{"id":6750,"date":"2025-08-09T09:00:00","date_gmt":"2025-08-09T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/?p=6750"},"modified":"2025-08-08T10:51:11","modified_gmt":"2025-08-08T13:51:11","slug":"proibida-perseguida-e-resistente-a-historia-da-capoeira-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/2025\/08\/09\/proibida-perseguida-e-resistente-a-historia-da-capoeira-no-brasil\/","title":{"rendered":"Proibida, perseguida e resistente: a hist\u00f3ria desta artemarcial e dan\u00e7a afro-brasileira"},"content":{"rendered":"\n<p>No final do s\u00e9culo XIX, a capoeira enfrentou um longo per\u00edodo de marginaliza\u00e7\u00e3o no <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Brasil\">Brasil<\/a>. Considerada perigosa e associada \u00e0 criminalidade devido ao seu v\u00ednculo com grupos de resist\u00eancia negra, a pr\u00e1tica foi proibida oficialmente ap\u00f3s a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura. As autoridades reprimiam rodas e treinos, enquadrando praticantes como vadios ou bandidos. Apesar de todo o estigma, a capoeira permaneceu viva de maneira clandestina, resistindo \u00e0 repress\u00e3o em diferentes estados do pa\u00eds durante d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo de sua hist\u00f3ria,<a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/webstories\/flipar\/2025\/06\/7178969-a-arte-da-capoeira-e-jogo-musica-danca-e-defesa.html\"> a luta sempre esteve atrelada \u00e0 cultura afro-brasileira<\/a>. O cen\u00e1rio adverso fez com que mestres e praticantes recorressem \u00e0 dissimula\u00e7\u00e3o para manter a tradi\u00e7\u00e3o. Roda de capoeira se transformava em roda de samba; instrumentos musicais eram escondidos e nomes de movimentos passavam por altera\u00e7\u00f5es para ludibriar as autoridades. Essas estrat\u00e9gias demonstram a adaptabilidade e a for\u00e7a do jogo de corpo, que sobreviveu mesmo sob intensiva vigil\u00e2ncia policial.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177066935-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6755\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177066935-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177066935-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177066935-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177066935-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177066935-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177066935.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Capoeira, luta brasileira, sendo praticada na \u00c1frica &#8211; depositphotos.com \/ SilvaPinto\n<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a capoeira foi proibida?<\/h2>\n\n\n\n<p>A repress\u00e3o \u00e0 capoeira teve motiva\u00e7\u00f5es sociais e pol\u00edticas marcantes. Ap\u00f3s o fim da escravid\u00e3o em 1888, o pa\u00eds vivia um per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o, com grande parte da popula\u00e7\u00e3o negra vivendo em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade. Muitos ex-escravizados recorriam \u00e0 capoeira como forma de express\u00e3o, defesa e afirma\u00e7\u00e3o cultural. A classe dominante, por\u00e9m, enxergava a arte marcial como amea\u00e7a \u00e0 ordem p\u00fablica e \u00e0 moral vigente.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1890, o novo C\u00f3digo Penal da Rep\u00fablica incluiu artigo espec\u00edfico criminalizando a pr\u00e1tica da capoeira. O entendimento das autoridades era de que a atividade estimulava viol\u00eancia e desordem, especialmente em grandes cidades como o Rio de Janeiro e Salvador. A proibi\u00e7\u00e3o resultou em pris\u00f5es, persegui\u00e7\u00f5es e, em casos extremos, castigos f\u00edsicos e banimento de importantes mestres da capoeira.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como conquistou reconhecimento oficial?<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar da persegui\u00e7\u00e3o, a capoeira n\u00e3o desapareceu. A transforma\u00e7\u00e3o come\u00e7ou na d\u00e9cada de 1930, quando figuras como Mestre Bimba e Mestre Pastinha impulsionaram novas formas de ensinar e apresentar a modalidade. Mestre Bimba investiu na formaliza\u00e7\u00e3o de uma metodologia, abrindo a primeira academia reconhecida de capoeira regional em 1932, em Salvador. J\u00e1 Mestre Pastinha destacou a valoriza\u00e7\u00e3o da capoeira angola, resgatando seus aspectos tradicionais e culturais.