por\u00e9m suficiente para interferir na nitidez da vis\u00e3o, o que levanta preocupa\u00e7\u00f5es para miss\u00f5es ainda mais longas.<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Redistribui\u00e7\u00e3o de fluidos:<\/strong> mais l\u00edquido se concentra na cabe\u00e7a e na regi\u00e3o ocular.<\/li>\n<li><strong>Press\u00e3o alterada:<\/strong> poss\u00edvel aumento da press\u00e3o intracraniana e em torno do nervo \u00f3ptico.<\/li>\n<li><strong>Modifica\u00e7\u00f5es oculares:<\/strong> mudan\u00e7as na forma do olho e na retina, com impacto direto na vis\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Ap\u00f3s um ano em gravidade zero, parte dessas mudan\u00e7as na vis\u00e3o pode persistir mesmo depois do retorno \u00e0 Terra. Por isso, exames oftalmol\u00f3gicos detalhados fazem parte da rotina de acompanhamento desses profissionais. Em alguns casos, adapta\u00e7\u00f5es visuais, como o uso de \u00f3culos com novas gradua\u00e7\u00f5es, tornam-se necess\u00e1rias. Entretanto, pesquisas em andamento testam estrat\u00e9gias como dispositivos de press\u00e3o negativa nos membros inferiores, que tentam \u201cpuxar\u201d fluidos para longe da cabe\u00e7a, e ajustes no desenho das cabines para minimizar o impacto da redistribui\u00e7\u00e3o de l\u00edquidos sobre o sistema visual.<\/p>\n<h2>Quais s\u00e3o os cuidados para reduzir danos \u00e0 coluna, m\u00fasculos e vis\u00e3o?<\/h2>\n<p>Para enfrentar os efeitos da microgravidade sobre coluna, musculatura e vis\u00e3o humana, ag\u00eancias espaciais adotam uma combina\u00e7\u00e3o de monitoramento e preven\u00e7\u00e3o. O treino f\u00edsico di\u00e1rio \u00e9 uma das principais estrat\u00e9gias. Em miss\u00f5es longas, astronautas reservam cerca de duas horas por dia para exerc\u00edcios de resist\u00eancia e aer\u00f3bicos, buscando simular, em parte, a carga da gravidade terrestre. Portanto, o exerc\u00edcio funciona como um \u201crem\u00e9dio\u201d essencial contra perda \u00f3ssea, fraqueza muscular e instabilidade da coluna.<\/p>\n<p>No cuidado com a coluna, rotinas espec\u00edficas de fortalecimento do core, alongamentos controlados e varia\u00e7\u00f5es de carga ajudam a preservar a estabilidade vertebral. Para a massa muscular, programas de treino s\u00e3o ajustados conforme as respostas de cada pessoa, utilizando equipamentos projetados para funcionar sem o apoio do peso corporal. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vis\u00e3o, exames peri\u00f3dicos, registros de mudan\u00e7as visuais e t\u00e9cnicas para tentar controlar a redistribui\u00e7\u00e3o de fluidos ainda est\u00e3o em estudo e aperfei\u00e7oamento. Em suma, medicina, fisioterapia, nutri\u00e7\u00e3o e engenharia trabalham juntas para proteger o corpo em um ambiente que, originalmente, n\u00e3o favorece a vida humana.<\/p>\n<p>Mesmo com esses recursos, os efeitos de um ano em gravidade zero sobre a coluna, os m\u00fasculos e a vis\u00e3o humana mostram que o corpo foi constru\u00eddo para funcionar com gravidade. Cada nova miss\u00e3o longa oferece dados adicionais que ajudam a refinar estrat\u00e9gias de prote\u00e7\u00e3o, especialmente diante da perspectiva de viagens mais extensas, como as planejadas para Marte nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas. Portanto, compreender essas adapta\u00e7\u00f5es n\u00e3o interessa apenas a astronautas: tamb\u00e9m inspira avan\u00e7os em reabilita\u00e7\u00e3o, fisiologia do exerc\u00edcio e tratamentos para pacientes acamados ou com problemas musculoesquel\u00e9ticos na pr\u00f3pria Terra.<\/p>\n<h2>FAQ \u2013 Perguntas frequentes sobre um ano em gravidade zero<\/h2>\n<p><strong>1. Quanto tempo o corpo leva para se recuperar depois de voltar da gravidade zero?<\/strong><br \/>\nEm geral, a recupera\u00e7\u00e3o inicial leva de algumas semanas a poucos meses, dependendo da dura\u00e7\u00e3o da miss\u00e3o e do condicionamento f\u00edsico pr\u00e9vio. Ent\u00e3o, for\u00e7a, equil\u00edbrio e coordena\u00e7\u00e3o melhoram progressivamente com fisioterapia, treino resistido e acompanhamento m\u00e9dico cont\u00ednuo.<\/p>\n<p><strong>2. A gravidade zero afeta tamb\u00e9m os ossos, al\u00e9m dos m\u00fasculos e da coluna?<\/strong><br \/>\nSim. Em suma, ocorre perda de densidade mineral \u00f3ssea, especialmente em quadris e coluna, de forma parecida com uma osteoporose acelerada. Por isso, exerc\u00edcios de impacto simulado, suplementa\u00e7\u00e3o de c\u00e1lcio e vitamina D e, em alguns casos, medicamentos espec\u00edficos entram nos protocolos de prote\u00e7\u00e3o \u00f3ssea.<\/p>\n<p><strong>3. Problemas de vis\u00e3o em astronautas podem se tornar permanentes?<\/strong><br \/>\nNa maioria dos casos, as altera\u00e7\u00f5es melhoram com o tempo ap\u00f3s o retorno. Entretanto, alguns astronautas permanecem com mudan\u00e7as sutis na acuidade visual ou na necessidade de \u00f3culos com nova gradua\u00e7\u00e3o. Portanto, o acompanhamento oftalmol\u00f3gico de longo prazo \u00e9 fundamental para detectar qualquer sequela.<\/p>\n<p><strong>4. Existe diferen\u00e7a na adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 gravidade zero entre homens e mulheres?<\/strong><br \/>\nAt\u00e9 agora, estudos indicam respostas fisiol\u00f3gicas semelhantes em muitos aspectos, embora existam varia\u00e7\u00f5es individuais importantes. Ent\u00e3o, pesquisas atuais analisam diferen\u00e7as hormonais, de composi\u00e7\u00e3o corporal e de risco para certos problemas (como osteopenia) para personalizar ainda mais os protocolos de treino e preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>5. Como esse conhecimento ajuda pessoas que nunca ir\u00e3o ao espa\u00e7o?