OBITUÁRIO

Mãe de Luciano Hang, dono da Havan, morre após complicações da covid-19

Regina Modesti Hang, de 82 anos, estava internada desde dezembro e já havia sido intubada e submetida a uma traqueostomia; empresário não se manifestou publicamente

Correio Braziliense
postado em 04/02/2021 16:14 / atualizado em 04/02/2021 16:15
 (crédito: Reprodução/Instagram)
(crédito: Reprodução/Instagram)

Nesta última quarta-feira (3/2), morreu Regina Modesti Hang, de 82 anos, mãe de Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, em decorrência de complicações causadas pela covid-19. No fim de dezembro, ela deu entrada num hospital da rede Prevent Sênior, em São Paulo, já com 95% dos pulmões afetados, e estava internada desde então.

No hospital, Regina precisou ser intubada e, com o agravamento do quadro respiratório, foi submetida a uma traqueostomia. Ela, porém, não resistiu a um infecção generalizada e faleceu.

O filho, de 58 anos, não se manifestou publicamente sobre a morte da mãe. Por meio de nota, a assessoria do empresário ressaltou que Regina sempre esteve ao lado de Luciano nos momentos mais importantes dos quase 35 anos de história da Havan. “Era nossa ‘cliente número 1’”, disseram.

“A dor desta grande perda não é sentida apenas pela família Hang, mas dividida entre a grande família Havan. Dona Regina ficará marcada por sua simplicidade e generosidade, na memória e no coração dos que passaram por sua vida”, finaliza o texto.

Dona Regina deixa dois filhos, João Luiz e Luciano, noras, netos e bisnetos. A celebração de despedida será em família.

Luciano também foi infectado

O empresário, a mulher, Andrea, e os três filhos também se contaminaram com a covid-19. Em janeiro, Luciano e Andrea precisaram ser internados na unidade Dubai do Hospital Sancta Maggiore, no bairro do Morumbi, na capital paulista

Hang é um dos mais notáveis apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Há meses ele defende o uso de medicamentos como hidroxicloroquina e ivermectina contra o novo coronavírus — mesmo com estudos científicos apontando que os remédios não têm eficácia contra a covid-19.

O empresário defende o uso das drogas como "tratamento precoce", algo que também não tem eficácia comprovada pela ciência.

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