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Regulariza\u00e7\u00e3o<\/strong>: O ensino passou a ser institucionalizado em academias, com regras definidas e novas apresenta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, o que auxiliou no processo de aceita\u00e7\u00e3o social.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Valoriza\u00e7\u00e3o cultural<\/strong>: O movimento de resgate das tradi\u00e7\u00f5es africanas e a aproxima\u00e7\u00e3o com pesquisadores ajudaram a luta a ganhar status de s\u00edmbolo nacional.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Reconhecimento oficial<\/strong>: Aos poucos, autoridades brasileiras reavaliaram o papel da capoeira, at\u00e9 que, em 2008, foi registrada pelo IPHAN como Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial do Brasil. Em 2014, a roda de capoeira foi reconhecida pela UNESCO como Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial da Humanidade.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais elementos comp\u00f5em a identidade cultural da capoeira?<\/h2>\n\n\n\n<p>O universo vai al\u00e9m dos movimentos acrob\u00e1ticos e das lutas corporais. Ela re\u00fane m\u00fasica, dan\u00e7a, canto e ancestralidade como pilares centrais. Os toques dos berimbaus, atabaques, pandeiros e agog\u00f4s d\u00e3o ritmo ao jogo, enquanto as cantigas tradicionais refor\u00e7am a mem\u00f3ria coletiva e a resist\u00eancia do povo negro no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Instrumentos musicais: O berimbau \u00e9 considerado o cora\u00e7\u00e3o da roda de capoeira, definindo o jogo e o tipo de movimento executado.<\/li>\n\n\n\n<li>Roda: Espa\u00e7o circular onde os praticantes realizam seus movimentos, cercados por outros capoeiristas que cantam e batem palmas.<\/li>\n\n\n\n<li>Oralidade: Os ensinamentos, mitos e hist\u00f3rias s\u00e3o transmitidos oralmente de gera\u00e7\u00e3o para gera\u00e7\u00e3o, preservando tradi\u00e7\u00f5es e saberes ancestrais.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177167944-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6753\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177167944-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177167944-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177167944-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177167944-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177167944-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/aqui\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capoeira_1754177167944.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Berimbau &#8211; depositphotos.com \/ nanofilms\n<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a roda de capoeira foi declarada Patrim\u00f4nio Cultural?<\/h2>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o de declarar a roda de capoeira como Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial decorreu de seu papel fundamental na constru\u00e7\u00e3o da identidade brasileira. A pr\u00e1tica contribui para a inclus\u00e3o, o respeito \u00e0 diversidade e o reconhecimento das matrizes africanas presentes na cultura nacional. O t\u00edtulo busca garantir n\u00e3o s\u00f3 a preserva\u00e7\u00e3o da arte, mas tamb\u00e9m o fortalecimento das comunidades de mestres e praticantes em todo o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>O percurso da capoeira, do banimento \u00e0 consagra\u00e7\u00e3o, revela uma hist\u00f3ria de resist\u00eancia e reinven\u00e7\u00e3o. Atuando como ponte entre passado e presente, a capoeira dialoga com diferentes gera\u00e7\u00f5es, promovendo integra\u00e7\u00e3o social e valoriza\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria coletiva. O reconhecimento internacional refor\u00e7a o compromisso de preservar essa express\u00e3o t\u00e3o singular, marcada pela musicalidade, express\u00e3o corporal e conex\u00e3o com as ra\u00edzes africanas do Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No final do s\u00e9culo XIX, a capoeira enfrentou um longo per\u00edodo de marginaliza\u00e7\u00e3o no Brasil. Considerada perigosa e associada \u00e0 criminalidade devido ao seu v\u00ednculo com grupos de resist\u00eancia negra, a pr\u00e1tica foi proibida oficialmente ap\u00f3s a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura. As autoridades reprimiam rodas e treinos, enquadrando praticantes como vadios ou bandidos. 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