<\/strong><br \/>\nOs dados de miss\u00f5es espaciais inspiram novas abordagens para reabilita\u00e7\u00e3o de pacientes acamados, idosos com perda muscular e \u00f3ssea e pessoas com problemas de equil\u00edbrio. Portanto, tecnologias e estrat\u00e9gias desenvolvidas para astronautas acabam aplicadas em hospitais, cl\u00ednicas de fisioterapia e programas de preven\u00e7\u00e3o de quedas aqui na Terra.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s um ano em gravidade zero, o corpo humano passa por mudan\u00e7as profundas. A aus\u00eancia de peso altera a forma como a coluna se comporta, como os m\u00fasculos trabalham e at\u00e9 como os olhos enxergam. Essas adapta\u00e7\u00f5es n\u00e3o acontecem de um dia para o outro; s\u00e3o resultado de meses em um ambiente em que n\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":25398,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[120],"tags":[6021,1125,7707,141],"class_list":["post-25396","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidades","tag-corpo-humano","tag-curiosidades","tag-gravidade-zero","tag-saude"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O que acontece com o corpo humano ap\u00f3s um ano em gravidade zero? - Correio Braziliense - Aqui<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Descubra o que acontece com a coluna, m\u00fasculos e vis\u00e3o humana ap\u00f3s um ano em gravidade zero e como o corpo se adapta ao espa\u00e7o.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O que acontece com o corpo humano ap\u00f3s um ano em gravidade zero? - Correio Braziliense - Aqui\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Descubra o que acontece com a coluna, m\u00fasculos e vis\u00e3o humana ap\u00f3s um ano em gravidade zero e como o corpo se adapta ao espa\u00e7o.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Correio Braziliense - Aqui\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-03-24T21:19:50+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-03-24T21:19:54+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/astronauta_1774386276110.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Lucas\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Lucas\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"10 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O que acontece com o corpo humano ap\u00f3s um ano em gravidade zero? - Correio Braziliense - Aqui","description":"Descubra o que acontece com a coluna, m\u00fasculos e vis\u00e3o humana ap\u00f3s um ano em gravidade zero e como o corpo se adapta ao espa\u00e7o.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O que acontece com o corpo humano ap\u00f3s um ano em gravidade zero? - Correio Braziliense - Aqui","og_description":"Descubra o que acontece com a coluna, m\u00fasculos e vis\u00e3o humana ap\u00f3s um ano em gravidade zero e como o corpo se adapta ao espa\u00e7o.","og_url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/","og_site_name":"Correio Braziliense - Aqui","article_published_time":"2026-03-24T21:19:50+00:00","article_modified_time":"2026-03-24T21:19:54+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/astronauta_1774386276110.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Lucas","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Lucas","Est. tempo de leitura":"10 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/","name":"O que acontece com o corpo humano ap\u00f3s um ano em gravidade zero? - Correio Braziliense - Aqui","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/astronauta_1774386276110.jpg","datePublished":"2026-03-24T21:19:50+00:00","dateModified":"2026-03-24T21:19:54+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/#\/schema\/person\/36d094a725ba56bbeb370a877862a002"},"description":"Descubra o que acontece com a coluna, m\u00fasculos e vis\u00e3o humana ap\u00f3s um ano em gravidade zero e como o corpo se adapta ao espa\u00e7o.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/astronauta_1774386276110.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/astronauta_1774386276110.jpg","width":1280,"height":720,"caption":"Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ Iurii"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2026\/03\/24\/o-que-acontece-com-o-corpo-humano-apos-um-ano-em-gravidade-zero\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O que acontece com o corpo humano ap\u00f3s um ano em gravidade zero?"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/#website","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/","name":"Correio Braziliense - Aqui","description":"O Correio Braziliense (CB) \u00e9 o mais importante canal de not\u00edcias de Bras\u00edlia. Aqui voc\u00ea encontra as \u00faltimas not\u00edcias do DF, do Brasil e do mundo.","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/#\/schema\/person\/36d094a725ba56bbeb370a877862a002","name":"Lucas","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/eb1dd4a751dca39c233b091fb7b8ce9ef1608850325ab98ff1fbe898fcef0908?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/eb1dd4a751dca39c233b091fb7b8ce9ef1608850325ab98ff1fbe898fcef0908?s=96&d=mm&r=g","caption":"Lucas"},"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/author\/lucasaqui\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25396","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25396"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25396\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25399,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25396\/revisions\/25399"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25398"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25396"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25396"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25396"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}