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Início Curiosidades

Fofocar não é só hábito, é parte do cérebro humano segundo a ciência

Por Maria Eduarda Pacheco
13/12/2025
Em Curiosidades
Fofocar não é só hábito, é parte do cérebro humano segundo a ciência

Falar sobre a vida alheia é um hábito antigo e comum em todas as culturas - Créditos: depositphotos.com / ArturVerkhovetskiy

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Falar sobre a vida alheia é um hábito antigo e comum em todas as culturas. Em 2025, a ciência já explica melhor por que a fofoca exerce tanto fascínio sobre o cérebro humano. Longe de ser apenas um comportamento negativo, a troca de informações sociais faz parte da nossa história evolutiva e ativa áreas cerebrais ligadas à empatia, à aprendizagem e à recompensa.

A fofoca como ferramenta social desde a evolução humana

Pesquisadores acreditam que a fofoca surgiu como uma forma de compartilhar informações importantes sobre o grupo. Saber em quem confiar, quem quebrou regras ou quem precisava de apoio ajudava na sobrevivência coletiva.

Ao longo da evolução, esse tipo de comunicação fortaleceu vínculos sociais e permitiu a construção de normas e valores dentro das comunidades.

Fofocar não é só hábito, é parte do cérebro humano segundo a ciência
Longe de ser apenas um comportamento negativo, a troca de informações sociais faz parte da nossa história evolutiva e ativa áreas cerebrais ligadas à empatia, à aprendizagem e à recompensa – Créditos: depositphotos.com / alphaspirit

O que acontece no cérebro quando trocamos informações sociais?

Quando alguém compartilha uma fofoca, regiões do cérebro ligadas ao processamento social entram em atividade. Áreas associadas à empatia ajudam a interpretar emoções e intenções dos outros, enquanto circuitos de recompensa liberam dopamina, gerando sensação de interesse e prazer.

Isso explica por que conversar sobre pessoas reais costuma ser mais envolvente do que falar sobre assuntos abstratos.

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Por que fofocar gera sensação de conexão e pertencimento?

A fofoca cria um espaço de troca e cumplicidade. Ao compartilhar uma informação social, o cérebro interpreta a interação como um momento de proximidade, reforçando laços entre quem fala e quem ouve.

Esse mecanismo ajuda a explicar por que fofocar pode gerar sensação de pertencimento e fortalecer relações, especialmente em ambientes sociais e de trabalho.

Fofocar não é só hábito, é parte do cérebro humano segundo a ciência
Ao compartilhar uma informação social, o cérebro interpreta a interação como um momento de proximidade, reforçando laços entre quem fala e quem ouve – Créditos: depositphotos.com / EdZbarzhyvetsky

Quando a fofoca deixa de ser saudável?

Em níveis moderados, a fofoca cumpre um papel social natural. O problema surge quando ela se transforma em agressão, humilhação ou disseminação de informações falsas.

Em 2025, psicólogos reforçam que o equilíbrio é essencial: falar sobre o outro pode ser parte da interação humana, desde que não cause dano emocional ou social, abaixo, psi.guirocha fala sobre o assunto em seu TikTok:

@psi.guirocha

Com certeza você não faz fofoca, mas deve conhecer alguém né? 😇

♬ som original – psi.guirocha

Assim, a ciência mostra que a fofoca não é apenas curiosidade vazia, mas um comportamento profundamente ligado ao funcionamento do cérebro e à forma como nos conectamos uns com os outros.

Tags: cérebro humanoevoluçãofofocaHábito
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