A erva-doce está presente há gerações no dia a dia de muitas famílias, especialmente em forma de chá após as refeições. Conhecida pelo aroma marcante e sabor adocicado, essa planta é frequentemente associada ao alívio de desconfortos digestivos, à sensação de relaxamento após um dia cansativo e ao uso complementar em cuidados naturais, como parte de rotinas de bem-estar intestinal e equilíbrio emocional leve.
Por que ela é tão usada no cotidiano
A erva-doce, é uma planta aromática cujas sementes são muito utilizadas para preparo de chás e temperos. A palavra-chave central aqui é benefícios da erva-doce, já que é justamente o potencial funcional da planta que desperta interesse para usos digestivos e relaxantes.
Suas sementes concentram óleos essenciais, como o anetol, que estão associados a efeitos digestivos e relaxantes, além de possíveis ações antioxidantes leves. Embora não substitua tratamentos médicos, a planta costuma ser vista como uma alternativa complementar em casos leves de desconforto gastrointestinal em adultos e crianças, sempre com atenção às quantidades.

Leia também: A flor fácil de plantar que pode ajudar a reduzir inchaços do dia a dia
Quais são os principais benefícios da erva-doce para o organismo
Entre os benefícios da erva-doce mais citados está a capacidade de auxiliar na redução de gases intestinais. Seus componentes podem contribuir para diminuir a formação de gases e favorecer a eliminação deles, ajudando a aliviar a sensação de estufamento, especialmente após refeições mais pesadas.
Outro ponto importante é o alívio de cólicas, especialmente as de origem digestiva, graças à ação antiespasmódica leve atribuída à planta. Além de favorecer o esvaziamento gástrico e a sensação de melhor digestão, a erva-doce é frequentemente associada a um efeito calmante discreto, útil em momentos de tensão ou dificuldade para relaxar.
Como consumir erva-doce com segurança no dia a dia
Para aproveitar os benefícios da erva-doce sem exageros, o formato mais comum é o chá preparado com as sementes secas. Em geral, utiliza-se uma pequena quantidade de sementes para cada xícara de água quente, deixando em infusão por alguns minutos e consumindo após as refeições ou em horários de maior desconforto abdominal.
Se você gosta de ouvir opinião de especialistas, separamos esse vídeo da Nutricionista Patricia Leite mostrando os benefícios da erva doce:
De maneira prática, o uso diário da erva-doce pode seguir algumas orientações simples para tornar o consumo mais seguro, especialmente em uso prolongado ou associado a outros cuidados de saúde:
- Evitar grandes quantidades de sementes em uma única infusão;
- Observar a reação do organismo após o consumo;
- Interromper o uso em caso de desconfortos diferentes dos habituais;
- Buscar orientação profissional para uso prolongado ou em caso de doenças crônicas;
- Consultar um profissional de saúde em situações de gestação, lactação ou uso contínuo de medicamentos.
Quais cuidados e limitações devem ser considerados no uso da erva-doce
Os benefícios da erva-doce não eliminam a necessidade de atenção a possíveis limitações e sinais de alerta. Em casos de dores intensas, cólicas persistentes, febre, perda de peso ou outros sintomas importantes, o chá de erva-doce não deve ser visto como solução principal, sendo indicado buscar avaliação médica adequada.
Outro ponto relevante é a qualidade do produto utilizado, já que sementes armazenadas de forma inadequada podem perder aroma, sabor e parte de seus compostos. Observar validade, origem e condições de conservação ajuda a garantir segurança, e produtos bem acondicionados, secos e livres de umidade excessiva tendem a preservar melhor os efeitos digestivos e calmantes da planta.










