Forças Armadas

Treinamento das Forças Armadas simulou tiros e descontaminação nuclear

Comandada pelo exército, a Operação Meridiano treinou os militares em situações de alta intensidade e pronta atuação

Tainá Andrade
postado em 09/11/2021 23:12
 (crédito: Acácio Pinheiro/Agência Brasília)
(crédito: Acácio Pinheiro/Agência Brasília)

As Forças Armadas realiza, do dia 5 a 14 de novembro, a terceira fase da Operação Meridiano, coordenada pelo Ministério da Defesa. Trata-se do maior treinamento periódico dos militares até o momento. Na ocasião, eles atuaram no ataque ar-solo, no apoio de fogo, tiros de artilharia, além de demonstração de descontaminação nuclear, biológica, química e radiológica.

O objetivo é testar a eficiência dos comandos em operações de alta intensidade para manter operabilidade e a capacidade de atuação em emergências. É verificada a capacidade de manter um nível adequado de consciência situacional com tarefas que abordam também as áreas funcionais de pessoal, manobra, inteligência, logística, mobilidade e contra-mobilidade, comunicação social, assuntos civis e fogos.

O treinamento dividido em três fases, o primeiro foi chamado de Meridiano-Poti, ocorreu no Pará, ficou sob a responsabilidade da Aeronáutica; a segunda fase, conhecida como Dragão, comandada pela Marinha, nos litorais do Rio de Janeiro e do Espírito Santo; e a terceira etapa, com o Exército à frente, denominada Ibagé, aconteceu no Rio Grande do Sul.

A ação desta terça-feira (9/11) envolveu a participação de aproximadamente 5 mil militares, mil viaturas, aviões e helicópteros da Marinha do Brasil (MB), do Exército Brasileiro (EB) e da Força Aérea Brasileira (FAB).

 

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