Em BH

Policial civil é preso em pagode por agredir mulheres e atirar em um homem

Caso aconteceu na madrugada desta segunda (18/10), no Bairro Maria Virgínia, Região Nordeste de Belo Horizonte

Gabriel Ronan/ Estado de Minas
postado em 18/10/2021 19:00 / atualizado em 18/10/2021 19:02
Homem baleado foi levado para o Hospital Risoleta Neves -  (crédito:  Rodrigo Clemente/EM/D.A Press- 16/09/2016.)
Homem baleado foi levado para o Hospital Risoleta Neves - (crédito: Rodrigo Clemente/EM/D.A Press- 16/09/2016.)

Um policial civil foi preso na madrugada desta segunda-feira (18/10), no Bairro Maria Virgínia, Região Nordeste de Belo Horizonte, suspeito de agredir mulheres e atirar em um homem durante um pagode. As informações são da Rádio Itatiaia.

Segundo a emissora, o policial foi identificado como Ramon Rodrigues e testemunhas teriam-no reconhecido, além de outros dois homens, por agressão à mulheres que participavam da festa.

As testemunhas pediram que o trio parasse com as agressões e em seguida, Ramon teria sacado uma arma, afirmando que era policial e que iria 'encher a boca' das pessoas de tiros. Segundo o boletim de ocorrência, ele também desferiu um soco em uma mulher e deu uma coronhada na cabeça de um homem.

Um parente de uma das vítimas se aproximou da confusão acabou sendo baleado na cabeça, no abdome e na perna direita. A vítima foi encaminhada em estado grave para o Hospital Risoleta Neves, em Venda Nova, Região Norte de BH.

O policial civil e os outros dois suspeitos foram encaminhados para a a Central de Flagrantes, no bairro Floresta, Região Leste de BH.

Procurada pelo Estado de Minas , a Polícia Civil de Minas Gerais afirmou que tomará todas as providências de polícia judiciárias para apurar a conduta do policial. Veja a nota no final desta matéria.

Segundo a Itatiaia, o suspeito já se envolveu em outros problemas que também geraram boletins de ocorrência.

Veja a nota da PCMG:


" Sobre os fatos ocorridos envolvendo o servidor, na noite de ontem (17/10), no bairro Maria Virgínia, nesta Capital, informa a direção da Instituição que a Corregedoria-Geral adota todas as providências de polícia judiciária para apurar as condutas do policial (suspeito da prática de crimes, como agressão e disparo de arma de fogo), bem como de outros suspeitos, como narrado na respectiva ocorrência."

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